Hoje na Imprensa

Base fraca favorece recuperação no 3º trimestre

Valor Econômico, Brasil, 17/set

Ainda sem muito brilho, a economia está sobrevivendo a uma avalanche de informações ruins e deve mostrar recuperação no terceiro trimestre, avalia o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV). Com ajuda da base de comparação fraca do trimestre anterior, o Ibre estima que Produto Interno Bruto (PIB) vai crescer 0,9% de julho a setembro sobre os três meses encerrados em junho, feitos os ajustes sazonais.

Eleição reforça instabilidade, e dólar volta a subir e Bolsa cai

Folha de São Paulo, Mercado, 25/set

A instabilidade esperada para as duas últimas semanas antes da eleição se materializou nesta segunda-feira (24). O dólar voltou a registrar alta, ficando próximo dos R$ 4,10. A Bolsa brasileira caiu mais de 1%. O dólar, que chegou a cair pela manhã, avançou 0,98% e terminou o dia a R$ 4,0880. No exterior, o desempenho da moeda americana ante emergentes foi misto: de uma cesta de 24 divisas, o dólar ganhou força sobre a metade.

Brasil é o 71º em capital humano entre 195 países

O Globo, Daiane Costa, 25/set

Um estudo inédito publicado na revista científica The Lancet, ontem, mostra que o Brasil tem avançado mais do que a maioria dos países latino-americanos no desenvolvimento de seu capital humano, indicador que leva em conta investimentos em saúde e educação, avaliados como sinal de compromisso com o crescimento econômico. No entanto, num ranking de 195 países, o Brasil aparece na 71ª posição. Ficou logo atrás dos Emirados Árabes Unidos (70ª) e à frente da Tailândia (72ª).

BB corta tarifas

Valor Econômico, Finanças, 21/set

O Banco do Brasil vai zerar as taxas de custódia para aplicações no Tesouro Direto e em papéis de renda fixa, como os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e debêntures. As medidas, informou a instituição, englobam também o estoque de aplicações, além dos novos negócios. Segundo o banco, a taxa de custódia para o Tesouro Direto, agora em zero, era de 0,5%.

Dólar fecha abaixo de R$ 4,10 com exterior e após Datafolha

O dólar fechou abaixo de R$ 4,10 nesta quinta-feira (20), surfando no tom externo positivo a países emergentes e após pesquisa Datafolha mostrar avanço mais contido de Fernando Haddad (PT). O dólar comercial recuou 1,28%, para R$ 4,076. O Ibovespa, índice das ações mais negociadas da Bolsa brasileira, terminou praticamente estável, depois de um dia de oscilações. No fim do pregão, recuou 0,07%, a 78.116,01 pontos.

 
 
 
 

webTexto é um sistema online da Calepino

Matéria impressa a partir do site da Ademi Rio [http://www.ademi.org.br]