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Futuro do Rio em debate

Extra, Flávia Junqueira, 17/jul

Mais transparência, abrangência e detalhamento. Um grupo de 18 organizações da sociedade civil, que se debruçaram sobre o Plano Estratégico da Prefeitura do Rio para os próximos quatro anos (20172020), considera essas as principais falhas do documento elaborado pela gestão de Marcelo Crivella. Para a Casa Fluminense, associação civil sem fins lucrativos que organizou o debate, essa avaliação pretende ajudar e estimular a participação da sociedade no aperfeiçoamento do "contrato do prefeito com o carioca". Dos 90 dias estipulados para a participação social, já se passaram 12.

- O Plano Estratégico só vai fazer sentido se a sociedade se apropriar dele, com críticas e sugestões. Acreditamos que, além de audiências públicas, com debates temáticos, a existência de uma plataforma digital é fundamental para aumentar a transparência e o controle social da prefeitura pela sociedade carioca - diz Henrique Silveira, coordenador executivo da Casa Fluminense.

O plano é dividido em quatro áreas (economia, social, urbano/ambiental e governança) e estabelece 65 iniciativas e 101 metas, incluindo a municipalização do Porto, a ampliação do tratamento de esgotos de Barra e Jacarepaguá (por parcerias público-privadas) e ações da Guarda para reduzir em 50% delitos na orla.

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