Hoje na Imprensa

Recessão acabou, mas impacto permanece

Valor Econômico, Cibelle Bouças, 05/out

De 2013 até o ano passado, período que abrigou a mais grave recessão do país, de 2014 a 2016, grandes fabricantes de bens de consumo não investiram de forma eficaz, endividaram-se à espera de um crescimento que não veio, e viram a taxa de expansão da receita cair mais de 90%. E os efeitos desse quadro ainda são sentidos neste ano. A avaliação é da consultoria Roland Berger, que avaliou o desempenho operacional e financeiro de 40 grandes indústrias das categorias de alimentos, bebidas, higiene e cosméticos que operam no Brasil. Foram consideradas companhias com receita anual superior a R$ 1 bilhão, listadas no ranking da revista "Valor 1000". Juntas, registraram receita de R$ 442,6 bilhões em 2017, representando 65% da receita total do setor de bens de consumo.

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