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FGTS, a segunda reforma trabalhista?

Valor Econômico, Opinião, Pedro Fernando Nery, 12/jul

A remuneração das contas seria maior e as possibilidades de saque, limitadas. Hoje, além da demissão, é possível sacar o Fundo para financiamento imobiliário e questões de saúde, entre outras. A reforma não seria abrupta: valeria apenas para novos contratos, e opcionalmente para os demais. Além da formação de poupança, as mudanças também tratariam do problema da rotatividade - desestimulada pelo aumento da remuneração e restrição aos saques. 

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