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Folha De São Paulo, Cristina Frias, 07/fev

As casas de leilão aproveitam o momento em que a crise ainda gera bens para serem ofertados e, ao mesmo tempo, há demanda de pessoas físicas e investidores com apetite para fazer lances.

Novos clientes, como pessoas físicas, passaram a vender imóveis nesse canal, diz André Zukerman, leiloeiro da casa com seu sobrenome.

"O aumento da inadimplência e a retomada por instituições financeiras também aumentaram o estoque."

Os donos originais das propriedades que surgem em leilões deixaram de pagar prestações durante a crise, e até o bem ser colocado à venda leva-se um tempo, geralmente para tentativas de negociações com o banco.

A Sold, tradicionalmente especializada em itens miúdos, nota aumento de oferta de itens de empresas que já começaram a se renovar, como as redes de hotéis, diz o leiloeiro Henri Zylberstajn.

"Outros setores, como de fraquias, pequeno varejo e restaurantes, ainda não superaram a crise e vendem seus bens em leilão em decorrência e fechamentos."

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