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Poupança e emissão de letras devem suprir crédito imobiliário

Valor Econômico, Talita Moreira e Silvia Rosa, 17/jul

Com a queda da captação da poupança nos últimos anos, cresceu a participação dos recursos do FGTS no financiamento imobiliário. Contudo, a crise e a mudança nas leis trabalhistas, que permitirá o saque de até 80% do saldo do fundo de garantia em acordos amigáveis entre patrões e empregados, devem alterar esse quadro. Os recursos da poupança e principalmente instrumentos de mercado, como as Letras de Crédito Imobiliário (LCI), tendem assim a retomar espaço.

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