Hoje na Imprensa

Bovespa opera sem viés claro, atenta a exterior

G1, Economia, 13/jul

O principal índice de ações da bolsa brasileira (B3) oscilava ao redor da estabilidade nos primeiros negócios desta sexta-feira (13), em meio a um cenário sem tendência definida no exterior, com notícias corporativas domésticas no radar, entre elas a suspensão do leilão das distribuidoras da Eletrobras. Às 10h22, o Ibovespa recuava 0,2%, a 75.401 pontos. Na véspera, o índice subiu 1,96%, a 75.856 pontos, na máxima de cinco semanas.

Inflação e renda preocupam o consumidor

O Estado de S. Paulo, Editorial Econômico, 13/jul

A confiança dos consumidores piorou acentuadamente entre os meses de maio e junho, segundo o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec) da Confederação Nacional da Indústria (CNI). É um mau sinal para toda a economia, pois a deterioração das expectativas afeta a disposição de consumir e de investir. O Inec acusou queda de 3,8% entre maio e junho e atingiu 98,3 pontos, abaixo da linha de corte de 100 pontos que separa os campos positivo e negativo.

Tema fiscal pressiona dólar e juros

Valor Econômico, Daniela Meibak e Lucinda Pinto, 13/jul

A preocupação com a situação fiscal voltou à pauta e provocou uma alta dos juros futuros e do dólar, numa sessão de recuperação no mercado internacional. O que chamou a atenção dos investidores foi que, no pacote de aprovações do Congresso antes do recesso, passou o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2019 sem os principais mecanismos de contenção de gastos que haviam sido incluídos pelo relator.

Dólar avança mais de 2% e vai a R$ 3,88 com guerra comercial.

Folha de São Paulo, Mercado, 12/jul

O anúncio de que os Estados Unidos vão impor novas tarifas a produtos chineses e a ameaça de retaliação por Pequim puseram fim aos dias de relativa calmaria do mercado financeiro. O dólar avançou sobre as principais moedas, e as Bolsas mundiais fecharam em queda nesta quarta-feira (11).

Indicadores sugerem recuperação industrial

Valor Econômico, Ana Conceição, 12/jul

Alguns indicadores de atividade econômica recuperaram em junho a forte queda do mês anterior, superando até os níveis do período anterior à greve dos caminhoneiros, o que provocou revisões para cima na estimativa da produção industrial de junho. Com isso, a perspectiva para o segundo trimestre, antes muito negativa, também melhorou. Esta semana, a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) informou que o fluxo de veículos nas estradas aumentou 13,6% em junho, ante maio, feito o ajuste sazonal.

 
 
 
 

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