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Mercado aguarda dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos
O dólar comercial abriu o pregão desta sexta-feira alta e às 9h30m operava cotado a R$ 2,0250 na compra e R$ 2,0270 na venda, uma valorização de 0,09%. No mercado futuro, o contrato da moeda americana com vencimento para agosto subia 0,19%, a R$ 2,033. Na quinta, o dólar operou com muita volatilidade frente ao real e acabou se desvalorizando 0,14% cotado a R$ 2,0220 na compra e R$ 2,0240 na venda. Na máxima do dia, o dólar chegou a R$ 2,0390 e na mínima bateu em R$ 2,0140.
Na quinta, descolado dos mercados internacionais, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), fechou em alta pelo quinto dia seguido, nesta quinta-feira, puxado pelas ações da Petrobras. O índice subiu 0,54%, aos 56.379 pontos, com volume negociado de R$ 6,3 bilhões. Por isso, analistas alertam que nesta sexta pode haver uma realização de lucros.
Na Europa, as Bolsas operam com desvalorização nesta sexta. O índice Ibex, da Bolsa de Madri, cai 1,26%; o Dax, do pregão de Frankfurt, recua 0,39%; o Cac, de Paris, perde 0,40% e o FTSE, da Bolsa de Londres, tem leve queda de 0,01%. Nem o crescimento acima do esperado da produção industrial da Alemanha, divulgado nesta sexta, anima os investidores. A produção alemã subiu 1,6% em maio, impulsionada por uma alta de 3,8% na produção de bens de consumo e de 3,1% na atividade de construção.
A economia dos Estados Unidos gerou 80 mil empregos em junho, mas a taxa de desemprego permaneceu estável durante operíodo na comparação com o mês anterior, em 8,2%, segundo o Departamento do Trabalho divulgou há pouco. Analistas esperavam a criação de 101 mil vagas e a manutenção da taxa de desemprego em 8,2%. Com a criação de vagas menor do que o esperado, abre-se espaço para que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) tome medidas de estímulo à economia.
Na Ásia, os principais pregões fecharam em queda após a redução do juro anunciada pelo Banco Central Europeu (BCE) e o Banco do Povo da China (Pboc). Analistas avaliam que se Pequim reduziu o juro duas vezes no mês, após a taxa ficar estál desde 2008, há indícios de que o crescimento da economia chinesa caminha para ficar abaixo de 8%. No Japão, o índice Nikkei, da Bolsa de Tóquio, recuou 0,65%. Na Coreia do Sul, o índice Kospi, de Seul, caiu 0,92%. Na China, o Xangai Composto subiu 1,01% e em Hong Kong, a bolsa fechou em baixa de 0,04%.
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