Hoje na Imprensa

FGV aponta alta do PIB de 0,3% no primeiro trimestre

O Estado de S. Paulo, Vinicius Neder, 22/mai

A atividade econômica avançou 0,3% no primeiro trimestre em relação aos três últimos meses de 2017, na estimativa do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), atualizada ontem, com a divulgação do Monitor do PIB. É mais uma projeção que aponta para uma desaceleração na recuperação da economia, conforme revisões que economistas têm divulgado nas últimas semanas.

Empresas desperdiçam profissionais com nó tributário

O Globo, Bruno Rosa e Ramona Ordoñez, 22/mai

Em um país onde são editadas por dia 32 normas tributárias, as empresas se vêm forçadas a aumentar cada vez mais suas equipes da área fiscal para entender e acompanhar todas as mudanças de regras. Isso mesmo num cenário de crise econômica, quando o volume de negócios não justifica um aumento do efetivo de profissionais. Hoje, o país tem uma regra tributária para cada 550 habitantes. É um volume muito maior do que há dez anos - quando era uma norma por 780 pessoas.

Dólar recua 1,36% com atuação do Banco Central

O Globo, Rennan Setti, 22/mai

Depois de acumular alta de 3,86% na semana passada e de engatar seis dias seguidos de valorização, o dólar comercial finalmente fechou em queda. A divisa americana recuou ontem 1,36%, a R$ 3,688, na contramão do movimento internacional e reagindo à atuação reforçada do Banco Central (BC). Foi a maior queda diária desde 14 de fevereiro. Para atenuar a turbulência no câmbio, o BC decidiu triplicar as operações de swap cambial - equivalente à venda de dólares no mercado futuro. Com isso, o real foi a moeda que mais ganhou valor frente ao dólar no mundo.

Pressão externa eleva dólar e faz Bolsa despencar

O Globo, Ana Paula Ribeiro, 18/mai

O dólar até cedeu no início dos negócios, ontem, refletindo a decisão inesperada do Comitê de Política Monetária (Copom) de manter a Selic em 6,5%. Mas logo a pressão externa entrou em cena e levou a moeda americana a fechar a R$ 3,70, maior valor desde março de 2016. O movimento global de alta do dólar ainda está em curso, mas a expectativa de analistas é de acomodação da cotação em um patamar um pouco mais baixo do que o atual.

Desemprego no Rio sobe a 15%, a maior taxa no Sudeste

O Globo, Daiane Costa, 18/mai

Na contramão da maioria dos estados, no Rio de Janeiro a taxa de desemprego não cedeu no primeiro trimestre de 2018. A alta foi de 0,5 ponto percentual, para 15%, em relação ao mesmo período do ano passado. O percentual é o maior para a Região Sudeste e acima da média nacional, de 13,1%. Além do Rio, apenas em outras seis unidades da federação houve avanço no desemprego nessa comparação: Rondônia, Amapá, Maranhão, Piauí, Pernambuco e Sergipe.

 
 
 
 

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