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Minha casa, minha vida' passa a ter desconto menor para rendas mais baixas

Extra, Economia, 11/jan

No apagar das luzes do governo Michel Temer, foi feita uma alteração nos descontos dados no programa "Minha casa, minha vida". Agora, para garantir o subsídio máximo, de R$ 47.500, na compra da casa própria, a renda familiar mensal tem que ser de até R$ 1.200, e não mais de R$ 1.600.

Para famílias que recebem R$ 1.600 mensais, o subsídio governamental sobre o valor do imóvel cai para, no máximo, R$ 29 mil. Os dois casos se enquadram na faixa 1,5 do "Minha casa, minha vida".

As mudanças, publicadas em edição extra do Diário Oficial da União de 31 de dezembro, incluem também um desconto menor para solteiros que compram imóveis. Antes, eles tinham direito a 70% do subsídio da faixa de renda à qual pertencem. Agora, esse percentual passou a ser de apenas 50%.

Faixas de renda do "Minha casa, minha vida"

Faixa 1: renda mensal familiar de até R$ 1.800 (financiamento de até 120 meses, com prestações mensais que variam de R$ 80 a R$ 270, conforme a renda bruta familiar).

Faixa 1,5: renda mensal familiar de R$ 1.800 até R$ 2.600 (a família conseguirá financiar um imóvel novo com taxas de juros de apenas 5% ao ano e até 30 anos para quitar o financiamento).

Faixa 2: renda mensal familiar de R$ 2.600 até R$ 4 mil (nesta faixa o interessado também tem até 30 anos para pagar, com taxa de juros de 5,5% a 7% ao ano, dependendo da renda, da localização do imóvel e se houve contribuição ao FGTS).

Faixa 3: renda mensal familiar de até R$ 7 mil (nesta faixa o interessado também tem até 30 anos para pagar, comprando imóvel novo ou na planta, com taxas de juros de 8,16% a 9,16% ao ano, dependendo da renda, da localização do imóvel e se houve contribuição ao FGTS).


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Matéria impressa a partir do site da Ademi Rio [http://www.ademi.org.br]