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Informe ADEMI
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Projeções da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário indicam que os lançamentos em 2013 podem chegar a 25000 unidades - mesmo patamar de 2011 e recorde para a cidade.
Sempre destaque nas pesquisas da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), Jacarepaguá continua recebendo empreendimentos residenciais e comerciais para todas as faixas de renda.
Quase 3 mil unidades entre comerciais e residenciais serão lançadas pela construtora Calçada até dezembro. O anúncio foi feito pelo presidente da Calçada, João Paulo de Matos, que também acaba de tomar posse como presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ).
"As petrolíferas começaram a ter bases próximas a Itaguaí, fazendo com que a cidade se tornasse um polo de atração imobiliária. Houve uma demanda por moradias, apart-hotéis e empreendimentos comerciais", explica Claudio Hermolin, 2º vice-presidente da Ademi.
"À medida que as empresas começaram a crescer, pesquisaram novos mercados. Sempre existiu oportunidade lá, mas não tinha capacidade de investimento. Agora, tem", explica Claudio Hermolin, 2º vice-presidente da Ademi.
A média do tamanho dos imóveis de dois quartos ofertados em Copacabana, segundo o Secovi-Rio, é de 89 metros quadrados. Bem superior, ao tamanho médio dos lançamentos de mesmo tipo feitos em 2012: 58,52 m² e até dos imóveis de três quartos, 86,24 m² (dados da Ademi-RJ).
"Fui atrás da oportunidade, queria ganhar dinheiro, é claro. Era interessante que o prédio já existente fosse melhorado e ficasse mais bonito, afinal no futuro será um condomínio só. Mas quis fazer um acordo que fosse bom para todos", afirma João Paulo Rio Tinto de Matos, presidente da Calçada e da Ademi.
Para Claudio Hermolin, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), os bairros planejados têm atratividade dupla para o mercado. "Esses empreendimentos viraram uma opção para se revitalizar ou ocupar áreas urbanas que estavam paradas ou de alguma forma subaproveitadas", afirma.
Para o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), João Paulo Rio Tinto de Matos, o bairro se tornou local de desejo residencial nos últimos anos e, por conta do fluxo migratório para lá, várias empresas também se interessaram em se mudar para a região. "Mais um fator de crescimento. já que a cidade vem se desenvolvendo a passos largos", diz.
Entre 2010 e 2012, Nova Iguaçu ganhou 2.228 novas unidades residenciais e comerciais. Segundo a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro, a média é de dois lançamentos por dia. "O empresário que mora na Barra e tem um comércio na Baixada não quer enfrentar o trânsito todos os dias. Com isso, prefere passar a semana na região",diz o presidente da Ademi, João Paulo Rio Tinto de Matos.
Méier e os bairros do Grande Méier (Del Castilho, Cachambi e adjacências) também estão entre os endereços preferidos para lançamentos imobiliários. Mas, segundo João Paulo Rio Tinto de Matos, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), apesar de o bairro ser muito cobiçado, não há por ali muito espaço para receber novos empreendimentos. Resultado: quando há um prédio novo à venda, os apartamentos vendem como água. Em 2010, foram 124 unidades lançadas. No ano passado, 321, um aumento de 159% em dois anos.
O primeiro trimestre de 2013 foi de expansão no mercado imobiliário carioca. O total de unidades lançadas cresceu 7% sobre o período janeiro-março de 2012. Foram 3.144 contra 2.938 um ano antes, informa a Ademi. Já o valor geral de vendas (VGV) bateu R$ 1.526 bilhão, alta de 26,7% na comparação com os três primeiros meses de 2012. "Pesou no resultado dos comerciais o lançamento do Porto Atlântico", diz João Paulo Rio Tinto de Matos, presidente da associação.
O mercado imobiliário continua em alta, já o tamanho dos imóveis novos... está cada vez menor. Levantamento inédito da Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário do Rio mostra que, nos últimos dez anos, a redução da metragem chega a 29% nos apartamentos de um e de quatro quartos. Segundo o novo presidente da Ademi, João Paulo Rio Tinto de Matos, as pessoas se casam mais tarde, têm menos filhos e, consequentemente, a demanda por imóvel menor está crescendo.
A Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) dará posse à nova diretoria, eleita para o biênio 2013/2015, na quinta-feira. O evento, para convidados, será no Rio Othon Palace.
Primeiro colocado no ranking de lançamentos em 2012 com 26,8% total ou 5.227 unidades, de acordo com dados da Ademi-RJ, Jacarepaguá continua com tudo no mercado imobiliário. A Rubi Engenharia, por exemplo, planeja lançar, até o final deste ano, oito empreendimentos na Freguesia.
'A valorização vai acompanhar a inflação', diz o presidente eleito da Ademi, João Paulo Rio Tinto de Matos. O setor também precisa qualificar sua mão de obra.
Um dos mais importantes veículos de comunicação do mundo ouviu o presidente da ADEMI, José Conde Caldas, em reportagem sobre o mercado imobiliário na América do Sul. No texto, o foco principal é o Brasil, com ênfase nos mercados do Rio e de São Paulo. Conde Caldas destacou que o Rio está despertando o interesse de compradores e investidores internacionais e também de outros pontos do Brasil: "Este é o melhor momento de todos os tempos".
Com experiência de quem comandava a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), José Conde Caldas aposta em um novo fôlego, comparável ao trazido pelo PEU em 1995, para os próximos anos.
Pesquisa da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário revela que, em 2012, foram lançadas 19.481 unidades no Rio. O número representa queda de 22% sobre 2011, quando se passou de 25 mil imóveis.
O bairro de Jacarepaguá continua fazendo parte dos planos das principais construtoras. A região, que é uma das que mais recebem lançamentos de acordo com a pesquisa da Ademi-RJ (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), vai abrigar a segunda fase do Mio Residencial Parque, da Brookfield.
De acordo com informações da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), o Rio deve fechar o ano com dez mil unidades comerciais e 15 mil residenciais comercializadas.
A Barra da Tijuca é o sonho de consumo de muitos cariocas que desejam combinar moradia próxima à praia, conforto e segurança. É também a menina dos olhos das grandes construtoras e das imobiliárias, ávidas por atender uma população calculada hoje em 300 mil habitantes, mas que chegará ao ano de 2020 com 500 mil.
Seguindo essa linha de raciocínio, o Rio inteiro se tornou atraente. De acordo com informações da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), a cidade deve fechar o ano com dez mil unidades comerciais vendidas e 15 mil residenciais. "Algo em torno de 20% das pessoas estão investindo na compra de imóveis", afirmou José Conde Caldas, presidente da Concal Construtora e da Ademi.
"Está havendo um lançamento atrás do outro na Zona Portuária, o que comprova a expansão do mercado imobiliário da cidade naquela direção", destaca José Conde Caldas, presidente da Concal Construtora e da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
As projeções feitas este ano pelo Instituto Pereira Passos mostram ainda que as Regiões Administrativas que mais devem crescer depois da Barra, entre 2010 e 2020, são as de Rocinha (13,8%), Jacarepaguá (13,2%) e Guaratiba (13,1%).
Foram lançadas em 2012 19.481 moradias, representando uma queda de 22% sobre os números de 2011. Os dados são da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
A situação deve mudar este ano, com a série de novos imóveis que serão postos à venda no Porto Maravilha, prevê José Conde Caldas, presidente da Ademi. O Porto Atlântico, da Odebrecht e Performance, com lançamento marcado para o dia 23, já está todo reservado.
No entanto, na avaliação de Rubem Vasconcelos, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), as empresas não estão interessadas somente em casas e apartamentos de alto luxo: "Se as construtoras encontrarem um bom negócio na Zona Norte, vão construir", analisa ele.
As cidades brasileiras vivem um momento decisivo para os seu crescimento urbano e econômico. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 84% da população residem em cidades no Brasil. É hora, portanto, de planejar o futuro dos municípios.
Ao longo da carreira, Jacob Steinberg se tornou referência para o setor imobiliário. Por diversas vezes, foi vice-presidente da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), responsável pela área de construção civil. Também foi cofundador e diretor da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
"Esse aumento será aplicado diretamente no setor. O ultimo reajuste foi em 2009 e já está defasado frente ao poder de compra de alguns trabalhadores de classe média-alta", afirma José Conde Caldas, presidente da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi-RJ).
Na área do Porto Maravilha, um espaço de 5 milhões de metros quadrados de galpões e docas será reestruturado, com a derrubada de um viaduto, a reurbanização de avenidas e praças, a construção de ciclovias e arborização. "Será o maior retrofit urbano do mundo", afirma José Conde Caldas, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
Em 2012, o mercado imobiliário no Rio registrou o licenciamento de mais de seis milhões de metros quadrados, recorde histórico na cidade, segundo o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Paulo Fabbriani. A última vez que o Rio contemplou um cenário tão positivo foi em 1982, quando esta mesma marca quase foi alcançada.
No Brasil, Paulo Fabrianni, vice-presidente da ADEMI (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) do Rio de Janeiro apresenta argumentos semelhantes aos de críticos de Bloomberg para justificar o atual limite de 50 m² para os imóveis novos da capital carioca.
O crescimento substancial da construção civil observado nos últimos dois anos deverá manter seu ritmo em 2013. As boas perspectivas não se baseiam simplesmente nos humores ou no otimismo de representantes do setor. A expectativa positiva resulta de uma série de fatores favoráveis ao desempenho do mercado.
Dados da Ademi mostram o crescimento acelerado: de setembro de 2011 até o mesmo mês de 2012 foram lançados 177 empreendimentos, 30% a mais do que no período de setembro de 2010 ao mesmo mês de 2011, com 137.
"É absurdo não haver legislação referente a apart-hotéis. E demagogo afirmar que numa cidade turística não há essa demanda. A densidade demográfica da Barra é baixa; dizer que ela está saturada é piada. O que precisa é melhorar a infraestrutura e investir em transporte de massa", afirma o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), José Conde Caldas.
Presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), José Conde Caldas diz que a medida da Caixa pode servir de exemplo para outros bancos. "A classe média já estava prejudicada com os preços dos imóveis e ainda tinha altas taxas bancárias. Com certeza a redução dos juros será importante para o mercado", avalia.
O bairro de Jacarepaguá, que sempre ocupa lugar de destaque na pesquisa da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), conta com vários empreendimentos em construção.
"Temos uma expectativa muito boa para este ano. A diminuição referente a 2012 foi para uma arrumação, pois algumas empresas tiveram problemas gerenciais, que fizeram com que o número de lançamentos diminuísse", afirma o presidente do Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), José Conde Caldas.
Conforto para os moradores e lançamentos na Região Metropolitana do Rio, principalmente São Gonçalo e Nova Iguaçu. Segundo especialistas, esse será o cenário imobiliário em 2013. No fim do ano passado, a Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) chegou a se reunir com representantes de prefeituras, para traçar metas.
Segundo José Conde Caldas, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), em 2013, uma das grandes novidades é que os bairros da Zona Norte do Rio, como Madureira, estarão mais valorizados.
Falta estrutura às prefeituras da Região Metropolitana do Rio para fazer decolar os projetos do Minha Casa Minha Vida, de habitação popular. Cláudio Martins, homem da Caixa na Baixada, diz que faltam até quadros técnicos para elaborar as ações. Ele esteve na reunião na Ademi, com prefeitos do entorno da capital, ontem.
O presidente da Ademi (Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário), José Conde Caldas, e empresários do setor fazem hoje, das 9h às 11h30, no Hotel Sofitel em Copacabana, um café da manhã com os 19 prefeitos eleitos da Região Metropolitana do Rio e o vice-governador Luiz Fernando Pezão, presidente do Comitê de Ações Estratégicas Metropolitanas.
O alerta é de José Conde Caldas, presidente da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi), que promove encontro sobre o tema hoje com os prefeitos eleitos dessas cidades. Segundo estudo da Ademi, a região metropolitana tem déficit de 322 mil unidades habitacionais e pode chegar a 1,5 milhão em 2027.
Chega ao fim mais um ano de muito trabalho e crescimento. Um ano que, ao contrário dos prognósticos mais pessimistas, não terminou em chamas nem dilúvio, reais ou metafóricos. Foi um período de amadurecimento para o setor imobiliário, de muito trabalho, conquistas e intenso aprendizado.
A Ademi vai reunir 19 prefeitos eleitos da Região Metropolitana do Rio, na terça. Em pauta, a precária infraestrutura no entorno da capital. Diferentes códigos de obras também emperram a expansão do mercado imobiliário. "São João de Meriti permite hotel na Via Dutra, Nova Iguaçu, não", diz Conde Caldas, da Ademi.
Segundo José Conde Caldas, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), essa demanda está crescendo: "É uma alternativa para muitas pessoas que moram sozinhas e não têm empregadas. O serviço é opcional."
Presidente da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), José Conde Caldas também está otimista sobre 2013, apesar da queda de 20% nos lançamentos deste ano, que deve fechar em 20.277 unidades lançadas, contra os 25.022 lançamentos feitos em 2011.
Presidente da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário, José Conde Caldas atribui os novos lançamentos de prédios e condomínios na Zona Norte ao BRT e à compra de trens para a SuperVia.
"Having a design by a genius of architecture [Calatrava] being hidden by ships is totally absurd," José Conde Caldas, President of the Association of Directors of Companies in the Real Estate Market (Ademi-RJ) recently told O Globo. "The Porto Maravilha project came from strength to strength until this pier, which looks more like a piano in the middle of the room."
O presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), José Conde Caldas, lembra que se trata do maior projeto de retrofit urbano já feito no mundo, abrangendo uma área de cinco milhões de metros quadrados.
Foi exatamente por acreditar nisso que a Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ) resolveu dar ao seu prêmio anual, que será entregue amanhã, o tema Arquitetura Maravilha, em alusão às obras do Porto.
Presidente da Associação de Dirigentes de Empresas de Mercado Imobiliário, José Conde Caldas diz que o metro quadrado em Campo Grande hoje custa, em média R$ 3,5 mil. Na Freguesia, o valor é R$ 6 mil o metro quadrado e, na Barra, chega a R$ 7,8 mil.
As construtoras Calçada e Concal serão as principais premiadas no Destaque Ademi 2012 - Prêmio Master Imobiliário que a Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi/RJ) entrega, amanhã, para as empresas e profissionais que mais se destacaram ao longo do ano.
Apesar do forte movimento em direção à Zona Oeste, o presidente da Associação de Dirigentes e Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), José Conde Caldas, aposta no futuro do Centro e de alguns bairros da Zona Norte.
Segundo levantamento feito pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), este ano foram lançadas 13.738 unidades, residenciais e comerciais, no município do Rio de Janeiro. No ano passado, foram colocadas à venda 25.195 unidades. A Barra da Tijuca manteve a liderança no ranking de imóveis novos, seguida por Jacarepaguá e Recreio dos Bandeirantes, regiões da cidade onde há espaço para novos empreendimentos.
Para José Conde Caldas, bairros como Santa Cruz (Zona Oeste), Méier e Madureira(Zona Norte) e Campo Grande (Zona Oeste) estão no topo da lista dos locais que receberão mais lançamentos imobiliários, pela grande disponibilidade de terrenos. "Os bairros que ficaram décadas a fio sem receber lançamentos serão alvos de grandes construtoras", anunciou o executivo.
O ano ainda não acabou, mas, a esta altura do calendário, já é possível dar uma olhadinha no retrovisor e analisar o quanto foi realizado e o que se deixou de cumprir. Para nós da ADEMI, o balanço tem peso de final de campeonato. Vivemos há semanas a expectativa do Destaque ADEMI 2012 - Prêmio Master Imobiliário, um dos mais tradicionais e relevantes eventos do setor em todo país.
O presidente da Ademi e da construtora Concal, José Conde Caldas, avalia que 80% dos imóveis são vendidos para o morador final, 15% para investidores de aluguéis e 5% para aqueles que compram para vender logo que o imóvel fica pronto."Mas, esse comprador é fundamental para trazer liquidez ao mercado, porque muitas vezes paga até 50% do valor de venda de entrada, no início da construção", diz.
A Rossi acaba de receber três prêmios da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (ADEMIi) do Rio e de Niterói. Um dos destaques é o Rossi Multi Business - parte comercial do complexo multiuso que a empresa lançou este ano, em Duque de Caxias - vencedor do Prêmio Master Imobiliário 2012 na categoria "Projeto de prédio comercial de pequeno porte".
Stella Lutterbach Leão ganhou o Prêmio Master Imobiliário ADEMI.
O nome Sergio Castro é referência no setor imobiliário do Rio de Janeiro. Há mais de 60 anos atuando na área, o empresário fundou, em 1949, a Sergio Castro Imóveis - a primeira empresa brasileira a se especializar em imóveis comerciais. Também foi um dos criadores do Conselho Federal de Corretores de Imóveis, além de membro de várias entidade do setor, como a Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (Abadi) e a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
Houve isenção em algumas regiões que tiveram uma valorização muito grande, pois ficavam perto das favelas. Com a política de pacificação, não há mais problemas de segurança. É justo que as pessoas paguem pelos serviços urbanos dados pela prefeitura - afirma José Conde Caldas, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
A Concal foi eleita a empresa do ano no prêmio Destaque ADEMI - Master Imobiliário 2012.
Para o vice-presidente da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcelos, a criação do campo de golfe poderá valorizar o trecho da Barra.
O presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), José Conde Caldas, diz que em algumas regiões os valores não devem subir tanto. Em outras, seguem em alta.
Vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcelos mostra que essa estratégia acontece até em bairros nobres da cidade: "As pessoas que estão com dificuldades de morar em Ipanema e Leblon, por exemplo, procuram imóveis na Lagoa e em São Conrado."
De acordo com o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), Cláudio Hermolim, a tendência nas regiões pacificadas é de valorização. "A pacificação já agrega valor, pois você deixa de ter uma região rejeitada e passa a ter uma mais atrativa. No Jacarezinho, por exemplo, havia muitas empresas, que saíram de lá por causa da violência. Ao melhorar a segurança, você dá condições para elas ficarem", explica.
"Apesar da demanda baixa, o leilão determinou um parâmetro. O preço de venda de projetos top na região não deve ultrapassar R$ 13 mil a R$ 14 mil por metro quadrado", diz José Conde Caldas, presidente da Ademi. Autoridades municipais também consideram que o leilão içou os Cepacs a um novo (e alto) patamar de preço.o de 20 andares.
Segundo o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), Cláudio Hermolim, a tendência nas regiões pacificadas é de valorização. "A pacificação já agrega valor, pois você deixa de ter uma região rejeitada e passa a ter uma mais atrativa. No Jacarezinho, por exemplo, havia muitas empresas, que saíram de lá por causa da violência. Ao melhorar a segurança, você dá condições para elas ficarem", pontuou.
O presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), José Conde Caldas, disse que o valor mínimo da totalidade dos títulos a serem leiloados hoje, de R$ 115 milhões, deverá ser superado.
Vice-presidente da Ademi, Paulo Fabbiani destaca os incentivos que a Zona Norte vem recebendo, através da realização de obras públicas, de acordo com o que determina o Plano Diretor da cidade.
A paisagem do Rio está em reconstrução. E não reside apenas na contagem do número de canteiros de obras o processo de transformação em andamento por aqui. É o próprio modelo de urbe se redesenha, aos olhos de cariocas e estrangeiros, mais plural e democrático.
José Conde Caldas, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), diz que esse é o maior boom imobiliário comercial pelo qual o Rio de Janeiro já passou. Segundo Caldas, são três setores principais que demandarão os escritórios na área do novo Porto.
O bom momento do mercado imobiliário do Rio de Janeiro se estende às cidades com potencial de crescimento por conta dos investimentos em petróleo, como Itaboraí e Campos. Segundo números da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), nos últimos dois anos, as duas cidades receberam 4.960 novas unidades, sendo 3.441 em Itaboraí e 1.519 em Campos.
O estudo que poderá resultar na revisão do Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU), anunciado pelo prefeito Eduardo Paes em entrevista publicada neste domingo pelo GLOBO, é alvo de críticas de entidades e de associações de moradores. O vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Paulo Fabbriani, disse que já esperava a mudança.
"As passarelas que ligarão o estádio à Quinta permitirão o acesso a essa importante área de lazer da cidade. São Cristóvão é o último reduto nobre do Rio. Por isso, muita gente quer morar lá. O problema é que, atualmente, a procura está maior do que a oferta.", lembra o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), José Conde Caldas.
O presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e presidente da Concal, José Conde Caldas, atribui não só a retomada do mercado não só ao bom momento que a economia vem passando nos últimos anos.
De acordo com Paulo Fabbriani, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), o bairro registrou na última década uma valorização de 20% ao ano. "O metro quadrado que em 2002 era comercializado a R$ 1.4 mil, hoje gira em torno da R$ 8 mil", diz.
O último trimestre vai concentrar 45% de todos os lançamentos imobiliários a serem realizados em 2012, de acordo com dados da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi). Uma oportunidade que está atraindo, segundo os agentes do mercado, muitos compradores em busca de alternativas de investimento e boas ofertas, com financiamento facilitado.
Segundo a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), serão 20 mil unidades lançadas em 2012, das quais nove mil no último trimestre.
"No segundo semestre serão lançadas mais 5 mil unidades de salas de 30 metros quadrados no Rio, que deverá fechar o ano com 7 mil unidades, empatando com 2011. O imóvel comercial já representa cerca de 30% do total de lançamento no país", afirma José Conde Caldas, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ).
"Não há lançamento de quarto e sala, loft, kitnet há muitos anos. A área mínima estipulada na cidade já é grande para apenas um quarto", afirma o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi-RJ), Paulo Fabbriani. Portanto, enquanto em São Paulo o crescimento do número de solteiros morando sozinhos é bem atendido por novos empreendimentos, no Rio, para se manter na zona sul, o luxo tem de ser deixado de lado. "São poucas unidades de um quarto em uma região altamente valorizada. Se lançar um quarto e sala hoje, no Rio ou em qualquer lugar, vai vender tudo em dois minutos.
"É sempre o melhor lugar, pois é onde estão as melhores residências e o comércio", explica o presidente da Patrimóvel e vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário(Ademi), Rubem Vasconcelos.
"O Madureira Shopping demonstra que o local têm demanda", afirma Rubem Vasconcelos, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário(Ademi).
Os números traduzem o bom momento do setor. Duas das principais imobiliárias preparam o lançamento de 15.168 unidades no mercado até dezembro, com robusto VGV em torno de R$ 8,7 bilhões. De acordo com o vice-presidente da ADEMI, Luiz Fernando Moura, o mercado tem dado provas de solidez em 2012, repetindo o excelente desempenho do ano passado.
Presidente da Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário, José Conde Caldas vislumbra um futuro promissor também para o mercado de imóveis novos na Glória, que se irradia pelo Catete.
"A queda da taxa de juros é importante para o mercado imobiliário, pois oferece melhores condições para a compra da casa própria. Com o financiamento mais acessível e o crescimento da economia, a demanda do mercado imobiliário continuará aquecida. É uma redução significativa e que aponta tendência, já seguida por outros bancos", afirma Rubem Vasconcelos, presidente da Patrimóvel e vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ).
Brindes e descontos são oferecidos por construtoras e imobiliárias para fechar bom negócio para compra da casa própria. Com o financiamento mais acessível e o crescimento da economia, a demanda do mercado imobiliário continuará aquecida. É uma redução significativa e que aponta tendência, já seguida por outros bancos", diz Rubem Vasconcelos, presidente da Patrimóvel e vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ).
Os números registram a evolução dos lançamentos residenciais na Estrada dos Bandeirantes. Segundo a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), em 2009 não houve lançamentos na via. Já em 2010 foram 241 novas unidades. No ano seguinte, 388; em 2012, até o momento, surgiram 431. Um apartamento de três quartos custa em torno de R$ 380 mil, de acordo com corretores.
José Conde Caldas, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), destaca que, desde 1982, Botafogo vem perdendo sua fama de bairro de passagem para ganhar ares mais residenciais.
Segundo o presidente da Ademi, José Conde Caldas, um dos bairros que mais devem crescer na Zona Norte é a Tijuca. Mais caro da região, teve valorização de 19,17% nos últimos 12 meses (o valor médio do metro quadrado passou de R$ 4.758 a R$ 5.670). Ainda assim, valores mais baixos que na Glória, o mais barato da Zona Sul, que teve variação de 17,5% no período, com o valor médio do metro quadrado saltando de R$ 6.788 para R$ 7.976.
A zona portuária ficará na vitrine nos próximos anos. O presidente da Ademi, Conde Caldas, prevê 30 projetos nessa região, sendo que de dez a 12 previstos para ser lançados até dezembro. A própria empresa dele é uma das incorporadoras que apostam na zona portuária.
Em pesquisa da Ademi-RJ, o bairro concentra mais de 32% dos lançamentos comerciais e residenciais no Rio.
Segundo o vice-presidente da Ademi, Paulo Fabbriani, é possível que no primeiro semestre tenha havido uma leve desaceleração no início do ano. No entanto, para o segundo semestre, ele afirmou que o mercado voltará a crescer com maior força devido ao número maior de lançamentos previstos.
Quem mora em Jacarepaguá há mais de dez anos lembra: o bairro se destacava pelo perfil residencial e a tranquilidade. Era chamado até de a Suíça Carioca, graças às temperaturas amenas. O tempo passou e, hoje, o lugar é o segundo da cidade que mais cresce, segundo pesquisa da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
Segundo dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), entre 2007 e 2009, não há em seus registros qualquer lançamento de imóveis comerciais na região. No ano passado, foi lançado um prédio com 86 unidades.
Brindes para quem compra um apartamento. O presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio, José Conde Caldas, mostra outra novidade: um eletrodoméstico popular, que vem embutido no apartamento. "Vai ter um grande aspirador de pó conectado a toda casa".
Em pesquisa da Ademi-RJ, o bairro concentra mais de 32% dos lançamentos comerciais e residenciais no Rio. O sucesso é devido a localização privilegiada, área verde, infraestrutura e acesso às principais vias.
De acordo com o vice-presidente da Ademi Rio e presidente da construtora Fator Realty, Paulo Fabbriani, embora não sejam as medidas ideais, as mudanças no limite de renda e do valor teto dos imóveis são urgentes sob pena "de o plano parar".
A valorização menor dos imóveis em 2012 é provisória, segundo análise de Paulo Fabbriani, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi). Ele confirma que a alta de preços observada no ano passado tem se estabilizado, mas ainda não é possível apontar retração no mercado.
Para o consultor de desenvolvimento urbano da Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi), David Caderman, o vidro resgata a ideia de que os edifícios estão integrados à cidade: "Substituir grades por vidros já é um avanço muito grande. É uma forma de conseguir um contato com a rua, com as pessoas, de resgatarmos a ideia de fazer parte de um ambiente urbano, o que perdemos com a instalação de grades."
Jacarepaguá se destaca em unidades lançadas, de acordo com a Pesquisa Ademi-RJ (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário). A Zayd, por exemplo, está com unidades à venda no Acquapark Residencial, com preços a partir de R$ 289 mil e financiamento pelo Bradesco.
Segundo o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário, Rubem Vasconcelos, a melhoria na segurança da região é um dos motivos do crescimento do bairro: "A implantação das UPPs na Tijuca, vizinha, melhorou a segurança do entorno. O Porto Maravilha também impulsionou S. Cristóvão", enumerou.
Em meio às preocupações com a eficiência energética e em reduzir o impacto das construções no meio ambiente, o professor da UFRN e o vice-presidente da Ademi debatem sobre os benefícios, o custo e bem-estar social sobre o tema.
Maury Bernardes, consultor jurídico da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário - RJ (Ademi), julga a discussão saudável e acredita que vai ao encontro do momento atual pelo qual o Rio de Janeiro passa.
Dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário no Rio (Ademi-RJ) também atestam o aumento da quantidade de unidades lançadas no Méier: passou de 72, em 2010, para 284, em 2011.
O bairro de Jacarepaguá, que sempre garante as primeiras posições no número de unidades lançadas na cidade, de acordo com a Pesquisa da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), continua recebendo empreendimentos comerciais e residenciais de peso.
Na opinião do presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), José Conde Caldas, a medida vai colaborar também para aumentar a fiscalização dos edifícios que constroem anexos em suas coberturas: "Como arquiteto, acho um absurdo o que as coberturas dos prédios fazem, por exemplo. Constroem praticamente uma casa em cima do prédio. Vejo com bons olhos o projeto de lei."
Para o consultor jurídico da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi/RJ), Maury Bernardes, a decisão é válida: "O mercado imobiliário tem sofrido com escassez de mão de obra e material. Ter regras claras sobre atrasos é essencial."
"O Porto Maravilha é uma realidade que se estende às regiões do seu entorno", diz José Conde Caldas, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
O bairro de Jacarepaguá, que sempre garante as primeiras posições no número de unidades lançadas na cidade, de acordo com a Pesquisa Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), continua recebendo empreendimentos comerciais e residenciais de peso.
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"A cidade voltou a ser atraente, e isso impulsionou as negociações", observa José Conde Caldas, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
"O mercado amadureceu e percebeu que essa é uma prática que não funcionava. Então, as construtoras precisaram se adaptar a não cobrança de juros. Não acredito que agora isso possa mudar e com todas as empresas que já conversei, não percebi esse interesse. Mas a decisão é de cada uma", afirmou o vice-presidente da Ademi, João Paulo Matos.
"Houve a unificação do entendimento pelo STJ para que não houvesse dúvidas. Mas acredito que o mercado não vai romper essa prática de não cobrar juros, porque já está consolidada", afirmou o vice-presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ), João Paulo Rio Tinto de Matos.
"Apesar de estar em Jacarepaguá, sabemos que o grande atrativo é a proximidade da Barra", comenta o vice-presidente da Ademi, Claudio Hermolin, que também é diretor da construtora Even, responsável pelo empreendimento.
Rubem Vasconcellos, presidente da Patrimóvel e vice-presidente da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi), acredita que as empresas vão abraçar as propostas: "O mercado imobiliário vai adotar imediatamente as práticas incentivadas pela prefeitura. Tenho certeza de que os futuros projetos serão todos qualificados dentro dessas normas. Agora, em relação a uma possível diminuição de custos devido à redução e à isenção de impostos, é preciso fazer uma análise mais cuidadosa."
Copa das Confederações em 2013, Copa do Mundo de Futebol em 2014, Olimpíadas em 2016. Com tantos eventos de grande porte que irão ocorrer no Rio de Janeiro, o mercado imobiliário carioca se mantém aquecido.
Vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Paulo Fabbrianni vai mais longe. Ele acredita que, com o trânsito fluindo, haverá maior interesse de cariocas em visitar o interior do estado. "O maior tempo gasto na viagem é para sair da capital. Se você consegue resolver isso, é um grande incentivo", afirma.
Os números sugerem que o mercado retomou lançamentos e obras. Só na cidade do Rio, a Ademi estima que serão lançadas 20 mil unidades este ano, o terceiro melhor resultado da história.
Vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Paulo Fabbrianni vai mais longe. Ele acredita que com o trânsito fluindo haverá maior interesse de cariocas em visitar o interior do estado: "O maior tempo gasto na viagem é para sair da capital. Se você consegue resolver isso, é grande incentivo".
Segundo José Conde Caldas, presidente da Ademi Rio, esse freio nos lançamentos não se deve à falta de demanda, mas a excesso de cautela: "Por causa da falta de mão de obra qualificada, o setor tem tido problemas com os prazos de entrega. Não faltam compradores, os agentes financeiros estão cheios de dinheiro para emprestar, mas as construtoras estão cautelosas."
De janeiro a março, foram 1.812 unidades, entre casas, apartamentos, salas e lojas, contra 2.872 um ano antes (veja o gráfico). O setor residencial caiu à metade, enquanto a oferta de imóveis comerciais mais que dobrou (+114%). Foram 625, contra 292 nos três primeiros meses de 2011. José Conde Caldas, presidente da Ademi-RJ, atribui a desaceleração do mercado no início de 2012 ao efeito calendário. "Com o carnaval em fevereiro, só sobrou março para a venda de imóveis. Os números dos próximos meses serão diferentes, porque a demanda por imóveis está fortíssima."
Em entrevista ao programa Conta Corrente, da Globonews, no dia 05/05, o vice-presidente da ADEMI, Paulo Fabbriani, falou sobre as novas regras da caderneta de poupança e o desempenho da construção civil no Brasil. Segundo Fabbriani, ainda é muito cedo para falar dos reflexos da caderneta. "É provável que mesmo com essa mudança a caderneta continue muito competitiva e não acreditamos nas dificuldades de financiamento nos próximos anos", comentou o vice-presidente.
"Está faltando atenção devida ao apagão da mão de obra. O Rio repassa por ano R$ 150 milhões para o Sistema S (Sesi, Senai), mas temos visto pouco retorno na formação de profissionais para a construção", afirma o vice-presidente da Ademi, Paulo Fabbriani.
"Após o boom de imóveis residenciais, que começou por volta de 2007, quando o mercado passou a lançar mais de 10 mil unidades por ano, a tendência natural era a chegada dos serviços, para suprir a necessidade de crescimento dos bairros", explica José Conde Caldas, presidente da Ademi.
José Conde Caldas, presidente da Ademi, também comemora a medida, lembrando que ela estimula o investimento em imóveis para aluguel: "As pessoas que têm uma sobra de recursos, sabendo que o dinheiro hoje rende muito pouco no mercado financeiro perto do que já rendeu, partem para a compra de um imóvel."
A João Fortes Engenharia subiu dois degraus no ranking da ADEMI-RJ de unidades lançadas. Em 2010, a incorporadora estava em quinto lugar, com nove empreendimentos lançados e em 2011 subiu para o terceiro lugar.
A João Fortes Engenharia subiu dois degraus no ranking da ADEMI-RJ de unidades lançadas. Em 2010, a incorporadora estava em quinto lugar, com nove empreendimentos lançados e em 2011 subiu para o terceiro lugar.
Apesar de grudadas, as casas do condomínio estão seguindo o caminho da especulação e valorização do mercado imobiliário carioca. Rumores entre os moradores é que uma recente avaliação de uma casa ali chegou a R$ 15 milhões. Conselheiro da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rodolpho Vasconcellos acha mesmo possível.
O desejo de sair do aluguel e ter a tão sonhada casa própria povoa os pensamentos de muitas pessoas. Mas que atire a primeira pedra quem nunca teve receio de entrar em um financiamento imobiliário.
Hoje, os advogados Antonio Ricardo Corrêa, Celso Barreiro e Roberto Lira e o engenheiro Marcelo Sá farão apresentações na Ademi.
O advogado Maury Rouède Bernardes abre na Ademi, quinta, 9º curso Estruturação Imobiliária Aplicada.
"Hoje, os jovens estão trabalhando, ganhando melhor e querem sua independência: eles voltaram a sair de casa mais cedo", afirma Paulo Fabbriani, vice-presidente da Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ).
"O acesso ao bairro, através do corredor expresso, vai aumentar a oportunidade dos empreendimentos no mercado imobiliário enxergarem a região", afirmou Paulo Fabbriani, vice-presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Rio).
Se, de um lado, a procura por apartamentos de um quarto é grande, a oferta de imóveis novos desse tipo não acompanha o mesmo ritmo de crescimento. Segundo a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ), em 2011, só foram lançadas na cidade 255 unidades de um dormitório, contra 15.540 no total.
A Ademi abriu inscrição para o 9º Curso de Estruturação Imobiliária Aplicada da CM2, dias 12, 13 e 14 de abril.
Na última semana, a Prefeitura do Rio, o Fundo de Investimento Imobiliário Porto Maravilha (gerido pela Caixa Econômica Federal), Previ-Rio e a Solace assinaram um Termo de Compromisso para Desenvolvimento de Projetos Imobiliários no Porto Olímpico. O documento dita as regras para a construção dos imóveis e de como eles serão aproveitados logo depois dos jogos. Para o vice-presidente da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi), Paulo Fabbriani, as unidades residenciais entre R$ 150 mil e R$ 250 mil podem estar com valores altos demais para região.
Na cidade do Rio de Janeiro, o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcelos, avalia que o custo do metro quadrado deve seguir avançando, devido à demanda crescente. "Há alguns fatores contribuindo para isso: a ocupação das favelas por forças de segurança e os eventos esportivos, a Copa do Mundo e a Olimpíada", diz.
Um prédio com 30 apartamentos no Recreio, outro com cinco em Ipanema, o de quatro unidades na Barra e, finalmente, um de cinco unidades no Leblon. Foi tudo o que foi lançado na orla carioca nos últimos três anos, segundo dados da Associação de Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi/RJ).
"Se o imóvel sofreu encarecimento de 80% em dois anos, essa deflação não influencia diretamente. Mas se o inquilino é bom pagador e está sempre com as contas em dia, vale a pena iniciar o diálogo com o locatário por um reajuste mais brando", orienta o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ), Paulo Henrique Fabbriani.
Demanda imobiliária provocada pela exploração do petróleo faz Norte fluminense viver boom de crescimento e transformar-se em celeiro de oportunidades para construtoras e incorporadoras
O mercado imobiliário carioca lançou 573 unidades no mês passado. Foi alta de 36% sobre janeiro de 2011. Mês passado, 314 eram residenciais. Jacarepaguá apresentou a maior expansão: 73%. Os dados são da Ademi-RJ.
"Se o imóvel sofreu encarecimento de 80% em 2 anos, essa deflação não influencia diretamente. Mas se o inquilino é bom pagador e está sempre com as contas em dia, vale a pena iniciar o diálogo com o locatário por um reajuste mais brando", orienta o vice-presidente da Ademi-RJ, Paulo Henrique Fabbriani.
"Para se ter idéia, são esperadas mais de 2 mil novas indústrias na região, que trarão novos empregos e demandas por residências e escritórios", informa Paulo Fabbriani, vice-presidente da Ademi-RJ (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro).
As cidades do entorno do Rio de Janeiro estão se destacando no mercado imobiliário. Balanço da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Rio) revela que, em Itaboraí, por exemplo, foram lançadas 2.620 unidades em 2011, contra 821 em 2010.
A garagem é um dos critérios mais importantes na hora de escolher um imóvel. Uma pesquisa feita em janeiro pelo Sindicato da Habitação do Rio (Secovi Rio) - com 15 bairros das zonas Norte, Oeste e Sul - revelou que, no Centro, o item pode aumentar em até 23,8% o valor do metro quadrado de apartamentos com dois quartos para a venda.
"Estamos na geração dos condomínios-clubes. Com a correria do dia a dia, a idéia é nos proporcionar tudo, para que tenhamos lazer sem sair de casa, com prédios conceituados e cheios de atrativos. Alguns são mais completos que hotéis", avalia o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (ADEMI), Rubem Vasconcelos.
As cidades do entorno do Rio de Janeiro estão se destacando no mercado imobiliário. Balanço da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Rio) revela que em itaboraí, por exemplo, foram lançadas 2.620 unidades em 2011, contra 821 de 2010.
O boom imobiliário ganhou fôlego na Região Metropolitana do Rio de Janeiro no ano passado. O volume de lançamentos na área chegou a 13.089 unidades, entre comerciais e residenciais. Eqüivale a aumento de 45% sobre o total de 2010. Os dados estão em levantamento da Ademi-Rio. "A tendência é de alta para os próximos anos. As áreas centrais do estado estão muito condensadas", explica Paulo Fabbriani, vice-presidente da Ademi.
O mercado imobiliário ganhou fôlego na Região Metropolitana em 2011. O volume de lançamentos chegou a 13.089 unidades, entre comerciais e residenciais, equivalente a uma alta de 45% sobre o total de 2010. Os dados são da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi Rio). A expansão supera a alta registrada na capital fluminense em 2011, que foi de 25%, somando 25 mil novas unidades.
"A oferta está muito longe de encontrar a demanda, mas muito longe mesmo", diz o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ), Paulo Fabbriani. O executivo, que se especializou no desenvolvimento do mercado na região da chamada "rota do petróleo", afirma que as cidades que estão crescendo por conta de investimento no setor de petróleo estão vivendo a "promessa da infraestrutura", que seria a chegada de água encanada, transporte, esgoto e outros serviços já estabelecidos nas grandes cidades.
Jacarepaguá foi o queridinho dos lançamentos imobiliários em 2011: 6.231 novas unidades foram licenciadas por lá. O número é 73% superior ao registrado em 2010 - 3.606. O maior crescimento foi em relação aos imóveis comerciais, que pularam de 784 em 2010 para 2.694. A pesquisa, da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio, revela a força da Zona Oeste.
Zona Oeste foi o grande destaque de 2011 na área de construção. O Recreio foi o bairro que mais lançou empreendimentos. Em segundo lugar ficou Jacarepaguá, seguida por Campo Grande, informou o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado (Ademi-RJ) e diretor da Even no Rio, Cláudio Hermolin.
"As residências tendem a valorizar por causa da Transoeste", ressaltou Rubem Vasconcelos, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi). Delegado do Creci-RJ, Michel Lima prevê um crescimento de 20% na procura por imóvel no bairro.
Apesar dessa alta, o índice FipeZap mostra uma desaceleração no ritmo do aumento de preços. Isso porque o aluguel tinha crescido mais entre dezembro de 2009 e de 2010 (34,4%). Também houve moderação no aumento dos preços de venda, já que o metro quadrado tinha aumentado 39,6% de 2009 para 2010. Cláudio Hermolin, vice-presidente da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), diz que essa redução é esperada, pois o mercado já recompôs a perda de valor imposta à cidade no passado pela falta de infraestrutura, pela violência e a saída de grandes empresas do Rio.
Para o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) e presidente da Patrimóvel, Rubem Vasconcelos, os contratos novos estão encarecendo tanto por conta da valorização imobiliária: "Se o imóvel está valendo mais, é natural que o aluguel suba num novo contrato."
Para o vice-presidente da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcelos, a alta nos aluguéis do Rio acompanhou a valorização dos imóveis. Segundo ele, inquilinos de alguns bairros da Zona Sul terão dificuldades para renovar contratos.
O mercado imobiliário do Rio registrou aquecimento no fim de 2011, apresentando aumento nas locações por temporada, no que se refere à procura, à oferta e aos preços de imóveis.
"Os municípios de Maricá e Itaboraí serão os grandes polos industriais de 2012 por causa do Comperj. E graças à construção do complexo, essas cidades vão crescer", explica Paulo Fabbriani, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
A Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi) promoveu, no dia 12, a edição de 2011 do Destaque Ademi - Prêmio Master Imobiliário. A construtora Even, vencedora na categoria "Sustentabilidade", foi reconhecida pelo emprendimento Campo Grande Offices&Mall. projetado em extensa área verde, que tem sistema de reaproveitamento de água da chuva, sensores de presença para economizar energia e outras soluções sustentáveis.
O presidente da construtora Carvalho Hosken, Carlos Fernando de Carvalho, afirmou que o Recreio dos Bandeirantes se tornará o bairro mais valorizado da Zona Oeste. Ao receber o prêmio Empresário do Ano, concedido pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliários do Rio de Janeiro (Ademi-RJ), na noite de ontem, ele analisou o desenvolvimento da região da Barra da Tijuca, foco de atuação de sua empresa.
O vice-presidente da Ademi e presidente da Fator Realty, Paulo Fabbriani, acredita num boom populacional em quatro anos.
A Ademi também entregou seu Destaque 2011. Entre os projetos residenciais, foram premiados Barra Sunday, Residencial Mário César Campanella, Barra Village, Be Happy e Vogue Residencial. Campo Grande Offices & Mall, da Even, ganhou na categoria sustentabilidade na construção.
O Rio vive um momento mágico, com incremento de novos negócios e o menor índice de desemprego do país. Tudo isso gera novos empregos. E num momento em que outras aplicações estão em baixa, o investimento em imóveis é uma ótima alternativa analisa Conde Caldas, presidente da Ademi/RJ.
No ano em que comemora seu 40° aniversário, a Ademi/RJ pediu a suas filiadas que escolhessem seu empreendimento favorito construído nos últimos 40 anos e criassem a exposição "Obra prima", mostrando sua história.
Para o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ) e presidente da Fator Realty, Paulo Fabbriani, projetos em Itaboraí devem ser de prédios de apartamentos.
As construtoras cariocas estão vivendo um dos melhores anos de sua história. O crescimento das vendas será de 25% em 2011, diz o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) no Rio, José Conde Caldas: "O Rio de Janeiro é uma exceção, a maior parte dos empreendimentos vende pelo menos 80% no lançamento".
A Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ) comemora seus 40 anos com uma festa e a entrega do Destaque Ademi-Prêmio Master Imobiliário 2011, amanhã a partir das 19h, no Royal Tulip Rio, em São Conrado.
Construtoras continuam investindo em Jacarepaguá. Bairros como Pechincha e Taquara vêm recebendo vários projetos comerciais e residenciais, que buscam oferecer serviços compatíveis com os dos condomínios da Barra da Tijuca. De acordo com a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), os dois estão entre os que mais recebem lançamentos imobiliários.
O setor imobiliário carioca vai encerrar 2011 com aumento de 25% nas unidades lançadas, somando 25 mil. Deste total, 9.577 são comerciais. É o triplo do volume do segmento no ano passado, diz a Ademi-Rio.
Segundo o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Rio), José Conde Caldas, o setor vai encerrar o ano com aumento de 25% nas unidades lançadas, somando 25 mil imóveis.
Segundo o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Rio), José Conde Caldas, o setor vai encerrar o ano com aumento de 25% nas unidades lançadas, somando 25 mil imóveis.
O número de lançamentos residenciais no Rio caiu este ano. Na capital fluminense, o volume de novas unidades passou de 16.732 em 2010, para 15.432 em 2011, representando uma queda de 8,41%, segundo dados da Ademi/RJ.
O bairro da Freguesia também concentra lançamentos de empreendimentos comerciais. De acordo com dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Rio), a região recebeu 1.038 unidades, no período de janeiro a outubro.
Segundo a Ademi, a procura por apartamentos novos já supera a oferta em mais de dez vezes. Depois de décadas de marasmo, os ventos da economia sopram a favor, atraindo ao Rio mais gente e empresas que fincam base na cidade. A leva interessada no pré-sal tem firmado contratos de mais de vinte anos, contam corretores de duas das maiores imobiliárias do Rio.
"Cabral é o melhor governador das últimas décadas", enfatizou o presidente da ADEMI, José Conde Caldas, em discurso na abertura do evento. "De 2011 a 2013, a previsão é de que o estado receba R$ 181 bilhões em recursos públicos e privados".
"O Brasil é o único país do mundo que ainda usa o mesmo método construtivo há 50 anos. Em Nova York, sobe-se um prédio enorme em oito meses. Até a África do Sul usa métodos mais modernos e eficientes que os nossos. É preciso investir em métodos paletizados, que usem estruturas metálicas, lajes pré-moldadas, paredes externas pré-fabricadas que já subam com revestimento externo e janela pronta.", defende José Conde Caldas, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
A liquidez de imóveis, ou seja, a facilidade de conversão de um bem em dinheiro, também promete ser elevada. É o que pensa Rubem Vasconcelos, presidente da Patrimóvel e vice-presidente da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi).
O vice-presidente da Ademi, Rubem Vasconcelos, acredita na estabilização dos preços dos imóveis devido ao fato de alguns bairros já terem atingido preços altos.
Para o presidente da Ademi-RJ, o mercado necessita de inovações construtivas, para acelerar as obras: "No ritmo em que o setor vai hoje, é imprescindível que deixemos de construir de forma tão artesanal como fazemos.", afirma Conde Caldas.
O presidente da Ademi, José Conde Caldas, disse que vai mobilizar 50 mil trabalhadores da construção civil para a passeata. "Não podemos permitir essa injustiça, este absurdo, que pode lesar o Rio em bilhões. Estamos juntos, apoiando o governador", garantiu. Um protesto similar foi realizado em março do ano passado, quando milhares de pessoas foram para o Centro da cidade participar da manifestação debaixo de chuva.
O governador Sérgio Cabral foi homenageado com m almoço pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ). Durante o evento, o presidente da Ademi-RJ, José Conde Caldas, destacou o momento vivido pelo setor no Rio, com 17 mil unidades lançadas de janeiro a outubro.
O advogado Maury Bernardes abre na Ademi, quinta, o 8º curso Estruturação Imobiliária Aplicada, da CM2.
A mexida divide opiniões. Para a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ) e o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Rio, a alteração não será bem-vinda por enfraquecer a poupança frente a fundos de renda fixa, principalmente títulos públicos - papéis que o governo vende no mercado para refinanciar a dívida pública.
De acordo com o vice-presidente da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi), Paulo Fabbriani, a forte valorização dos imóveis localizados na orla e nas quadra próximas à praia deve-se ainda à alta demanda dos consumidores por apartamentos nesses bairros.
Segundo a Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), a região ficou em quinto lugar no ranking de lançamentos do Rio, atrás de Jacarepaguá, Barra da Tijuca, Recreio e Del Castilho.
Para o vice-presidente da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi), Paulo Fabrianne, a forte valorização dos imóveis nessas áreas se deve à alta demanda: "Esses lançamentos são os últimos biscoitos do pacote. Quem quer comprar um imóvel mais perto da praia pode chegar a pagar R$ 50 mil pelo metro quadrado."
Vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ), Paulo Fabbriani avalia de forma positiva as iniciativas da prefeitura: "Pelo que sei, a cidade está preparada para receber o complexo. A prefeitura e o estado estão promovendo um plano de mobilidade urbana enorme, com cerca de 300 quilômetros de vias para ligar a região metropolitana."
A região começará a ver a chegada de empreendimentos comerciais, afirma o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ), Cláudio Hermolin.
De acordo com o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ), Cláudio Hermolin, a mudança no Recreio começou a ocorrer em 2009.
O bairro encontra-se hoje em quarto lugar no ranking de lançamentos de unidades, atrás apenas de Jacarepaguá, Barra da Tijuca e Campo Grande, de acordo com a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ).
Os canteiros de obras dos prédios em construção ou em reforma na cidade deverão adotar medidas para evitar o surgimento de focos de dengue. As medidas de prevenção incluem manter a rede de drenagem limpa, para evitar o acúmulo de água parada, e tratar focos potenciais de Aedes aegypti com larvicida. Paes disse que o trabalho será feito em parceria com a Ademi.
Em apenas três anos, foram quase 90 empreendimentos, com nove mil unidades ao todo. Este ano, até julho, mais de 4.500 unidades foram lançadas. "Desde 2007, Niterói ressurgiu com lançamentos novos e também com novas sacadas, como o Jardim Icaraí, um novo bairro, que era parte de Icaraí", explica Paulo Fabbriani, vice-presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
Entre os dias 3 e 5 de novembro, a Ademi e a CM2-Estruturação Imobiliária promovem a 8ª edição do curso "Estruturação imobiliária aplicada". O conteúdo dará destaque para os procedimentos de prospecção de terrenos, montagem de memoriais de incorporação e de loteamento e estudos de viabilidade econômica e financeira.
"O público que consome alto luxo está preferindo Jacarepaguá a Barra e Recreio porque é uma opção mais econômica. Há também muitas famílias que moravam em casas fora de condomínios e optaram por eles, para ter mais segurança", diz Cláudio Hermolin, que é vice-presidente da Ademi-RJ.
Sobre a crítica de que essas garantias aumentam o custo da locação, José Conde Caldas, da Ademi, afirma que esse negócio só tende a crescer: "Conseguir um fiador é um constrangimento. Essas novas formas são mais modernas, tendem a crescer e é mais um passo do Brasil em direção ao primeiro mundo."
O bairro do Flamengo vai ganhar o 1º prédio comercial após 15 anos. O dado é da Ademi. Será o Nexus Offices, projeto da Concal para janeiro de 2013. Serão 80 salas e loja de térreo. Somam R$ 38 milhões em vendas.
"Fato é que os contratos novos ou renovados estão de 15% a 20% mais caros que os contratos antigos. O dado do IGP-M de agosto é bom, pois mesmo acelerando em relação ao mês passado, está mais baixo no acumulado em 12 meses, que é o valor usado para corrigir contratos.", afirmou José Conde Caldas, presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
O presidente da Ademi-RJ, José Conde Caldas, afirma que haverá um retorno de empresas que saíram do Rio em direção a São Paulo, e elas buscarão se instalar na Zona Portuária. "Essa é uma das poucas áreas que vão poder crescer."
Não à toa, o bairro é desde 2009, o que tem maior número de lançamentos na Zona Sul, informa a Ademi/RJ. Estudo feito pela Lopes Imobiliária - que inclui 90% dos lançamentos feitos no bairro de 2007 até julho último - mostra que a maior valorização do metro quadrado ocorreu nos apartamentos de três quartos: eles ficaram 94% mais caros.
Dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) revelam que, em 2010, a Tijuca recebeu 523 unidades residenciais. E só no primeiro semestre deste ano, já são 375 unidades lançadas entre residenciais e comerciais.
De acordo com o vice-presidente da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) e diretor de Operações da Brasil Brokers, Alexandre Fonseca, as melhores oportunidades estão nos bairros onde há mais ofertas. Ele exemplifica com a Região Olímpica, na Barra.
Serão aproximadamente 4 milhões de metros quadrados que se abrirão para as construtoras. A área construída total de salas comerciais em toda a cidade é de 4,5 milhões de metros quadrados, indica a pesquisa da SIX Mesmo que a divisão feita para a região do porto fique em 60% de habitações residenciais e outros 40% em comerciais, como estima o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ), Conde Caldas, se trata de aumento expressivo no espaço para instalação de companhias.
"Os empresários são atraídos por toda a infraestrutura que os prédios novos na Barra oferecem. No Centro do Rio e na Zona Sul não há terrenos grandes. Os prédios são antigos e não permitem muitas mudanças. Na Barra, há maior disponibilidade por terrenos e uma demanda grande por serviços.", diz José Conde Caldas, presidente da Ademi-RJ.
Pesquisa feita pela Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi-RJ), entre maio e junho deste ano, revela que, de cada dez imóveis vendidos na cidade, dois foram construídos nos condomínios da Barra.
A venda de imóveis novos no Rio subiu 36% no 1º semestre, informa a Ademi-RJ. Ao todo, foram comercializadas 9.176 unidades. De janeiro a junho, a oferta na cidade bateu 17.675 imóveis, contra 13.688 um ano antes.
Mais um bairro da Zona Norte é beneficiado pela expansão do mercado imobiliário no Rio de Janeiro. Trata-se de Irajá. Segundo uma pesquisa da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi-RJ), Irajá está entre os cinco bairros com maior quantidade de unidades lançadas na cidade no ano passado.
O presidente da Ademi-RJ, José Conde Caldas, acredita que em 2011 o número de lançamentos ocorridos no ano anterior deve ser facilmente ultrapassado. "No primeiro semestre de 2011 foram lançadas dez mil unidades na cidade do Rio de Janeiro. Acredito que chegaremos a mais de 25 mil novas unidades até o final do ano, somente na capital", diz.
Os bairros que concentraram a maior parte dos lançamentos no ano passado, de acordo com a Pesquisa Ademi-RJ (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), continuam a atrair investidores.
Barra da Tijuca, Campo Grande, Jacarepaguá, Vila da Penha e Irajá foram os cinco bairros que concentraram 61% de toda a oferta de imóveis na Cidade do Rio ano passado. Os dados fazem parte da Pesquisa da Ademi-RJ (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário).
"Isto é resultado do aumento do crédito imobiliário, que faz o mercado acelerar", explica o presidente da Ademi-RJ, Conde Caldas, acrescentando que momento como o atual só foi vivido em 1982. "O crédito voltou quando a legislação restabeleceu a fidúcia (possibilidade de retomar o imóvel caso o proprietário não pague o financiamento)", explica. Além disso, diz Caldas, há um momento de emprego, de confiança na economia, o que estimula o comprador.
O Recreio dos Bandeirantes vai receber mais de mil unidades comerciais e residenciais até dezembro. Serão apartamentos, casas, salas e lojas. De janeiro a junho, o bairro ganhou 663 imóveis, segundo dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
Pesquisa inédita realizada pela Ademi-RJ (Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro), entre maio e junho deste ano, traça panorama econômico do País e aponta as bases do crescimento do mercado imobiliário no Rio.
O presidente da Ademi-RJ, José Conde Caldas, disse acreditar que em 2011 o número de lançamentos deve ser facilmente ultrapassado. "O Rio vai ter a democratização do espaço urbano, com lançamentos em toda a cidade, e não como acontecia no passado, com concentração apenas na Barra da Tijuca".
A Ademi-RJ homenageia, nesta sexta-feira, no Jockey Club Brasileiro, o prefeito Eduardo Paes pelo projeto de revitalização da Zona Portuária.
A construção civil também está em franca expansão. No ano passado foram lançadas 19 976 unidades, mais que o dobro do registrado em 2006. "Tudo o que se lança no Rio se vende, às vezes em horas", diz José Conde Caldas, presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
De acordo com Paulo Fabbriani, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), o Rio inicia um processo de interiorização: "O estado está dando passos importantes na conquista do interior, com a construção de vias e investimento industrial em outras cidades. O mercado imobiliário está participando desse descobrimento de forma equilibrada. Esse desenvolvimento faz com que a população se desloque, buscando oportunidades de emprego e moradias que caibam na sua capacidade de pagamento."
Ao investir num novo prédio, a construtora, em geral, divulga as vantagens do bairro. De acordo com o presidente da Ademi-RJ, José Conde Caldas, os empresários não tinham percebido que a falta de escolas era um ponto negativo em algumas regiões.
Apesar do alto investimento, o mercado imobiliário vê com bons olhos o projeto do Porto Olímpico. Para o vice-presidente da Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ) e sócio da Fator Realty, Paulo Fabbriani, não há risco de reedição dos erros da Vila do Pan. Apesar do sucesso de vendas no lançamento, em 2005, problemas de infraestrutura e com a prefeitura ainda levam moradores dos prédios que abrigaram os atletas aos tribunais.
Para o presidente da Ademi-RJ, José Conde Caldas, a Barra terá menos empreendimentos imobiliários, devido à escassez de terrenos e aos problemas no trânsito. Por outro lado, a oferta de crédito deve continuar a incentivar a construção em regiões populares dos arredores, como Campo Grande.
A Zona Oeste puxa o mercado imobiliário da cidade. Segundo a Ademi-RJ, dos cinco bairros com mais lançamentos em 2011, quatro ficam por lá: Barra da Tijuca, Jacarepaguá, Campo Grande e Recreio. Em quinto lugar está Del Castilho.
As estimativas do presidente da Ademi-RJ, José Conde Caldas, para os próximos 36 meses são positivas: os preços dos imóveis devem subir 20% ao ano. Ainda existem na Tijuca terrenos grandes, que ficaram desocupados por muito tempo. O bairro, hoje, representa cerca de 15% dos lançamentos da cidade.
Segundo Paulo Fabbriani, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) e presidente da construtora Fator Realty, o preço dos empreendimentos é naturalmente maior por conta dos serviços que oferecem: "O preço do Rio 2 é maior pelos serviços agregados e não por estar localizado naquela área que muitos consideram Barra. Dentro dele, os apartamentos voltados para o Norte têm IPTU de Curicica, pois são menos valorizados. Os que têm vista para a lagoa pagam o IPTU da Barra."
Para o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), Cláudio Hermolin, as construtoras viram nos espaços disponíveis da região a oportunidade de continuar crescendo. "Não adianta as prefeituras e o estado incentivarem a ocupação imobiliária, se isso não vier acompanhado de infraestrutura. Temos o Arco Metropolitano, mas há muito a fazer", afirma Hermolin.
Quatro bairros concentraram 68,5% de todos os lançamentos de imóveis ocorridos entre 2005 e 2010: Barra da Tijuca, Jacarepaguá, Recreio e Campo Grande. Os dados são da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
Para Paulo Fabbriani, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ), a tendência é de que o ciclo de escalada de preços perdure por pelo menos mais dez anos na capital fluminense, contra cinco nas demais zonas metropolitanas avaliadas.
No Rio de Janeiro, o tradicional sonho da casa própria em geral vem acompanhado de um desejo que tem contribuído, e muito, para a disparada dos preços em determinadas regiões: "Todo mundo quer morar perto das praias da zona sul, mas isso hoje é muito difícil", resume Alexandre Fonseca, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi-RJ).
A Lagoa aparece no Censo 2010 como o bairro da Zona Sul com o maior aumento populacional: nada menos do que 13,51%, passando de 18.675 para 21.198 moradores em dez anos. Mais do que Catete (10,74%) e Botafogo (5,92%). Para Rubem Vasconcelos, vice-presidente da Ademi, o crescimento da Lagoa reflete a expansão imobiliária voltada para a classe média alta.
Em dez anos, a população e as quitinetes explodiram. O fenômeno ocorreu com outros bairros na periferia da Barra e vizinhos das principais instalações dos Jogos de 2016. Novos dados do Censo 2010, divulgados ontem pelo IBGE. Depois, vêm outros emergentes: Vargem Pequena e Recreio, onde a população dobrou, seguidos de Itanhangá (mais 76,11%), Sepetiba (57,63%), Jacarepaguá (56,04%) e Vargem Grande (50,86%). A Barra foi empurrada para oitavo lugar, o que, segundo Rubem Vasconcelos, vice-presidente da Ademi, reflete a expansão da favelização na região.
Quatro bairros concentraram 68,5% de todos os lançamentos de imóveis ocorridos entre 2005 e 2010: Barra da Tijuca, Jacarepaguá, Recreio e Campo Grande. Os dados são da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
No dia 2 de outubro de 2009, em evento em Copenhague, era anunciada a vitória do Rio como cidade-sede das Olimpíadas de 2016, para a alegria dos cariocas. A região que mais comemorava, no entanto, era a Barra da Tijuca. Terreno fértil para investimentos imobiliários, a expectativa de que este segmento do mercado crescesse ainda mais nesta área e em bairros vizinhos, como Recreio e Jacarepaguá, era grande. Com a chegada de novos meios de locomoção, os compradores já não têm tanta rejeição a locais mais distantes, por exemplo, da Avenida das Américas. Muito da expansão é fruto do investimento que a Barra vem recebendo - completa Claudio Hermolin, vice-presidente da Ademi.
O vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Ruben Vasconcelos, confirma os benefícios da chegada de uma UPP: "Na Tijuca, o metro quadrado era vendido a R$ 1.800 e, hoje, bateu os R$ 6 mil".
Paulo Fabbriani, vice-presidente da Ademi, garante que o sentimento de maior segurança tem atraído, novamente, moradores de outros estados. O Rio só teria perdido o seu encanto nos últimos anos devido às frequentes notícias de violência e criminalidade que assolavam diariamente a cidade.
A Ademi-RJ quer aproximar empresas do mercado imobiliário e governo, para estimular a execução, em parceria, de projetos na área de desenvolvimento urbano. O primeiro passo nessa direção será a realização, em conjunto com o Banco do Brasil, da 1ª edição do "Fórum desenvolvimento do estado - O legado social", afirma Paulo Fabbriani, vice-presidente da entidade carioca.
De acordo com o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Rio), José Conde Caldas, também presidente da Concal construtora, São Cristóvão é uma das áreas da cidade mais cobiçadas atualmente pelos empreendedores.
O Banco do Brasil passará a financiar imóveis na planta para a pessoa física desde a construção. "Como o mercado está aquecido, precisamos de mais crédito para financiar as obras e também gerar mais empregos", afirma o presidente da Ademi e da Concal, José Conde Caldas.
Em 2010, foram lançados aproximadamente 30 mil novos imóveis na região metropolitana do Rio de Janeiro, com valor geral de vendas alcançando a cifra recorde de R$ 6,6 bilhões. Bairros como Botafogo, Campo Grande, Vila da Penha, Del Castilho, Irajá, Méier, Recreio, Tijuca, Vargem Grande, Barra e Jacarepaguá, entre diversos outros, em todas as regiões da cidade, receberam novas opções de moradia e de prédios comerciais. Este quadro, que mostra de forma inequívoca o excelente momento pelo qual passa a indústria imobiliária, e, porque não dizer, o Rio de Janeiro como um todo, foi gerado a partir dos dados coletados pela Pesquisa ADEMI do Mercado Imobiliário.
A onda de valorização dos imóveis residenciais e comerciais no Rio não para de crescer. Nos últimos nove anos, casas e apartamentos localizados em regiões que viveram períodos sem investimentos, como Tijuca, Centro e São Cristóvão, tiveram alta de preços de 400%.
Melhorias que já refletem no setor de venda e aluguel de imóveis. A região que vai receber a Transoeste, por exemplo, tem previsão de crescimento, segundo a Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi- RJ), de 30% por ano em lançamento de unidades habitacionais. "Tínhamos uma rejeição na Zona Oeste por causa do transporte. O corredor na região já impacta no aumento da procura", revela o vice-presidente da Ademi, Cláudio Hermolin.
Pelo menos cinco complexos de salas comerciais serão entregues até junho de 2012 no Centro. "Muitas empresas foram para a Barra em busca de espaço. Agora, o Centro volta a trair empresários. A Petrobras, por exemplo, está locando os espaços que encontra", explica o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mecado Imobiliário (Ademi), Conde Caldas.
A indústria da construção civil, ao lado da de petróleo e gás e da indústria naval, está entre as que respondem pelos números de desenvolvimento econômico do estado. Cláudio Hermolin, vice-presidente da Ademi (Associação de Dirigentes e Empresas do Mercado Imobiliário), avalia que o alinhamento entre as três esferas governamentais, os megaeventos previstos, as descobertas na camada de pré-sal e os investimentos em segurança pública são fatores decisivos para a indústria crescer e consolidar este crescimento.
Presidente da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi/RJ), José Conde Caldas alega que não cabe ao legislativo estadual regular o tema, já que a lei 4.591/1964 obriga construtoras e incorporadoras a registrarem em cartório um memorial da obra, com todas as suas especificações técnicas, além das plantas aprovadas.
José Conde Caldas, presidente da Ademi-RJ, foi eleito ontem para uma das vice-presidências da CBIC.
"O Rio de Janeiro será a capital do Brasil nos próximos anos e é preciso expandir para outros locais", diz o presidente Paulo Fabbriani, também vice-presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ).
A Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) contabiliza 946 novas unidades habitacionais inauguradas entre 2005 e 2010 no Centro e 1.547 em São Cristóvão.
"O Rio está crescendo, e é preciso lembrar que os terrenos são finitos. Na Zona Sul, já não há mais onde construir e, na Zona Norte, o espaço também vai acabar. A cidade tende a se expandir para a Zona Oeste", afirma Paulo Fabriani, vice-presidente da Ademi e presidente da Fator Realty.
A proposta de legislação foi bem recebida por Rogério Chor, da Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi). Segundo ele, a região tem potencial para concentrar empreendimentos imobiliários de até R$ 140 mil, construídos dentro do programa federal Minha Casa Minha Vida.
David Cardeman, a convite da CM2, falará hoje no curso Estruturação Imobiliária Aplicada, na Ademi.
Orçadas em cerca de R$10 milhões, as instalações do Centro Operacional foram viabilizadas através de um Termo de Cooperação Técnica firmado entre a Cedae e a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
Apesar de a demanda por imóveis comerciais ainda ser dominada pela Zona Oeste, principalmente pela Barra da Tijuca, cidade tem projetos de grande porte em andamento no Centro e nas Zonas Portuárias e Norte. Presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), José Conde Caldas atribui a procura pela Barra principalmente às exigência de alto padrão, qualidade, tecnologia e segurança das multinacionais que procuram o Rio para se instalar.
De acordo com a Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), foram vendidas cerca de 19.976 unidades no ano passado, 39% a mais do que as 14.413 de 2009. Do total, 3.245 foram imóveis comerciais, segmento que teve valorização de 53%.
Na opinião do presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), José Conde Caldas, em 2003 havia taxa de vacância de 15% a 25% para imóveis comerciais no Centro, mas "em prédios ruins, degradados, oferecidos praticamente a preços de custos, ou seja, cerca de R$ 3 mil o metro quadrado".
Bairro antes conhecido por sua atmosfera interiorana, Jacarepaguá vem mudando, aos poucos, de configuração. Só nos dois últimos anos, foram lançadas 6.168 unidades do gênero, segundo dados da Ademi-RJ. Para o vice-presidente da entidade, Cláudio Hermolin, Jacarepaguá estava defasado em relação ao restante da cidade até 2006, quando houve a mudança do PEU.
O advogado Maury Rouède Bernardes abre quinta, na Ademi, a 7ª edição do curso Estruturação Imobiliária Aplicada, da CM2.
"O topo de linha dos lançamentos comerciais é Campo Grande, a Avenida Abelardo Bueno e as proximidades do Autódromo, mas o retorno de grandes empresas e dos investimentos estatais e privados em transporte, refino do petróleo do pré-sal, no Comperj, na Copa e nas Olimpíadas está ampliando a ocupação residencial e, em consequência, atraindo os empreendimentos comerciais de bairro em vários lugares", afirma Hermolin, também vice-presidente da Ademi.
"Tudo está mais caro, especialmente no Rio. As pessoas procuram imóveis de acordo com as suas necessidades de espaço e financeiras também", afirma o vice-presidente da Ademi, Paulo Fabbriani.
A Baixada Fluminense vive um momento de crescimento imobiliário. É comum andar pelas ruas dos municípios e ver grandes empreendimentos em construção. Segundo dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio, em 2010 foram lançadas 2.997 unidades habitacionais na região, 16% a mais do que em 2009. Esses números, segundo Cláudio Hermolin, vice-presidente da Ademi, são os mais expressivos na história da região.
Para Paulo Fabbriani, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi Rio), a expansão de Jacarepaguá, Barra e Guaratiba, cujo crescimento foi de 21,65%, mostra que uma demanda reprimida: "A Copa e os Jogos Olímpicos vão impulsionar o crescimento da região. O desafio é melhorar a mobilidade".
Exemplo de empreendimento que agrega edifícios comerciais e espaços inéditos de convivência é o Brookfield Place Worldwide Offices, na Barra. Ele foi até destaque no Master Imobiliário 2010 da Ademi-RJ, na categoria melhor projeto de prédio comercial de grande porte. O ambiente batizado de Mall Mediterranée, uma área aberta com 3.200 metros quadrados, com jardins e espelhos d'água abrigará no futuro um mix de 20 lojas.
De olho em Campo Grande, construtoras oferecem imóveis com entrada de 10% facilitada em até três vezes. São mais de mil imóveis, no bairro da Zona Oeste, e o prazo de pagamento chega a 30 anos. A maioria das unidades, entre casas e apartamentos, e com preços a partir de R$ 76 mil, se enquadra no programa habitacional do governo federal, o 'Minha Casa, Minha Vida'.
O presidente da Ademi-RJ, José Conde Caldas, cita alguns projetos que terão impacto direto no mercado imobiliário. Entre eles, o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí, que prevê a geração de mais de 200 mil empregos e deve entrar em operação em 2014. Ou a Companhia Siderúrgia do Atlântico (CSA), parceria da Vale com a alemã ThyssenKrupp, que começou a operar em junho do ano passado na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
De apenas 18 unidades residenciais lançadas em 2006, ganhou 523 no ano passado, segundo dados da Ademi-RJ. De apenas 18 unidades residenciais lançadas em 2006, ganhou 523 no ano passado, segundo dados da Ademi-RJ.
Por causa de "Insensato coração", aumentou a procura por imóveis no Horto, onde o metro quadrado está valendo R$11 mil. "Este frisson costuma durar o tempo da novela", diz Rubem Vasconcellos, vice-presidente da Ademi. Segundo ele, foi assim com Búzios (em "Viver a vida").
De acordo com a Ademi, foram lançadas 3.671 unidades ano passado, sendo 3.479 residenciais e 192 comerciais, contra as 2.689 unidades de 2009. Campo Grande parece um grande canteiro de obras e os outdoors com propagandas ficam lado a lado. A dica é pesquisar e verificar qual imóvel se encaixa no orçamento.
De acordo com a Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), foram lançadas 3.671 unidades ano passado, sendo 3.479 residenciais e 192 comerciais, contra as 2.689 unidades de 2009. Campo Grande parece um grande canteiro de obras e os outdoors com propagandas ficam lado a lado. A dica é pesquisar e verificar qual imóvel se encaixa no orçamento.
A ADEMI chega aos 40 anos de atividade com fôlego renovado. Em dupla comemoração no Copacabana Palace, no último dia 4 - que contou com a presença do governador em exercício, Luiz Fernando Pezão, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, entre outras autoridades - foram lembradas as realizações do passado com projeção de grandes ações para o futuro. Para enfrentar com conhecimento de causa os novos desafios, volta à cena um veterano de boas brigas: o arquiteto e urbanista José Conde Caldas, que assume pela terceira vez a presidência da entidade.
Alexandre Fonseca, vice-presidente da Ademi-RJ (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), diz que a perspectiva para os próximos cinco anos é de valorização, mas de forma um pouco mais lenta. "Quando você tem uma área valorizada e já totalmente construída, os preços não param. Mas como ali ainda há muita oferta de terrenos, a valorização tende a acontecer de forma mais gradual".
A Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro comemorou 40 anos no dia 4 de abril e deu posse à nova diretoria, presidida pelo arquiteto e urbanista José Conde Caldas, eleita para o biênio 2011-2013. Com a presença do governador em exercício do Rio, Luiz Fernando Pezão e do prefeito Eduardo Paes, a sessão solene aconteceu no Hotel Copacabana Palace.
De acordo com um levantamento da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), a cidade ganhou 176 casas em 2008. No ano seguinte, o número quintuplicou, com o lançamento de 911 - patamar de crescimento mantido em 2010, com 986 unidades.
A novidade foi adotada pelo programa "Minha casa, minha vida". Desde sua criação, em 2009, os cariocas vêm redescobrindo o prazer de morar com o vizinho no quintal ao lado. De acordo com um levantamento da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), a cidade ganhou 176 casas em 2008.
Diferentemente do publicado na semana passada, na entrevista com José Conde Caldas, novo presidente da Ademi-RJ, o percentual arrecadado pelo setor de construção civil que segue para o Senai é 1,5% (e não 0.5%) e há dois mil profissionais da construção sendo capacitados apenas no Estado do Rio e não em todo o Brasil.
Empossado na semana passada para sua segunda gestão na presidência da Ademi-RJ - a primeira foi entre 1999 e 2001 - , o empresário José Conde Caldas chegou fazendo barulho. Pai de três filhos, todos atuando no setor, o empresário de 68 anos diz que vai lutar pela implementação de um modelo construtivo brasileiro, que permita que prédios residenciais sejam erguidos em 12 meses e não mais em 30, como atualmente.
A Ademi-RJ (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) comemorou 40 anos em 4 de abril, no Hotel Copacabana Palace. No evento, também foi dada a posse ao novo presidente da entidade, José Conde Caldas, que assume pela segunda vez o cargo.
Jacarepaguá foi uma das regiões que mais receberam lançamentos imobiliários ano passado. Segundo a Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), foram 3.479 unidades, contra 2.611 imóveis comerciais e residenciais em 2009.
Recém-empossado na presidência da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), José Conde Caldas, da Concal, pretende mobilizar o setor a pleitear, junto à Firjan, a elevação dos recursos destinados a treinamento de mão-de-obra pelo Senai.
Contrariando estudo divulgado recentemente pela FGV, segundo o qual a média salarial de R$ 900 está desestimulando os jovens a procurarem empregos na construção civil, Conde destaca que atualmente os salários estão na faixa dos R$ 1.500.
A Ademi, Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário, que completa 40 anos em 2011, acaba de eleger seu novo presidente. O empresário José Conde Caldas toma posse no cargo hoje, nos salões do Copacabana Palace.
"Com a facilidade ao crédito, o leque de compradores foi ampliado. Antigamente, o imóvel era financiado pela construtora em um prazo curto com uma cobrança de juros desde o início da compra. Hoje, o comprador paga juros só depois que recebe o imóvel. Em paralelo, a abertura de linhas de crédito nos bancos criou prazos longos de financiamento com taxas mais atrativas", diz o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Claudio Hermolin.
A volta de José Conde Caldas, da Concal, à presidência da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário no Rio (Ademi-Rio) promete agitação. Uma das bandeiras do empresário, que toma posse segunda-feira, é conseguir mais recursos para treinamento de mão de obra na construção civil. É um dos maiores gargalos do setor, que não consegue contratar o número que gostaria.
O bairro de Jacarepaguá continua atraindo construtoras que investem na região, uma das que mais tem recebido lançamentos imobiliários no Rio. De janeiro a dezembro do ano passado, o bairro recebeu 3.479 unidades, sendo 2.810 residenciais e 669 comerciais. Os dados fazem parte da Pesquisa Ademi.
Orçadas em R$ 10 milhões, as instalações foram viabilizadas por meio de um termo de cooperação técnica entre a Cedae e a Ademi (Associação de Empresas do Mercado Imobiliário). O projeto vai beneficiar cerca de 700 mil habitantes num raio de 300 km².
Com a automação, as operações passarão a ser programadas por um software, que permite a manipulação das válvulas. Orçadas em R$ 10 milhões, as instalações foram viabilizadas através de um Termo de Cooperação Técnica firmado entre a Cedae e a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
Orçadas em R$ 10 milhões, as instalações foram viabilizadas através de um Termo de Cooperação Técnica firmado entre a Cedae e a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi). Inicialmente, 30 pontos de abastecimento serão acompanhados em tempo real, mas a previsão é que outros 20 sejam incluídos. O projeto vai beneficiar cerca de 700 mil habitantes num raio de 300 km².
O empresário José Conde Caldas assume a presidência da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi Rio) pela segunda vez. Presidente da Concal Construtora, Caldas será empossado no próximo dia 4, em evento no Copacabana Palace que também comemora os 40 anos da entidade.
O resultado imediato da virada que o Rio atravessa é a valorização dos imóveis e o início de um boom imobiliário. Segundo Rubens Vasconcelos, vice-presidente da Ademi e presidente da Patrimóvel, líder em vendas de imóveis da cidade, em três anos houve uma valorização de 100%.
"Pequenas acomodações vão ocorrer, com estabilização em algumas vizinhanças, mas a tendência é que o aumento continue em espaços que estavam defasados", acredita Rogério Chor, diretor executivo da construtora CHL/PDG e presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
As instalações do Centro de Controle Operacional de Abastecimento de Água da Barra, do Recreio e de Jacarepaguá foram viabilizadas pelo Termo de Cooperação Técnica firmado entre Cedae e Ademi.
O presidente da Concal Construtora, José Conde Caldas, que em abril toma posse como presidente da Ademi, também informa que, se o comprador não pôde se mudar para o imóvel por culpa da construtora, não deve pagar a taxa.
A Cedae inaugura 4ª que vem, em Jacarepaguá, o centro de controle operacional de águas. Investimento de R$10 milhões, em parceria com a Ademi, cuidará remotamente do abastecimento de toda a Barra e arredores.
O vice-presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Claudio Hermolin, estima que 80% dos empreendimentos erguidos nos últimos oito anos estejam prontos para os equipamentos.
O mercado habitacional fluminense está ganhando ares do modelo europeu. Com a diminuição das famílias, o aumento dos divórcios e a chegada de novas multinacionais à região, está mudando o comportamento do comprador de imóveis. Segundo a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) do Rio de Janeiro, os imóveis de um e dois quartos, lançados no Rio, representaram 68% do total.
Para o vice-presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Claudio Hermolin, o importante é que a renda acompanhe a atualização do valor do imóvel - que subiu de R$130 mil para R$170 mil - para que o programa continue a crescer.
O vice-presidente da Ademi, Alexandre Fonseca, acredita que o aumento da renda do trabalhador facilitou a aquisição da casa própria nas camadas mais baixas. "Houve um aumento muito grande da classe C e D, isso trouxe mais pessoas dispostas a adquirir o primeiro imóvel, aqueles que pagavam aluguel estão em busca do primeiro ou ainda, tem quem aumenta a família e quer um imóvel mais amplo", diz.
"Os bancos que financiaram a obra criam dificuldades porque não querem perder o mutuário final", explica Rodolpho Vasconcellos, conselheiro da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) e diretor da Domus (companhia hipotecária).
O presidente da Ademi, Rogério Chor, falou no programa Conta Corrente, da Globo News, sobre como o crescimento acelerado da economia brasileira nos últimos anos tem afetado diretamente o mercado imobiliário do país. Foram discutidos alguns dos principais efeitos desta mudança, como a saturação do setor e a alta no preço dos imóveis. Confira o programa na íntegra.
O presidente da Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário do Rio e presidente da CHL, Rogério Chor, diz que os preços devem se estabilizar em breve, mas não arrisca datas. "O Rio ficou durante muitos anos adormecido e de repente se criou um clima muito favorável", diz Chor.
Quarenta e dois anos depois de o arquiteto Lucio Costa idealizar a construção do "verdadeiro coração da Guanabara", na Barra, o projeto começa a tomar forma, com muitas mudanças e objetivos diferentes dos iniciais. Cercado pelas avenidas Embaixador Abelardo Bueno e Ayrton Senna, pela Estrada dos Bandeirantes e pela Avenida Arroio Pavuna, o local tem pela frente pelo menos mais dez anos de obras, segundo a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio. Segundo Paulo Fabbriani, conselheiro da Ademi, a expectativa é de que o entorno fique valorizado.
O mutuário que compra imóvel na planta não é obrigado a financiar o saldo devedor com o mesmo banco que financiou a obra. Os compradores têm o direito de escolher outra instituição financeira que oferece taxa de juros mais em conta, quando o imóvel estiver pronto e com habite-se. Essa prática é comum no mercado e não há impedimento legal, segundo o conselheiro da Ademi e diretor da Domus, Rodolpho Vasconcellos.
O patriarca José Conde Caldas, dono da Concal Construtora, será o novo presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Rio). Arquiteto, José Conde Caldas fundou a Concal em 1971.
De acordo com levantamento da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi)do Rio de Janeiro e da Bahia, foram lançadas 15.957 unidades residenciais e comerciais no ano passado na capital fluminense e 14.619 unidades na capital baiana.
O patriarca da Concal Construtora, José Conde Caldas, será o novo presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Rio). Será a terceira vez que Conde Caldas assume o posto. O primeiro mandato foi em 1984, quando era vice-presidente de Mauro Magalhães, que pediu licenciamento.
O governador do Rio, Sérgio Cabral, sugeriu ao ex-presidente Lula que a sede do futuro instituto dele na cidade seja no palacete Linneo de Paula Machado, em Botafogo. Avaliação feita pela Ademi-RJ calcula que, se fosse possível construir ali, o imóvel valeria entre R$ 60 milhões e R$ 64 milhões.
O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) de janeiro, divulgado nesta quarta-feira pelo IBGE, ratifica a disparidade entre a inflação ao consumidor e o IGP-M, índice que reajusta a maioria dos contratos de locação. Para Rodolpho Vasconcellos, conselheiro da Ademi e diretor da Domus, o que causa o aumento do aluguel não é o IGP-M, mas o aquecimento do mercado de locação.
Santa Teresa se prepara para experimentar uma valorização imobiliária de cerca de 30% nos próximos três meses. A projeção é do vice-presidente da Ademi (Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário), Rubem Vasconcellos, prevendo para um futuro próximo um boom semelhante ao experimentado pela Tijuca após a instalação de uma Unidade de Polícia Pacificadora.
O vice-presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi-Rio), Claudio Hermolin, elogiou a medida e avaliou que a elevação do teto vai destravar o programa. Segundo ele, o número de lançamentos pode aumentar 40% em relação a 2010.
De acordo com corretores e construtores, o bom momento da Tijuca corrige uma disparidade. Ali, até os anos 80, o preço de um apartamento era comparável com o de um similar em Botafogo. "Havia uma pequena diferença, em torno de 15%. Depois dos episódios de violência, chegou a custar a metade. Hoje, encontra-se 25% abaixo, mas com potencial de valorização", afirma Rogério Chor, presidente da Ademi e da construtora CHL.
Desde 2007, o mercado carioca só tem motivos para comemorar. De acordo com dados da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), nos últimos quatro anos, a média anual de lançamentos na cidade foi de aproximadamente 13.779 unidades.
Dez construtoras que atuam no Rio se reuniram com o governo do Estado e fecharam acordo para doar 2.000 moradias populares nos municípios da região serrana afetados pelas chuvas. Segundo Rogério Chor, presidente da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), a presidente Dilma virá ao Rio na quinta fechar a parceria.
O ano de 2011 começou com promessas de lançamentos e valorização imobiliária em todo o Rio. Até o Centro da cidade, que vem se livrando do abandono a cada ano, é apontado por especialistas como uma das regiões mais promissoras. Como os lançamentos na área não são muitos - segundo a Ademi, foram lançados 80 unidades em 2010 - e a demanda aumenta em grandes proporções, é normal que os preços subam.
Segundo a Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Campo Grande ultrapassou a Barra e se tornou, nos dois últimos anos, líder no número de lançamentos de unidades residenciais. Somente em 2010, o bairro ganhou quase três mil casas e apartamentos. Em 2009, foram construídos 2.419. De acordo com o vice-presidente da Ademi, Claudio Hermolin, o boom imobiliário de Campo Grande atende à demanda reprimida de imóveis.
De acordo com a Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi Rio), nos oito primeiros meses do ano houve um crescimento de 69,4% do número de imóveis novos vendidos, no comparativo com o mesmo período de 2009. Ainda de acordo com a entidade, até novembro de 2010, foram lançados 13.732 imóveis novos na cidade do Rio de Janeiro.
O Green Building Council estabeleceu os padrões para o Hospital das Américas - da construtora Fator Towers e da incorporadora Fator Realty - que está sendo erguido atrás da Subprefeitura da Barra. Com um investimento de R$300 milhões, a unidade será inaugurada em 2011. O projeto ganhou o prêmio Destaque Ademi 2010, na categoria Sustentabilidade na Construção.
A previsão da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Rio) estima que o número de lançamentos no estado tenha crescido 25% em 2010. Uma alta puxada, principalmente, pela classe de renda baixa, por imóveis de até R$150 mil, informa seu presidente, Rogério Chor.
"As pessoas evitavam morar em regiões como Vargem Grande e Vargem Pequena em função da falta de infraestrutura do local. O transporte era difícil, a pavimentação precária e até mesmo a segurança. Agora, com os investimentos que serão feitos em função da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016, esses bairros vão crescer", analisa o vice-presidente da Ademi, Cláudio Hermolin.
Com o boom de lançamentos populares, impulsionado pelo programa Minha Casa, Minha Vida, os imóveis de 4 quartos sofreram forte retração no mercado imobiliário no ano passado. Segundo dados da Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi), das 10.763 unidades residenciais lançadas na capital em 2009, apenas 334 tinham 4 dormitórios.
Não foi somente a cara do Rio que mudou ao longo de 2010, com o lançamento de 13.732 novas unidades até 26 de novembro, segundo a Associação Brasileira dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi). De acordo com dados da Rede Rio, portal de oferta de imóveis do Sindicato da Habitação (Secovi Rio), o carioca também mudou o foco de locais para compra e locação.
A primeira região a se beneficiar com o Projeto de Estruturação Urbana (PEU) foi São Cristóvão. A dificuldade de construção na região era tamanha que, entre 1985 e 2005, o bairro não recebeu sequer um lançamento. Depois da aprovação do PEU, em 2005, a região ganhou 1.779 novas unidades até 26 de novembro deste ano, segundo dados da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
Para se ter uma ideia da importância do PEU, Vargem Grande não recebia nenhum lançamento desde 2005, segundo dados da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi). Este mês, a previsão é que o bairro receba 1.167 novas unidades.
Até novembro deste ano, 13.732 prédios foram construídos na cidade do Rio de Janeiro, e a maioria (12.260) é residencial, segundo pesquisa realizada pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
Os 'Rogérios' da Construção Civil no Rio de Janeiro, Rogério Zylbersztajn, vice-presidente da RJZ Cyrela, e Rogério Chor, presidente da Ademi e da CHL, foram prestigiados com a presença do secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame no Destaque ADEMI - Prêmio Master Imobiliário 2010, que aconteceu na noite dessa quarta-feira, 1° de dezembro, no Hotel Intercontinental, em São Conrado.
De acordo com dados da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), foram lançadas 13.732 novas unidades na cidade até 26 de novembro. Como de costume, a Zona Oeste foi o destaque, com Barra da Tijuca, Jacarepaguá e Campo Grande. Os três bairros somam, juntos, 7.890 lançamentos, mais da metade de toda a cidade.
Como em todos os eventos do tipo, sempre fica um clima de solenidade quando o assunto é entrega de prêmios. Mas, durante o "Prêmio Master Imobilário", oferecido pela ADEMI-RJ (Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) nessa quarta-feira, no Hotel Intercontinental, foi bem diferente.
Paulo Casé foi o Arquiteto do Ano. O secretário de Urbanismo, Sergio Dias, ganhou como Personalidade. Rogério Chor foi o Empresário do Ano e a RJZ, de Rogério Zylbersztajn, foi a grande vencedora com quatro prêmios, seguida da CHL e da Carvalho Hosken de Carlos Carvalho. Era a entrega do Prêmio Master Imobiliário 2010, iniciativa da Ademi.
Foi entregue na noite de ontem uma das maiores premiações do setor da construção civil, o Destaque Ademi - Prêmio Master Imobiliário 2010. Entre as homenageadas pelo mercado imobiliário em 2010, está a Basimóvel, que ganhou o destaque de Melhor Imobiliária do ano no Rio e em Niterói.
É hoje o Destaque Ademi - Prêmio Master Imobiliário 2010.
Segundo o presidente da Ademi, Rogério Chor, a Barra já virou um símbolo das Olimpíadas no Rio. Com construções modernas, áreas de lazer e podendo ser vendidas como estando perto da praia e do Metrô, a região tende a valorizar ainda mais e virou um bom negócio
"É como se tivesse ocorrido um alinhamento de planetas, que fez com que tudo começasse a dar certo nos últimos anos", afirma Rogério Chor, dono da Construtora CHL e presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário.
Construtoras como a Calçada e a Rossi foram contempladas pelo Prêmio Destaque Ademi (Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro) - o oscar do mercado imobiliário.
As construtoras RJZ/Cyrela, CHL, Brookfield e Even encabeçam a lista dos vencedores do Destaque Ademi/Prêmio Master Imobiliário 2010. A primeira conquistou quatro categorias da 11ª edição do prêmio, concedido anualmente pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro.
"Já protegeram toda uma fatia do Leblon com a Apac. Não é necessário preservar tudo", diz o presidente da Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi), Rogério Chor.
Consultor de Desenvolvimento Urbano da Ademi, o arquiteto e urbanista David Cardeman recorda que, a partir de janeiro de 2005, os prédios já prontos também ganharam a oportunidade de construir varandas, graças à Resolução nº 578 da Secretaria municipal e Urbanismo.
O secretário Sérgio Dias é a Personalidade do Ano do Master Ademi.
Empresas como a Basimóvel e Brookfield e personalidades como Rogério Chor, da CHL, e o arquiteto Paulo Casé, foram alguns dos homenageados pelo Destaque Ademi - Prêmio Master Imobiliário 2010, mais importante premiação do setor.
Nova Iguaçu é o maior município da Região Metropolitana do Rio. Esse dado já mostra a força deste gigante que, adormecido, praticamente não era notado pelas construtoras. Mas, como os ventos mudaram e a construção civil é um dos ramos que mais crescem no país, o gigante começou a despertar. De acordo com a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), em 2009, o município recebeu apenas 310 novas unidades residenciais.
Dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário ratificam a tendência do mercado de investir na periferia. De janeiro a setembro, foram lançadas 5.280 unidades em Belford Roxo, Caxias, Itaboraí, Macaé, Mangaratiba, Niterói, Nova Iguaçu, Rio das Ostras e São Gonçalo.
Dados da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) ratificam a tendência. Foram lançadas 5.280 unidades de janeiro a setembro em Belford Roxo, Duque de Caxias, Itaboraí, Macaé, Mangaratiba, Niterói, Nova Iguaçu, Rio das Ostras e São Gonçalo.
As famosas áreas de lazer dos condomínios da Barra da Tijuca, que já tomaram conta da cidade começam a ser inseridas nos empreendimentos comerciais que não param de ser lançados em vários bairros e municípios do estado. De janeiro a setembro, chegaram ao mercado mais 1.083 unidades, segundo dados da Ademi. Agora, esses prédios passam a oferecer fitness, redário, terraço gourmet, spa e coffee shop, entre outros.
Dados da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) revelam que foram lançadas somente na cidade do Rio 10.551 unidades, de janeiro a setembro.
O boom do mercado imobiliário já começa a comprometer o prazo de entrega das chaves da casa nova e até o padrão de qualidade das construções. O setor estuda ampliar o período de conclusão dos imóveis comprados na planta, que passaria dos atuais 30 a 36 meses para entre 40 e 48 meses (4 anos). Construtoras já se mobilizam em busca de alternativas. Segundo Pesquisa da Ademi, foram lançadas na cidade 10.551 unidades comerciais e residenciais, de janeiro a setembro deste ano.
O mercado imobiliário carioca é reforçado com lançamentos de novas unidades em algumas áreas da cidade. De acordo com um levantamento feito pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), de janeiro a maio de 2010, foram lançadas 3.683 unidades residenciais na cidade do Rio.
Segundo Pesquisa da Ademi (Associação de Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário), foram lançadas na cidade 10.551 unidades comerciais e residenciais, de janeiro a setembro deste ano.
"O medo do desemprego afasta o comprador com receio de assumir dívidas. Antes havia uma grande parcela da população desassistida. Hoje, o Programa Minha Casa, Minha Vida trouxe para muitos a chance de ter um imóvel", aponta o presidente da Ademi e da CHL, Rogério Chor.
Para corresponder à demanda, a oferta de imóveis tem crescido cada vez mais. De acordo com o levantamento feito pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-Rio), em 2004, os lançamentos feitos ao longo do ano somaram 6.494 unidades, entre salas comerciais e apartamentos.
O setor imobiliário do Rio de Janeiro prevê mais um ano de forte aquecimento. Com um mercado estimado em R$ 2,5 bilhões, a "Cidade Maravilhosa" é uma das mais promissoras do Brasil. Segundo o presidente da CHL e da Ademi, Rogério Chor, o Rio de Janeiro vive um momento histórico, que se alastra por outras capitais brasileiras.
Para corresponder à demanda, a oferta de imóveis tem crescido cada vez mais. De acordo com o levantamento feito pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-Rio), em 2004, os lançamentos feitos ao longo do ano somaram 6.494 unidades, entre salas comerciais e apartamentos.
Para aproveitar a forte expansão imobiliária da região, um dos poucos locais do Rio de Janeiro ainda com oferta de terrenos, em parte do terreno de 339 mil m², futuramente, poderão ser desenvolvidos outros empreendimentos. Campo Grande é a região mais populosa do Rio de Janeiro, onde foram comercializados 10,5% dos imóveis da cidade em 2009, segundo a Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro).
Para o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rogério Chor, a expectativa é de que os projetos selecionados sejam viáveis economicamente. "É preciso aliar estética e qualidade para que essas unidades estejam prontas para serem ocupadas depois das Olimpíadas", diz Chor.
De forma geral, o metro quadrado na cidade chegaria a custar entre 30% e 40% a menos do que os ofertados no mercado carioca, segundo cálculos do presidente da Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi) do Rio, Rogério Chor.
Vila Isabel e Tijuca sempre alimentaram uma disputa saudável pelo título de queridinha da Zona Norte. O tamanho e a imponência da Tijuca, até hoje, prevaleceram sobre a boemia da Vila. De acordo com dados da Ademi, enquanto os tijucanos ganharam 1.704 novas unidades residenciais entre 2004 e setembro de 2010, Vila Isabel recebeu apenas 241 lançamentos.
A explosão imobiliária é realidade em todo o país, e, especialmente no Rio, por conta do pequeno espaço disponível na Zona Sul e diante da proximidade de eventos como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Em recente debate, realizado na Escola de Magistratura do Rio (Emerj), um dos líderes do setor, Rogério Chor, presidente da Ademi e do grupo CHL, deu números impressionantes.
Pesquisa da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-Rio) constatou que as vendas de imóveis residenciais novos na cidade cresceu 69,4% nos primeiros oito meses de 2010. Foram comercializados 7.869 imóveis, enquanto no mesmo período do ano passado 4.644 unidades foram escrituradas.
Murillo Allevato, da Ademi, vai falar do Porto Maravilha para investidores em Madri e Lisboa, a convite da Adit.
A Barra conquistou a décima colocação no levantamento entre os bairros mais caros do Rio. O metro quadrado médio fica em R$ 5.518, alcançando R$ 8.457 nos lugares mais caros. A explicação é simples. A região é relativamente nova e ainda possui muitos terrenos para expansão. Desde a década de 1990, a Barra cresceu 44%, segundo dados da Ademi-Rio.
Entre janeiro e setembro deste ano, dos 9.336 novos imóveis residenciais, 584 são de quatro dormitórios. De acordo com construtoras, essa pode ser a nova aposta para o mercado carioca. O presidente da Ademi, Rogério Chor, lembra que o aumento da participação das classes C, D e E no mercado acabou contribuindo para o maior investimento em imóveis de dois quartos em detrimento das unidades com mais cômodos.
Tradicional reduto de bares e restaurantes, o bairro carioca da Lapa vem mostrando um novo perfil, na esteira da revitalização e do aumento de residências na região. O comércio local ganha novas lojas, inclusive redes varejistas, deixando para trás a marca de que a Lapa é apenas um bairro boêmio. "Todo mundo acha a Lapa um mercado maravilhoso", diz Rogério Chor, presidente da Ademi.
Para o empresário Rogério Chor, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi), o índice talvez não traduza a realidade do mercado no país:" Teremos valores médios, que podem não representar as realidades de cada estado. No Rio, por exemplo, o aumento do preço dos imóveis tem a ver com falta de terrenos."
Dados da Ademi (Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário) confirmam essa nova dinâmica. De acordo com levantamento da associação, nos últimos nove meses, foram lançados 286 unidades residenciais e mais 208 imóveis comerciais.
Para o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rogério Chor, a porcentagem de interessados foi alta, considerando que o programa "Minha Casa, Minha Vida" ainda estava em fase de implementação à época da pesquisa, e deve crescer significativamente este ano.
Pesquisa da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) indica que de janeiro a setembro de 2010 foram lançadas 10.419 unidades na cidade do Rio de Janeiro, sendo 9.336 imóveis residenciais e 1.083 comerciais.
De olho nesse crescimento, construtoras investem pesado na região. Dados da Ademi (Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário) confirmam esta nova dinâmica: nos últimos nove meses, foram lançadas 286 unidades residenciais e mais 208 imóveis comerciais.
Já estão abertas as inscrições para o "Destaque Ademi -- Prêmio Master Imobiliário 2010", que premiará os principais projetos, empresas e profissionais do mercado imobiliário do Rio, divididos em 28 categorias.
As construtoras, incorporadoras e administradoras de imóveis do Rio já podem se inscrever no Destaque Ademi - Prêmio Master Imobiliário 2010. A premiação vai selecionar os principais projetos, empresas e profissionais do mercado imobiliário do Rio de Janeiro.
Rogério Chor, da Ademi e da CHL, uma das empresas do setor, assinala que o mercado no Rio de Janeiro é bastante pulverizado, com espaço para empresas de todos os portes. A CHL pretende lançar oito empreendimentos, sendo cinco populares e três de classe média a classe média alta. Entre as regiões, estão Botafogo, Tijuca, São Conçalo e Duque de Caxias.
Mal foi contratado para assumir a diretoria executiva da REX, empresa de Eike Batista que vai atuar no ramo imobiliário, Marco Adnet (ex-Rossi) já começou a circular entre os executivos do setor para apresentar os projetos da companhia. Rogério Chor, presidente da construtora CHL (grupo PDG Realty) e da Ademi, também dá boas-vindas à REX.
Dois lançamentos de condomínios só com unidades de quatro quartos, na Barra, vão somar, juntos, 750 apartamentos, entre este mês e o próximo. É mais que o dobro do total de novas unidades nesse segmento registrado no Rio em 2009, quando o número caiu para 334. Naquele ano, a retração foi de 65% ante 2008, segundo dados da Ademi-Rio.
O presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi/RJ), Rogério Chor, comentou que, no caso do mercado do Rio, algumas obras tiveram atraso em suas entregas apenas por conta de ausência de pessoal. "É um problema sério. Atualmente existe falta de mão de obra em todos os níveis na construção", afirmou.
O Rio não é mais o mesmo. A mutação não é de hoje e ganha força a cada ano. De acordo com a Ademi, entre 2007 e agosto deste ano, a cidade recebeu 49.546 novas unidades entre residenciais e comerciais. Há ainda o interesse gerado pelos eventos esportivos e a expectativa de melhorias na infraestrutura e na segurança da cidade, lembra o vice-presidente da associação, Cláudio Hermolin.
Os bairros de Barra, Recreio, Jacarepaguá, Cidade de Deus e Vargens Grande e Pequena continuam liderando os licenciamentos residenciais. Segundo o secretário municipal de Urbanismo, Sérgio Dias, o cenário promissor se deve ao programa "Minha casa, minha vida", do governo federal. O presidente da Ademi, Rogério Chor, também aponta o programa como fator determinante para o boom de construções na Zona Norte.
O presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rogério Chor, elogiou a decisão de propor o pacote olímpico com bastante antecedência em relação às Olimpíadas. Segundo ele, se houver necessidade de rever ou propor mais incentivos, haverá tempo de sobra para a correção de rumos.
Para o mercado imobiliário, a Grande Tijuca é a bola da vez. Dados da Secretaria municipal de urbanismo mostram que o setor ganhou fôlego na região com o projeto das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). De janeiro a agosto, foram lançadas 254 unidades residenciais na Tijuca, segundo a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi). Em todo o ano passado, foram 208.
Construtoras do Rio estão usando equipes próprias de corretores para vender seus imóveis novos e em estoque. "A tendência é que as grandes incorporadoras e as voltadas à classe A usem equipes próprias", avalia Rodrigo Conde Caldas, da Concal e da Ademi-Rio. A empresa já faz vendas diretas, bem como RJZ Cyrela, MDL, Rossi, CHL e outras.
A infraestrutura disponível na Barra tem atraído executivos de São Paulo e estrangeiros, principalmente, aos que querem oferecer atendimento de alto padrão, como explica Alexandre Fonseca, vice-presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
O crescimento da Barra da Tijuca está longe de parar - somente entre 2013 e 2016, segundo estimativas da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) deverão ser lançadas 8.924 unidades na Barra, onde serão disputadas 19 das 39 modalidades dos Jogos Olímpicos do Rio.
A transferência do Centro econômico do Rio de Janeiro para a Barra da Tijuca está em franco movimento. Depois dos shopping centers, grandes supermercados, imobiliárias e muitas agências de comunicação, são diversas as empresas que estão montando suas sedes na Barra da Tijuca. "Em seis anos, será outro bairro, com novas famílias, devido à grande oferta de colégios, e mais hotéis internacionais, para receberem os turistas que virão com os Jogos Olímpicos e a Copa do Mundo", prevê Cláudio Hermolin, vice-presidente da Ademi.
Pesquisa da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) revela que, desde o início do ano, foram lançados 1.033 unidades de R$ 150 mil a R$ 250 mil. Prova do potencial do mercado é que a Dominus, Helbor e Carvalho Hosken lançam, neste fim de semana, o Comfort Stay, na Barra da Tijuca.
O projeto Porto Maravilha promete revitalizar área que até então estava esquecida na cidade. "O governo está enxergando o Porto com novos olhos. As empresas que apostarem ali serão beneficiadas", diz Cláudio Hermolin, ressaltando que a perspectiva é muito boa e que a valorização dos terrenos já está sendo percebida.
Região que mais cresceu no setor imobiliário nos últimos anos, a Zona Oeste do Rio será beneficiada com obras que visam aos Jogos Olímpicos de 2016 e a previsão é de mais expansão. Isso porque a construção da estrada TransOlímpica, que ligará a Barra da Tijuca a Deodoro, com corredores expressos para ônibus, e o projeto da TransCarioca, que reduzirá o tempo de viagem entre a Barra e a Penha, na Zona Norte, darão qualidade de vida ainda maior para quem mora na região.
O advogado Maury Rouède Bernardes abre hoje, na Ademi, o 6a- curso Estruturação Imobiliária Aplicada.
Em 2009, Campo Grande foi a terceira região que mais lançou imóveis na cidade, com 2.872 novas unidades. Após a criação do "Minha casa, minha vida", no ano passado, construtoras tradicionais passaram a disputar o mercado de moradias populares. Por que Campo Grande foi um dos primeiros bairros a sentirem a mudança no perfil dos imóveis? De acordo com o vice-presidente da Ademi, Claudio Hermolin, a resposta é: a oferta de terrenos na região.
Segundo dados da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), existem 2.300 vilas espalhadas pelo município do Rio, a maioria construída ainda no século 19. A explicação é simples: com a escassez e a valorização dos terrenos, construir uma vila é praticamente impossível nos dias de hoje.
Pela primeira vez desde os anos 1980, zonas Norte e Oeste superam Barra em volume de construções. De acordo com o presidente da Ademi, Rogério Chor, o Minha Casa, Minha Vida consolidou um movimento que já vinha sendo ensaiado pelas instituições bancárias, que começaram, há cinco anos, a prestar mais atenção às classes média e baixa, ampliando as linhas de crédito e os prazos de financiamento imobiliário.
Um levantamento da Ademi/RJ verificou que apenas no período de janeiro de 2007 a janeiro de 2009 foram construídos 43 empreendimentos residenciais na Barra, com 5.875 apartamentos. Isto significa mais 18 mil moradores, considerando-se três pessoas por apartamento. Se cada família tiver um carro, só isto já representa um acréscimo de mais de seis mil carros.
Bairro que irá concentrar boa parte da movimentação de atletas e público nas Olimpíadas de 2016, a Barra da Tijuca deverá receber, nos próximos quatro anos, pelo menos R$ 2,3 bilhões em investimentos na ampliação e melhoria de sua malha viária. Para atender a população crescente - segundo a Ademi, a região tem um mercado residual de 8.924 unidades a serem lançadas entre 2013 e 2016.
A Grande Tijuca está vivendo uma revitalização do mercado imobiliário. Nem é necessário um olhar mais atento para perceber a profusão de novos prédios residenciais sendo erguidos na região. Construtoras como a Concal e a CHL estão investindo pesado no bairro, cujos imóveis estão se valorizando, especialmente devido à instalação das UPPs nas favelas. Para Rogério Chor, presidente da Ademi e da CHL, pela primeira vez o problema da segurança pública está sendo atacado de maneira inteligente.
"O porto é a última zona urbana da cidade que ainda pode ser explorada e é bem localizado. Ele é perto da estação de trem, da rodoviária, tem uma vista bacana, e tem uma área grande para fazer uma implantação urbanística bonita. Portanto, não restam dúvidas que a zona portuária é a solução", afirma o presidente da Ademi, Rogério Chor.
O mercado imobiliário no Rio de Janeiro está aquecido. Além da valorização de algumas áreas, dados divulgados pela Associação de Dirigentes de Empresas Imobiliárias (Ademi) revelaram que 4.399 novas unidades imobiliárias foram lançadas de janeiro a maio de 2010. Desse total, 3.683 são unidades residenciais e 716, comerciais.
Não vai parar por aí a onda de fusões e aquisições observadas no mercado imobiliário nacional. Traçando o perfil do setor, chegasse a um cenário favorável a investimentos como a recente aquisição, pela PDG Realty - agora a maior empresa do país - da Agre, companhia formada pelas antigas gigantes Klabin Segall, Agra e Abyara. Outro ranking, o da Ademi, aponta quais construtoras/ incorporadoras lançaram mais unidades no Estado do Rio. O levantamento mais recente, com dados de janeiro a junho, aponta a liderança da PDG Realty/CHL, com nove empreendimentos.
Pesquisa da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi) mostra o quanto o mercado do Rio está aquecido. Entre os meses de janeiro e maio de 2010, foram lançadas 3.683 unidades residenciais, número 131,9% superior ao de 2009, que chegou a 1.588 no mesmo período. Segundo a coordenadora da Pesquisa Ademi Mercado Imobiliário, Gabriella Szklo, é número mais alto dos últimos cinco anos.
A construção civil enfrenta hoje a pior crise de mão de obra da sua história: a entrega dos imóveis do boom 2007/2008 está atrasada, e os novos empreendimentos estão sendo negociados a prazos 10% maiores do que os usuais. "Se o mutuário se acostumou com prazos entre 24 e 30 meses, agora terá que esperar um pouco mais: de 28 a 36 meses", diz o presidente da Ademi e da construtora CHL, Rogério Chor.
O programa Minha Casa, Minha Vida do governo federal foi um dos responsáveis pelo impulso do setor da construção civil no Rio de Janeiro nos primeiros cinco meses deste ano. A constatação é da Ademi (Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário).
Para o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi/RJ), Rogério Chor, a capital fluminense está vivendo um processo de valorização em todas as regiões. Mas, na Zona Sul, a oferta é menor do que a procura.
O forte crescimento do mercado imobiliário não se dá por igual em todas as fatias de mercado. Nos últimos anos, pesquisas em diferentes cidades brasileiras apontam uma ligeira mudança na tipologia dos imóveis residenciais, com forte predomínio das unidades com dois e três quartos. Os dados mostram possíveis segmentos com excesso de oferta contrapostos a outros ainda demandantes de lançamentos. O mercado de imóveis residenciais no Rio de Janeiro deve crescer em torno de 15% em 2010, segundo estimativa de Rogerio Chor, presidente da Ademi.
A valorização de imóveis no Rio parece a cada dia testar seus próprios limites. Em apenas seis meses, o preço médio de um apartamento de quatro quartos em Ipanema subiu nada menos que 76,59%, para R$ 2,556 milhões. As cifras dos apartamentos novos também assusta. Levantamento da Ademi-RJ mostra que o preço médio do metro quadrado de um dois-quartos lançado em Botafogo subiu 29,6% entre fevereiro de 2009 e julho deste ano, a R$ 4.880,50.
Pesquisa da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) revela que foram lançadas 4.256 unidades no Rio no período de janeiro a maio deste ano. Do total, 3.683 imóveis são residenciais e 573, comerciais. O bairro campeão em números de lançamentos nos primeiros cinco meses do ano foi a Vila da Penha, com 780 apartamentos.
O mercado imobiliário carioca somou 4.256 unidades lançadas, de projetos residenciais e comerciais, de janeiro a maio, segundo a Ademi-Rio. Quase o dobro do resultado registrado em igual período do ano passado, marcando o retorno aos patamares précrise mundial. "O plano de habitação popular do governo criou um novo mercado no segmento econômico", diz Rogério Chor, presidente da Ademi-RJ.
Segundo o vice-presidente da Ademi, Rubem Vasconcelos, o sonho da casa própria se aplica a todos os brasileiros, independentemente de classe social. "Faz parte da nossa vida ser proprietário. Mas, antes, a gente não tinha condição. Nós não tínhamos uma moeda estável, não tínhamos crédito fácil. E, hoje, tudo converge para a realização do sonho da casa própria".
O vice-presidente da Ademi, Rubem Vasconcelos, destacar a função social do programa de levar a moradia a muitos brasileiros que viviam o sonho da casa própria. "Nós não tínhamos um mecanismo adequado para a realização desse sonho da casa própria. E agora nós temos."
O setor imobiliário fluminense cresceu 40% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2009, informou o segundo vice-presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcelos.
O setor imobiliário fluminense cresceu 40% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2009, informou o segundo vice-presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcelos. Ele participou de evento promovido pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado do Rio de Janeiro (Creci-RJ).
O setor imobiliário fluminense cresceu 40% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2009, informou à Agência Brasil o segundo vice-presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcelos.
O início das obras da Linha 4 do metrô, que vai ligar a Barra da Tijuca à Zona Sul, no último sábado, reacenderam as discussões sobre o traçado das estações. Segundo a Secretaria estadual de Transportes, São Conrado, Gávea, Leblon e Ipanema vão ganhar paradas. Rogério Chor, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), acha que haverá significativa valorização dos imóveis nas áreas beneficiadas.
"Essas casas estão na parte considerada o filé da Lagoa. No lado de Ipanema e do Leblon fica a parte nobre da região, cujo metro quadrado está custando R$13 mil, R$2 mil a mais do que há dois anos", afirma Rubem Vasconcelos, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi/RJ).
A orla da zona sul carioca reúne os apartamentos mais caros hoje no País. O metro quadrado chega a custar mais de R$ 50 mil. Três apartamentos à venda atualmente na cidade maravilhosa estão à venda por R$ 30 milhões. Nenhum deles é novo. No quesito lançamento, os imóveis à venda não chegam a um quinto desse valor. Com vista cinematográfica para o mar azul, os três ficam na orla de Ipanema e Leblon, região que, há pouco mais de meio século, ainda era pouco mais que um areal.
A Cedae vai criar um sistema inteligente para controle da vazão e da pressão da água na rede de distribuição que abastece os bairros da Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes e Jacarepaguá, informou nesta quinta-feira (17), o presidente da Companhia, Wagner Victer. Um convênio neste sentido foi assinado nesta quinta-feira entre a empresa de águas do Rio com o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rogério Chor.
O presidente da Cedae, Wagner Victer, e o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rogério Chor, assinaram um convênio para a instalação de um sistema inteligente para controle da vazão e da pressão da água na rede de distribuição que abastece os bairros da Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes e Jacarepaguá.
Convênio assinado nesta quinta entre a Nova Cedae e a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário prevê automação da vazão de água do sistema de distribuição que abastece os bairros da Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes e Jacarepaguá. O documento foi assinado pelos presidentes Wagner Victer, da Cedae, e Rogério Chor, da Ademi.
Programa federal de habitação popular, o Minha Casa, Minha Vida acirrou a disputa de construtoras por terrenos e fez até dobrar os preços em áreas no entorno de cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Brasília e Fortaleza.
Alvos de favelização e esvaziamento econômico, bairros da zona norte do Rio voltaram a receber, nos últimos anos, lançamentos imobiliários após quase três décadas. Fora do mapa das construtoras, locais como Vila da Penha, Benfica, Parada de Lucas, Madureira, Pavuna, entre outros, ganharam empreendimentos do Minha Casa, Minha Vida. "Havia a tendência, mas o programa acelerou muito os lançamentos no subúrbio", diz Rogério Chor, presidente da Ademi.
A Copa do Mundo na África do Sul mal começou e já se pensa - e muito - no Mundial de 2014, no Brasil. O esporte mais popular do planeta vai provocar uma goleada de investimentos no Rio e gerar uma forte movimentação no mercado imobiliário. "Junto com os centros esportivos vem também a melhoria da infraestrutura local. Qualquer benefício gera valorização", afirma Rogério Chor, presidente da Ademi.
Cheque se a empresa é indônea, verifique o acervo técnico da empresa com o Sindicato da Indústria de Construção Civil (Sinduscon) e com a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) e peça as certidões do Conselho Regional de Engemharia e Arquitetura (Crea).
Proximidade da Barra, comércio mais desenvolvido e distância de comunidades carentes. Esse é o tripé que faz da Freguesia a área mais valorizada de Jacarepaguá. "Os moradores da Freguesia têm exigência por melhor padrão, apartamentos de dois, três e quatro quartos. Esse tipo de empreendimento vende muito rápido pois segue o perfil desejado - afirma Alexandre Fonseca, vice-presidente da Ademi e diretor da Basimóvel.
A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH-RJ) e a Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi) não só apoiam a ideia de construir hotéis e apart-hotéis na zona portuária como começaram a se articular para propor estudos e projetos ao município. Além do porto, as entidades acreditam que a Prefeitura, contrária a empreendimentos desse tipo na Zona Sul e na Barra, poderá aprovar iniciativas semelhantes em bairros que precisam ser revitalizados e não dispõem de infraestrutura hoteleira convencional, como Ilha do Governador, Santa Cruz e Deodoro.
"A Vila Olímpica e a Vila de Mídia deverão criar cerca de 7 mil unidades habitacionais. Com isso, chegaremos a aproximadamente 15 mil unidades na região. Esse número é muito maior do que a demanda que a Barra consegue absorver por moradias", explica o presidente da Ademi, Rogério Chor.
Para o vice-presidente da Ademi, Rogério Zylbersztajn, o investimento em imóveis é parte da tradição brasileira, que se reflete no sonho da casa própria, uma herança cultural portuguesa. Segundo ele, se há uma corrida dos investidores para o mercado de imóveis, isso se deve à coincidência de estarmos em ano eleitoral, quando geralmente se procura ativos reais.
Formado em engenharia civil pela PUC-RJ, Márcio Fortes exerceu os cargos de presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi) e da Federação Internacional das Profissões Imobiliárias - Regional RJ (Fiabci). Foi vice-presidente do Conselho de Empresários da América Latina (CEAL), diretor-presidente do Banerj e Secretário Municipal de Obras e Serviços Públicos do Rio de Janeiro, entre outros cargos.
Apartamentos e casas de tamanhos variados em diversos bairros da cidade do Rio registram alta. Na Tijuca, com a chegada da primeira UPP, a expectativa é de um aumento de 40% no valor dos imóveis. Os dados de um levantamento da ADEMI mostram o reaquecimento do mercado na Tijuca começou em 2008. Os lançamentos no bairro foram mais tímidos no ano passado, em comparação com2008, mas a liquidez vem aumentando e puxando o valor dos imóveis.
A nova classe média é o pricipal alvo do mercado imobiliário atual. A estabilidade da moeda, o acesso ao financiamento e os juros baixos trouxeram um novo alento ao setor, que se expandiu para atender à nova clientela. Para o vice-presidente da ADEMI, Rogério Zylberstajn, o investimento em imóveis é parte da tradição brasileira, que se reflete no sonho da casa própria, uma herança cultural portuguesa.
Dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) mostram que 55% das dez mil unidades residenciais lançadas no Rio entre 2004 e 2008 estão na Baixada de Jacarepaguá. A relação entre a expansão do mercado imobiliário e o inchaço das favelas da região ainda é clara. Entre os 106 operários ouvidos na pesquisa que vivem nas redondezas, cerca de 38% são da comunidade de Rio das Pedras.
Ontem, numa entrevista coletiva na Barra da Tijuca, membros do Comitê Olímpico Internacional (COI) aprovaram a reivindicação da prefeitura de a Região Portuária abrigar boa parte da Vila de Mídia nos Jogos de 2016. Um dos argumentos de Paes junto à Comissão do COI foi o de que estudos da Ademi mostram que não há mercado imobiliário suficiente na Barra da Tijuca pare receber um número grande de unidades habitacionais, o que aconteceria caso a Vila de Mídia ficasse no bairro em sua totalidade.
De olho em novas oportunidades, grandes construtoras já demarcaram território no Grande Méier e em outros bairros. Em três anos, segundo a Ademi-RJ, mais de três mil novos empreendimentos foram lançados na região, sendo 2.329 em 2009 e 1.060 em 2008. Fatores como maior renda da classe emergente, o aumento dos prazos de pagamento e a redução da taxa de juros fizeram com que a Zona Norte voltasse a ter investimentos, avalia Alexandre Fonseca, vice-presidente da associação.
A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH-RJ) e a Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi) começam a se articular para propor projetos ao município, que, contrário a empreendimentos desse tipo na Zona Sul e na Barra, poderá aprovar iniciativas semelhantes em bairros que precisam ser revitalizados e não dispõem de infraestrutura hoteleira convencional, como Ilha, Santa Cruz e Deodoro.
O objetivo, diz o prefeito, é desenvolver a zona portuária e a região central, que carece de imóveis residenciais, ao contrário do bairro da zona oeste. O argumento da prefeitura pode ser corroborado por uma pesquisa feita pela Ademi-RJ. Na comparação do ano de 2009 com o de 2008, a Barra da Tijuca está em terceiro lugar em número de imóveis residenciais na cidade. Já no centro da cidade não existem terrenos particulares disponíveis para a construção de residências.
Segundo a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi-RJ), em três anos, mais de três mil novos empreendimentos foram lançados na região, sendo 2.329 em 2009 e 1.060 em 2008. Este ano, até o momento, pelo menos 1.307 apartamentos estão à venda.
A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH-RJ) e a Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi) não só apoiam a ideia como começam a se articular para propor projetos ao município. O consultor de Desenvolvimento Urbano da entidade, David Cardeman, achou interessantíssima a proposta. "Agora, cabe à prefeitura definir os parâmetros e em que locais os aparts poderão ser construídos. Há várias empresas interessadas", disse.
O mercado imobiliário voltado para o público de baixa renda é hoje o mais disputado. Nesse campo, a companhia encontrará concorrentes de peso como a Camargo Corrêa, Rossi Residencial, MRV, Cyrela e a PDG Realty, que no início do mês adquiriu a Agre e passou a atuar em regiões onde não estava, como Norte e Nordeste. "O preço do metro quadrado na capital é até três vezes maior que no interior", diz Rogério Chor, presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ).
Às vésperas da instalação da primeira Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) na Zona Norte, o mercado imobiliário na Tijuca tende a ficar mais aquecido. Especialistas acreditam que o preço dos imóveis no bairro pode ter um aumento de até 40%. Esse movimento, naturalmente, também é reflexo da alta de preços na Zona Sul, que, segundo economistas, tem um forte componente de bolha imobiliária.
O curso "Gestão de Resíduos na Construção Civil", promovido pelo Sindicato da Construção (Sinduscon-Rio) com apoio da Ademi, foi adiado para os dias 12, 13 e 14 de maio, das 8h30 ás 12h30. Serão 12 horas de aulas que ocorrerão na sede do sindicato, no Centro do Rio. Os associados da Ademi-RJ que pretenderem fazer o curso terão direito, não cumulativamente, ao mesmo desconto concedido aos associados do Sinduscon-Rio.
Se a Barra da Tijuca já figura entre os territórios mais proeminentes da especulação imobiliária no Rio de Janeiro, o bairro ganhou novo título: o de campeão no número de unidades comerciais lançadas. Das 3.487 ofertadas em toda a cidade em 2009, 2.712, ou 78% do total, são na Barra, de acordo com a Ademi-RJ. "O índice deste ano foi exceção", avalia o conselheiro da associação, Paulo Fabriani.
Bairro esquecido pelas construtoras nos últimos cinco anos, Madureira volta ao mapa residencial do Rio com força total. Desde o início do ano, mais de 350 unidades foram lançadas, o que não acontecia desde 2005. A maioria delas, enquadradas no programa "Minha casa, minha vida". Para o vice-presidente da Ademi, Alexandre Fonseca, outro fator que está impulsionando o mercado na Zona Norte é a perspectiva trazida pelas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).
Na última pesquisa realizada pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), a Barra teve o maior número de unidades comerciais lançadas em 2009, 2.712 das 3.487 da cidade. Seguindo a tendência do mercado, a imobiliária Lopes acaba de inaugurar sua nova sede no bairro.
A Lopes, imobiliária paulista, está de endereço novo. A empresa se instalou na quarta-feira nova sede na Barra da Tijuca. 0 movimento de uma das gigantes do mercado imobiliário confirma a tendência apontada pela última pesquisa realizada pela Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), em que a Barra aparece com o maior número de unidades comerciais lançadas em 2009, somando 2.712 de um total de 3.487 ofertadas na cidade.
De acordo com o presidente da Ademi, Rogério Chor, nos últimos quatro anos, a Barra foi responsável pela venda média de 25% dos lançamentos da cidade. Como as instalações olímpicas, que serão depois convertidas em apartamentos, têm que ficar prontas praticamente ao mesmo tempo, os lançamentos das obras teriam que ser feitos no primeiro semestre de 2013, prazo considerado curto para que o mercado absorva as vendas.
Um recorde no mercado imobiliário nacional. Assim foi considerado o lançamento, em agosto de 2005, da Vila do Pan, na Barra. Na ocasião, 95% de seus 1.480 apartamentos foram vendidos em poucas horas. Agora, depois de polêmicas envolvendo o empreendimento, novas unidades serão oferecidas ao mercado: a CEF vai leiloar 153 imóveis, com lances iniciais que variam de R$ 130 mil a R$ 480 mil. Para Rogério Chor, presidente da Ademi/RJ, fica a lição de que um projeto imobiliário precisa estar bem estruturado, em todas as suas fases.
A Lopes, uma das maiores imobiliárias do Brasil, se mudou esta semana para a sua nova sede na Barra da Tijuca. O movimento de uma das gigantes do mercado imobiliário confirma a tendência apontada pela última pesquisa realizada pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), em que a Barra aparece com o maior número de unidades comerciais lançadas em 2009, somando 2.712 de um total de 3.487 ofertadas na cidade.
Imóveis no entorno das comunidades da Tijuca terão valorização de até 40%. Em todo o bairro, as unidades poderão ficar mais caras em até 20%, com a implantação da UPP. A estimativa é de José Conde Caldas, membro da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) e presidente da Concal - que tem empreendimentos em andamento e três projetos em estudo. Ele destaca que, em 1971, o metro quadrado na Tijuca era mais caro do que em Ipanema.
A falta de mão-de-obra na construção civil já está levando empresas do setor a alongar prazos de entrega. "É uma precaução, para evitar problemas com atrasos", diz o empresário Rogério Chor, presidente da Ademi-RJ. Com a explosão da atividade no segmento, continua ele, não faltam apenas profissionais, mas também materiais e equipamentos.
Os imóveis de luxo das avenidas Delfim Moreira e Vieira Souto atraem anônimos e famosos do mundo inteiro, como o costureiro italiano Valentino e a top model Naomi Campbell. Esses apartamentos, avaliados entre R$ 20 milhões a R$ 35 milhões, têm fila de espera. Para se ter uma ideia, o Rio ocupa o 75ª posição no ranking do metro quadrado mais caro do mundo. Para o vice-presidente da Ademi, Alexandre Fonseca, a Barra da Tijuca também se aproxima dessa valorização.
O bairro do Recreio dos Bandeirantes continua uma grande atração para construtores. A região não para de receber investimentos, tem vida própria, praias limpas e já contabiliza forte valorização. De acordo com a Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), nos últimos cinco anos, o metro quadrado valorizou 65%, pulando de R$ 2.600, em 2005, para R$ 4.300, em 2009. Neste ano, serão entregues aproximadamente 1.900 unidades no Recreio, sendo 800 em Barra Bonita - área que fica ao lado do Recreio Shopping.
Foram meses de discussão até o governo federal lançar aquele que seria um dos principais motores da economia brasileira em 2009. O Minha Casa, Minha Vida saiu da gaveta em abril e, até dezembro, tinha quase 250 mil projetos aprovados. "Foi um ano de aprendizado. Agora, estamos avaliando o que precisa ser melhorado", afirma Romeo Braga, diretor de incorporação da Living, braço do segmento econômico da Cyrela."Outro problema é que, às vezes, os terrenos não contam com infraestrutura", diz João Paulo Rio Tinto de Matos, vice-presidente da Ademi-RJ.
Campo Grande não foi agraciado pela ilustre presença do mar, mas mesmo assim tem o seu "Leblon". O bairro, campeão de lançamentos imobiliários em 2009 - foram 2.654 novas unidades residenciais -, já revela os cantinhos preferidos do público. Dono da imobiliária Patrimóvel e vice-presidente da Ademi, Rubem Vasconcelos, disse que o bairro como um todo tem feito muito sucesso e teve uma valorização global de quase 70% em seis anos.
O número de lançamentos imobiliários no Rio de Janeiro apresentou um crescimento de 16,5% em 2009, na comparação com o ano anterior, de acordo com pesquisa da Ademi Rio. "O crescimento do mercado imobiliário em geral é um reflexo da retomada econômica. Nós tivemos um tropeço em 2008, mas em meados de 2009, o setor tomou fôlego novamente. Acredito que este ano o número de lançamentos supere 2009 em até 20%", afirma o vice-presidente da associação, Rodrigo Conde Caldas.
Os especialistas das áreas não deixam de se preocupar. O presidente da comissão de desenvolvimento urbano da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), José Conde Caldas, afirma que em 39 anos na profissão, nunca passou por um problema tão alarmante.
Vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Rio), Alexandre Fonseca destaca que, hoje, a valorização dos imóveis é maior na Zona Sul por conta da escassez de terrenos e, como consequência, a falta de novos lançamentos. No entanto, segundo ele, outras regiões despontam como uma boa opção de investimento a longo prazo.
Para Rubem Vasconcellos, diretor da Ademi-RJ, a segurança pública é um fator determinante para a compra de imóveis. Segundo ele, os valores estão começando a voltar à normalidade com a notícia da implantação das UPPs. "Quando se oferece mais segurança, o aumento das vendas é quase imediato", disse.
A visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí, na semana passada, reforçou a intensidade dos holofotes voltados para a região. Desde 2008, quando foi lançada a pedra fundamental do complexo, as empresas de construção civil estão em polvorosa, de olho no potencial imobiliário da região. "A implantação de uma atividade econômica desse porte provoca, por antecipação, um crescimento populacional forte e que será ainda maior nos anos a seguir", disse o conselheiro da Ademi.
Os morros do Chapéu Mangueira e da Babilônia, no Leme, ganharam a sua UPP em junho passado. A nova unidade resgatou a paz nas comunidades e seus benefícios se estenderam ao asfalto, onde os imóveis se valorizaram em cerca de 30%, segundo a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Rio).
O mercado imobiliário da Tijuca está aquecido, e as perspectivas para este ano são ainda melhores. É o que garantem especialistas da área. Embora o número de lançamentos em 2009 (quatro, sendo três residenciais e um comercial) tenha sido menor do que em 2008, a liquidez vem aumentando, bem como o valor dos imóveis. Este ano haverá pelo menos seis empreendimentos no bairro, segundo Alexandre Fonseca, vice-presidente da Ademi-Rio.
Paulo Fabbriani, conselheiro da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ), acredita que o programa habitacional do governo pode ter sido um dos responsáveis pelo adiamento do boom nessas regiões. "O Minha Casa, Minha Vida trouxe o olhar das incorporadoras para a periferia da cidade do Rio de Janeiro, local que antes não era nem bem cogitado pelo mercado imobiliário", afirma.
O número de imóveis novos vendidos no Rio cresceu 20% em 2009, em comparação com 2008. Os números são de uma pesquisa informal com grandes imobiliários feita pelo conselheiro da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Paulo Fabbriani.
O programa 'Minha casa, minha vida' está impulsionando o lançamento de unidades em bairros que estavam há vários anos sem receber novos empreendimentos. Os imóveis custam até R$ 130 mil. Bangu, Benfica e Irajá fazem parte dessas regiões, conforme revelou pesquisa de 2009 de números de unidades lançadas, da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário).
Um mês após as novas regras da Lei do Inquilinato entrarem em vigor, as relações entre donos de imóveis e inquilinos andam estremecidas. Segundo especialistas, as mudanças na lei tiveram um efeito psicológico, principalmente, nos proprietários. Para Paulo Fabbriani, conselheiro da Ademi, o aluguel atualmente é um termômetro que está registrando febre alta.
O mercado imobiliário em Niterói cresceu cerca de 20% em 2009, em comparação com o ano anterior. De acordo com a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), foram lançados 32 empreendimentos no ano passado contra 25, em 2008. Os bairros campeões em construção foram Icaraí, Jardim Icaraí, com quatro cada, Centro e Barreto, com dois cada.
Pesquisas da Ademi (associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) revela que o número de lançamentos de unidades comerciais aumentou no Rio.Em 2005, foram construídos 313 imóveis e, no ano passado, o total de lançamentos chegou a 3.487. Isso mostra que os construtores estão ampliando o seu portfólio e apostando no segmento comercial
O mercado imobiliário do DF ultrapassou o do Rio de Janeiro e, em 2009, se consolidou como o segundo do país em faturamento e em número de unidades vendidas. Paulo Fabbriani, conselheiro da Ademi do Rio de Janeiro, pondera que a comparação entre as duas cidades é possível apenas no caso de unidades novas. "O mercado do Rio chega a ser 10 vezes maior se incluirmos o volume de vendas de imóveis usados", diferencia.
Aluguel na cidade aumentou entre 30% e 50%, de acordo com estudos do Sindilojas...Sem dúvida está havendo uma procura maior por imóveis comerciais devido a Copa do Mundo e as Olimpíadas", afirma Rodolpho Vasconcellos, conselheiro da Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi- RJ). Segundo dados da associação, em 2009 foram lançados dez empreendimentos comerciais na cidade. No ano anterior, foram seis empreendimentos.
Em 2009, foram lançados 10 empreendimentos comerciais na cidade do Rio, sendo seis na Barra da Tijuca. No total, foram 3.331 novas unidades comerciais, com valor global de vendas de R$950 milhões. O resultado foi melhor que o de 2008, quando foram lançados seis empreendimentos comerciais no município, com 1.933 novas unidades. Os números são da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Rio).
O futuro vai chegar resgatando ícones arquitetônicos do passado. Diante de temperaturas que, segundo previsões de climatologistas para o Estado do Rio, estarão mais altas daqui a 50 anos entre 2 e 6 graus, recursos como o pé-direito alto, que garante maior circulação do ar, e o brise-soleil, que filtra a entrada do sol, vão nortear os projetos dos novos apartamentos.Para o arquiteto David Cardeman, diretor de Desenvolvimento Urbano da Ademi-Rio, os prédios do futuro tendem a ser autossustentáveis.
Administradoras de imóveis estimam uma recuperação entre 20% a 50% no preço de casas e apartamentos em regiões como Copacabana, Leme e Botafogo, onde as UPPs foram implantadas. Para a Ademi, a valorização dos imóveis é imediata. "No início ninguém acreditava na ocupação. Agora, basta o anúncio para a especulação começar. É um chamariz para os corretores aumentaram suas vendas", diz o conselheiro Alfredo Lopes.
Basta um passeio rápido pelo entorno do NorteShopping, no Cachambi, para perceber a quantidade de prédios novos ou em construção que surgiram por ali. Segundo dados da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), quase 2.400 unidades foram lançadas na região entre 2007 e 2009. A presença do shopping e do estádio Engenhão valorizaram as ruas do entorno ao longo dos anos em, pelo menos, 30%.
A Editora Renovar, no Centro, lança no dia 28 de janeiro, a partir das 17h30, o livro "Estruturação Imobiliária Aplicada - Fundamentos". A publicação tem introdução do professor Melhim Chalhub e, entre os autores, o advogado Maury Rouède Bernardes, consultor jurídico da ADEMI RJ. O trabalho apresenta os fundamentos para a montagem e o desenvolvimento de negócios imobiliários.
O conselheiro da Ademi, Paulo Fabbriani, pondera que a alteração pode não trazer grande impacto na locação de imóveis. "A mudança não vai trazer uma grande oferta de avulsos. E o preço, também, dificilmente vai cair. Com as alternativas de investimento nos patamares de taxas de retorno dos últimos anos, muitos proprietários vem alugando os seus imóveis, optando pela renda imobiliária ao invés de deixar o imóvel fechado, mesmo correndo o risco da legislação anterior. Afinal, o imóvel como ativo real passou a ser procurado por investidores, inclusive pela segurança que oferece".
Campo Grande ficou com o primeiro lugar no ranking dos bairros que ganharam o maior volume de novas moradias em 2009. Os dados são da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi Rio).
No Rio de Janeiro, o número de lançamentos residenciais teve ligeiro crescimento, em 2009, informou a Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi-Rio): foram 10.262 unidades, um pouco superior aos 10.111 de 2008. Entre os bairros analisados, Campo Grande (com 2.625 unidades) superou Jacarepaguá, bairro-líder de 2008, em 5,3%.
Mesmo com a crise dos bancos, desencadeada no primeiro semestre de 2008, o número de lançamentos imobiliários residenciais no Rio não sofreu queda, conforme divulgado na pesquisa da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi Rio).
O mercado imobiliário do Rio de Janeiro começa o ano comemorando principalmente os resultados e as projeções para os escritórios de luxo. O conselheiro da Associação dos Dirigentes de Empresas do mercado Imobiliário, Rodolpho Vaconcellos, destaca que o investidor deve preferir os imóveis comerciais no Rio, onde a locação chega a 1% do valor das salas enquanto os residenciais não passam de 0,4%.
A Barra foi o bairro que mais cresceu em 2009. Pesquisa da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) revela que, dos 13.749 empreendimentos lançados na cidade, 3.634 foram construídos por lá. Jacarepaguá, Recreio e Campo Grande vêm logo depois.
Muitos habitantes com renda alta, boa infraestrutura e facilidade na aprovação de projetos. Esses três fatores, de acordo com representantes do mercado imobiliário, tornam Nova Iguaçu a melhor cidade da Baixada para investimentos. "Todos os investimentos feitos na cidade nos últimos anos tiveram muito sucesso. Com certeza, o número total de 2010 ultrapassará essas 1.100 unidades já previstas", diz o consultor Alfredo Lopes, da Ademi.
Vice-presidente da Ademi , Rubem Vasconcelos acredita que outros ajustes são necessários. "Quem tem renda menor só compra imóvel de R$ 130 mil se tiver poupança ou FGTS altos. Nesse caso a pessoa se interessa por outros produtos", analisa. Porém, segundo o secretário estadual de Habitação, Leonardo Picciani, o programa não mudará: "Nossa expectativa é que os trabalhadores sejam reajustados. Devemos manter o mesmo padrão".
A valorização imobiliária já esta ocorrendo no bairro. De acordo com o conselheiro da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi - RJ), Paulo Fabbriani, com o relançamento do bairro de São Cristóvão como um polo em desenvolvimento a valorização dos imóveis cresce. Esse fator é muito positivo para cidade. "Estão adotando o modelo que foi feito na Barra da Tijuca para São Cristóvão.
Os projetos de novos empreendimentos para 2010 estão pulverizados pela cidade. Mas a vedete deste ano promete ser a Zona Norte, segundo Rubem Vasconcelos, presidente da Patrimóvel e vice-presidente da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
O empreendimento Alphaville Barra da Tijuca, no Rio, lançado pela Gafisa em parceria com a Alphaville Urbanismo, foi vencedor do Ademi Prêmio Master Imobiliário 2009, na categoria Marketing/Comercialização. A estratégia de marketing e vendas ganhadora destacou o produto, o consumidor e a confiança do corretor.
O programa 'Minha Casa, Minha Vida', além de reduzir o déficit habitacional e gerar emprego, está levando os construtores a lançar empreendimentos em regiões que não recebiam unidades novas há muitos anos. A Rossi, por exemplo, terá o Rossi Ideal Vila Guaratiba, na Pedra de Guaratiba, na Zona Oeste. Segundo o vice-presidente da Ademi e diretor da Basimóvel, Alexandre Fonseca, há investidores estudando negócios na Pedra de Guaratiba.
Nesta terça-feira, a Fundação Getulio Vargas divulgou que o IGP-M registrou deflação de 1,72% em 2009, a primeira variação negativa em um ano desde o início da série histórica, em 1989. Os resultados acumulados em 12 meses do indicador mostram deflação desde julho. Segundo Paulo Fabbriani, conselheiro da Ademi, nos últimos anos, o mercado imobiliário colocou no mercado apenas um quarto do que seria necessário para atender ao crescimento populacional do Estado do Rio no período.
Desde julho, quem mora em casa alugada se depara com deflação no índice que rege a maioria dos contratos, o IGP-M. Pela lei, o locatário tem direito a pedir redução no aluguel, na hora do reajuste anual. Mas o que se vê, num mercado aquecido, é que nem sempre o inquilino exige esse direito, com medo de azedar a relação e ter problemas na renegociação (a cada 30 meses). Paulo Fabbriani, conselheiro da Ademi, diz que a oferta não acompanha o avanço da população do Rio, por isso, o espaço para reajustes é grande.
Na hora de pensar a compra do novo imóvel, é comum o pretendente ser assaltado por muitas dúvidas. A começar pela valorização do mercado imobiliário carioca devido a Copa do Mundo de 2014 e às Olimpíadas de 2016. De acordo com o especialista da Ademi Rio, Alexandre Fonseca, se o Brasil e, especialmente, o Rio de Janeiro fizerem o "dever de casa" corretamente, os imóveis terão um ganho real daqui para lá
Os imóveis que valem ouro e atraem moradores de outras regiões são os que oferecem área de lazer caprichada. "Há estudos para a construção de novo empreendimento para a classe média", profetiza Alfredo Lopes, conselheiro da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário).
O empresário Rogério Chor, presidente da Ademi/RJ, está otimista. Afinal, passada a crise, o setor não apenas demonstrou sinais claros de recuperação, como ganhou novo fôlego com incentivos vindos das esferas públicas municipais e federais. Para 2010, ele prevê um crescimento entre 20% e 30%.
O ano começou tímido, com o mercado imobiliário temendo os reflexos da crise financeira. Mas na contramão das empresas que optaram por adiar lançamentos, o ânimo do consumidor manteve-se inabalável em 2009. A Ademi espera encerrar o ano com 13.100 novos imóveis, sendo dez mil residenciais e 3.100 comerciais.
A construção de espaços comerciais dobrou no Rio este ano, segundo prévia da Ademi. O número de novas unidades subiu de 1.966, em 2008, para 3.100. A Barra foi o bairro campeão em lançamentos no setor, com 2.480, ante 1.195 no ano passado. Mas perdeu o 1º lugar no ranking residencial para Jacarepaguá, que somou 2.500 novas unidades.
Dois patriarcas do mercado imobiliário carioca foram os grandes homenageados do Prêmio Ademi 2009. José Conde Caldas, presidente da Concal, e Carlos Fernando de Carvalho, da Carvalho Hosken, receberam, no dia 7 de dezembro, os troféus de "Empresário do ano" e "Personalidade do ano", respectivamente.
Dois patriarcas do mercado imobiliário carioca foram os grandes homenageados do Prêmio Ademi 2009. José Conde Caldas, presidente da Concal, e Carlos Fernando de Carvalho, da Carvalho Hosken, receberam, na última segunda-feira, os troféus de "Empresário do ano" e "Personalidade do ano", respectivamente.
O prefeito Eduardo Paes disse nesta quarta-feira que não vai dar licença para construções no número 570 da Avenida Bartolomeu Mitre, no Leblon. Ao reagir à decisão do juiz João Felipe Nunes Ferreira Mourão, da 5ª Vara de Fazenda Pública, que determinou a exclusão do imóvel da Área de Proteção ao Ambiente Cultural (Apac) do Leblon. O valor do metro quadrado do bairro varia de R$ 8 mil a R$ 21 mil, de acordo com o vice-presidente da Ademi, Alexandre Fonseca.
A entrega da 10ª Edição do Destaque Ademi - Prêmio Master Imobiliário em 2009 será amanhã no Hotel Intercontinental e coincidiu com a maior conquista esportiva já obtida pela cidade do Rio. O direito de sediar os Jogos Olímpicos de 2016 motivou a Ademi a escolhê-los como tema para a homenagem do mercado imobiliário.
Pela primeira vez houve uma votação unânime em uma das categorias do Prêmio Ademi Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário, que escolhe os melhores da construção. José Conde Caldas, presidente da construtora Concal, foi eleito o empresário do ano. Ele, que também é vice-presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro, busca junto ao poder público melhorias para a revitalização de São Cristóvão.
A Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi RJ) promoverá, amanhã, o prêmio Destaque Ademi 2009. Neste ano, a premiação homenageará os eventos olímpicos conquistados pelo Rio, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas. O evento será no Hotel Intercontinental, em São Conrado.
Rubem Vasconcelos, da Patrimóvel, recebe hoje o 10º Prêmio Ademi de Imobiliária do Ano.
O setor imobiliário está otimista. Os imóveis no Rio de Janeiro se valorizaram entre 15% e 20% nos últimos dois anos, segundo o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rogério Chor, que complementa: haverá forte valorização de imóveis na cidade com os Jogos Olímpicos
O governo do estado pretende triplicar até o fim de 2010 o número de pessoas beneficiadas no Rio por Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), informou ontem o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame. Atualmente, são cem mil habitantes atendidos. Com novas UPPs, esse número chegará a 300 mil - ou cerca de 30% dos habitantes de favelas na capital. Segundo a Ademi, as UPPs refletiram positivamente também no mercado imobiliário.
Se a recessão no Brasil foi estancada no segundo trimestre de 2009, agora a herança da crise está ficando para trás. Graças principalmente ao consumo interno, a economia está aquecida e vários dos seus principais indicadores já superam os números de setembro de 2008, quando o agravamento da crise mundial atingiu o país em um bom momento. O setor de imóveis está entre os que deverão crescer. Segundo a Ademi, haverá uma alta de 5% no número de lançamentos imobiliários e nas vendas.
Depois de passarem um tempo esquecidos, diante da exuberância dos mercados acionários, os imóveis voltaram a atrair a atenção dos investidores, na medida em que as altas deste ano nas bolsas parecem limitar as possibilidades de ganhos para o futuro. De acordo com Alexandre Fonseca, vice-presidente da Ademi, o reaquecimento deste segmento começou em 2006 e foi potencializado com a crise, que aumentou a desconfiança em relação ao mercado acionário por parte de investidores menos propensos a riscos.
A RJZ Cyrela conquistou seis prêmios na edição do estaque Ademi - Prêmio Master Imobiliário 2009.
Ter uma mega estrutura de lazer e serviços é um diferencial que a maioria dos interessados em adquirir um imóvel procura nos empreendimentos. Em alguns casos, o que dita a localização da área de lazer comum é a planta do terreno. Em Botafogo, um empreendimento tem a piscina não no alto do prédio, mas numa área mais elevada do terreno. "Acabou ficando bem charmoso, pois a piscina não foi a feita em cima do concreto e sim numa área cercada pelo verde. É esse tipo de solução que valoriza os empreendimentos, adotando áreas de lazer mais criativas", conta Rogério Chor, presidente da CHL e da Ademi.
Os fundos imobiliários vivem um momento para lá de especial. A forte procura por parte dos investidores tem feito com que essas aplicações comecem a ganhar volume, depois de 15 anos desde a sua criação. Rodolpho Vasconcellos, conselheiro da Ademi, diz que o volume ainda é pequeno e a falta de liquidez do mercado secundário é o principal entrave para que os fundos imobiliários ganhem volume de verdade.
Empresários da construção civil do Rio de Janeiro receberam com entusiasmo o Decreto Municipal 31.165, assinado no último dia 25 de setembro pelo prefeito Eduardo Paes."Até então, levava-se um ano do pedido de aprovação até o lançamento do empreendimento, sendo nove meses para legalizar e três meses para lançar", contabiliza Rogério Chor, presidente da Ademi-RJ e diretor da construtora e incorporadora CHL.
A revitalização do Porto do Rio vai contribuir para a construção de 50 mil unidades residenciais na região. A previsão é da Secretaria Municipal de Habitação, que tem feito o mapeamento de imóveis e terrenos abandonados na área, a maioria com dívidas de IPTU. O trabalho fez a demanda por imóveis na região subir nos últimos 12 meses. O presidente da Ademi, Rogério Chor, afirma que todos os construtores estão interessados no projeto do Porto.
Jacarepaguá é o bairro campeão do Rio. A região ficou em primeiro lugar no ranking dos locais com mais lançamentos imobiliários na cidade este ano. Segundo dados da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), foram lançados 998 novos imóveis no bairro no primeiro semestre de 2009.
Os representantes da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) se manifestaram contra a aplicação da outorga onerosa na Zona Sul. Alegam que o objetivo seria apenas aumentar as receitas municipais, uma vez que a região já tem infraestrutura.
Maury Bernardes, consultor jurídico da ADEMI, também acredita que o artigo 72 da Lei 11.977/09 veio dissipar dúvidas e acrescenta. "Considerando que o Código Civil de 2002 na redação do parágrafo 2º do artigo 1.334 já equipara o promitente comprador ao condômino, ao afirmar que: "São equiparados aos proprietários, para os fins deste artigo, salvo disposição em contrário, os promitentes compradores e os cessionários de direitos relativos às unidades autônomas", observa-se que a novidade introduzida pelo artigo 72 está mesmo no enquadramento do condômino adquirente devedor fiduciante, quando se refere ao credor fiduciário ao determinar expressamente que: "....será notificado o titular do domínio pleno ou útil, inclusive o promitente vendedor ou fiduciário".
"Queremos ser como Barcelona e não como Atlanta, onde tudo foi preparado apenas para os Jogos e hoje não tem mais nada. O movimento de valorização da Barra e Jacarepaguá já ia acontecer, afinal esses setores sempre chamaram a atenção dos investidores. A Olimpíada é apenas a cereja do bolo", afirma Alexandre Fonseca, vice-presidente da Ademi.
O desenvolvimento imobiliário no bairro também contribui para maior valorização. Bom exemplo disso é a quantidade de unidades lançadas nos últimos anos, que vem crescendo ou mantendo-se em bom patamar, segundo a Pesquisa da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
É quarta que vem o marco zero da aproximação entre o setor privado e a Prefeitura em torno dos projetos relacionaos à Copa do Mundo de 2014 e às Olimpíadas de 2016 na cidade. Os conselhos empresariais de construção civil e Infraestrutura da Firjan vão se reunir com o secretário especial Ruy Cezar, dedicado à Rio 2016. A reunião terá a participação de empresários associados à Sinduscon-Rio, Ademi, Aerj e Sinicon, todos ligados ao mercado imobiliário de construção.
Para incrementar as vendas e se livrar das unidades estocadas em construção ou prontas, construtoras investem mais pesado em ações que contemplam os compradores com prêmios, bônus e sorteio de R$ 1 milhão, vale-mudança, TV LCD e kit cozinha, entre outros. "Facilitar a vida do cliente após a aquisição de um imóvel é o melhor caminho para se vender mais", explica Alexandre Fonseca, diretor da Basimóvel e vice-presidente da Ademi.
Para Rodolpho Vasconcellos, conselheiro da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi RJ), os grandes responsáveis pela vinda dos estrangeiros são a estabilidade econômica e a profissionalização do setor. "A abertura de capital de algumas empresas, que anteriormente tinham um perfil familiar e, agora, contam com executivos no comando, foi o pontapé inicial do processo de expansão do setor", afirma.
Rogério Chor, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), avalia que apesar da crise e de uma retração do mercado, os investimentos na região ainda lideram: " A região é dotada de charme especial pela proximidade com a praia, a boa estrutura urbana, com inúmeros shoppings centers e os lançamentos inovadores".
O mercado imobiliário ganhará sua primeira edição do Big Brother. A construtora CHL sorteará R$ 1 milhão para quem comprar uma unidade, a partir do dia 24, do Residencial Estrelas, na Barra da Tijuca. Na data, estarão à venda 400 apartamentos dois e três quartos, com preços a partir de R$ 227 mil. "Além do grande potencial de valorização dos imóveis na região, os clientes terão a chance de mudar de vida. Depois de presentear os moradores com um carro, a CHL está inovando novamente. A chance de ganhar R$ 1 milhão é real, já que são apenas 400 unidades", explica Rogério Chor, presidente da CHL e da Ademi.
Nos estandes de venda dos empreendimentos próximos ao Autódromo e ao Riocentro - região que concentrará 50% dos locais de jogos - a visitação de pretensos compradores já aumentou. Na Avenida Abelardo Bueno, onde será erguido o Parque Olímpico, há fila de espera para a comra de unidades comerciais e residenciais. Segundo Rogério Chor, presidente da Ademi, foi formada uma comissão de representantes das secretarias de Transportes, Urbanismo, Habitação e Obras para analisar as obras do Minha Casa, Minha Vida.
"No condo-hotel, os apartamentos são comprados por particulares que, por lei, têm que entregar a administração do negócio a uma operadora", diz o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcelos.
O primeiro semestre do ano não foi bom para o mercado de Luxo na cidade maravilhosa. Segundo dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado [mobiliário (Ademi-RJ), foram lançados apenas 74 Imóveis de alto padrão no Rio de Janeiro,enquanto no mesmo período de 2008, foram 102. " A crise fez com que as empresas colocassem o pé no chão, mas os sonhos de comprar um imóvel de luxo continuam aí. É por Isso que eu acho que o mercado deve crescer", analisa Paulo Fabriani, vice presidente Ademi - RJ.
Segundo o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) e diretor da Basimóvel, Alexandre Fonseca, já houve um reajuste nos preços. "Em alguns casos foram retirados os descontos das construtoras", explica Fonseca.
Vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcelos é cauteloso em relação aos impactos no mercado imobiliário. Para ele, ainda é cedo para falar em percentuais: "Essa tendência vale para todo lugar onde houve intervenção nas comunidades".
Em Jacarepaguá, bairro onde a nova geração de apartamentos de dois quartos têm tamanho médio de 50 metros quadrados, os usados saem na frente, com uma média de 69 metros quadrados. Essa diferença, garante o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Rio), Rodrigo Caldas, não implica perda de qualidade.
O bairro de Botafogo não para de receber lançamentos imobiliários, segundo dados da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário). A Gafisa, por exemplo, lançou o Estação Sorocaba. O grande destaque são os apartamentos gardens, que apresentam um novo conceito ao consumidor: comodidade, lazer e segurança de uma casa em um condomínio vertical.
Segundo dados da Ademi-RJ, o aluguel de imóvel comercial de luxo rende atualmente entre 0,8% e 1,2% ao mês, concentrando um número maior de investidores que o segmento residencial, em que o retorno fica entre 0,4% e 0,8%.
A retomada da força do segmento imobiliário se verificou nos recentes dados divulgados pela Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi): em junho deste ano, os financiamentos habitacionais chegaram a R$ 2,9 bilhões, superando em 24,7% o montante contratado em maio deste mesmo ano e beneficiando 25.840 famílias.
O presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi), Rogério Chor, acredita que o Rio será o número um do programa no país. "Os prazos de licença da prefeitura foram encurtados. Isso vai ter um reflexo rápido", diz ele.
O aquecimento do mercado imobiliário no Rio virá por vários caminhos, segundo Rogério Chor, presidente da Ademi e da construtora CHL: pelo aumento do dinheiro em circulação, a partir de uma maior oferta de emprego; por funcionários de empresas que virão trabalhar no Rio; e por brasileiros de outros estados que voltarão a ver a cidade como opção para um segundo imóvel.
O aquecimento do mercado imobiliário no Rio terá um efeito colateral: o preço. De acordo com o vice-presidente da Ademi, Alexandre Fonseca, os imóveis na região da Barra, principalmente, serão reajustados em cerca de 50%. Os outros bairros deverão ter os preços aumentados também, mas em percentual menor.
A estimativa é do presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Alexandre Fonseca. Segundo ele, a carência de terrenos na Zona Sul e a favelização presente em muitas áreas da Zona Norte fazem com que a região da Barra e de Jacarepaguá seja responsável hoje por 70% dos lançamentos imobiliários do Rio. "O Rio é uma cidade bem populosa e geograficamente pequena. E o carioca gosta de morar perto da praia. Ali, com certeza, é hora de comprar para investir", diz Fonseca.
A escolha da cidade do Rio de Janeiro para sediar os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016, deve fazer com que os preços dos imóveis na capital fluminense cresçam, no mínimo, 50%, nos próximos sete anos. A avaliação é do vice-presidente da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), Alexandre Fonseca, para quem a valorização nos preços das unidades comerciais será ainda maior.
No Rio, as vilas surgiram no começo do século 20, junto com o surgimento das fábricas, principalmente nos bairros do Jardim Botânico, Botafogo e Flamengo. Nesses locais, as casinhas originais são reconhecidas não só pela arquitetura, mas pela quantidade de pavimentos. "Normalmente. São as mais baixas", explica David Caderman, arquiteto e consultor de desenvolvimento urbano da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
A elevação dos valores de avaliação dos imóveis nos financiamentos habitacionais, anunciada na quinta-feira pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi, não valerá só para a compra de unidades do programa "Minha casa, minha vida". "A mudança é positiva porque o governo equiparou as localidades", disse o conselheiro da Ademi, Rodolpho Vasconcellos.No Rio, serão contempladas as cidades de Petrópolis, Campos e Volta Redonda.
O presidente da Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi), Rogério Chor, está convencido não só da valorização de terrenos na Barra como em toda a cidade: "É a grande chance de virada do Rio. Não é no dia seguinte. Mas, de imediato, muda o humor. Isso contagia. Um ano e meio depois vamos sentir, de fato, reflexos econômicos, com o aumento do turismo e da renda", diz.
A taxa de juro em queda promete aquecimento de vários setores da economia e, certamente, um que aponta um cenário muito positivo é o mercado imobiliário. O setor é movido pela mola dos financiamentos bancários, que por sua vez acaba de atingir ótimos índices de crescimento, depois de alguns meses de paralisação por conta da crise. Os investidores já mostram sinais de retorno ao mercado com o novo patamar de juros, que pode até chegar a 8,5% nos próximos meses.
O encontro do prefeito Eduardo Paes com empresários e representantes da sociedade civil, a convite da Ademi, e as medidas por ele anunciadas para diminuir, através de novas regras, o prazo de licenciamento de empreendimentos imobiliários, somam-se a outras iniciativas em cujo contexto sobressai o de revitalização dos programas na área habitacional.
A aprovação de projetos imobiliários no Rio de Janeiro ficará mais rápida. Decreto assinado na última sexta-feira pela prefeito Eduardo Paes na Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) determina prazo máximo de 30 dias para a liberação de empreendimentos imobiliários, independentemente do tamanho dos projetos.
Um levantamento da Ademi-RJ mostra que foram lançados 258 lofts no Rio, nos últimos cinco anos. Boa parte dessas unidades foi de apostas da RJZ Cyrela no segmento. Dois empreendimentos - Le Parc e Mandarin - já foram lançados pela construtora.
Dois prédios localizados no Largo do Bodegão, em Santa Cruz, conhecidos como He Man e Esqueleto, serão implodidos até o fim do ano pela prefeitura. O anúncio foi feito pelo prefeito Eduardo Paes em um almoço com empresários e representantes da sociedade civil, promovido pela Ademi, no Jockey.
Comprar um imóvel ou um lote para construir a própria residência? Eis a questão que perturba o sono de muitos candidatos à casa própria. Seja qual for o desejo do cliente, a decisão inspira cuidados. É preciso checar se o lote que está sendo adquirido não é irregular, ressalta Rogério Chor, presidente da Ademi.
O prefeito Eduardo Paes assina hoje, em almoço da Ademi, decreto para desburocratizar o licenciamento de projetos imobiliários no Rio. O compromisso é aprová-los em 15 dias, se não houver exigências; ou em até 30, se houver. "A redução do prazo de avaliação, que antes levava até um ano, tem impacto direto no custo de capital das construtoras", diz Rogério Chor.
O prefeito Eduardo Paes assina hoje um decreto determinando prazo máximo de 30 dias para a liberação de empreendimentos imobiliários, independentemente do tamanho do projeto. A medida, que visa dar mais agilidade ao mercado, será anunciada hoje durante almoço de Paes na Ademi.
Uma pesquisa da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) revela que, em 2008, Campo Grande abocanhou 9,5% (ou 1.107) das 11.603 unidades lançadas no ano passado. Ou seja, um em cada dez lançamentos acontecem no bairro - resultado que o catapultou do quinto para o terceiro lugar, atrás apenas da Barra da Tijuca e de Jacarepaguá.
Medidas de sustentabilidade ambiental já são realidade entre diversos segmentos da construção civil. De acordo com o arquiteto e consultor de desenvolvimento da Ademi-RJ, David Cardeman, com a adoção de práticas sustentáveis de conservação e uso racional no setor é possível reduzir entre 30% e 40%, o consumo de energia e de água.
A fila de candidatos para aluguel de imóveis de um e dois quartos praticamente triplicou nos últimos dois anos na cidade de São Paulo. No Rio, a situação é semelhante. Dados da Ademi revelam que, hoje, de cada cem lançamentos, somente 3,9 são de um quarto. Vice-presidente da associação, Rubem Vasconcelos destaca que, embora a maior demanda para compra seja por imóveis de dois e três quartos, o quarto-e-sala atende a diversos públicos.
Evitar a consolidação de Saúde, Gamboa e Santo Cristo como bairros fantasmas é um dos pontos cruciais do projeto Porto Maravilha, que começa a ser discutido hoje na conferência "A Revitalização da Zona Portuária do Rio de Janeiro", no auditório do BNDES, no Centro. Vice-presidente da Ademi, José Conde Caldas fará palestra amanhã na conferência.
Idealizada desde o fim dos anos 70 e elaborada em projetos da Secretaria Municipal de urbanismo no início desta década, a tão falada, e adiada, revitalização da Zona Portuária do Rio parece mais perto de sair do papel agora. Um seminário vai discutir o assunto no auditório do BNDES, com a presença, entre outros, de José Conde Caldas, vice-presidente da Ademi.
Campo Grande, Guaratiba, Jacarepaguá, São Cristóvão e Santa Cruz são alguns bairros do Rio que não param de crescer. A chegada de novos moradores tem explicação: por causa do programa do governo 'Minha Casa, Minha Vida', vários empreendimentos estão sendo lançados nos bairros cariocas, com previsão de abertura de mais de 6 mil unidades, segundo Alexandre Fonseca, diretor da Basimóvel e vice-presidente da Ademi-RJ.
Em média, os preços dos imóveis no Rio subiram 100% em oito anos. Para Rodolpho Vasconcelos, conselheiro da Ademi e diretor de Operações da Domus, a alta no valor dos imóveis na cidade é um bom indicativo para o mercado.
Apesar dos pesares, a construção civil gerou, em julho, 32.175 empregos formais. "Para aprovar um empreendimento imobiliário são necessárias hoje cerca de 20 certidões, que precisam ser renovadas mensalmente, onerando em até 9% o valor dos imóveis", ressalta Rogério Chor, presidente da Ademi.
Marco Adnet, diretor da regional Rio da Rossi Residencial há nove anos, foi eleito vice-presidente da Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro.
Na falta de terrenos para construir novos prédios nas ruas mais nobres da cidade, os olheiros das empresas redobram a atenção. Assim, de vez em quando, acaba surgindo um novo condomínio em ruazinhas escondidas e, por isso mesmo, mais tranquilas. "Além de menos poluição e barulho, as ruas pequenas têm, como atrativo, uma arquitetura mais aconchegante, já que os prédios costumam ser mais baixos, via de regra, de cinco ou seis pavimentos", afirma David Cardeman, consultor de Desenvolvimento Urbano da Ademi-Rio.
O vice-presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ), Alexandre Fonseca, afirmou que a aprovação da nova legislação será a primeira sinalização do governo de que a iniciativa privada pode começar a investir na área. Ele ressalta, contudo, que o que vai determinar o tipo de empreendimento a ser construído no local e para qual classe social ele será voltado é o cumprimento da garantias de segurança e infraestrutura (limpeza, iluminação) anunciadas pelo governo.
É com a intenção de preservar o meio ambiente, evitar o aquecimento global, diminuir as despesas com água, energia elétrica e tratamento de resíduos que os empreendimentos imobiliários estão investindo em um novo design, ecológico. "A sustentabilidade tem relação direta com a economia", afirma David Cardeman, consultor de desenvolvimento da Ademi-RJ.
O programa habitacional "Minha casa, minha vida" (MCMV), do governo federal, começa a tomar conta dos catálogos das construtoras do Rio. Segundo o diretor da Basimóvel e vice-presidente da Ademi-RJ, Alexandre Fonseca, Campo Grande tem condições favoráveis para o programa do governo porque tem uma população com boa renda e que não se interessa em morar longe dali.
O diretor regional da Rossi, Marco Adnet, foi eleito vice-presidente da associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ). O executivo destacou o bom momento que o setor está vivendo com o programa "Minha casa, minha vida", para lembrar que a incorporadora já atua nesse setor há vários anos.
O programa "Minha Casa, Minha Vida", que visa facilitar a construção e o financiamento de moradias para famílias com renda de até 10 salários mínimos (R$ 4.650), saiu do papel há apenas quatro meses e já traz bons resultados para o setor imobiliário. "A Rossi espera atingir a meta de 13 a 15 mil unidades vendidas até dezembro deste ano, sendo que 30% delas no Rio de Janeiro", informa o diretor regional RJ da construtora e vice-presidente da Ademi, Marco Adnet.
Apesar da crise econômica ter afetado grande parte das empresas brasileiras, o mercado imobiliário carioca aponta um aquecimento no setor de luxo. É o que indicam os especialistas. De acordo com os dados da Ademi, somente neste ano, até julho, foram 79 lançamentos de imóveis residenciais acima de R$ 1 milhão. E, de acordo com o vice-presidente da entidade, Rodrigo Conde Caldas, a demanda é cada vez maior por esse tipo de empreendimento.
O closet, ou quarto de vestir, é um dos mais cobiçados itens nas casas das famílias brasileiras. Da classe média para cima, todos sonham ter um espaço exclusivo para guardar e trocar de roupas. É um dos símbolos de status do momento. "Donos de imóveis antigos têm criado closets para aumentar o preço de venda", afirma Alexandre Fonseca, vice-presidente da Ademi.
Uma pesquisa, promovida pelos institutos Mediator e Contexto Brasil, mostra o que quer o morador de um condomínio de classe média, onde os apartamentos são compactos, e as áreas de lazer e serviços, amplas. Para Alexandre Fonseca, diretor-executivo da Basimóvel e vice-presidente da Ademi, a tendência de imóveis compactos em grandes condomínios-clube é irreversível.
Bairro queridinho da Zona Norte do Rio, a Tijuca está entre os preferidos do carioca para morar. De 2007 para 2008, segundo a Ademi, o bairro teve crescimento de 500% no número anual de unidades lançadas, saltando de 96 para 464 novos apartamentos. Para Rodrigo Conde Caldas, vice-presidente da Concal e vice-presidente da Ademi, a Tijuca é o bairro de maior liquidez na Zona Norte.
O arquiteto David Caderman falará sobre Construção Ecoeficiente, amanhã, no curso CM2 Estruturação Imobiliária, na Ademi.
Depois de quatro meses de estagnação, o volume de financiamentos imobiliários com recursos da caderneta de poupança deu um salto em junho, no melhor mês desde agosto do ano passado. Segundo Rogério Chor, presidente da Ademi, foi justamente o aperto nos financiamentos - e não uma crise na demanda - que deu um freio nos lançamentos imobiliários no ano passado no Rio. Com mais crédito, o setor volta a ter força para crescer.
A casa rosa que abriga o Consulado Geral da Áustria, a penúltima da orla de Copacabana, foi vendida. O vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcelos, disse que a casa fica no ponto mais valorizado de Copacabana, o Posto 6, e que o metro quadrado construído ali custaria R$ 12 mil.
A Barra da Tijuca, uma das regiões mais nobres da cidade, vai abrigar empreendimento do programa 'Minha Casa, Minha Vida'. Serão 1.410 unidades na Avenida Salvador Alende, quase esquina com a Avenida Abelardo Bueno. Segundo o vice-presidente da Ademi, Alexandre Fonseca, o megaprojeto não vai desvalorizar a região.
De um lado, um mundo de água. De outro, concretos em ruína, prédios abandonados e casas velhas... Mas não por muito tempo. Para cá do Porto do Rio, há muito o que ser reaproveitado. Especialmente as moradias. O consultor de Desenvolvimento Urbano da Ademi, David Cardeman, acredita que muitas famílias se interessam por morar na área.
A CM2 inicia amanhã, na Urca, com apoio da Ademi-RJ, seu 4º curso Estruturação Imobiliária Aplicada.
O mercado imobiliário do Rio poderia ter traçado um caminho diferente, mais homogêneo. A avaliação, feita pelo arquiteto e urbanista Carlos Fernando Andrade, superintendente do Iphan no Estado do Rio, encontra respaldo não só no esboço do novo Plano Diretor, como no discurso de construtores, como José Conde Caldas, vice-presidente da Ademi. Caldas concorda, em parte, com a tese.
A deflação de 0,67% do IGP-M nos últimos 12 meses vai ajudar os inquilinos que estão negociando o reajuste do aluguel. Segundo agentes do mercado imobiliário, a tendência é de que o valor pago mensalmente caia ou permaneça estável. Para Paulo Fabbriani, conselheiro da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), o IGP-M favorece o inquilino cujo contrato de aluguel está fazendo aniversário.
De janeiro a junho de 2009, o preço do aluguel em São Paulo teve variação de 20%. No Rio de Janeiro, a oferta também vem caindo. Dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário revelam que, hoje, de cada cem lançamentos, somente quatro têm um dormitório.
Segundo a ADEMI, entre 2007 e 2008 foram lançados no Rio cerca de 13.959 unidades. A Barra da Tijuca tem o maior número de unidades disponibilizadas (cerca de 4.945). Nos últimos anos, o segmento residencial representou mais de 90% dos lançamentos.
A construção civil se firmou como um dos setores que mais tem empregado profissionais, apesar de faltar mão de obra qualificada. "O novo plano do governo federal faz com que o mercado tenha um crescimento muito grande nos próximos anos e uma contratação de mão-de-obra cada vez maior", afirma o conselheiro da ADEMI, Paulo Fabbriani.
Confiantes no sucesso do programa, as construtoras calculam que a capacidade de faturamento do setor poderá dobrar, uma vez que, por volta de 2016, o mercado de imóveis até R$ 150 mil deverá superar o volume do mercado tradicional. "Ele será fundamental não só para atender às famílias mais pobres, mas também para a saúde das empresas", afirma Rogério Chor, presidente da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi).
São muitos os que sonham em morar numa cobertura. Daquelas com vista para a paisagem do Rio e um terraço que permita uma série de atividades impensáveis no confinamento de um apartamento padrão. "Quanto mais sofisticado for o empreendimento, a cobertura tem mais sentido de ser construída", diz Rodrigo Conde Caldas, vice-presidente da Ademi.
Praticamente um ponto de turismo - inclusive para cariocas de outros locais - São Cristóvão, o bairro imperial, deve aumentar sua população em torno da Quinta, cheia de prédios em construção após a mudança o Plano de Estruturação Urbana (PEU), aprovado em 2004. os lançamentos imobiliários em São Cristóvão dispararam a partir de 2006, acumulando 750 novas unidades até o ano passado, segundo o vice-presidente Ademi, Rubem Vasconcelos.
Se o Rio, de fato, renascer no Cais do Porto, como esperam as autoridades, as moradias na região, no futuro, poderão alcançar preços de bairros da Zona Sul. O presidente da Ademi, Rogério Chor, acredita que a Zona Portuária tem potencial para receber moradias para classe média alta.
Os 250 anos que a Tijuca completa neste mês marcam o choque entre a tradição e a desvalorização nos valores de casas e apartamentos próximos a favelas. Segundo José Conde Caldas, do Conselho de Desenvolvimento Urbano da Ademi, há uma reação do mercado no bairro, evidenciada com a venda total na região de dois prédios lançados pela Concal em 2008.
A falta de terrenos na Zona Sul do Rio tem estimulado a construção de novos empreendimentos em Jacarepaguá e na Barra da Tijuca. Isso faz com que essas regiões liderem há cinco anos o ranking de lançamentos. Em 2008, a pesquisa da Ademi do Rio de Janeiro apontou que cerca de 70% dos lançamentos estavam concentrados nessas áreas. No entanto, de acordo com Paulo Fabrianni, conselheiro da Ademi, em 20 anos, esses bairros não terão mais possibilidades de expansão.
Construtoras e incorporadoras investem cada vez mais na decoração das partes comuns dos empreendimentos, contratando arquitetos, designers e paisagistas renomados. "Os moradores vão encontrar o empreendimento totalmente decorado e funcionando", explica o conselheiro da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), Paulo Fabbriani.
Considerado o pedaço mais valorizado de Jacarepaguá, a Freguesia fica ao pé da serra e é porta de entrada, a leste, para quem chega pela antiga Estrada Grajaú-Jacarepaguá (atual Avenida Menezes Cortes). David Cardeman, consultor de Desenvolvimento Urbano da Ademi, lembra que o PEU, aprovado em 2006, acabou sendo determinante para o surgimento de novos imóveis.
Em uma época em que a decoração passou a ser um negócio, a Região Serrana do Rio se destaca como um polo de bons profissionais e eventos grandiosos. Além disso, por abrigar construções de alto luxo, trata-se de uma das áreas que mais se valorizam no Rio, diz José Conde Caldas, vice-presidente da Ademi.
De olho no programa habitacional "Minha casa, minha vida", construtoras e imobiliárias planejam lançamentos de empreendimentos residenciais populares, com unidades de até R$ 80 mil, e econômicos, cujos preços variam de R$ 80 mil a R$ 150 mil. De acordo com Alexandre Fonseca, vice-presidente da Associação Ademi e diretor da Basimóvel, o programa dará continuidade ao boom imobiliário que vem ocorrendo na Baixada há três anos.
Os imóveis estão de volta à lista de boas opções de investimento. Segundo executivos do mercado imobiliário, o movimento de compra de unidades para alugar teve um crescimento da ordem de 20% no mês de junho. Na comparação com a poupança - que rende mensalmente 0,5% mais TR (na quinta, esse resultado era de 0,56%) -, o retorno financeiro, por ora, é semelhante, diz Rodolpho Vasconcelos, conselheiro da Ademi e diretor de operações da Domus.
O município do Rio registrou lançamento de 3.080 unidades imobiliárias de janeiro a maio, segundo a Ademi. O resultado ficou bem abaixo dos 4.102 de 2008.
Empresários do mercado imobiliário da construção civil e a Cedae firmaram parceria, na sexta-feira, para aprimorar o processo de instalação de projetos habitacionais ou comerciais, em conjunto com o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Rio de Janeiro (Sinduscon-Rio) e a Associação do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ). O presidente da Ademi, Rogério Chor, acredita que esse novo relacionamento trará dividendos para o estado.
Com as sucessivas quedas da Selic (a taxa básica de juros), a maioria dos especialistas recomenda um plano com juros pós-fixados. Para Paulo Fabbriani, conselheiro da Ademi, mesmo que houvesse uma alta da Selic, o impacto nas prestações seria insignificante.
Alheio à crise mundial, o setor imobiliário de luxo, com destaque para o Brasil, passa ao largo dessa tormenta. Segundo o vice-presidente da Ademi, Rodrigo Caldas, o bom preço atrai muitos estrangeiros que querem passar uma temporada no país.
O mercado imobiliário da Baixada Fluminense ganha ainda mais fôlego com o programa do governo 'Minha Casa, Minha Vida', que prevê imóveis de até R$ 130 mil. Para o presidente da Ademi, Rogério Chor, o mercado agora está caminhando para atender a diversas áreas do Rio.
O que é melhor, morar em um apartamento pequeno na Zona Sul ou num com o dobro do tamanho na Zona Norte? Depende, mas tem muita gente que prefere a segunda opção. Segundo o consultor de Desenvolvimento Urbano da Ademi, David Cardeman, transporte diversificado é um dos trunfos da Zona Norte.
Descolado da crise, o setor imobiliário residencial de alto luxo continua de vento em popa, no que depender da procura. No fim do mês, será lançado condomínio residencial na Barra da Tijuca, no qual os preços variam entre R$ 2,2 e R$ 4,6 milhões. Apesar da tendência, porém, o mercado de alto luxo, encontra dificuldade para se expandir, de acordo com Paulo Fabbriani, conselheiro da Ademi.
A pouca oferta de vagas nas ruas da cidade, devido ao aumento da frota de veículos, além da falta de segurança nessas vias, leva o niteroiense a buscar vagas nos poucos edifícios garagens ou estacionamentos privados para estacionar seu carro.
Pelo terceiro mês consecutivo, o IGP-M encerrou maio com deflação de 0,07% segundo os números divulgados FGV. "No fim do ano passado tivemos uma situação atípica do IGP-M, em alta, que não se configurou em tendência. As condições de crédito para aquisição da casa própria estão mais atraentes, mais um fator de vantagem para o inquilino", afirmou Rodolpho Vasconcellos, conselheiro da Ademi.
As construtoras vêm criando espaços inimagináveis em condomínios, investindo principalmente em áreas de lazer. De acordo com Rogério Chor, presidente da Ademi, no futuro os condomínios serão mais seletivos ao oferecer alternativas de lazer.
Num movimento iniciado pelas instituições privadas e já seguido pelo Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal anunciou ontem a redução dos juros cobrados no crédito imobiliário para novos contratos. Segundo a Ademi, em maio foram lançadas 260 unidades residenciais no Rio, número semelhante ao registrado no mesmo período do ano passado.
Pelo terceiro mês consecutivo, o IGP-M encerrou maio com deflação de 0,07% - após resultados negativos de 0,15% de abril e de 0,74% em março - segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). Rodolpho Vasconcellos, conselheiro da Ademi, diz que os inquilinos serão beneficiados no momento de renegociar os aluguéis este ano.
Há sete meses, a Bolsa brasileira bateu no ponto mais baixo dos últimos anos. De lá para cá, já subiu 80%. Olhando para a economia real, as luzes amarelas, porém, ainda estão acesas no painel. O setor imobiliário, por exemplo, sofreu um baque em plena temporada de lançamentos, mas Rogério Chor, da Ademi, dá um bom sinal da melhora recente. Segundo ele, neste segundo trimestre sua empresa voltou a conseguir antecipação de recebíveis.
O prefeito do Rio, Eduardo Paes, assinou uma parceria com o Ministério do Turismo para promover a revitalização do zona portuária. O programa terá investimento de US$ 187 milhões. David Cardeman, consultor de desenvolvimento urbano da Ademi, defende que a área se torne um local misto, com empreendimentos residenciais e comerciais.
Desde 2003 sem lançamentos imobiliários, segundo uma pesquisa da Associação de Dirigientes de Empresas do Mecado Imobiliário do Rio (Ademi-RJ), o bairro do Grajaú volta a receber investimentos.
A confiança voltou ao mercado imobiliário carioca depois dos efeitos provocados pela crise financeira internacional. As medidas de estímulo aos negócios adotadas pelo governo começam a surtir efeito, especialmente na oferta de crédito para a compra da casa própria. Para Rogério Chor, presidente da Ademi, a principal tendência dos empreendimentos é uma completa estrutura de lazer e serviços, semelhante a que se tornou marca dos grandes condomínios da Barra da Tijuca.
Depois de São Cristovão, que atualmente, é uma das regiões mais valorizadas da Zona Norte, construtoras e incorporadoras passam a investir em regiões como Benfica, Flamengo, Grajaú, Madureira e o famoso condomínio Nova Valqueire. Segundo o vice-presidente da Ademi, Alexandre Fonseca, o fato da região não receber lançamento há muito tempo representa que existe uma demanda reprimida muito grande.
Enquanto as "pacificações" - ocupações da polícia em favelas para retirar domínios de tráfico ou de milícias - ainda enfrentam dificuldades, a prefeitura inicia a primeira escala de 24 horas da Guarda Municipal (GM), no Leme e anuncia sua extensão aos outros bairros "pacificados", assim como à Lapa. Segundo agentes imobiliários de órgãos como a Ademi, ruas próximas a morros no Leme devem custar a chegar à média de preços do bairro.
Pesquisa do Ibope, feita por encomenda de empresas do mercado imobiliário, mostra que 21% dos chefes de domicílios cariocas pensam em comprar um imóvel residencial ainda este ano. Rogério Chor, presidente da Ademi, diz que os motivos que protegem o mercado da crise também têm a ver com incentivos recentes do governo, como o "Minha casa, minha vida".
As campanhas de venda de imóveis acrescentam um novo argumento de venda, intitulando de "prédio verde" muitos empreendimentos. Não basta ter um jardim bem cuidado ou meia dúzia de árvores para merecer o crédito. Segundo David Cardeman, consultor da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) trata-se de uma aposta do setor, viável e lucrativa."
A oferta de apartamentos de um quarto é cada vez menor na cidade. "O aumento no número de pessoas que moram sozinhas é reflexo do mundo moderno em que vivemos. Mas há empecilhos legais que dificultam a aposta das construtoras nesse tipo de imóvel", afirma o presidente da Ademi, Rogério Chor.
A pacificação dos morros da Babilônia e do Chapéu Mangueira, no Leme, resultará numa recuperação de 30% a 40% do valor dos imóveis do bairro, no período de um ano. A estimativa é do vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Rio), Rubem Vasconcelos.
O anúncio de que os morros do Leme serão os próximos ocupados pela polícia com as chamadas unidades pacificadoras não deve ser suficiente para valorizar os imóveis na região. Segundo Rubem Vasconcellos, presidente da Patrimóvel e vice-presidente da Ademi, casas com vista para favelas são vendidas e alugadas até 70% abaixo do valor.
Em um só lugar, um leque de opções de 66.163 imóveis, entre novos, usados e na planta, com valores de R$ 42 mil a R$ 1,5 milhão e a garantia de financiamento da Caixa de até 100% do valor, em 30 anos. Rogério Chor, presidente da Ademi, se diz otimista com as novas perspectivas do mercado imobiliário.
Botafogo continua atraindo construtores e interessados na compra do imóvel. Segundo a Ademi, houve 79 lançamentos no bairro, de janeiro a abril. No ano passado, a região recebeu 197 unidades.
O plano habitacional "Minha casa, minha vida movimenta o setor no Estado do Rio, que será contemplado com a construção de 74.657 casas. A possibilidade de desenvolvimento urbano e imobiliário é confirmada com otimismo pelo conselheiro da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) do Rio, Paulo Fabbriani.
A Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) lançou apoio à candidatura do Rio de Janeiro à sede dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016.
A Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas de Mercado Imobiliário) lançou seu apoio à candidatura do Rio à sede dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016.
O medo da turbulência econômica fez com que construtoras e incorporadoras trancassem seus caixas a sete chaves, até que o cenário mundial fique mais nítido. De acordo com Rodrigo Conde Caldas, vice-presidente da Ademi-RJ e da construtora Concal, o ano começou fraco devido à tradicional sazonalidade do mercado imobiliário - entre o Natal e o Carnaval - e ao que ele chamou de "apavoramento".
Apesar da falta de segurança em Santa Teresa, o vice-presidente da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), Rubem Vasconcelos, acredita que com a Copa do Mundo e a candidatura às Olimpíadas a situação vai melhorar. "A ocupação é que protegerá o bairro contra a degradação", afirma.
Enquanto cresce o número de brasileiros que moram sozinhos - em uma década, quase dobrou, chegando a 6 milhões de pessoas, segundo o Censo 2008 -, a oferta de apartamentos de um quarto é cada vez menor. Hoje, no Rio, de cada cem lançamentos, somente 2,2 são de um quarto. É o que mostra pesquisa da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Rio).
A sinergia entre prefeitura e governo estadual já produz frutos na Câmara de Vereadores. O primeiro projeto de lei apresentado por Eduardo Paes à Casa pretende dar um destino a dezenas de terrenos desapropriados para implantação da Linha 1 do metrô. Vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcelos considera o projeto bem-vindo.
O pacote habitacional lançado pelo governo federal - que pretende viabilizar a casa própria para um milhão de pessoas no país - deve contribuir para o aumento do número de mega condomínios no Rio. Segundo dados da Ademi, os condomínios de grande porte são uma tendência que vieram para ficar.
Em entrevista ao programa Jornal do Rio, da TV Band, no dia 08/04, o presidente da ADEMI, Rogério Chor, falou sobre as medidas previstas pela prefeitura para se adequar ao programa "Minha Casa, Minha Vida", do governo federal. Segundo Chor, são iniciativas que fazem com que o valor da prestação de compra da casa própria caia significativamente. "Poderão atender a uma classe que, há no mínimo uns vinte anos, não está sendo atendida pelo mercado", comentou. Clique para assistir o vídeo da entrevista.
Segundo a Associação de Empresas de Mercado Imobiliário do Estado (Ademi/RJ), foram lançados na cidade 400 imóveis residenciais no primeiro trimestre deste ano. No estado, a oferta de unidades residenciais somou 1.303.
Dados da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) revelam que a queda no número de unidades lançadas na cidade foi de 73,3% no primeiro trimestre do ano comparado com o mesmo período de 2008.
Mudança no conceito dos investimentos em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio - com construtoras investindo mais em prédios do que em casas -, vem transformando o perfil da região. Dados da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) revelam que, no ano passado, Campo Grande ficou em terceiro lugar no número de unidades lançadas, com 10% do mercado, no total de 1.107 imóveis.
No rastro do programa "Minha casa, minha vida", do governo federal, a Prefeitura do Rio está preparando um pacote de incentivos fiscais para estimular a construção e a compra de imóveis populares na cidade. O presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rogério Chor, aprovou a decisão de desburocratizar a concessão de licenças.
A polêmica frase do presidente Lula sobre os efeitos da crise financeira no Brasil - "lá (nos EUA), ela é um tsunami; aqui, se chegar, será uma marolinha" - fez sentido para o mercado imobiliário do Rio. Os números da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) demonstram o movimento de reaquecimento dos lançamentos: foram postas à vendas 280 novas unidades residenciais em março, número quase três vezes maior que o de janeiro.
Um pacote de medidas para estimular o setor imobiliário será lançado pela Prefeitura na semana que vem. O presidente da Ademi-RJ, Rogério Chor, acredita que o novo pacote habitacional auxiliará na instalação de empreendimentos em áreas como Campo grande, Santa Cruz, Jacarepaguá, Méier e Vila Valqueire.
O número de lançamentos residenciais e comerciais na cidade caiu 73,3% no primeiro trimestre, frente ao mesmo período de 2008. Segundo Rogério Chor, presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) e da CHL, o crédito mais escasso explica esse recuo forte no número de lançamentos.
O mercado imobiliário carioca já havia demonstrado seu interesse em atrair consumidores da classe média emergente, lançando empreendimentos sofisticados nas zonas Norte e Oeste. "A construção civil investe onde vê potencial", diz o presidente da Ademi, Rogério Chor.
O mercado imobiliário na Baixada Fluminense nunca esteve tão aquecido. Segundo números da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi), nos últimos dois anos, foram lançadas 2.794 unidades residenciais em Nova Iguaçu e Duque de Caxias.
O sucesso de vendas de empreendimentos comerciais comprova que os investidores têm fugido das oscilações financeiras de outras aplicações e optado por adquirir imóveis em busca de solidez. "Houve redução de lançamentos, mas não a paralisação do setor", avalia o presidente da Ademi, Rogério Chor.
O impulso à utilização do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), um dos destaques do programa de estímulo à habitação, pelo governo federal, tem por objetivo atrair empresas para o sistema. Segundo o vice-presidente da Associação dos Dirigentes das Empresas de Mercado Imobiliário (Ademi), Paulo Fabbriani, o SIF deverá substituir o Sistema Financeiro de Habitação (SFH).
Rogério Chor, presidente da Ademi, reunirá dia 8 empresários do setor imobiliário em almoço com Eduardo Paes, no Jockey Club.
A disparidade de oferta de imóveis na Barra, Campo Grande,Vila da Penha e Jacarepaguá em relação aos outros bairros é grande e mostra, segundo a Ademi, que esta é a tendência natural de crescimento da cidade. Nestas regiões há uma maior disponibilidade de terrenos a menores custos e uma legislação que não impõe tantas limitações quanto às de outras áreas, como a Zona Sul. Além disso, segundo Rodolpho Vasconcellos, conselheiro da Ademi, os lançamentos dessas áreas da cidade oferecem uma boa infra-estrutura, difícil de ser encontrada em outras regiões.
Rogério Chor, presidente da CHL e da Associação de Dirigentes de Empresa do Mercado Imobiliário (Ademi/RJ), admite que o estoque está maior, mas diz que parte dessa alta decorre dos recordes de lançamento: - Se você lança mil unidades e sobram 10%, são cem. Se lançar duas mil e sobrarem os mesmos 10%, são 200. Não houve tempo para um excesso de oferta.
Em entrevista ao programa CBN Rio na última quinta-feira (26/3), o presidente da ADEMI, Rogério Chor, falou sobre a polêmica da construção de condo-hotéis no Rio de Janeiro para atender a demanda da Copa do Mundo de 2014. "O problema é que, passada a euforia e a grande demanda da Copa, o que os investidores farão com os quartos se o hotel não gerar renda?", questionou. Clique para acessar a entrevista.
Um dia depois do anúncio do pacote habitacional, construtores puseram suas equipes para rever o planejamento e priorizar empreendimentos econômicos, até R$ 130 mil. Segundo Rogério Chor, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi/RJ), há condições de retomar crescimento.
Rodrigo Conde Caldas, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), a Barra da Tijuca fechou a lacuna dos imóveis residenciais e agora a demanda reprimida dos comerciais ganha fôlego. "Isso ocorre principalmente porque as pessoas gostam de morar perto de onde trabalham" explica.
Presidente da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), Rogério Chor disse que esse é o primeiro pacote do governo voltado ao setor da construção civil que atua na demanda. Com isso, dá mais chance a quem quer comprar imóvel. "Por outro lado, com as medidas de desoneração de impostos, tal como a redução da alíquota do Regime Especial de Tributação da Construção Civil, o setor vai poder vender imóveis mais baratos, com efetiva redução no preço final", diz.
O presidente da construtora CHL e da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), Rogério Chor, disse que será preciso acelerar a aprovação de projetos: - Hoje o prazo é de quatro a cinco meses, e terá que ser de 30 dias.
Uma qualidade do programa é ser, como explicou o presidente da Ademi-RJ, Rogério Chor, um programa que tem incentivos à demanda.
O governo conseguiu fechar as contas e vai garantir investimentos de pelo menos R$ 28 bilhões no pacote habitacional a ser lançado hoje pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Serão R$ 16 bilhões da União para construir 400 mil casas (valor médio de R$ 40 mil) para famílias com renda entre zero e três salários mínimos, totalmente subsidiadas. Segundo Rogerio Chor, presidente da CHL e da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ), nenhuma empresa, entre as grandes, está perto de quebrar atualmente no país: "O mercado não está parado". Acesse a íntegra do Plano Nacional de Habitação, lançado em 25 de março de 2009.
Rodrigo Conde Caldas,vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) e da construtora Concal, considera um equívoco considerar apenas o aluguel mensal como rentabilidade. Ele estima que um apartamento na Zona Sul do Rio se valorize mais de 15% ao ano.
Para Rodolpho Vasconcelos, conselheiro da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), as duas opções têm prós e contras. Ele lembra que os bancos deixaram de usar a Price apenas devido a impedimento legal.
O mercado de imóveis comerciais está ajudando a conter a queda dos lançamentos imobiliários no Rio de Janeiro. Segundo dados da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), em 2007, foram lançadas 870 unidades comerciais na cidade, de um total de 13.531 unidades construídas; ano passado, o número de lançamentos comerciais foi de 1.641, para um total de 11.603 unidades. A avaliação do mercado imobiliário é de que a queda foi menor do que se esperava, já que previa-se redução de 30% em função da crise econômica mundial iniciada em setembro de 2008.
O vice-presidente da Ademi, Rodrigo Conde Caldas, admite que a crise forçou a pausa técnica nas vendas, mas ressalta que ela já foi revertida: "No auge da crise, em janeiro, o setor de alto luxo estava parado, mas, a partir de então, vimos o seguinte efeito: descrentes dos fundos que deram prejuízos com a crise, os investidores resgataram seus recursos para aplicar em imóveis, pois têm um valor mais substancial."
Presidente da Ademi e da construtora CHL, Rogério Chor diz que não tem nada contra os condo-hotéis, apenas duvida sobre o potencial deles: "Se o projeto da ABIH for viável, ótimo. Se for aprovado o condo-hotel, vou construir e, se vender mil, ficar satisfeito. Mas acho que não há mercado para isso. Quem investe em imóvel quer ser dono do apartamento 404, não de uma cota de 1% de um empreendimento".
Dados da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) revelam que o número de imóveis comerciais no Rio praticamente dobrou, de 870 unidades em 2007 para 1.641 em 2008.
Segundo o conselheiro da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), Rodolpho Vasconcelos, a medida é positiva e já houve modelo parecido por meio do FCVS (Fundo de Compensação das Variações Salariais) - criado para cobrir o saldo devedor no fim do contrato. "O problema é que o fundo foi usado com outra finalidade, acabou perdendo foco e gerando um rombo de US$ 60 bilhões", lembra Vasconcelos.
A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH-RJ) quer alterar temporariamente as regras que regulamentam a construção de mais hotéis na cidade.O objetivo é cumprir a meta de abrir 6.356 leitos em 17 novos empreendimentos apenas na capital. "O que os investidores desejam é justamente não ficar reféns de operadores de hotéis. Querem ter a liberdade oferecida pelos aparts", disse o presidente da Patrimóvel e vice-presidente da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcellos.
O congestionamento da Praia de Botafogo não se restringe às pistas de trânsito. Ambulantes e moradores de rua espremem os pedestres. Nem a desordem urbana fez o mercado imobiliário desistir de Botafogo. Em 2007, o bairro recebeu 46 novas edificações. Segundo Rogério Chor, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), O preço de venda em Botafogo é até 40% menor do que o registrado nos bairros mais ricos da Zona Sul.
No âmbito da classe média baixa e média alta, a desoneração poderia ser praticada a partir da dedução do Imposto de Renda (IR) dos juros já pagos na compra do imóvel, como sugere Rodolpho Vasconcellos, conselheiro da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi). "Já houve esse mecanismo no passado, e ele induziria a classe média a tomar crédito."
"O que acontece, na verdade, é que primeiro vem um "boom" residencial e, a reboque, vem sempre um "boom" comercial", disse Rodrigo Caldas, vice-presidente da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi-RJ) e da construtora Conde Caldas (Concal). Bairros como Campo Grande e Jacarepaguá e cidades da Baixada Fluminense como Duque de Caxias e Nova Iguaçu receberam nos últimos anos muitos lançamentos residenciais.
Segundo a Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), os números de lançamentos de imóveis residenciais de luxo no Rio mostram que o segmento esteve aquecido nos últimos anos. Em 2005, foram lançados 330 empreendimentos que custavam mais de R$ 1 milhão. Nos dois anos seguintes, houve uma ligeira queda nesse montante: em 2006, foram 278, e em 2007, 296. Em 2008, o total registrado foi de 235 imóveis.
A expansão do mercado imobiliário em Niterói segue a todo vapor. Pesquisa recente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) aponta para um super crescimento de 631% no número de unidades lançadas na cidade. De 163, em 2007, para 1.030 em 2008. De acordo com o vice-presidente da Ademi, Rodrigo Conde Caldas, o fato de as empresas terem ido para o mercado de capital por meio da oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês) gerou uma necessidade de expansão.
Emprendimentos que agregam o conceito de moradia da Barra da Tijuca alavancaram o setor imobiliário na região nos últimos anos. Em 2008, o bairro alcançou o terceiro lugar, atrás de Barra e Jacarepaguá, no número de lançamentos residenciais e comerciais no Rio. Foram 1.107 novas unidades, segundo a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ). "Dinheiro não falta, pois quem financia é a poupança", explica o vice-presidente da AdemiRJ, Rodrigo Caldas.
O sonho de morar numa cobertura no Leblon se tornou possível em 1951, conta David Cardeman, consultor de desenvolvimento urbano da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi). Naquele ano, uma nova legislação passou a permitir o aproveitamento do terraço com 20% da área do pavimento inferior.
A prefeitura quer vender 11 terrenos, alguns destinados por lei a escolas e áreas de lazer e utilidade pública. "O não desembolso de caixa hoje é importante para a preservação da saúde das empresas. Não acredito, neste momento, no sucesso de uma licitação assim, devido à conjuntura - disse o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcellos.
No último ano, o número de unidades construídas para a classe C e D foram bem maiores do que as voltadas para a parcela mais rica da população. Segundo a ADEMI (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), até novembro de 2008 houveram 174 lançamentos de alto luxo na cidade, número bem inferior a 2007, quando foram 296.
O número de unidades lançadas no mercado imobiliário do Rio, segundo a Ademi, cresceu 39% no biênio 2007/2008 em relação a 2005/2006, chegando a 12.500 unidades, em média.
"O setor precisa de menos burocracia para o comprador que tem que tirar 20 certidões para comprar um imóvel e precisa de linhas de financiamento - que, aliás, os bancos são obrigados a oferecer", afirma Rogério Chor, presidente da ADEMI.
As construtoras Enes e Zayd e a imobiliária Basimóvel já venderam 80% do empreendimento Premium Tijuca. O condomínio terá quatro pavimentos, com unidades de dois e três quartos, com churrasqueira na varanda e preços a partir de R$180 mil. A Tijuca está em quinto lugar entre os bairros mais procurados do Rio, segundo a Ademi.
A Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ) diz que o número de unidades novas na Tijuca aumentou de 96, em 2007, para 464, no ano passado: acréscimo de quase 500%.
"Quem comprou apartamentos começa a movimentar outros mercados, e eles passam a ter interesse em se desenvolver", avalia Rodrigo Conde Caldas, vice-presidente da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário).
Pesquisa Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) revela que foram lançadas 11.603 unidades no município do Rio no ano passado, queda de 14,24% em relação a 2007, com 13.531 imóveis. No ranking de lançamentos, a Barra da Tijuca voltou a ocupar o primeiro lugar, seguido de Jacarepaguá. Na terceira posição aparece Campo Grande, que saltou do quinto lugar para ficar entre os três primeiros com o maior número de lançamentos. Foram 1.107 unidades, sendo 446 delas imóveis comerciais.
"A Tijuca teve uma melhora com a chegada do metrô, mas esperamos que se melhore ainda as condições de segurança e ordenamento no bairro", afirma o presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano da Ademi e presidente do grupo Concal, José Conde Caldas.
A Barra da Tijuca voltou ao primeiro lugar dentre os bairros que tiveram o maior número de lançamentos de unidades residenciais e comerciais em 2008. A Pesquisa Ademi de Mercado Imobiliário mostra que o bairro atingiu o total de 4.467 imóveis, um crescimento de 49,2% sobre o ano anterior, quando foram lançadas 2.993 unidades.
"A Urca foi alvo do primeiro Projeto de Estruturação Urbana (PEU) do Rio, em 1978, que inibiu a construção de novas edificações. É um bairro congelado, que não vai mudar", diz David Cardeman, consultor em desenvolvimento urbano da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), que fica sediada num imóvel tombado na Urca.
Após atingir o auge em 2008, a inflação na construção civil deve diminuir de ritmo e cair quase pela metade esse ano. Especialistas do Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Rio de Janeiro (Sinduscon-Rio), da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) apostam que a trajetória de preços na construção entrará em 2009 em uma curva descendente, podendo voltar a atingir os níveis de 2006 e 2007, quando subiram em torno de 6%.
E a aposta de crescimento da Barra continua valendo. Segundo dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), 67% dos lançamentos imobiliários na cidade em 2008 concentraram-se na área de Barra, Recreio e Jacarepaguá.
Com base na percepção de todos, temos hoje a enorme oportunidade de utilizar, para o bem comum, e da reconstrução de valores de nossa sociedade, a âncora da produção imobiliária. Necessário se faz uma política habitacional estratégica e consistente, de longo alcance e que privilegie, acima de tudo, a capacidade de nossos cidadãos em contratar financiamentos imobiliários de longo prazo.
Depois de ter ficado atrás de Jacarepaguá em 2007, a Barra da Tijuca voltou ao topo do ranking de lançamentos de imóveis no ano passado. De acordo com pesquisa da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi), em 2008 foram lançadas 4.467 unidades no bairro, em crescimento 49,2% sobre o ano anterior. A Zona Oeste, de maneira geral, continuou no topo. Jacarepaguá caiu para o segundo lugar, com 2.238 unidades, e Campo Grande e Recreio ficaram em terceiro e quarto lugares.
Os ícones do mercado de luxo carioca - Cap Ferrat, em Ipanema, Juan Le Pins, no Leblon, e Golden Green, na Barra da Tijuca - ganharam grandes concorrentes nos últimos anos. "O mercado de luxo vem crescendo muito e, apesar da crise, continua existindo uma demanda grande", avalia Paulo Fabriani, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ).
Para Paulo Fabbriani, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) e presidente da São Miguel Realty, o Centro é, hoje, o principal alvo dos incorporadores. Afinal, todos os imóveis dos dois últimos empreendimentos foram vendidos em duas horas.
Analisando o mercado globalmente, Paulo Fabbriani, vice-presidente da Ademi e presidente da São Miguel Realty, garantiu: "2009 será o ano da recuperação". Do quê? "Do crédito, da confiança, da credibilidade".
Segundo o vice-presidente da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), Paulo Fabbriani, 90% dos contratos são assinados com adimplência premiada, ou seja, se o mutuário pagar em dia durante a obra terá o crédito liberado automaticamente na entrega do imóvel. Para o executivo, a situação deve se complicar para unidades acima R$ 350 mil, pois conta com recursos próprios do banco e não da poupança.
Os novos empreendimentos com a estrutura de condomínio clube já são uma realidade em todo país, e para o futuro a tendência é que exista cada vez mais. De acordo com os dados da ADEMI (Associação Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), só no Rio de Janeiro, de um total de 63 empreendimentos lançados entre janeiro e o início de novembro de 2008, cerca de 90% é do tipo condomínio clube.
"O bairro tem uma localização estratégica e grande oferta de transporte. A cidade precisa de novas áreas de expansão e Campinho é um local muito interessante", afirma o consultor de desenvolvimento urbano da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi), David Cardeman.
O Guia do Patrimônio Cultural carioca está sendo reeditado pela Secretaria do Patrimônio em parceria com a Ademi e CHL.
Apesar do cenário nacional, para o mercado carioca de imóveis novos, 2008 foi decepcionante, diz o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas de Mercado Imobiliário (Ademi), Rogério Chor.
Além dos aluguéis, as tarifas de energia elétrica e gás residencial estão entre os itens que sofrerão em 2009 os reflexos da alta no Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M). No caso dos aluguéis, o impacto é imediato, segundo o conselheiro da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), Rodolpho Vasconcellos. O especialista ressalta, no entanto, que o índice deve manter a trajetória de queda iniciada em agosto.
Vamos fazer as obras de que Nova Iguaçu precisa: urbanização, iluminação, ciclovias, calçadas. Vamos mudar a cara da cidade. Semana passada, a Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) premiou os melhores empreendimentos do estado e, de 20 construções, duas estavam em Nova Iguaçu. Tenho que preparar a cidade para o futuro.
Prova disso são os condomínios residenciais que, já há algum tempo, vêm se espalhando pelo bairro, com suas imensas áreas de lazer e apartamentos confortáveis. Segundo dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), em 2007 o bairro ficou em quinto lugar em número de lançamentos no município do Rio.
O ano começou aquecido no mercado imobiliário do Rio de Janeiro, mas não o suficiente para que o número de lançamentos deste ano superasse o de 2007. Segundo dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), em 2008 foram lançados 10.506 unidades residenciais, entre casas e apartamentos, um número 17% abaixo dos 12.661 imóveis colocados no mercado em 2007.
O mercado imobiliário ainda sofre com os efeitos da crise financeira mundial, mas a previsão para o ano que vem é de recuperação rápida. A afirmação é do vice-presidente da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), Paulo Fabbriani.
Para 2009, representantes de empresas e entidades do setor imobiliário contaram ao Jornal do Brasil suas impressões sobre o ano que passou e expectativas para o futuro diante da crise econômica.
Se os imóveis de alta renda podem sofrer um revés, as unidades construídas para o público que ganha um pouco menos devem continuar avançando, segundo especialistas do mercado imobiliário. Nesse embalo, municípios da Baixada Fluminense, como Nova Iguaçu e Duque de Caias já demonstram vocação para se tornarem canteiros de obras.
O novo e o antigo Rio estão na lista das boas apostas do mercado imobiliário para 2009. Segundo representantes do setor, o crescimento das vendas e o aumento da procura por aluguel de imóveis estarão concentrados no Centro da cidade e nas recém-ocupadas áreas da Zona Oeste.
Construtoras e incorportadoras têm investido bastante em Jacarepaguá. A região recebe lançamentos a cada fim de semana. Pesquisa da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) revela que, de janeiro a novembro, foram lançadas 2.141 unidades residenciais.
A burocracia representa 10% do custo das empresas de construção civil, na avaliação da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi). As certidões necessárias para compra e venda de imóveis são tantas que emperram o desenvolvimento do setor também no quesito agilidade.
A Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi) vai premiar hoje os principais projetos, empresas e profissionais do mercado imobiliário da cidade.
A PDG Realty teve a maior participação dentre os escolhidos para receber hoje o Destaque ADEMI - Prêmio Master Imobiliário 2008, totalizando seis conquistas. A empresa estará representada por meio da CHL em quatro prêmios, nas categorias Empresa do Ano, Retrofit (Metropolitan), Projeto de Prédio Comercial de Grande Porte (O2 Corporate & Offices) e Marketing/Comercialização de Grande Porte (Estrelas Full Condominium).
A Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário conferiu a um estande de vendas, Barra Experience, no mini-bairro da Península, o prêmio Destaque ADEMI de "Criatividade imobiliária". Projeto de 4,5 mil m² da RJZ Cyrela e Carvalho Hosken, o Barra Experience é o maior show-room de vendas do mercado imobiliário na América Latina.
Os principais projetos, empresas e profissionais do mercado imobiliário do Rio de Janeiro já foram selecionados para receber os prêmios do Destaque ADEMI Prêmio Master Imobiliário 2008. A cerimônia de entrega dos prêmios será realizada no dia 9 de dezembro.
O mercado imobiliário do Rio premia, na terça-feira, os destaques do setor, na nona edição do Prêmio Ademi. O evento é considerado o oscar do segmento.
Para o vice-presidente da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), Paulo Fabbriani, caso seja firmado oficialmente o acordo entre Cedae e construtoras, conseqüências positivas surgirão.
De acordo com o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) e presidente da Patrimóvel, Rubem Vasconcellos, apartamentos no entorno da favela chegam a valer 80% menos do que imóveis similares longe da área de risco. A aposentada R., 82 anos, vive há mais de 40 anos diante do Dona Marta, mas confessa que tem muito medo das balas perdidas.
Artigo de Paulo Fabbriani, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), conta que muito se escreveu nas últimas semanas com relação ao virtual duelo dos renomados economistas e seus discípulos acadêmicos.
Há nove anos, os destaques do setor imobiliário são premiados pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ). Os 21 eleitos desta edição vão se reunir, na próxima terça-feira, aos mais de 170 profissionais que já receberam a homenagem.
Responsáveis pelo incremento nas vendas de diversos setores com a economia aquecida, as classes C e D ainda não foram atingidas em cheio, mas começam a sentir as conseqüências. No setor imobiliário, o vice-presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Paulo Fabbriani, diz que o mercado sentiu a retração dos compradores das classes C e D, responsáveis por metade desse segmento.
O vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcelos, disse que, apesar de alguns valores altos de indenização, o poder público está acertando ao tomar a atitude de fazer intervenções nas favelas.
Dados da seccional fluminense da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ) mostram que o Rio cresce em direção à Zona Oeste, puxado principalmente pelos projetos imobiliários na Barra. O bairro concentra os principais lançamentos da cidade: de janeiro de 2006 a setembro de 2008, a Barra deteve 4.386 das 20.690 unidades residenciais e comerciais lançadas no Rio, ou 21,1% do total.
Concal Construtora e RJZ/Cyrela encabeçaram a lista dos vencedores do Destaque Ademi/Prêmio Master Imobiliário. As duas conquistaram quatro categorias da nona edição do prêmio, concedido anualmente pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro.
"Imagine que filão seria conceder crédito com desconto em folha para funcionários de empresas estatais, ou de economia mista, que têm empregados concursados e com ótimos salários. O risco, para os bancos, seria praticamente nenhum", considera José Conde Caldas, vice-presidente da Ademi.
Os principais projetos, empresas e profissionais do mercado imobiliário do Rio já foram selecionados para receber os prêmios do Destaque ADEMI Prêmio Master Imobiliário 2008. A entrega dos prêmios acontece dia 8 de dezembro, no Hotel Intercontinental, em São Conrado.
"O parque da Quinta da Boa Vista, os vários museus, duas estações de metrô próximas e o novo PEU tornaram o bairro muito atrativo à iniciativa privada", comenta o empresário José Conde Caldas, presidente da construtora Concal e ex-presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ).
"São considerados de luxo os imóveis que custam mais de 1 milhão de reais", explica Rogério Chor, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi). Nesse padrão, nos últimos quatro anos foram construídas 1.006 novas unidades.
Os proprietários de um terreno na Lagoa encomendaram a uma arquiteta o projeto de um edifício residencial para, só depois da aprovação pela prefeitura, escolher, por concorrência, a empresa que vai construí-lo. Paulo Fabbriani, vice-presidente da Ademi, afirma: um imóvel como esse deve custar, em média, R$ 2,5 milhões.
Segundo o presidente da empresa, Rogério Chor, o edifício será construído em um dos pontos de maior visibilidade. Pesquisa da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) revelou que, até julho, foram lançadas 252 unidades, em Campo Grande e 1.392 em Jacarepaguá.
"Em São Cristóvão, a infraestrutura já está pronta, pois o bairro já teve mais habitantes do que hoje, além de os terrenos serem mais bem lotados, o que não ocorre na Barra", explica José Conde Caldas, conselheiro da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) e presidente da Concal, que ergue o condomínio Paço Real.
Rogério Chor não apenas preside a CHL, uma construtora que deverá vender imóveis no valor de R$ 500 milhões este ano no Rio de Janeiro, como está à frente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) no estado fluminense, uma das principais entidades do setor, com atuação desde 1971.
De acordo com o conselheiro da Ademi, Rodolpho Vasconcelos, a fusão é boa, mas reduz o número de instituições dispostas a oferecer crédito imobiliário e, conseqüentemente, diminui a concorrência prática que tem ajudado os interessados na compra da moradia e a conseguir taxas abaixo de 12% ao ano mais TR (Taxa Referencial) pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação).
O empresário carioca Rogério Chor, 49, presidente da construtora CHL (grupo PDG Realty) e da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ), disse que é um erro o governo, por intermédio da Caixa Econômica Federal (CEF), aplicar dinheiro na compra de participações acionárias de empresas de construção civil, como prevê a Medida Provisória (MP) nº 443. "Não há necessidade de um socorro dessa magnitude, de o governo comprar ações das empresas imobiliárias", afirmou.
Paulo Fabbriani, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de laneiro (Ademi-RJ), avalia que, no curto prazo, é .possível que ocorra redução de preço em algumas cidades.
O pacote de empréstimos para as construtoras pela Caixa foi bem recebido pelo setor. Entrevistei no "Espaço aberto", da Globonews, os empresários Luis Simões Lopes, da Brascan, e Rogério Chor, da Ademi e da CHL. Eles disseram que financiamento de capital de giro e das operações de recebíveis é exatamente o que as empresas estavam precisando. Ao contrário da idéia, rejeitada pelas empresas, de a Caixa comprar participações ou o controle de construtoras, como está previsto na MP 443.
As construtoras revisaram para baixo a expansão do setor em 2008, de 40% para até 15%, de acordo com Rogério Chor, presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas Imobiliárias do Rio de Janeiro (Ademi-RJ).
Na visão do presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rogério Chor, a medida que amplia a linha de crédito para capital de giro no setor é boa porque vai permitir algum crescimento no ano que vem, apesar da crise. Ele diz que os últimos dois anos e meio foram de "euforia" e as construtoras, na média, estão bem financeiramente.
O presidente da Associação Brasileira dos Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi), Rogério Chor que também é presidente da CHL,afirma que há uma redução nos lançamentos imobiliários, apesar de não ter ainda números fechados sobre quantos deixaram de ser colocados à venda. Ele também defende que o mercado está mais seletivo.
A venda de imóveis no Rio de Janeiro caiu cerca de 50% no mês de outubro em relação aos meses de setembro e agosto. "Nós éramos felizes e não sabíamos", disse Rubem Vasconcellos, vice-presidente da Ademi.
O conselheiro da ADEMI, Marcelo Parente, ressalta que existem linhas de crédito das cadernetas de poupança e mais recursos do FGTS para financiar as pequenas e médias empresas do setor. "Algumas grandes empresas que abriram capital e usaram os recursos obtidos para comprar matéria-prima e terrenos dependem de financiamento. Mas o governo está estudando medidas para ajudar estas companhias para que finalizem os empreendimentos que começaram a construir", afirmou.
As unidades comerciais começam a ganhar destaque no mercado imobiliário no Rio. Dados da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) revelam que, de janeiro a dezembro, foram lançadas 810 imóveis comerciais contra 348 do mesmo período do ano passado diferença de 462 salas.
O vice-presidente da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), Rodrigo Conde Caldas, afirma que qualquer medida que traga dinheiro para o mercado é positiva, mas é preciso garantir a liquidez para que as empresas possam cumprir seus compromissos: "O socorro tem que ser democrático e não se restringir às 25 empresas que abriram capital".
Segundo Paulo Fabbriani, presidente da Máxima Asset Management e vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), os planos pós-fixados são mais vantajosos.
No Rio de Janeiro, o mercado imobiliário manteve nos primeiros sete meses do ano um forte ritmo de crescimento, com 6.597 imóveis lançados um aumento de 6% em comparação a igual período do ano passado, segundo dados da Ademi (Associação das Empresas do Mercado Imobiliário).
Para Rogério Chor, da Associação dos Dirigentes de Empresas do Setor Imobiliário (Ademi) do Rio de Janeiro, o governo está atacando o lado errado da questão. "Precisam assegurar que o comprador continue no mercado". Para ele, o setor não está numa situação tão negativa quanto se diz. "Não se pode esquecer que foram três anos de enorme expansão."
O setor imobiliário precisa, segundo Rogério Chor, presidente da Ademi, de menos burocracia para o comprador que tem que tirar 20 certidões para comprar um imóvel e precisa de linhas de financiamento - que, aliás, os bancos são obrigados a oferecer ao setor.
O presidente da Ademi-RJ, Rogério Chor, avalia que o mercado imobiliário não tem crise, apesar da queda das vendas das últimas semanas. Ele teme as muitas distorções que podem ser criadas por esta nova empresa da Caixa para comprar ações de empresas do setor.
Para Rogério Chor, presidente da Associação Brasileira dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (AdemiRJ), a adesão ao plano tende a ser pequena, devido à queda das ações na Bolsa. Segundo ele, os controladores teriam de emitir grande volume de ações para se capitalizar, diluindo a participação na empresa.
Rogério Chor, presidente da Associação Brasileira dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), acredita que a medida pode ser perigosa.
Representantes do setor de construção civil dizem que toda ajuda do governo para garantir crédito será bem-vinda. Mas, para Rogério Chor, presidente da Associação Brasileira dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), o governo deveria aproveitar o momento para reduzir a burocracia e incentivar a compra de imóveis como investimento.
A Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) anunciou recentemente sua associação ao Green Building Council Brasil (GBC Brasil), organização sem fins lucrativos que visa fomentar o desenvolvimento da indústria nacional da construção civil com foco na sustentabilidade sócio-ambiental.
A crise no mercado financeiro mundial já começa a ter reflexos na liberação do crédito para a compra do imóvel. Bradesco e Itaú são os primeiros a elevar as taxas de juros do financiamento habitacional. Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, HSBC, Santander e Real, por enquanto, mantêm as planilhas. Segundo o conselheiro da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), Rodolpho Vasconcellos, os bancos ficarão mais rigorosos para liberar essa modalidade de empréstimo.
Tanto os lançamentos como a procura por imóveis andam em alta em São Paulo. O mesmo tem ocorrido no Rio de Janeiro, onde foram lançados 6% a mais de imóveis no primeiro semestre em relação ao mesmo período do ano passado, num total de 6.218 unidades. E espaço para o crescimento existe porque o ramo da construção civil ainda é tímido dentro do PIB nacional. "Representa apenas 2%. No México, por exemplo, este número salta para 15%", explica Paulo Fabbriani, vice-presidente da Associção de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
Presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rogério Chor, da CHL, também acredita num processo de fusões no mercado imobiliário.
"Neste momento, estamos no olho do furacão. É muito difícil avaliar os impactos a longo prazo, mas o país pode passar por problemas. A queda das ações da construção civil reflete um momento de pânico", observa Chor, presidente da ADEMI. "Mas o mercado imobiliário é um porto seguro e quem tem dinheiro na mão para adquirir a casa própria está tranqüilo. A insegurança em função da crise pode adiar a decisão de comprar um imóvel via financiamento e, se isso acontecer, vamos avaliar se será necessário fazer mudanças nas datas de futuros lançamentos."
O mercado imobiliário do Rio de Janeiro manteve nos primeiros sete meses do ano um forte ritmo de crescimento, com 6.597 imóveis lançados - um aumento de 6% em comparação ao mesmo período do ano passado, quando foram lançados 6.219 imóveis, segundo dados da Ademi (Associação das Empresas do Mercado Imobiliário).
O crescimento imobiliário do Rio confirmou o indicado pelos planos urbanísticos traçados na década de 60, estabelecendo a região da Barra da Tijuca e Jacarepaguá como área preferencial. Os urbanistas não previram, no entanto, que bairros ocupados há mais de 100 anos viessem a conhecer, no Terceiro Milénio, uma revitalização puxada não apenas pelos investimentos culturais, mas também por novos lançamentos. "Onde existe espaço e a legislação permite, existe construção", resume o presidente da Ademi, Rogério Chor.
"Muitos projetos de dúplex são maravilhosos e capazes de oferecer uma excelente alternativa para quem sonha em morar numa casa. É interessante que ele seja instalado num lugar bacana porque terá toda paisagem bem próxima", pondera Paulo Fabriani, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
Segundo a Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), nos últimos quatro anos foram lançados 552 apartamentos de alto luxo na Barra. São imóveis com mais de 200 m² e preços acima de R$ 1,5 milhão. No mesmo período, Ipanema não teve nenhum lançamento nesse padrão e o Leblon, apenas 35.
"Existe muito espaço para o crédito imobiliário se expandir. Mesmo ante a perspectiva de expansão, o Brasil continuará na lanterna em relação à proporção do crédito habitacional. No Chile, o segmento representa 13% do PIB. Nos EUA, está na faixa de 65%, e, na Holanda, atinge 111%", analisa o conselheiro da ADEMI, Rodolpho Vasconcellos.
O consultor de Desenvolvimento Urbano da Ademi-RJ, David Cardeman, destaca o surgimento de construções sustentáveis em todo o país. "Essa preocupação com o aquecimento global gera uma redução do consumo de água e energia elétrica, e, como conseqüência, garante a redução do valor do condomínio", ressalta.
"Botafogo foi o último bairro da Zona Sul a ter Apac. Por isso houve tantos lançamentos", diz Rogério Chor, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), que anuncia para breve o fim das grandes incorporações na região. "Em dois ou três anos, não haverá novos prédios na Zona Sul. Falta espaço e houve muita preservação", afirma.
Segundo o presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rogério Chor, a expansão dos empreendimentos teve como destino certo a classe C. Para ele, graças à expansão do crédito e com a variedade de financiamentos habitacionais existentes, esse segmento social já começa a concretizar o sonho da casa própria.
O GBC Brasil, que ganhou recentemente a adesão da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), tem a função de adaptar os requisitos brasileiros para o processo de conquista da mais reconhecida e respeitada certificação sustentável do mundo: o LEED Liderança em Design Ambiental ou Leadership in Eyergy and Environmental Design, em inglês, que confere o selo de green building (edifício verde) às obras sustentáveis.
Segundo o presidente da Ademi, Rogério Chor, as grandes incorporadoras estão muito capitalizadas, seja por associações, por abertura de capital ou associação com estrangeiros e isso faz com que, muitas vezes, o próprio incorporador financie o imóvel.
Em 2007, o Rio registrou cerca de 13 mil empreendimentos, segundo a seccional fluminense da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ). O aquecimento do mercado proporciona boas oportunidades para novos negócios, com investimento inicial de R$ 30 mil a R$ 200 mil.
De acordo com David Cardeman, consultor de desenvolvimento urbano da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), a idéia do setor é adquirir prédios antigos e dar lugar a novos empreendimentos na Zona Sul da cidade.
O ano de 2007 foi um marco para o mercado imobiliário de Jacarepaguá. Pela primeira vez, o bairro bateu a Barra em número de lançamentos imobiliários: foram 4.298 unidades lançadas, contra 2.993 do vizinho. E este ano as estatísticas apontam para o mesmo caminho. De acordo com dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), de janeiro a julho 1.552 unidades residenciais foram lançadas em Jacarepaguá, contra 1.198 na Barra da Tijuca.
Bairros como Vila Valqueire e Abolição e municípios como Nova Iguaçu, São Gonçalo e Belford Roxo, na Região Metropolitana, ganham as páginas dos classificados com, respectivamente, 240, 340, 354, 488 e 390 unidades à disposição de novos consumidores, a maioria proveniente da classe C ascendente. Isso só este ano, segundo a Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi).
David Cardeman, consultor de Desenvolvimento Urbano da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), explica: "Toda a região chama-se Baixada de Jacarepaguá. O Autódromo Nélson Piquet, por exemplo, por ser conhecido como Autódromo de Jacarepaguá, confunde, mas ele está na Barra".
Segundo Paulo Fabbriani, vice-presidente da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi/RJ), como o segundo semestre é sazonalmente mais aquecido, o mercado tende a equilibrar oferta e demanda até o final do ano.
De todo modo, a mobilização de parlamentares fluminenses, independentemente de diferenciações partidárias, bem como de entidades como a Firjan, a Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) e o Clube de Engenharia, faz-se a esta altura indispensável, não só em relação aos temas citados como quaisquer outros em que transpareçam legítimas razões de interesse do desenvolvimento do Estado e da melhoria das condições de vida de sua população.
Além de Francis Bogossian, estiveram presentes ao encontro representantes da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), da Concremat, da Firjan, do Clube de Engenharia, do Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes (SindRio) e do Fórum Permanente da Alerj; os deputados federais Hugo Leal (PSC) e Otávio Leite (PSDB);e o médico Jairo Cabral, assistente da direção do Hospital do Fundão.
O mercado de imóveis do Brasil está vivendo um momento diferente e não deve passar por turbulência semelhante à americana, diz o presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), José Conde Caldas. Ele afirma que o setor passa por um movimento de expansão na construção de imóveis, principalmente para a classe C.
Para Paulo Fabriani, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), muitos projetos de dúplex são maravilhosos e capazes de oferecer uma excelente alternativa para quem sonha em morar numa casa, mas não se sente seguro diante da violência das grandes cidades. Mas, destaca que não é em todo o lugar que esse tipo de imóvel é bem-vindo.
A imensa oferta de imóveis na região não tem como conseqüência apenas o seu crescimento rápido e contínuo. No aspecto social, o boom imobiliário também mostra suas marcas. Antes considerada reduto da classe alta, a Barra e bairros vizinhos já abrigam moradores de menor poder aquisitivo, de olho nos preços convidativos dos imóveis. "Está ocorrendo hoje na Barra uma revolução no sistema de moradia", garante o vice-presidente da Ademi, Paulo Fabbriani.
Enquanto há dois anos 82% das vendas de imóveis eram feitas à vista ou com financiamento do construtor, em 2007 o cenário já havia mudado de forma brusca: 49% dos negócios eram feitos à vista ou direto com o construtor, e o financiamento por meio dos bancos já abocanhava 51% dos negócios. Os dados são da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi).
De acordo com o vice-presidente da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) e diretor da Carmo e Calçada, João Paulo de Matos, dois fatores foram fundamentais para o setor: a quantidade de recursos e redução na taxa de juros, além das mudanças na legislação para dar mais garantias na transação imobiliária.
Para o vice-presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) e presidente da imobiliária Patrimóvel, Rubem Vasconcelos, 2009 será o grande ano do mercado de segunda residência.
A estabilidade da moeda, a desburocratização do crédito e a tendência à queda dos juros são os principais motivos desse boom imobiliário, não só no Rio, mas em todo Brasil. É o que afirma o vice-presidente da Ademi-RJ, Rubem Vasconcelos.
O vice-presidente da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) Rodrigo Conde Caldas confirma a tendência e diz que isso ocorre porque as prestações hoje têm valores semelhantes ao aluguel.
Participaram do evento o ministro do Esporte, Orlando Silva; o secretário municipal de Urbanismo, Augusto Ivan de Freitas Pinheiro; o diretor-geral da Infoglobo, Paulo Novis; o presidente da Ademi, Rogério Chor; e o presidente da GL Events Brasil, Arthur Repsold. De acordo com o superintendente de Crédito Imobiliário do Banco Real, Antônio Barbosa, de janeiro a junho deste ano 12,24 mil unidades foram financiadas no estado, um aumento de 28% com relação ao mesmo período do ano anterior.
Entre os presentes, estarão o governador Sérgio Cabral, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, o ministro do Esporte, Orlando Silva Júnior, e o secretário municipal de Urbanismo, Augusto Ivan de Freitas Pinheiro. Já do lado da iniciativa privada estarão, além de Rubem Vasconcelos, o diretor executivo de Crédito Imobiliario do Banco Real, José Roberto Machado; o presidente da Ademi, Rogério Chor; e o diretor-geral da Infoglobo, Paulo Novis.
Os novos rumos do mercado imobiliário carioca já fazem parte do quadro de ofertas do Salão do Imóvel 2008. Sem receber investimentos do setor há anos, a Baixada Fluminense e alguns bairros da Zona Norte carioca tornaram-se as novas meninas-dos-olhos de construtores e incorporadores. Rogério Chor, presidente da Ademi, explica que, depois de muito tempo parado, sem crédito, agora é o momento de o setor crescer.
O tema da Ademi no Salão do Imóvel será "Construção Sustentável".
Na opinião do vice-presidente da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), Paulo Fabbriani, essa tendência é positiva e mostra que o jovem aposta que o imóvel que está comprando a longo prazo vai se valorizar.
"A Prefeitura do Rio e a Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) serão parceiros", disse o presidente da Patrimóvel, Rubem Vasconcelos.
Paulo Fabbriani, vice-presidente da Ademi, disse ainda que, além dos megacondomínios, a periferia da cidade passa a abrigar outro conceito em urbanismo: "Estamos reunindo escritórios e residências na mesma área, como já vem ocorrendo na Barra. A distância e a falta de opções de transporte vão transformar essas áreas em pequenos centros urbanos", afirma ele.
O bairro de Campo Grande virou mesmo o favorito das construtoras na Zona Oeste do Rio. As mineiras MRV e Tenda estão anunciando lançamentos de mais de 3 mil unidades na região no semestre. São empreendimentos para todas as faixas de renda, com financiamento de até 100% e taxa de juros abaixo de 12% ao ano mais TR (Taxa Referencial). O prazo de pagamento chega a 30 anos. O potencial pode ser confirmado na pesquisa da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário).
"O bom momento está acontecendo e vai continuar. Os bancos continuam fazendo o seu papel e o crédito está farto. Não vejo motivo de preocupação, por enquanto", disse o conselheiro da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Marcelo Parente.
A Ademi está apoiando a realização do curso "Técnica de Negociação Imobiliária Aplicada", entre os dias 18 e 20 de agosto. O objetivo é ensinar fundamentos básicos sobre prática de negociação para consultores imobiliários e corretores autônomos, entre outros profissionais.
A segunda edição do Salão do Imóvel chega ao Rio de cara nova. O jornal O Globo, a Prefeitura do Rio de Janeiro e a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) estão apoiando a iniciativa. A realizadora é a Fagga Eventos.
Apesar do otimismo de várias empresas, a alta dos juros traz previsões menos otimistas para os lançamentos voltados aos segmentos de imóveis populares, que têm um público-alvo mais dependente de crédito, afirma Marcelo Parente, conselheiro da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
Segundo a Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), a região está se tornando local muito procurado pelas construtoras e incorporadoras e já é o quinto bairro em lançamentos de imóveis na cidade. A MRV também procura terrenos no bairro de Bangu.
As unidades foram ficando compactas e "o lazer passou a ser um ponto fundamental. Daí o sucesso do conceito condomínio clube", diz Rodrigo Conde Caldas, vice-presidente da Ademi-RJ (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário). Há apartamentos de dois quartos à venda com até 46 metros quadrados.
Campo Grande ganhará mais 1.480 unidades. Segundo a Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), a região está se tornando local muito procurado pelas construtoras e incorporadoras e já é o quinto bairro em lançamentos de imóveis na cidade. Para especialistas de mercado, a alta da taxa básica de juros (Selic), que passou para 13% ao ano, não terá grande impacto no mercado imobiliário.
A previsão dos executivos do mercado imobiliário no ano passado, de que 2008 seria o ano dos imóveis econômicos, virou realidade. A quantidade de lançamentos habitacionais na faixa de R$50 mil a R$150 mil no primeiro semestre deste ano foi 11% maior do que o número registrado no grupo de unidades com valores de R$150 mil a R$400 mil. Os dados são da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ).
Os contratos de aluguel que têm vencimento em julho vão sofrer reajuste, por causa da alta registrada no acumulado de 12 meses do Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), de 13,44%. "Caso isso aconteça, vamos cair no mesmo vício do passado, nos tempos de inflação alta", destaca Rodolpho Vasconcellos, conselheiro da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ).
Em 2007 a região ficou em quinto lugar no ranking de lançamentos do Rio, atrás de Jacarepaguá, Barra da Tijuca, Recreio e Del Castilho. Segundo a Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) foram lançadas 721 unidades na região. A previsão é que até 2010 sejam criadas mais 1.920 unidades.
O mercado imobiliário na Baixada Fluminense nunca esteve tão aquecido. Segundo números divulgados recentemente pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Nova Iguaçu surge como um dos principais destinos para novos empreendimentos. Nos primeiros meses de 2008, o número de unidades lançadas na Baixada Fluminense, principalmente em Nova Iguaçu e Duque de Caxias, já supera todo o ano de 2007, que teve 1.353 apartamentos lançados.
Especialistas ressaltam que a maior ameaça é a inflação de demanda. "Caso isso aconteça, vamos cair no mesmo vício do passado, nos tempos de inflação alta", destaca Rodolpho Vasconcellos, conselheiro da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ).
O setor da construção civil também já sente o impacto dos reajustes de insumos básicos, conta Rodrigo Conde Caldas, vice-presidente da construtora Concal e da Ademi/RJ: "Com o boom do mercado, a demanda aumentou. Buscamos fazer acordos para evitar que os fornecedores aumentem demais a sua margem de lucro. Além disso, temos que ter mais cuidado no orçamento de obras novas", diz ele.
Segundo dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), nos últimos cinco anos, pelo menos 200 endereços da região central do Rio de Janeiro passaram por obras de retrofit (reformas que preservam a fachada e modernizam o interior do imóvel) ou ganharam novas construções.
O governador Sérgio Cabral assinou em 2 de julho a licitação para a venda do Complexo Frei Caneca, em almoço com empresários da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi). Cabral afirmou que revitalizar áreas degradadas do Rio de Janeiro é uma de suas prioridades. Os recursos oriundos da transação serão investidos em complexos prisionais em outra região.
A explicação, para o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Paulo Fabbriani, está no número de empreendimentos comerciais. "Foram muitos este ano, como o 02 e as unidades comerciais do Península. A Barra, que recebe cada vez mais moradores, tem uma carência de escritórios: hoje, a maioria está concentrada ao longo da Avenida das Américas", diz ele.
"Quando se alimenta a construção civil, uma série de outras indústrias e o sistema financeiro são aquecidos, inclusive indiretamente, como no caso de decoradores e designers de móveis", exemplifica Marcelo Parente, conselheiro da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ).
Em toda a cidade foram lançadas, nos primeiros cinco meses do ano, 5.775 unidades habitacionais - sendo 12% na Zona Norte. Para o conselheiro da Ademi Marcelo Parente, o controle da inflação e dos juros permite que o financiamento seja feito em mais tempo, reduzindo o valor das prestações.
Cidades como Nova Iguaçu, Duque de Caxias e Belford Roxo têm atraído grandes investimentos no setor imobiliário. Segundo a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), foram lançadas 1.353 unidades na Baixada em 2007. Este ano, já são 390 novas unidades, de janeiro a abril, e há outras 1.471 com lançamento previsto até julho.
A campanha pega fogo. Na terça-feira, enquanto Sérgio Cabral almoçava na Ademi, a convite de Rogério Chor, e fazia balanço impressionante dos resultados de seu período de governo, verdadeira prestação de contas (favorecendo por tabela seu candidato a prefeito, Eduardo Paes, que estava presente), a candidata do PCdoB, Jandira Feghali, almoçava com as figuras top da construção pesada do Rio de Janeiro, na sede da Associação das Empresas de Engenharia.
A Ademi homenageia hoje Sérgio Cabral em almoço no Jockey Club, no Centro. Na pauta, obras do estado, como o Arco Metropolitano.
De acordo com Paulo Fabbriani, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Rio), com a maior oferta de lazer, o preço do metro quadrado também aumenta.
As unidades próximas aos grandes centros de compras têm o metro quadrado cerca de 15% mais caro, se comparado a outras localidades do mesmo bairro. A previsão é do vice-presidente da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rodrigo Conde Caldas, e vale não somente para imóveis novos como também para os usados.
Especialistas ressaltam que a maior ameaça é a inflação de demanda. "O pior é ficar com o imóvel vazio, o proprietário tem de reconsiderar, e o inquilino, negociar, porque quase 13,5% pesa no orçamento", destaca Rodolpho Vasconcellos, conselheiro da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ).
"As pessoas estão redescobrindo o Centro", atesta Rogério Chor, presidente da CHL e da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
O advogado Maury Rouède Bemardes, consultor jurídico da Ademi, integra a recém criada Comissão de Direito Imobiliário da OAB-RJ.
Para o vice-presidente da Ademi, Paulo Fabbriani, o reajuste dos aluguéis tem sido maior em algumas regiões da cidade, como na Zona Sul. "A média é de aumento de 20%", revela Fabbriani. Segundo ele, o bom momento do setor imobiliário, com novos lançamentos, impulsionado pelo aumento na liberação de crédito para o consumidor, inverteu a situação no mercado.
"A Abelardo Bueno será o endereço corporativo do Rio. Ela ainda não pegou preço de verdade. Quando isso acontecer, vai se equiparar em valor à Avenida das Américas, no esteio dos novos empreendimentos" diz o presidente da Patrimóvel e vice-presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário, Rubem Vasconcellos.
O mercado imobiliário na Baixada Fluminense tem motivos de sobra para comemorar. Segundo a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), morar na região nunca esteve tão na moda.
"A construção do Arco Metropolitano é fundamental para se pensar em expansão econômica no Estado", afirma Rodrigo Caldas, vice-presidente da Ademi-RJ (Associação de Dirigentes de Empresas Imobiliárias do Rio de Janeiro). "Com certeza serão geradas muitas oportunidades de negócios."
No terreno do que funcionava ao lado do Rio Sul será feita uma expansão do shopping; no da esquina da Avenida Vieira Souto com o Jardim de Alah está sendo construído um prédio de alto luxo. Este último teria sido vendido, em 2007, por 24 milhões de reais. "É a lei de oferta e procura: com a carência de terrenos, essas áreas ficaram valorizadíssimas", afirma Rogério Chor, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi). "É uma tendência mundial", acrescenta ele. "Não há postos nas áreas valorizadas de Paris ou Nova York."
Para o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcellos, a migração deve se fortalecer a partir de 2009.
No ano passado, mais de 350 unidades desse tipo (conjuntos de casas) foram lançadas no Rio, segundo a Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
O mercado imobiliário na Baixada Fluminense está em plena expansão. "O mercado como um todo está buscando locais e faixas de renda que nunca tinham focado. Isso ocorre porque há novas modalidades de financiamento, com prazo maiores, que permitem que mais pessoas tenham acesso ao crédito", disse o presidente da ADEMI, Rogério Chor.
A Secretaria municipal de Saúde do Rio (SMS) e a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) firmaram convênio para combater a dengue nos canteiros de obras. Apesar de o número de casos da doença ter diminuído no Rio, os dois órgãos decidiram treinar grupos de funcionários nos edifícios em construção, que serão multiplicadores do conhecimento.
Pesquisa da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) revela que, de janeiro a abril, já foram lançadas 690 unidades na Zona Norte, contra 52 imóveis do mesmo período do ano passado. Para reforçar ainda mais o potencial da região, está prevista mais uma novidade este mês.
Quem procura um imóvel, mas não conseguiu ir ao 4° Feirão Caixa da Casa Própria, que terminou ontem, no Riocentro, na Barra, vai ter mais uma chance de ver num só lugar construtoras, imobiliárias e agente financeiro. Trata-se do 2° Salão do Imóvel do Rio, organizado pela Patrimóvel. "O tema será os 50 anos da Bossa Nova. O local vai estar decorado com esse tema. A Prefeitura do Rio e a Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário, a Ademi, também serão nossos parceiros no evento", disse Rubem Vasconcelos.
A Secretaria Municipal de Saúde do Rio (SMS) e a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) fecharam, na sexta-feira, uma parceria de combate à dengue. Educadores da SMS ensinarão funcionários de imóveis em construção a eliminar focos do mosquito da dengue e a água parada. A estimativa é a de que a iniciativa alcance cerca de 5 mil funcionários.
Segundo dados da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), o número de lançamentos naqueles municípios, nos primeiros seis meses de 2008, já é 37,54% maior do que o registrado durante todo o ano passado. E o crescimento vai continuar. Até o mês que vem, pelo menos seis construtoras vão lançar mais de 1.400 unidades.
A Secretaria Municipal de Saúde do Rio (SMS) e a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) assinam, nesta sexta-feira, às 10h, uma parceria na luta contra dengue. O evento acontece na Rua 19 de fevereiro, 45, em Botafogo.
O crescimento do mercado imobiliário é percebido em números e um dos grandes fatores para esse resultado positivo é a oferta de crédito. Segundo o conselheiro da ADEMI, Rodolpho Vasconcellos, a grande oferta por parte dos bancos, com dinheiro barato, é um incentivo ao setor. "Esse montante incrementa o mercado", diz.
O número de lançamentos imobiliários do primeiro semestre na Baixada Fluminense ultrapassará o total do ano passado. Em 2007, foram lançadas 1.353 unidades na região, segundo a Ademi.
A Zona Oeste não pára mesmo de crescer. Não é de hoje que as construtoras estão de olho na região, mas o fôlego imobiliário daqueles bairros não acaba. Duas grandes empresas anunciaram que estão levando para lá dois megaempreendimentos. Segundo dados da Ademi, o número de lançamentos na região registrou aumento de 46% no ano passado, se comparado com 2006.
A Bovespa manterá no ar até o dia 2 de junho uma consulta pública eletrônica para a elaboração de um índice imobiliário. A ADEMI convida seus associados a participarem desse fórum e, assim, deixarem suas colaborações para o desenvolvimento do trabalho. Neste link é possível obter mais informações e acessar o fórum de discussão.
A escassez de terrenos e as medidas restritivas impostas pela prefeitura na Zona Sul da cidade, nos últimos quatro anos, estão fazendo com que a Barra e Jacarepaguá sejam as melhores opções para se construir ou adquirir um imóvel. A constatação é de Rogério Chor, presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi). Em 2007, Jacarepaguá, por exemplo, foi responsável por 34% dos imóveis lançados na cidade.
A garantia da alienação fiduciária divide opiniões. Se, por um lado, o imóvel é retomado mais rápido, por outro, o modelo contribuiu para a redução nas taxas de juros e no alongamento do prazo de pagamento. Para o vice-presidente da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), Paulo Fabbriani, a alienação fiduciária existe desde 1997, mas na prática, só começou a ser usada a partir de 1999 pela Caixa Econômica nos contratos assinados pelo SFI (Sistema Financeiro Imobiliário).
Uma pesquisa realizada pela Associação de Dirigentes Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) comprova ritmo acelerado do crescimento do mercado imobiliário do Rio. O número de unidades lançadas em 2007 chegou 13 mil unidades/ano contra 9 mil unidades/ano lançadas em 2006. Os bairros da Barra Tijuca, Recreio dos Bandeirantes e Jacarepaguá concentraram 65% do total de emprendimentos lançados em 2007.
A Ademi e a Secretaria de Saúde de Cesar Maia firmaram parceria para um trabalho de prevenção à dengue nos canteiros de obras do Rio. Em junho, brigadas antimosquito vão a mais de 50 obras.
O banco, que até agora exigia entrada de 20% na compra de imóveis usados com recursos do FGTS (para quem tem renda de até R$4.900), passou a financiar 100% do valor do bem. Segundo o vice-presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi-RJ), Paulo Fabbriani, a decisão vai acabar com o desequilíbrio de crédito para novos e usados.
No Rio de Janeiro, segundo a ADEMI/RJ, foram lançadas no período de Janeiro a Junho 2007, 4.637 unidades, contra 3.390 em igual período do ano de 2006. As vendas nesse período foram de 3.143 unidades.
Para Rubem Vasconcellos, vice-presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ), a sociedade carioca volta, aos poucos, a olhar para São Conrado como uma grande oportunidade de comprar imóveis de qualidade e com acesso fácil a outras áreas nobres do Rio.
O vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcelos, não pensa duas vezes ao afirmar que o Jardim Pernambuco é a área mais valorizada do Rio. Uma casa de 300 metros quadrados pode ser vendida, segundo ele, por R$ 3 milhões.
A proposta do estado também não foi vista com bons olhos pelo vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcelos: Não adianta pedir um preço que não tenha viabilidade econômica.
"O que faz a divisão de um empresário de sucesso de um cara maluco é o fio de uma navalha. Se tudo dá errado, dizem: 'tá vendo esse cara? Era maluco'. E se deu certo: 'você é um empresário genial'," resume Rogério Chor, presidente da ADEMI para o mandato 2007/2009 e presidente da Construtora CHL, sinônimo de sucesso.
O setor imobiliário já está sofrendo influência pela construção do Arco Metropolitano. Construtoras, como a Gafisa, RJZ, Cyrela Brazil Realty e Klabin Segall, ampliaram sua área de atuação, e já têm empreendimentos lançados ou em construção em cidades cortadas pelo Anel. De acordo com um estudo elaborado pela Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ), o total de unidades desses empreendimentos chegou a 1.353, no período de janeiro a dezembro de 2007.
O elevado valor de taxas como o IPTU e a trabalhosa manutenção de uma casa, que inclui cuidados permanentes com a infra-estrutura, fora a despesa com jardineiro e cães de guarda, por exemplo, são fatores fundamentais para a crise do mercado. "À medida que a família envelhece e os filhos se mudam, ocorre uma migração natural para imóveis menores", afirma Marcos Levy, vice-presidente da Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário e presidente da incorporadora Brascan, que lançou em 2004 o Santa Mônica Jardins, o último grande condomínio de casas inaugurado na Barra.
Rogério Chor, presidente da CHL e da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ), disse que a partir de agora vai ser cada vez mais difícil construir na orla da zona sul do Rio, mas considera exagerado falar em último prédio.
De acordo com Paulo Fabbriani, vice-presidente da Associação das Empresas de Dirigentes do Mercado Imobiliário no Rio (Ademi-RJ), os estrangeiros estão de olho no Brasil, pois a economia local oferece segurança e imóveis baratos.
O boom do mercado imobiliário está fazendo com que as secretarias de urbanismo preparem as cidades para receberem tantos empreendimentos. Segundo a Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), foram celebrados 101 lançamentos no Rio, até outubro do ano passado.
Para se ter uma dimensão clara, vamos aos números: a quantidade de unidades habitacionais lançadas pelo mercado imobiliário carioca passou de 6,7 mil no biênio 2003/2004 para 9 mil entre 2005 e 2006. No ano passado, o crescimento do setor alcançou a marca de 45%. Os dados são da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ).
O cheiro de tinta se espalha pelo subúrbio e já chegou à Baixada, onde a Carmo e Calçada lança um condomínio de 120 apartamentos em Duque de Caxias com jeito de Barra: a área de lazer terá até pista de boliche. Para João Paulo Matos, vice-presidente da Ademi, a construção deve se pulverizar mais este ano.
"Campo Grande é o maior bairro do Rio de Janeiro e até então não tinha grandes empreendimentos. É um verdadeiro oásis para as construtoras, já que tem muitos terrenos e uma boa infra-estrutura", diz Rodrigo Caldas, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
O Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-Rio) promoverá, nos dias 14, 15 e 16 de maio, das 9h às 13h, o "Curso de noções básicas de gestão de resíduos". Serão 12 horas de aulas, que ocorrerão na sede do sindicato. Para associados do Sinduscon e da Ademi-RJ, o curso sai a R$300.
O bom desempenho do ITBI deve ser creditado à expansão do mercado imobiliário brasileiro. Segundo o vice-presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rodrigo Conde Caldas, o setor tem tido forte demanda por conta da facilidade de crédito e do aumento da renda da população.
"Coincidência ou não, a realização dos Jogos Pan-americanos provocou um processo de aceleração da atividade do nosso mercado. Os resultados alcançados por diversos lançamentos imobiliários foram surpreendentes. Foi como se o carioca despertasse para o desejo de mudar de casa, de melhorar de vida, de propiciar mais qualidade de vida para sua família", afirma o presidente da Ademi, Rogério Chor.
O Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-Rio) promoverá, na próxima quinta-feira, das 9h às 18h, o seminário técnico "INSS na construção civil - Procedimentos, necessidades e exigências". Associados da Ademi-RJ ou do Sinduscon pagam R$250.
A Delta Incorporações é a nova integrante da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi-RJ ).
A própria contratação de Fabbriani simboliza a intenção da empresa de colocar o setor imobiliário entre suas prioridades maiores. O executivo era vice-presidente da Carvalho Hosken, uma das mais conhecidas construtoras do mercado carioca, e é vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ).
A Delta Incorporações é a nova filiada da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ). Criada em 2005, a Delta Incorporações já lançou cinco empreendimentos no Estado, sendo dois em Niterói, dois em Macaé e um no Méier. Os empreendimentos, que somam 532 unidades, totalizam valor geral de vendas (VGV) de R$ 72 milhões.
"Como o mercado andou de lado ou para trás durante muito tempo, vários profissionais migraram de setor", frisa Rogério Chor, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) e da CHL. Há cinco anos, sua construtora alcançou um volume geral de vendas de 100 milhões de reais.
Para Rogério Chor, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) e da construtora CHL, a cultura de gestão familiar de grande parte das empresas ainda é uma barreira para o crescimento do número de aquisições e fusões.
Começa hoje, na Ademi-RJ, o curso Estruturação Imobiliária Aplicada. Entre os palestrantes, o advogado Maury Bernardes.
Em 2007, a região da Barra e bairros vizinhos registrou 65% dos lançamentos imobiliários, o maior em relação a outros bairros, todos eles longe das favelas, segundo pesquisa da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
No caso dos imóveis chamados de econômicos, o financiamento bancário é mais vantajoso, por outro lado, diz o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) e da construtora CHL, Rogério Chor, há outra justificativa para a preferência de alguns compradores pelas construtoras: a maior flexibilidade nas negociações.
Segundo a Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi), em 2006, o percentual de unidades vendidas à vista ou financiadas pelo construtor chegava a 82%. Já os financiamentos bancários não passavam de 18%. O relatório do ano passado registrou outro panorama: 49% de unidades vendidas à vista ou direto do incorporador contra 51% de bancos.
O arquiteto e conselheiro da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) Afonso Kuenerz defende o espaço de 2,5m² X 5m², determinado pela lei."Sem dúvida alguma, o espaço de 2,5m² para cada carro é adequado. Se somar as distâncias entre um veículo e outro, terá mais de um metro, o que dá para abrir a porta confortavelmente. Pela largura, não há problema algum", disse Kuenerz.
O número de brasileiros que perdem a casa própria por ter uma dívida superior ao valor da propriedade no final do financiamento ainda é grande no Brasil. De 2006 para 2007, houve um aumento de mais de 60% dos imóveis retomados por falta de pagamento e levados a leilão pela Empresa Gestora de Ativos (Emgea), que administra contratos antigos da Caixa Econômica.
Mas os bons pagadores não são premiados somente na hora da aprovação do crédito. Segundo o conselheiro da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) Rodolpho Vasconcellos, alguns bancos já oferecem vantagens durante o financiamento para quem não atrasa prestações.
O presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rogério Chor, disse que a entidade ainda não tem posição fechada sobre a situação.
A Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi) calcula que 5 mil novos imóveis residenciais serão construídos nos próximos anos. Muitos desses prédios terão serviços semelhantes a condomínios da Barra, com piscinas, saunas e quadras esportivas.
Segundo o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário, Rodrigo Conde Caldas, o aumento na oferta do financiamento imobiliário possibilitou que a classe média comprasse o apartamento. "Além disso, as mulheres têm aumentado sua participação no mercado de trabalho. Sempre foram elas que decidiram a compra, mas, no passado, era o homem quem pagava. Hoje, são elas que arcam com a despesa", diz Caldas.
Bairro de passagem, só no imaginário carioca. Com cerca de 80 mil moradores (dados do Censo de 2000), Botafogo hoje lidera o ranking de novos empreendimentos residenciais na região. Em 2007, foram lançadas 416 novas unidades no bairro, contra 112 em 2006, um crescimento de 271% segundo dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi). O Humaitá fica em segundo lugar, com 73 unidades.
Segundo dados da Associação de Dirigente de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Jacarepaguá responde hoje por 34% dos empreendimentos lançados na cidade. O bairro passou a frente, inclusive, da sua vizinha Barra da Tïjuca. Na pesquisa, outra região da moda, Campo Grande, também mereceu destaque: teve 6% de todos os empreendimentos lançados em 2007.
Marcelo Parente, da Associação de Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), faz coro com Vasconcelos. Segundo ele, o cenário favorável para a realização do sonho da casa própria é resultante do tripé estabilidade da moeda, diminuição dos juros e crédito facilitado.
"A adimplência premiada representa a volta do Sistema Financeiro da Habitação, o SFH, que são os bancos fazendo o seu papel, de financiar, e as construtoras fazendo o seu, que é construir", comemora o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) e presidente da Patrimóvel, Rubem Vasconcelos.
Vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (ADEMI-RJ), Rubem Vasconcelos prevê que a área será revitalizada, atraindo novos inquilinos.
Segundo o vice-presidente da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), Rodrigo Conde Caldas, o aumento na oferta do financiamento imobiliário possibilitou que a classe média comprasse o apartamento.
Paulo Fabbriani, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário pediu, porém, mais transparência no FGTS, e citou o sistema de fundo de garantia do México. Lá, explicou, o trabalhador vai ao banco e recebe a carta de crédito com o saldo e o limite de financiamento. Com essas informações, procura um imóvel. Aqui, há o movimento oposto - comparou Fabbriani. "A transparência facilitaria muito o desenvolvimento do setor de habitação." diz Fabbriani.
Segundo o consultor de desenvolvimento urbano da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), David Cardeman, existem hoje no Rio cerca de 2.300 vilas, a maioria datada do século 19. De acordo com ele, poucas construtoras se interessam em construir conjuntos de casas porque o solo está muito caro.
A informação é do presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rogério Chor, que confirma ainda a preferência dos jovens por imóveis na planta até porque, hoje em dia, há construtoras que permitem que o comprador parcele a entrada de 10% e ainda lhe garantem financiamento de 25 anos, junto a um banco, para os 90% restantes.
No ano passado, foram lançadas 721 unidades na região, segundo dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi). Com esse desempenho, o bairro já ocupa o quinto lugar em número de novos imóveis na cidade do Rio.
Rodolpho Vasconcellos, conselheiro da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), também avalia que a oferta de crédito para novos é que impulsiona o aumento das vendas. Para o conselheiro, os preços dos usados não estão acessíveis o bastante para atrair compradores.
Pesquisa da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) revela que, pela primeira vez, nos últimos quatro anos, a Barra da Tijuca não é a campeã em lançamentos. Jacarepaguá assumiu essa colocação, em 2007, alcançando 34% de tudo o que foi lançado no ano.
Dados da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) mostram que, no ano passado, foram lançadas na região 721 unidades. Com esse desempenho, o bairro já ocupa o quinto lugar em número de novos imóveis.
Os lançamentos imobiliários previstos para Campo Grande nos próximos meses já superam todo o resultado de 2007, quando a Ademi registrou 721 novas unidades.
Rodolpho Vasconcellos, conselheiro da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), também reforça que o valor de correção não tem relevância, mas considera que, sob o aspecto legal, o tema pode gerar polêmica.
A pesquisa da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário de 2007 revela que Del Castilho foi o bairro da Zona Norte com o melhor desempenho: 967 imóveis, o que corresponde a 7% do total da cidade. Em 2006, o título regional foi do Méier, com 14%.
Pela primeira vez nos últimos quatro anos, a Barra da Tijuca não foi, em 2007, a campeã em lançamentos no Rio de Janeiro. De acordo com a pesquisa da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Jacarepaguá assumiu a liderança com 34% do total, seguido da Barra, com 23%.
Depois de quatro anos seguidos, a Barra não foi campeã de lançamentos imobiliários do Rio. De acordo com pesquisa da Ademi, em 2007, Jacarepaguá assumiu a liderança, com 34% de tudo o que foi lançado. Juntos, Barra, Recreio e Jacarepaguá concentraram 65% das construções residenciais da cidade. No total, foram lançadas 13 mil unidades, o que representou crescimento de 45% sobre 2006.
Pesquisa da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) revela que de janeiro a outubro do ano passado foram lançadas 1.349 unidades acima de R$ 400 mil na cidade.
Que a região da Baixada de Jacarepaguá continua sendo um dos maiores destinos de novas construções no Rio, não é novidade. Segundo a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), bairros como Barra, Recreio e Jacarepaguá concentraram 65% dos lançamentos da cidade no ano passado.
"O imóvel alienado pode ser vendido para terceiros, mas com autorização, por escrito, do agente financeiro", ressalta Rodolpho Vasconcellos, conselheiro da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
O presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano da ADEMI, José Conde Caldas, dá entrevista para o Herald Tribune sobre a valorização do bairro do Leblon.
"Isso já pode ser a demonstração de que lançamentos com prestações iguais ou inferiores aos aluguéis estão pressionando o mercado de locação, puxando os preços para baixo ", concordou o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rodrigo Conde Caldas.
A justificativa está no crédito, que ficou mais fácil. Para o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rodrigo Conde Caldas, os juros mais baixos e os prazos alongados liberaram uma demanda que estava reprimida.
"É uma tendência do mercado imobiliário, que vem sendo beneficiado pelo crescimento ou surgimento de centros comerciais, pólos de serviços e unidades de ensino em vários pontos da cidade. Áreas nas proximidades de vias expressas e de estações de transporte público também passaram a atrair grandes investimentos do setor", diz David Cardeman, consultor de desenvolvimento urbano da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ).
Mas, se não foi feita contagem populacional ano passado na capital, os números apresentados pela Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi) e o otimismo de incorporadores e construtores mostram as tendências.
Depois de décadas de estagnação, o mercado imobiliário das principais cidades brasileiras vive um momento de rara euforia. Estima-se que, somente em São Paulo, aconteçam dois lançamentos imobiliários por dia. O fenômeno se repete em todo o País. No Rio, de acordo com levantamento da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi-RJ), foram lançadas, em 2007, mais de dez mil unidades para diferentes faixas de renda.
Segundo o vice-presidente da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) e da Concal, Rodrigo Conde Caldas, o Leblon tem o metro quadrado mais caro da América Latina. Ele lembra que, um imóvel vendido há oito anos por R$ 500 mil, hoje custa R$ 2,5 milhões.
Para a Ademi (Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário), as mudanças no IOF e na CSLL não vão impactar o mercado imobiliário. O argumento é que os bancos estão muito competitivos e há vários lançamentos, ou seja, a oferta é grande.
Infra-estrutura e mudança na legislação. Estas são as razões que José Caldas, presidente da comissão de desenvolvimento urbano da Ademi, defende para o crescimento dos lançamentos em Jacarepaguá.
"Ele quase beira a ciência", diz Rogério Chor, presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), que também é presidente da CHL.
As expectativas se confirmaram e, por mais um ano, a Barra, Recreio, Jacarepaguá e região foram os bairros com o maior número de lançamentos do mercado imobiliário este ano. Segundo pesquisa realizada pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ), dos 11.710 novos empreendimentos da cidade, cerca de 66% aconteceram na região.
Levantamento inédito da Ademi indica que a cidade ganhou11.710 novos apartamentos este ano.
Já o Prêmio Ademi, na categoria Comercial de Grande Porte, foi conquistado com o projeto da Torre Norte Shopping.
A tendência é de que esse movimento de alta persista nos próximos anos. Segundo o consultor de desenvolvimento urbano da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Davi Cardeman, esse ciclo virtuoso deve continuar por pelo menos dois ou três anos.
Para Rodolpho Vasconcellos, conselheiro da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi), a disputa entre construtoras é saudável para o mercado, e deve, a médio prazo, provocar a queda nos valores dos apartamentos em todo o país.
Chegou a hora de reconhecer as principais obras, empresas e profissionais do mercado imobiliário do Rio de Janeiro. A oitava edição do Destaque ADEMI - Prêmio Master Imobiliário, um dos eventos mais importantes do setor, mais uma vez reconhece e estimula a excelência profissional do mercado de construção, que continua em constante aprimoramento em 2007.
Depois de ganhar sete prêmios Ademi e ser escolhida a "Empresa do Ano", a RJZ Cyrela subirá ao podium mais uma vez na 38ª edição do prêmio Top de Marketing da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB) com o case de sucesso do Les Palais Botafogo.
"Concentração nunca é boa, mas não acredito que vá ocorrer", analisa Rogério Chor, presidente da CHL Incorporadora e da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ).
A construtora Zayd foi premiada na categoria Comercialização/Marketing no Prêmio Ademi.
De acordo com dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário(Ademi), o número de unidades lançadas na cidade do Rio entre janeiro e outubro deste ano é quase duas vezes maior do que o registrado no mesmo período de 2006:10.122 contra 5.185.
Na cidade do Rio, o número de unidades lançadas praticamente dobrou: de 5.185 para 10.122 de janeiro a outubro, segundo dados da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi). Há muitos detalhes que as pessoas se esquecem de perguntar na hora da compra e depois acabam gerando problemas.
João Paulo Matos foi eleito Empresário do Ano pela Ademi.
Na opinião do consultor de Desenvolvimento Urbano da Ademi-RJ, David Cardeman, o processo de revitalização empregado no Centro do Rio é amplamente positivo. Ele explica que durante anos esteve em prática a estratégia de tornar a região uma área voltada para a realização de negócios, com poucas opções de moradia.
O Grupo Santa Isabel recebe hoje o Prêmio Ademi na categoria Shopping Center. A Concal receberá o prémio de Projeto Residencial de Pequeno Porte, e a Rossi, na de Marketing e Comercialização.
A RJZ Cyrela recebe, amanhã, sete prêmios na edição do Destaque Ademi-Prêmio Master Imobiliário.
Será amanha, no Hotel Intercontinental, em São Conrado, a entrega do Prémio Master Imobiliário, da Ademi, que chega à oitava edição no Rio. São 35 categorias de premiação. A RJZ/Cyrela foi a grande vencedora: além de conquistar sete prêmios, foi considerada a "Empresa do ano" pela entidade.
A Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ) entrega amanhã, no Hotel Intercontinental de São Conrado, o prêmio Destaque Ademi Master Imobiliário 2007.
Acontece hoje, no Intercontinental, a entrega do Destaque ADEMI - Prêmio Máster Imobiliário 2007. A RJZ Cyrela é a empresa que receberá o maior número de prêmios. Já a Carmo e Calçada recebe prêmio na categoria Marketing/Comercialização de Empreendimento de Médio Porte, com o La Maison Gauguin, na Península.
Carlos Carvalho comemora. Na cerimônia do Prêmio Ademi, amanhã, no Hotel Intercontinental, a Carvalho hosken, em parceria com a RJZ Cyrela, levará os troféus nas categorias Desenvolvimento Urbano e Empreendimento de Médio Porte, respectivamente, pelo Cidade Jardim e o Mandarim da Península.
O Prêmio Master Imobiliário (Destaque Ademi) será entregue amanhã no hotel Intercontinental em São Conrado. A RJZ Cyrela foi a grande vencedora, pois além de conquistar sete prémios, foi considerada a Empresa do Ano pela entidade.
O Grupo Carmo e Calçada alcançou este ano o topo do Prêmio Ademi, cuja cerimônia será segunda-feira, no Hotel Intercontinental. João Paulo Matos, diretor do grupo, levará o troféu de Empresário do Ano.
Os números relacionados a Jacarepaguá são excelentes. De acordo com os números da Ademi-RJ, levando-se em consideração o primeiro semestre de 2007, o bairro conquistou o primeiro lugar no ranking de unidades lançadas em toda a cidade - com 1.591 unidades, superando a Barra da Tijuca, que registrou 673 unidades.
É significativo, aliás, a esse respeito, o levantamento da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi-RJ), mostrando terem sido lançadas neste ano mais de dez mil unidades em várias faixas de renda.
A Renta Engenharia ganhou o Prêmio Ademi Master Imobiliário 2007 na categoria Gerenciamento de Obras.
A João Fortes Engenharia vai receber um dos prêmios do Destaque Ademi/RJ no dia 03 de dezembro, no Intercontinental.
As melhores condições para a compra de imóveis - conseqüência da estabilidade econômica, da desburocratização do crédito e da queda de juros - abrem novas perspectivas inclusive para o mercado de luxo. É o que afirma o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rogério Chor, segundo quem, não há milagres: para oferecer condições de pagamento mais atraentes, as empresas precisam fazer o que ele chama de "ajustes de preços".
A RJZ Cyrela conquistou oito prêmios na edição Destaque Ademi 2007.
No próximo dia 3, será realizada no Hotel Intercontinental, em São Conrado, a oitava edição do Destaque Ademi - Prêmio Master Imobiliário, que tem como objetivo reconhecer e estimular a excelência profissional do mercado de construção.
A Renta Engenharia conquistou o Prêmio Ademi Master Imobiliário 2007 na categoria Gerenciamento de Obras.
A Obra Social da Cidade receberá, dia 3 de dezembro, o prêmio Destaque Ademi Master Imobiliário 2007, na categoria Obra Pública/Social. O reconhecimento se deve ao sucesso de seus programas, entre eles os de capacitação profissional, segurança alimentar, inclusão social, lazer e cultura para pessoas carentes e de todas as idades. A notícia teve chamada de capa no Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro.
Segundo Rubem Vasconcelos, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), não há como estimar o valor dessas áreas: "São terrenos, em diferentes pontos, que poderiam se prestar a diferentes fins. Na área de influência da Avenida Rio Branco, o metro quadrado de uma sala comercial custa, em média, R$ 1.200. Não é muito porque houve o êxodo das grandes empresas do Centro para a Barra. Na região hoje mais degradada da Presidente Vargas poderiam ser feitos apartamentos de R$ 80 a R$ 130 mil.", diz Rubem.
"Com a ampliação dos prazos de financiamento, queda da taxa de juros e estabilidade da economia, todo brasileiro deve ser encarado como um cliente com potencial para adquirir a casa própria.Hoje, podemos construir em qualquer bairro, que o retomo do investimento está garantido.", afirma Rogério Chor, presidente da CHL e da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
As empresas do mercado imobiliário estão fazendo investimentos pesados, aproveitando o bom momento do setor. De acordo com dados da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), o número de unidades lançadas entre janeiro e outubro deste ano é quase duas vezes maior do que o registrado no mesmo período de 2006: 10.122 agora contra 5.185 no ano passado, na cidade do Rio de Janeiro.
O setor da construção comemora a decisão. Para o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rogério Chor, essa faixa de renda foi a que ganhou mais lançamentos este ano.
"Os empresários que se associarem vão crescer, se tornarão grandes construtores e começarão a absorver as empresas menores. Essa é a tendência do setor", opina Rodolpho Vasconcellos, conselheiro da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
O empresário Rogerio Chor, presidente da construtora CHL e da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), prevê que os interessados em adquirir imóveis ainda vão deparar com muitas iniciativas inusitadas, mas haverá ajustes. "O exagero será retirado", diz. "E daqui a dez anos vamos achar engraçado o que se faz hoje."
O segundo trecho mais valorizado fica do lado do Jardim Botânico, na Avenida Borges de Medeiros, nas proximidades do Clube Piraquê. De acordo com o diretor da Ademi, a "terceira" Lagoa fica na altura do Parque do Cantagalo, onde os prédios de alto luxo puxaram os preços para cima, embora o trecho do bairro não seja o melhor.
O construtor José Conde Caldas, presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), diz que a orla da Lagoa Rodrigo de Freitas perde em valorização apenas para os terrenos à beira-mar de Ipanema e Leblon, onde o metro quadrado está entre R$ 20 mil e R$ 22 mil.
A Ademi premiou a RJZ Cyrela (empresa do ano), a Patrimóvel (imobiliária do ano) e Oscar Niemeyer (arquiteto do ano)
"A longo prazo, acredito, sim, que será possível reduzir o adensamento das favelas, mas há ainda muito a fazer", avalia David Cardeman, consultor de desenvolvimento Urbano da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi/RJ).
As vendas nesse segmento, diz Rogério Chor, presidente da Ademi/RJ, são um sucesso: "A velocidade de venda dos empreendimentos nessa faixa é imbatível, mas não vamos deixar de ter lançamentos em outros patamares. O que acontece é que o mercado ampliou seus tentáculos", diz.
Pelo levantamento da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi-RJ), já foram lançadas mais de dez mil unidades em várias faixas de renda. Todos esses números parecem grandiosos, mas os especialistas garantem que são pequenos perto da necessidade de moradias do país.
A maior quantidade dos divulgadores fica nos principais acessos à Barra, seja na Zona Sul ou na Zona Norte, quando os lançamentos são mais populares. A estimativa da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) é de que 400 pessoas trabalhem nesse tipo de atividade nas ruas do Rio.
Basta dar uma caminhada pela região para constatar: Botafogo é o bairro da Zona Sul com o maior número de lançamentos imobiliários. "É uma região privilegiada, porque fica perto do centro da cidade e dos principais elos viários entre as zonas Sul e Norte, os túneis Rebouças e Santa Bárbara", diz David Caderman, consultor de desenvolvimento urbano da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi).
As mudanças nas condições de financiamento com recursos do FGTS, anunciadas na semana passada pela Caixa Econômica Federal, deverão impulsionar ainda mais as vendas de casas e apartamentos no Estado do Rio. A previsão é de Rodolpho Vasconcellos, conselheiro da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
José Conde Caldas, presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi), também acredita que a crise já era esperada. "O mercado imobiliário norte-americano crescia de 5% a 6% ao ano e os bancos ofereciam financiamentos pela janela, muitas vezes ultrapassando o valor do imóvel".
O mercado imobiliário do Rio de Janeiro está em lua-de-mel com a zona norte da cidade. José Conde Caldas, que é presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano da Ademi, afirma: "Isso é uma atração. É o modelo de sucesso da Barra repetido ali. Fica muito interessante e cria um novo modo de viver".
O presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcelos, diz que o imóvel, apesar da má-fama, não perde o valor. "O local é privilegiado e o valor é estipulado de acordo com o ponto", explica Rubem. "Eu acredito que este seja um erro do tipo de comércio escolhido para o local."
Uma pesquisa da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ) mostra que o bairro da Zona Oeste ultrapassou a região da Barra da Tijuca em quantidade de lançamentos: de janeiro até setembro, foram colocadas à venda mais de 3.200 unidades, a maioria nos sub-bairros da Freguesia e da Taquara.
O vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) e presidente da Patrimóvel, Rubens Vasconcelos, garante que a Nova Barra vai experimentar um desenvolvimento intenso nos próximos anos.
Já faz algum tempo que hotéis não são vistos apenas como opções de lazer e estadia. Hoje, grandes grupos financeiros e pessoas físicas apostam nesses estabelecimentos como forma de diversificar seus investimentos. O empresário Sérgio Goldberg, presidente da construtora Agenco e conselheiro da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), também vê muitos benefícios nesse tipo de produto.
A vizinhança tem ainda outros motivos para comemorar. Segundo o consultor de Desenvolvimento Urbano da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), David Cardeman, a região próxima ao Bangu Shopping deverá se valorizar.
Na opinião do presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rogério Chor, o evento acontece em um ambiente mais do que propício para o setor. "Vivemos durante muito tempo a angústia e o encolhimento do mercado imobiliário. Atualmente, as cartas de crédito dos bancos, os descontos de recebíveis e abertura de diversas empresas de construção de capital na bolsa impulsionam o aquecimento do setor", enfatizou.
A CM2 Estruturação Imobiliária abre amanhã, na Ademi-RJ, o curso Estruturação Imobiliária, com palestras do advogado Maury Rouède Bernardes.
Para o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rogério Chor, esse é o melhor momento da economia para o setor imobiliário. "Com toda essa liquidez do mercado atual, diversas barreiras puderam ser quebradas para facilitar a vida do consumidor. A atuação das corretoras no estado tem se intensificado bastante, principalmente na Zona Oeste, considerado um dos melhores lugares em qualidade de vida", assinalou.
Para o vice-presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rodrigo Caldas, o aumento geral do preço dos imóveis nos últimos anos não foi superior ao de outros lugares, nem exclusivo do Rio. Ele atribui o fenômeno ao aumento do financiamento a longo prazo.
A programação visual do evento, que tem a chancela da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), é inspirada nos cartões postais da cidade maravilhosa. Estarão lá os Arcos da Lapa, o calçadão de Copacabana, o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar.
O I Salão do Imóvel tem como proposta oferecer empreendimentos para todos os níveis de renda, com opções de dois, três e quatro quartos, além de coberturas, casas, terrenos e salas comerciais. "A programação foi inspirada nos cartões postais da cidade maravilhosa. Estarão em um mesmo local os Arcos da Lapa, o Calçadão de Copacabana, o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar, elaborados pela Ademi", explicou Rubem Vasconcelos.
"O financiamento possibilitou que os empresários investissem em projetos bons, com grande volume de unidades, o que viabilizou a que chegássemos a preços mais acessíveis às classes média e média baixa", diz Conde Caldas, vice-presidente da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi-RJ).
O presidente da Ademi, Rogério Chor, dono da construtora CHL, chega a explicar que essa não é uma questão contra os agentes financeiros: "Os bancos não podem deixar de cobrar juros. O que queremos é que a construtora banque, para o consumidor, essa diferença causada pelos juros. E não repasse para ele."
O arquiteto David Cardeman, consultor de Desenvolvimento Urbano da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), conta que votou duas vezes no prédio, no concurso das 7 maravilhas do Rio, promovido pelo GLOBO. E diz porquê.
Do ponto de vista comercial, o terreno do BPM é considerado uma raridade pelas imobiliárias. Rubem Vasconcelos, vice-presidente da Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi), classifica a área como espetacular: "Uma área daquele tamanho é especial. Não há outra disponível na Zona Sul, principalmente no Leblon.", diz ele.
Rodrigo Terra, do MP estadual, vai se reunir amanhã com Rogério Chor (CHL) e Rodrigo Caldas (Concal), presidente e vice da Ademi. Em pauta, a volta da cobrança de juros durante a construção de imóveis.
O mercado imobiliário do Rio entrou em estado de alerta esta semana. Na última segunda-feira, a Ademi, entidade que representa o setor, enviou aos associados uma circular na qual deixa claro o temor com a retomada de uma prática comercial que parecia sepultada desde o início de 2006.
"Consolidamos nossa marca na Zona Sul e na região da Barra, mas, hoje, percebemos que a expansão do setor toma outras direções e Campo Grande tem uma enorme demanda de empreendimentos", diz Rogério Chor, presidente da CHL e da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi/RJ).
Segundo David Cardeman, consultor de Desenvolvimento Urbano da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), a proximidade do trabalho é um dos fatores mais importantes na compra de um imóvel.
Segundo o presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano da ADEMI, José Conde Caldas, em 2007 o setor do Rio de Janeiro deve chegar a 12 mil unidades lançadas, número bastante expressivo, mas que representa apenas metade da capacidade produtiva.
O bom momento pelo qual passa o mercado imobiliário brasileiro, graças, sobretudo, à facilidade de crédito e ao panorama macroeconômico favorável, vem estimulando a criatividade em campanhas publicitárias. O mercado de compra presencia a entrada de cena de pessoas que, até bem pouco tempo atrás, nem sonhavam em comprar um imóvel.
O boom no mercado imobiliário teve início ano passado, segundo Marcelo Parente, conselheiro da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi). Mas ele conta que, mesmo tendo motivos de sobra para comemorar, os representantes de construtoras reclamam da falta de profissionais bem preparados.
No setor institucional do salão, já garantiram espaço 16 construtoras. Carvalho Hosken, Carmo e Calçada, Gafisa, Rossi, RJZ/Cyrela, CHL, Concal, Direcional, CR2, Canopus, Brascan, Klabin Segal, Agenco, PDG, Esfera e Modal vão apresentar aos visitantes seus empreendimentos em fase de lançamento e também com unidades já prontas. No primeiro semestre do ano, segundo a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), foram lançadas no Rio cerca de quatro mil unidades, 15,8% a mais que no mesmo período de 2006.
"Estamos vivendo um boom como nunca existiu. A tendência do mercado este ano é dobrar em relação ao ano passado e continuar daí para frente", avalia o presidente da associação das empresas do mercado imobiliário, Rogério Chor.
A previsão é que, com isso, muitas famílias consigam se livrar da locação e realizar o sonho da casa própria. Para José Conde Caldas,da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi/RJ) está prestes a acontecer o que houve no início da década de 1980, quando muitas famílias trocaram o aluguel pelo financiamento da casa própria.
Hoje, há cerca de 200 mil imóveis residenciais alugados no Rio. Para José Conde Caldas, da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi/RJ), está prestes a acontecer o que houve no início da década de 80, quando muitas famílias trocaram o aluguel pelo financiamento da casa própria.
O setor de construção comemorou as novas regras de financiamento. O presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi/RJ), Rogério Chor, ressalta que o maior prazo de pagamento e as quedas nos juros aumentam a base da pirâmide de potenciais compradores.
Na opinião de Afonso Kuenerz, que também é conselheiro da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), a preocupação com a natureza deve ser uma questão ética e profissional para as empresas relacionadas à indústria da construção civil. "Precisamos ter responsabilidade, usar os recursos de forma que não prejudiquem as gerações futuras", afirma.
"Os bancos estão voltando a financiar o setor, muitas empresas abriram capital em bolsa, e os juros mais baixos facilitaram essa expansão. Os prazos de pagamento estão maiores, o que permite uma nova demanda, de clientes de baixa renda", afirma Rogério Chor, presidente da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi).
O estrangeirismo já foi alvo de um projeto de lei - que não chegou a ser aprovado - prevendo punição para quem usasse palavras estrangeiras que pudessem ser substituídas por equivalentes em português. De qualquer forma, o arquiteto Afonso Kuenerz, conselheiro da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), garante que há um cuidado, por parte das empresas, para que as palavras usadas, em outros idiomas, sejam aquelas já integradas à nossa cultura.
Rogério Chor, presidente da Ademi (associação que congrega as empresas do mercado imobiliário no Rio), diz que a única forma de a crise americana afetar o mercado brasileiro seria por via indireta, no caso extremo de o mundo cair em uma recessão aguda.
No Rio, segundo dados da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), o total de lançamentos no primeiro semestre deste ano chegou a 3.926 unidades, recorde da década para o período.
"A partir dos anos 70, passaram a ser obrigatórios nas novas construções espaços para garagem, apartamento para o zelador e área de recreação infantil com um mínimo de 40 metros quadrados. Fica caro cumprir essas exigências em vilas, que têm como característica poucas unidades, logo poucas vendas", diz o urbanista David Cardeman, consultor da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi).
"As empresas de concessão de crédito passaram a enfrentar a inadimplência. E o calote atingiu também os investidores que emprestaram dinheiro a elas. Sem receber as prestações, a empresa não repassa o dinheiro", explica o presidente da Ademi, Rogério Chor, lembrando que o investidor, para reduzir suas perdas, vende ações de outros negócios na bolsa e, com isso, as ações despencam.
O vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rodrigo Caldas, ressalta que as condições oferecidas pelas construtoras para a compra de imóveis na planta também ajudam a dificultar a venda de usados em Ipanema e Leblon.
"O esvaziamento econômico e a deterioração das construções tinham afastado os investidores. Mas as construtoras perceberam que esta é uma região com a infra-estrutura toda pronta e preços acessíveis", analisa David Cardeman, consultor de desenvolvimento urbano da Ademi.
A Zona Norte tem se destacado no número de unidades lançadas na cidade, mais precisamente o modesto bairro de Del Castilho, que garantiu a terceira posição no ranking de empreendimentos no primeiro semestre, ficando atrás apenas da Barra da Tijuca (673) e de Jacarepaguá (1.591), na Zona Oeste. O bairro, que conta com uma âncora de peso, o Norte Shopping, ultrapassou o Recreio dos Bandeirantes. Os dados são da Pesquisa Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário).
"Os terrenos junto à praia são muito valorizados. O metro quadrado de um apartamento na Avenida Sernambetiba, por exemplo, chega a custar 12 mil reais. A ocupação por prédios acaba sendo inevitável. A pressão imobiliária é enorme", afirmou o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcelos.
"O número de construções de janeiro a julho deste ano foi 15,8% maior que o total registrado no mesmo período do ano passado, quando foram construídas 3.390 unidades", diz a coordenadora da pesquisa da Ademi, Gabriella Szklo.
O lançamento do Norte Village, em Del Castilho, pôs o bairro em evidência no ranking da Ademi-Rio. O empreendimento conjunto de RJZ Cyrela e Brascan, com 614 apartamentos, foi o terceiro em unidades lançadas no primeiro semestre. Com 16% dos lançamentos imobiliários, Del Castilho quase encostou na Barra (17%). O líder foi Jacarepaguá, com 42% da oferta.
Segundo a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliários (Ademi), Botafogo lidera os lançamentos, na área, com 113 novas construções, surgidas de janeiro a junho deste ano. Laranjeiras tem 20 empreendimentos, no mesmo período , e Humaitá, nove.
Dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) mostram a evolução dos negócios na Barra da Tijuca e Jacarepaguá, onde foram lançados, respectivamente, de janeiro a junho, 498 e 1.545 apartamentos. Ano passado, foram 2.273 na Barra e 2.394 em Jacarepaguá, revelando que a já promissora região pode ficar mais atraente ainda com instalação de serviços comerciais.
Segundo Rogério Chor, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi/RJ) e dono da construtora CHL - que já lançou edifícios com essa característica, no Leblon e no Jardim Botânico - o preço de um apartamento de primeiro andar tradicional normalmente fica 12% a 15% mais barato do que o do pavimento inferior à cobertura. Mas, quando o primeiro andar tem área de lazer privativa, o valor cobrado é similar ao dessa unidade, diz.
Cada vez mais construtoras estão se capitalizando para investir em imóveis de até R$ 120 mil. Para o mercado, o segmento ainda tem muito potencial de crescimento. Dados da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) revelam que, de janeiro de 2005 a julho deste ano, foram lançadas 22.314 unidades, mas apenas 1.639 se encaixam nesta faixa.
Vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcellos aposta na expansão urbana da área, chamada de Boulevard do Pan. "São 3,5 milhões de metros quadrados que trazem grande expectativa", diz, prevendo valorização de imóveis em 20% logo após os Jogos.
"Por ser mais isolado, o bairro sempre atraiu muita gente que queria morar próximo ao mar, mas não tinha dinheiro para pagar um imóvel na Barra da Tijuca", observa David Cardeman, consultor de Desenvolvimento Urbano da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi).
Os empresários do setor imobiliário, por sua vez, comemoraram a expectativa de uma TR menor daqui para frente, graças à queda dos juros:"Cai um custo que não oferece nenhum valor agregado ao comprador", diz Rogério Chor, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi-RJ).
Com a ocupação gradativa, o desenvolvimento do Centro Metropolitano de Jacarepaguá promete reverter um quadro que a Barra vem apresentando há dois anos, quando os números de lançamentos imobiliários no bairro começaram a cair. Dados da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) mostram que a Barra vem perdendo, em números, espaço para o Recreio e Jacarepaguá.
Os empreendimentos que oferecem lazer e serviço estão crescendo. As pessoas preferem morar com conforto e segurança diz Rogério Chor, presidente da CHL e da Ademi.
Segundo pesquisas da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi-RJ), o número de unidades lançadas na cidade passou de 6.700 em 2004 para cerca de 9.000 unidades em 2006, um aumento de 34%. E tudo indica que, em 2007, a tendência de alta será mantida.
Para o presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), José Conde Caldas, há preocupação em ampliar a área de lazer para a terceira idade com piscina coberta e aquecida, hidromassagem, praças e salões. O Secovi Rio (Sindicato da Habitação) já estuda criar programa específico para esse público.
Enquanto a oferta de prédios comerciais para os milionários está retraída, o número de moradias direcionadas a este público nunca foi tão alto. Dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ) mostram que, no ano passado, foram lançadas no Rio 588 unidades residenciais de classe A e AA.
O presidente da ADEMI, Rogério Chor, considera que, em 2007, o Rio não terá apenas um "bairro da vez". Em sua opinião, as construtoras estão interessadas em conferir e estudar a viabilidade de qualquer terreno que lhes seja ofertado, não importando em que bairro ficam. "No ano passado, surgiram opções de moradia em bairros fora do eixo de interesse das construtoras, como Lapa e São Cristóvão".
Segundo a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), as construtoras associadas lançaram diversos empreendimentos na Freguesia, entre 2005 e 2007.
Quando foi criado o SFH (Sistema Financeiro de Habitação), em 1964, o pagamento era de até 30 anos, mas com a instabilidade econômica, o prazo foi reduzido de 30 para 20 anos. O conselheiro da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), Rodolpho Vasconcellos, acredita que hoje é possível oferecer prazo superior a 20 anos. Ele lembra que em países desenvolvidos o pagamento já ultrapassa 40 anos.
"Houve um grande estouro de crescimento com relação ao Recreio no ano passado. Principalmente na Avenida das Américas", confirma o presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano da Ademi, José Carlos Caldas.
O crescimento do mercado imobiliário está acirrando a concorrência, inclusive, entre as construtoras. Resultado: depois de um longo período em que a maioria das fachadas dos prédios cariocas parecia saída de uma linha de montagem, vêm surgindo empreendimentos de plástica mais arrojada no belo cenário da cidade. Sérgio Caldas, o "arquiteto do ano" da ADEMI, trabalha com grandes panos de vidro, até nos peitoris de janelas.
A construção do estádio impulsionou lançamentos residenciais e uma ampliação do comércio e de serviços, o que já valorizou em 20% os imóveis da região diz José Conde Caldas, presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
"Nas praias de Ipanema e do Leblon o metro quadrado custa R$ 20 mil, enquanto em São Paulo o metro mais caro não passa de R$ 7 mil.", compara José Conde Caldas , presidente da comissão de desenvolvimento urbano da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi). "É claro que em São Paulo a oferta de espaço é maior, mas esse não é o único fator que torna a cidade mais atrativa para as construtoras. A legislação paulista não tem tantas restrições quanto a do Rio e lá as áreas nobres não estão todas concentradas em uma única região."
Hoje, a CM2 abre, na Ademi-RJ, o curso de Estruturação Imobiliária Aplicada, com palestra do advogado Maury Rouède Bernardes.
Para o vice-presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Rio), Rubem Vasconcellos, esse canto de Ipanema se tornou uma exceção dentro da classificação de "princesinha do Rio", dada por ele ao restante do bairro e ao Leblon.
O presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário, Rogério Chor, diz que o Rio está vivendo o momento dos megaempreendimentos, que acabam encarecendo o valor do condomínio devido às opções de lazer. "Por outro lado, o número expressivo de unidades faz o custo ser diluído por uma gama maior de moradores, conseqüentemente, a cota será mais acessível", prevê Chor.
Em São Paulo, a propagação dos negócios criou boas áreas residenciais em várias regiões. "E a geografia de lá não impõe tantos limites à construção", aponta Rogério Chor, dono da construtora CHL e presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário.
A Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) também está acompanhando de perto o fluxo de investimentos em direção à Zona Oeste. "Já estamos desenvolvendo um estudo de impacto urbano para avaliar a faixa de renda que será o principal foco de investimento do setor", afirma o presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano da Ademi, José Conde Caldas.
A Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) elegeu oficialmente na segunda-feira a nova diretoria para o biênio 2007/2009. A entidade será presidida por Rogério Chor, da CHL. Entre os vice-presidentes estão Rodrigo de Gouveia Conde Caldas, da Concal; Rubem Vasconcelos, da Patrimóvel; Flávio Ramos, da Klabin Segall; João Paulo Rio Tinto de Matos, da Carmo e Calçada; João Paulo Rossi, da Rossi Residencial e Rogério Jonas Zylbersztajn, da RJZ/Cyrela.
Começa no dia 15 deste mês o "Curso de estruturação imobiliária aplicada" da Ademi-RJ, voltado para profissionais que atuam no setor. Com 30 horas/aula, o curso custa R$ 1,2 mil para associados e R$ 1.350 para não-associados.
Anteontem, na posse de Rogério Chor (CHL) na presidência da Ademi, o prefeito contou que, mesmo sem critérios urbanísticos definidos, chovem pedidos de construção na área.
"À exceção da praia, o preço do metro quadrado em Botafogo é muito parecido ao da Barra. Uma das maiores diferenças é o acesso aos transportes. Com a extensão do metrô ao Cantagalo, o bairro ficou ainda mais próximo de Copacabana e Ipanema.", destaca o vice-presidente da construtora RJZ/Cyrela e da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rogério Zylbersztajn.
Rogério Chor, presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), calcula que de 40% a 50% dos custos do setor vêm dos materiais de construção. Desse total, de 10% a 15% são influenciados pelo dólar.
"As construtoras podem estar muito otimistas com o volume de recursos liberados, mas se não houver adequação de características de crédito para o consumidor, as vendas não vão mesmo acompanhar os lançamentos. O volume de crédito liberado para habitação ainda está incompatível com a capacidade de pagamento da maioria da população", observa Rodolpho Vasconcellos.
"A tendência é que, com mais lançamentos, os preços comecem a ficar mais atraentes", diz Rodolpho Vasconcellos, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
Com a queda de 10,16% para 8,66% ao ano mais TR (Taxa Referencial), a economia do mutuário será de cerca de R$ 100. Para o conselheiro da Ademi, Rodolfo Vasconcellos, a medida vai ampliar a demanda pela compra da casa própria.
"Os bancos estrangeiros foram os primeiros a apostar neste mercado no Brasil, devido à experiência positiva que têm em outros países", explica Rodolpho Vasconcellos, conselheiro da ADEMI (Associação de Dirigentes e Empresas do Mercado Imobiliário).
Estão abertas as inscrições para o curso "Estruturação Imobiliária Aplicada", realizado pela CM2, com apoio da Ademi. O programa abordará os fundamentos que norteiam a montagem e o desenvolvimento de negócios imobiliários e de base imobiliária. As aulas serão nos dias 15, 16, 22, 23 e 29 de junho. Mais informações no site www.ademi.org.br.
"A criação das Áreas de Proteção do Ambiente Cultural (Apac) limitou ainda mais o crescimento do bairro. Mas pouco a pouco, as construtoras vão reconquistando a região, mantendo o padrão elevado", afirma o presidente da Ademi, Rogério Chor.
Os dados são da Associação das Empresas de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi), agora presidida por Rogério Chor, da CHL. Na diretoria da entidade as grandes empresas do setor estão representadas agora por executivos.
O engenheiro civil Rogério Chor foi eleito o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) para o mandato 2007/2009. Carioca de 46 anos, Chor é preside também da CHL Incorporações. Na assembléia da instituição foram também eleitos os vice-presidentes e os conselheiros.
Empossado semana passada como presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi/RJ), até 2009, o engenheiro civil Rogério Chor, que também é presidente da construtora CHL, fala sobre planos para colaborar com a prefeitura na análise de novos empreendimentos, sobre o mercado da classe média baixa e para onde vai o crescimento.
Segundo o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcellos, os imóveis localizados na boca de favelas estão desvalorizados, em média, em 70%.
A expansão dos bancos estrangeiros no mercado brasileiro, com a abertura ocorrida nos anos 1990, é computada pelo vice-presidente da Associação de Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ), Rodolpho Vasconcellos, como um dos fatores importantes que estão permitindo agora a crescente expansão do crédito imobiliário.
"A Rocinha cresceu por estar perto das oportunidades que surgiram na Zona Oeste", analisa David Cardeman, consultor da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
O engenheiro civil Rogério Chor é o novo presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ). Chor, que é carioca e em 2006 ganhou o prêmio de Empresário do Ano do setor imobiliário, preside também a CHL Incorporações, empresa cujo faturamento anual já atinge R$ 180 milhões.
Nos dia 24 e 25, o International Quality & Productivity Center (IQPC) realiza o seminário "Financiamento e crédito imobiliário", no hotel Blue Tree Towers Faria Lima, em São Paulo, com apoio da Ademi/RJ.
O reflexo está nos números de um levantamento da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi). Em 2004 o bairro teve 1.365 unidades habitacionais lançadas, um número já expressivo se comparado a bairros vizinhos - como o Recreio, que teve 657 unidades. Já em 2005 este número foi de 1.785, e continuou crescendo até o ano passado, chegando a 2.394.
"Não há empreendimentos desde 1980", revela David Cardeman, consultor em desenvolvimento urbano da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi). "O bairro já está consolidado, e, a não ser que revoguem as áreas tombadas, ninguém acredita que a Urca vai mudar".
Segundo a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), das 8.793 unidades lançadas no ano passado na cidade, 1.645 ocorreram no bairro. Em apenas três anos os lançamentos mais que duplicaram.
Segundo a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), no ano passado houve predomínio no número de lançamentos de imóveis com três quartos, mas já se verifica uma tendência de empreendimentos menores, que deve se concretizar ainda este ano.
Estão abertas as inscrições para o curso Estruturação Imobiliária Aplicada, promovido pela CM2 com apoio da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi). O curso, em junho, apresentará os fundamentos do desenvolvimento de negócios imobiliários. Informações no site http://www.ademi.org.br/.
A negociação entre os dois lados costuma ser longa. "Às vezes oferecem uma troca: a casa por dois apartamentos. Mas tudo depende da metragem. Quando o vizinho vende junto, eles pagam mais", explica Vera, com ar professoral. Não por acaso, o empresário Rogério Chor, presidente da construtora CHL e da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Rio), concorda plenamente. "A negociação tem vários momentos. Não desisto nunca. Tem casa que só consegui comprar depois de três anos", afirma.
O crescimento imobiliário em toda a Zona Norte é outra mudança.Segundo a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), nos últimos três anos, foram quase 2.500 novos apartamentos.
Em 2006, 62,42% das unidades lançadas custavam entre R$100 mil e R$300 mil destaca a chefe de Pesquisa da Ademi/RJ, Gabriella Szklo.
Rogério Chor, da construtora CHL, presidente eleito da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), diz que este é o "momento dos megaempreendimentos". Ele admite que a oferta das áreas de uso coletivo está relacionada à diminuição do tamanho dos apartamentos, mas ressalta que há outras questões que levam os clientes a procurarem condomínios com esse perfil:
O Guia Ademi, do Rio, teve procura 20% maior de estrangeiros nos três primeiros meses do ano. Esse consumidor tem mais de 50 anos, vai se aposentar e procura imóveis na Lagoa e com vista para o mar.
De acordo com o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) e presidente da Patrimóvel - que detém 85% do mercado carioca de venda de imóveis - Rubem Vasconcelos, a previsão para o bairro é de que cerca de 5 mil unidades sejam lançadas e o volume gerado de vendas (VGV) atinja R$ 1,4 bilhão este ano. Em 2006, 4 mil unidades foram vendidas, resultando em um VGV de R$ 1 bilhão.
Em abril, Rogério Chor, presidente da construtora e incorporadora CHL, tomará posse na Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi-RJ). Chor tem larga experiência no mercado. Fundou há vinte anos a CHL, que fechou o ano de 2006 com um volume geral de vendas de R$200 milhões. Para este ano, há previsão de lançamentos em diversos bairros.
Atrás de gente como o casal Nundes, o mercado imobiliário vem apostando na região. Segundo o presidente da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Marcio Fortes, a cidade crescia para a Barra, onde muitos moradores da Zona Norte e da Baixada Fluminense compraram imóveis.
Em cinco anos, o bairro terá entre 12 a 15 mil moradores novos garante o vice-Presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), José Conde Caldas.
O vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Afonso Kuenerz, afirma que as marquises existem no mundo inteiro, inclusive nas cidades mais modernas.
Rogério Chor, presidente da construtora e incorporadora CHL, será o próximo presidente da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ). Chor, que assume o cargo em abril, fundou a CHL há vinte anos e pretende lançar 12 empreendimentos este ano.
A redução da TR pode trazer mais investidores para o setor da construção civil, diz o presidente da Patrimóvel Imobiliária, Rubem Vasconcelos. Já o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi/RJ), Rodolpho Vasconcellos, acredita que a medida visa muito mais a alinhar os ativos do que o mercado imobiliário.
O vice-presidente da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), Afonso Kuernez, explica que há demanda para todos os tipos de empreendimentos na região. "O Recreio é uma boa opção porque os terrenos ainda são mais em conta", afirma.
A viagem é longa. E o local, ainda precisa de, digamos, retoques: mais iluminação e podas de árvores, por exemplo. A busca por qualidade de vida, no entanto, tem feito da Barra Bonita - espécie de mini-bairro dentro do Recreio dos Bandeirantes - uma das novas apostas do mercado imobiliário.
"Há uma série de prédios contando a história do Império no Brasil", diz o consultor de Desenvolvimento Urbano da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário, David Cardeman.
No ano passado, segundo números da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), as construtoras lançaram mais de 9 mil unidades, número semelhante ao registrado em 2005. Essa oferta significa 34% de imóveis a mais que 2004, ano em que o financiamento imobiliário começava a ganhar força.
O número de unidades lançadas anualmente no mercado imobiliário do Rio saltou de 6.700, no biênio 2003/2004, para 9 mil, no período 2005/2006. 0 crescimento foi superior a 34% na comparação entre os biênios. Os dados foram divulgados pela Ademi (Associação Brasileira de Dirigentes do Mercado Imobiliário).
Em entrevista para a Rádio CBN, O presidente da ADEMI, Márcio Fortes, analisou o momento pelo qual passa o mercado imobiliário do Rio de Janeiro. Na reportagem, o dirigente destacou a necessidade de construção de moradias para todas as classes sociais, como forma de desenvolver a nossa cidade.
"Lá fora, um apartamento numa cidade litorânea com as mesmas características custa, no mínimo, o dobro", afirma o superintendente da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi), Murillo Allevato, lembrando que, em 2005, a entidade lançou o "Guia Ademi: Viver e investir no Rio/Manual do comprador de imóveis", bilíngüe (português e inglês), com esclarecimentos sobre tributos que incidem na transação imobiliária, documentação para efetivar o negócio e informações peculiares de cada bairro.
O Rio cresce em direção à Zona Oeste. Isso pode ser comprovado em um levantamento dos empreendimentos feito pela Ademi: em 2006, a região concentrou 73% do total, 4% a mais do que no ano anterior. Mas o estudo também revela que a quantidade anual de lançamentos na Barra da Tijuca está diminuindo.
Este é o ano das pessoas de classe média que ainda não têm casa própria. Quem garante é o vice-presidente da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi) do Rio, José Conde Caldas.
O número de unidades lançadas anualmente no mercado imobiliário do Rio de Janeiro passou de um patamar de cerca de 6.700 unidades/ano no biênio 2003/2004 para cerca de 9.000 unidades/ano no período 2005/2006.
O número de unidades lançadas no mercado imobiliário do Rio passou de um patamar de 6.700 unidades/ano no biênio 2003/2004 para cerca de 9.000 unidades/ano no período 2005/2006 - um crescimento de mais de 34%. A pesquisa é da Ademi.
"Na pirâmide da classe média, a base é a mais carente de crédito e, por isso, a que deve ser mais atendida pelo PAC. A ponta, financiada pelos recursos da caderneta de poupança, já está bem atendida, com financiamento a juros mais baixos e prazo para pagamento maior", destaca o vice-presidente da Associação Brasileira de Empresas do Mercado Imobiliário (ADEMI), Rodolpho Vasconcellos, lembrando que os efeitos da medida só devem ser sentidos em seis meses.
Com o tempo, sentimos a necessidade de criar o Recreio Shopping, que valorizou ainda mais a região e ajudou em seu desenvolvimento conta Marcelo Parente, diretor da construtora Santa Isabel e conselheiro da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
Subiu de 6.700 no biênio 2003/2004 para 9 mil, em 2005/2006, o número de unidades lançadas no mercado imobiliário carioca, revela análise feita pela Ademi. O resultado 34% melhor foi puxado por três empreendimentos de 2005: a Vila Pan-Americana, da Agenco, com 1.480 unidades; o Cores da Lapa, da Klabin Segall, com 688; e o Quartier Carioca, da CHL, com 880.
Rogério Zylbersztajn, vice-presidente da Construtora RJZ/Cyrela, acredita que Caxambi, Méier, Vila da Penha são mais viáveis. David Cardeman, urbanista da Ademi, a associação empresarial do setor, prevê que, em até um ano, surjam projetos na Avenida Brasil.
O consultor de desenvolvimento urbano da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário, David Cardeman, acredita na revitalização da área, apesar da violência que afugentou empresas da região. Leia a reportagem do Jornal do Brasil e acesse o Decreto n. 27533 de 12-01-07 - pgs. 01 e 03, que estimula o uso residencial e misto na Área de Planejamento - 3 da Cidade.
"É questão de oferta. Havendo a oferta e a região estando adequada para moradia, haverá os moradores. O IML deve sair daqui. Isso não é mais lugar para IML", defende Márcio Fortes, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
O que está acontecendo no Rio de Janeiro, de acordo com o vice-presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi/RJ), Rodolpho Vasconcellos, é um movimento típico de grandes cidades, em que negócios como distribuição de combustíveis são substituídos por prédios residenciais, justamente pelo fato de a carga tributária inviabilizar o negócio.
Construtores estão investindo em imóveis de alto padrão na cidade. São unidades com metragem privilegiada, requinte, conforto e segurança. Os números comprovam a tendência: 1.292 unidades lançadas desde 2004. O levantamento é da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário).
Na avaliação dos empresários da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), a idéia é fazer com que nas coberturas as famílias tenham uma vantajosa área para receber os amigos com mais intimidade.
A entrega do Prêmio Master Imobiliário 2006 (concedido pela Ademi-RJ) no último dia 8, coroou uma verdadeira volta por cima no mercado. Sucesso de vendas, o empreendimento Excellence, da Carmo e Calçada, na Península (Barra), foi o vencedor da categoria Conjunto Residencial de Médio Porte depois de substituir um projeto que não teve êxito comercial.
Há duas décadas, o bairro era considerado ideal para veraneio dos moradores da Zona Sul. Hoje, registra uma valorização real de 20% em três anos e só até dezembro teve 1.397 unidades lançadas no ano, segundo dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ).
A diversificação dos negócios é outro fator que promete se consolidar no ano que vem, segundo o vice-presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), José Conde Caldas. A oferta escassa de terrenos na Zona Sul e a demanda reprimida por moradias em bairros até recentemente fora do eixo de interesse das construtoras criaram um novo panorama para o segmento.
Marco Adnet, da Rossi Residencial, foi escolhido pela Ademi o executivo do ano do mercado imobiliário.
Um levantamento da Ademi - Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário - acaba de comprovar que, nos últimos dois anos, até novembro de 2006, pelo menos 15 mil unidades foram lançadas e, o melhor, para todos os bolsos.
A Ademi premiou os melhores lançamentos imobiliários de 2006, com festa no Intercontinental. Ayrton Xerez saudou o grande homenageado, da noite, Carlos Carvalho.
A Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ) premiou, na sexta-feira, os melhores projetos, empresas e profissionais do ano com o troféu Destaque ADEMI - Premio Master Imobiliário 2006 - Rio de Janeiro. Classificaram-se 21 empreendimentos, definidos por uma comissão de especialistas.
O Prêmio Master Ademi (Associação de Empresas do Mercado Imobiliário) reconhecido como o Oscar do setor reuniu na sexta-feira os empresários da construção no hotel Intercontinental, em São Conrado. Entre os premiados está Sérgio Conde Caldas, 34 anos, contemplado com o Prêmio Arquiteto do Ano.
Em uma cerimônia realizada na sexta-feira no Hotel Intercontinental, em São Conrado, empresas e profissionais do mercado imobiliário receberam o Destaque Ademi - Prêmio Master Imobiliário 2006, um dos mais importantes do setor.
Para se ter uma idéia do sucesso que fazem, vale citar alguns exemplos. São Cristóvão não ganhou sequer um empreendimento de 2001 a 2005, segundo dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi). Mas, somente de janeiro a agosto deste ano, mais de 200 unidades residenciais foram lançadas no bairro.
"São Paulo deveria se tornar um país independente. Pagariam pelo petróleo, aço e energia que eles não têm. E ficaríamos livres dos seus carros" - do deputado Márcio Fortes sobre São Paulo.
Nesta sexta, dia 8, o Four Points by Sheraton Macaé comemora a conquista do Destaque Ademi - Prêmio Master Imobiliário 2006 - Rio de Janeiro, na categoria "Hotel, Apart-Hotel e Residence Service de Grande Porte".
Empreendedores do Four Points by Sheraton Macaé recebem prêmio Destaque ADEMI - Prêmio Master Imobiliário 2006 - Rio de Janeiro na categoria Hotel, Apart-Hotel e Residence Service de grande porte.
O Four Points by Sheraton Macaé comemora a conquista do Destaque ADEMI - Prêmio Master Imobiliário 2006 - Rio de Janeiro na categoria "Hotel, Apart-Hotel e Residence Service de Grande Porte".
Os melhores projetos imobiliários, empresas e profissionais do ano serão conhecidos, na sexta-feira, na festa do Destaque Ademi, no Intercontinental.
Sérgio Conde Caldas foi eleito o arquiteto do ano pela Ademi.
Sergio Conde Caldas recebe sexta-feira o Prêmio Ademi de arquiteto do ano. Aos 34 anos, ele é o mais jovem vencedor na categoria.
Presidente da Carvalho Hosken, Carlos Fernando Carvalho será o homenageado na noite de entrega do Prêmio Ademi Master do Mercado Imobiliário 2006. Carlos entra para uma galeria que conta com nomes como Roberto Marinho e José Isaac Perez.
A queda das taxas de juros, avalia Rodolpho Vasconcelos, vice-presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi-RJ), deve aumentar o número de financiadores desse mercado.
Depois de, em menos de um ano de existência, conquistar o prêmio de empresa Revelação do Ano, pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), a imobiliária Novamarca 500 volta seus planos para 2007.
Segundo o diretor regional da Rossi no Rio, Marco Adnet, premiado como o executivo do ano pelo Prêmio Ademi, o Liberta fica na Avenida Di Cavalcanti e terá mais de 6 mil metros quadrados de lazer. "Nosso foco é resgatar a liberdade que se tinha ao brincar na rua e unirá modernidade' dns 110vos empreendimentos", declara Adnet.
"Por mais críticas que a Barra desperte, é o único bairro do Rio de Janeiro que, em qualquer ponto, se vê o céu completamente. Ninguém precisa quebrar o pescoço na janela para saber como está o tempo", brinca o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Afonso Kuenerz, radicado há 30 anos no bairro, que elogia também a fartura de espaços para estacionamento, imprescindíveis em uma região que exige o deslocamento por automóvel.
Segundo o vice-presidente da Ademi, José Conde Caldas, sua construtora já procura terrenos em zonas que tenham facilidade de acesso e infra-estrutura para a construção de novos condomínios. Ele cita como exemplo as áreas entre as ruas 24 de maio e Marechal Rondon.
Os principais projetos, empresas e profissionais do mercado imobiliário do Rio de Janeiro já foram escolhidos pela sétima edição do Destaque Ademi/Prêmio Master Imobiliário. Divididos em 18 categorias, oito indicações a título de reconhecimento e uma homenagem, 30 projetos e/ou personalidades foram selecionados por uma comissão de especialistas.
Sérgio Goldberg e Ricardo Amaral estão distribuindo charutos. Sua parceria em empreendimentos imobiliários acaba de dar à luz a mais um prêmio. Na verdade, são trigêmeos! Em três categorias, a Agenco do Goldberg abiscoitou a "Destaque Ademi - Prêmio Máster Imobiliário Rio de Janeiro 2006".
O presidente da construtora e incorporadora CHL, Rogério Chor. foi eleito o Empresário do Ano pela Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi- RJ).
O presidente da CHL, Rogério Chor, foi eleito o Empresário do Ano pela Associação de Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi/RJ). A categoria faz parte do prêmio Master Imobiliário, que homenageia as empresas e os executivos que se destacam anualmente no setor. A festa de premiação será no dia 8 de dezembro, no Hotel Intercontinental, em São Conrado.
Carlos Carvalho foi eleito duas vezes Personalidade do Ano. pela Ademi e pela OAB.
O presidente da construtora e incorporadora CHL, Rogério Chor, foi eleito o Empresário do Ano pela Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ). A categoria faz parte do prêmio Master Imobiliário 2006. A festa de premiação acontecerá no dia 8 de dezembro, no Hotel Intercontinental.
No condomínio La Plaia, na Barra da Tijuca, um impasse se arrasta desde 1991, sem solução aparente. É que, como prevê a convenção, os moradores da cobertura pagam o dobro pela cota de condomínio. São quatro contra 36 apartamentos de quatro quartos, com, em média, 140 metros quadrados, que variam poucos metros.
Rogério Chor, presidente da CHL, foi escolhido empresário do ano pela Ademi-RJ.
Presidente da Associação Brasileira de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi), Márcio Fortes diz que o crime acabou por condenar determinadas áreas da cidade para o mercado imobiliário. O problema atinge principalmente o alto da Tijuca e bairros da Zona da Leopoldina.
Varandas extensas, churrasqueiras dentro do apartamento, áreas comuns menores, destaque para o paisagismo, amplas áreas de lazer, são algumas das características de cada região do país. Com atuação nacional, as construtoras acabam trocando conceitos entre os Estados.
Simulações feitas a partir das novas regras para os contratos imobiliários mostram que linhas de crédito prefixadas - com TR travada ou sem TR - podem ser mais vantajosas do que as usadas antes, pelo Sistema de Financiamento Habitacional (SFH).
Segundo dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi), o total de lançamentos de imóveis com valor de venda superior a R$ 1 milhão de janeiro a outubro deste ano chegou a 360 unidades, mais que cinco vezes o total de 2004 (70) e quase o dobro das 184 lançadas no ano passado.
A Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ) realizará o workshop alternativo ao financiamento à produção em projetos residenciais nesta quarta-feira. Em pauta, estará a comparação entre as diversas modalidades de financiamento à construção. O evento começa às 14h30, e será na sede da Ademi-RJ, na Av. Portugal, 466, Urca.
Segundo vice-presidente da Ademi-RJ, Rodolpho Vasconcellos, o mercado imobiliário carioca ainda está muito focado no financiamento através do SFH. As outras formas, diz Vasconcellos, vêm se somar à modalidade que já existe, via bancos.
Na quarta-feira, especialistas do mercado imobiliário se reunirão na sede da Ademi para o workshop "Alternativas ao financiamento à produção em projetos residenciais". Em pauta estará a comparação entre modalidades de financiamento à construção e a securitização de recebíveis após obtenção de habite-se e durante as obras.
De acordo com a subsecretária municipal de Urbanismo, Madalena Saint Martin, toda a área do Engenho de Dentro estava inserida numa zona industrial, tolerando apenas o uso residencial limitado a até duas edificações por lote (unifamiliar).
Terminam no dia 13 as inscrições para a 7ª edição do Destaque Ademi - Prêmio Master Imobiliário 2006 - Rio de Janeiro. O evento é considerado a festa do mercado imobiliário, e acontece no fim do ano. Empresas e profissionais poderão participar do Destaque Ademi em 33 categorias.
Serão encerradas, na próxima sexta-feira, dia 13 de outubro, as inscrições para a 7ª edição do "Destaque Ademi - Prêmio Master Imobiliário 2006, Rio de Janeiro". Empresas e profissionais poderão participar em 33 categorias, englobando centros empresariais, conjuntos residenciais, hotéis e shopping centers, entre outras.
A participação dos frequentadores pode fazer a diferença nas praças. Segundo o consultor de desenvolvimento urbano da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário, David Cardeman, a legislação também poderia ser mais favorável em certas áreas. Segundo ele, a própria lei dificulta a construção civil nos arredores das praças Niterói, Condessa Paulo de Frontin e Roberto Campos.
O bairro de São Cristóvão não registrou um novo empreendimento de 2001 a 2005, segundo dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi). De janeiro a agosto deste ano, no entanto, 150 unidades residenciais foram lançadas lá. Os dados sobre a Freguesia mostram também uma expansão significativa.
Lapa, São Cristóvão, Freguesia, Méier, Taquara, Campo Grande, Catete e Jacarepaguá. Esses são alguns endereços da expansão imobiliária do Rio de Janeiro. Bairros que durante muito tempo não seduziam construtoras começam a mostrar grande potencial para lançamentos residenciais.
O vice-presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rodolpho Vasconcelos, diz que as medidas anunciadas não terão efeito a curto prazo.
"A possibilidade de estabelecer prestações fixas, a longo prazo, me faz ter dúvidas sobre o crédito consignado." Diz Rodolpho Vasconcelos, vice-presidente da Associação Brasileira das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
"Pelos projetos que estão maturando, ano que vem vamos ultrapassar as dez mil unidades", disse o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) e presidente da construtora Concal, José Conde Caldas.
De acordo com os dados mais recentes da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), nos cinco primeiros meses do ano foram lançadas 2.146 unidades, 9,8% a mais do que no mesmo período do ano passado (1.954 apartamentos).
Dados da pesquisa da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) já confirmam o crescimento dos empréstimos concedidos pelos agentes financeiros.
Prova de que a construção civil no país tem avançado é o terreno onde está sendo erguido o Shopping Leblon. Para o conselheiro da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), Marcelo Parente, o terreno, entre rochas, foi liberado com tecnologia estrangeira e idéias brasileiras.
Construir empreendimentos para a classe média é a saída para o mercado imobiliário carioca, na opinião de Rodolpho Vasconcelos, vice-presidente da Ademi, atento ao déficit habitacional do país. A falta de terrenos livres nas áreas de maior concentração urbana e de opções de crédito para o comprador final estariam restringindo o setor no Rio.
O estudo 'A Construção do desenvolvimento sustentado', que será entregue aos presidenciáveis, foi apresentado pelo setor da construção civil com objetivo de incrementar em R$ 30 bilhões por ano os investimentos no setor, atingindo R$ 51,5 bilhões.
O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, Paulo Safady Simão, apresentou nesta terça-feira, na sede do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-Rio), a empresários do setor, o documento "A construção do desenvolvimento sustentado".
Segundo o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), José Conde Caldas, a Barra, hoje, tem mais de 300 mil habitantes. A maioria com alto poder aquisitivo.
A injeção de R$ 30 bilhões no setor de construção poderia elevar em mais de um ponto percentual a taxa de investimento no PIB. O cálculo está no documento que será divulgado na terça por Ademi-RJ e Sinduscon-Rio e, em seguida, enviado aos candidatos à Presidência da República.
Somente no ano passado, esse setor movimentou R$ 1,6 bilhão na cidade e a expectativa para este ano, segundo o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) e presidente da Patrimóvel-Rio, Rubem Vasconcelos, é de aumento de 30% no volume de vendas, praticamente todo na Barra.
O aquecimento no mercado imobiliário, com o lançamento de mais de 19 mil unidades desde 2004, de acordo com dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ) está se refletindo na venda de imóveis usados.
No fim do ano passado, a Agenco ganhou quatro prêmios pelo projeto da Vila. A construtora também levou o título de Empresa do Ano, concedido pela Associação de Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário.
Três desejos nos moviam quando a Diretoria do Sinduscon-SP assumiu há dois anos a condução da entidade: que o governo removesse os obstáculos à construção; que o setor tivesse o respeito merecido pelo seu papel estratégico no desenvolvimento sustentável; e que as empresas e empresários da construção fossem valorizados.
Além de ser uma exigência da legislação, o verde das novas construções é, hoje, uma exigência do consumidor, segundo Rogério Zylbersztajn, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário.
Segundo a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), das 431 unidades lançadas no Rio de Janeiro, de 2001 a 2005, nessa faixa de preço, 210 estão na Barra. Sendo que, em alguns lançamentos feitos agora no bairro, quase tudo pode ser controlado só com um toque à distância (via celular, Internet ou computador de bolso).
O governo promete lançar nas próximas semanas novas medidas de estimulo ao setor da construção. Uma delas seria a extensão do crédito consignado para a aquisição da casa própria.
Câmara de arbitragem do setor imobiliário ganha fôlego no Rio. Além de Abadi e Secovi, a câmara inclui o Sindicato da Indústria da Construção Civil(Sinduscon-Rio), a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi/RJ), o Instituto de Engenharia Legal (IEL) e a Federação Internacional das Profissões Imobiliárias (Fiabci).
Números da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ) mostram que no ano passado o número de lançamentos passou de 2.481 imóveis no primeiro semestre para 6.629 de julho a dezembro. Este ano, de janeiro a maio, foram 2.146.
O leilão inflacionou o metro quadrado do futuro condomínio, que não deverá sair por menos de R$22 mil, 29% maior que a média de R$17 mil para empreendimentos de alto padrão na região. O vice-presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubens Vasconcellos, considerou o valor inviável.
"As condições são favoráveis e os astros estão em bom alinhamento. Não acredito que haja bolha. Com o crescimento da economia daqui para a frente, as pessoas tendem a se sentir mais seguras, consolidando a expansão do setor", diz o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RI), Rodolpho Vasconcellos.
"Usamos novas técnicas construtivas, como a alvenaria estrutural, que simplificam e barateiam o projeto", conta o presidente da Concal, José Conde Caldas, também vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi/RJ).
Dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ) mostram que de janeiro de 2004 até este mês foram lançadas 11.932 unidades na Barra da Tijuca. Os condomínios de casas têm respondido por boa parte desse sucesso.
Segundo a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), São Paulo fica em segundo no ranking, com um máximo de R$ 12 mil o metro quadrado, no bairro de Jardins. No mercado de imóveis de alto padrão carioca, a localização, quesito mais importante no nicho, é sinônimo de vista.
Para Márcio Fortes, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi/RJ), outros avanços precisam ser feitos para que os recursos não fiquem concentrados no financiamento de imóveis usados.
Para Márcio Fortes, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi/RJ), outros avanços precisam ser feitos para que os recursos não fiquem concentrados no financiamento de imóveis usados.
"A idéia é atrair uma população de classe média que tem recursos mas deseja permanecer na região", explicou o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcellos.
Há apenas um ano e meio no mercado, a Novamarca 500 já conquistou grande parte do setor imobiliário carioca. Com nove meses de fundação, a empresa recebeu da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) o troféu Revelação do Ano.
A Grande Tijuca, com boa oferta de serviços e de comércio, volta a atrair a atenção do setor imobiliário após um período de retração, segundo José Conde Caldas, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
A demanda externa por informações do mercado imobiliário levou a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Rio) a lançar, em setembro, um guia para aquisição de imóveis na cidade. A publicação envolve informações desde direito imobiliário a pesquisa de mercado e desenvolvimento urbano.
"A legislação complexa e os preços onerosos fazem parte da realidade da Zona Sul", diz Márcio Fortes, presidente da Associação dos Dirigentes de Empresa do Mercado Imobiliário (Ademi).
Atenta à invasão dos gringos, a Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) está divulgando o "Guia Ademi Viver e Investir no Rio - Manual do Comprador". Segundo o presidente da Ademi, Márcio Fortes, o manual é inspirado e dedicado aos estrangeiros.
Na pesquisa só de imóveis novos, que a Patrimóvel também faz, a lista dos cinco mais procurados inclui - além de Barra e Botafogo - Recreio, Jacarepaguá e Méier. Interesse ratificado pelo registro de venda de lançamentos da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi/RJ).
Para tentar desafogar os tribunais, algumas instituições vêm tomando importantes iniciativas. Uma delas é a criação da Câmara Imobiliária de Mediação e Arbitragem (Cima). O órgão foi idealizado e apoiado por importantes entidades do setor no Estado do Rio, entre elas a Associação Brasileira de Advogados do Mercado Imobiliário (Abami), a Associação Brasileira de Administradores de Imóveis. (Abadi), o Sindicato da Habitação (Secovi-RJ) e a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
Para o consultor em desenvolvimento urbano da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), David Cardeman, Botafogo tem recebido a parcela de investimento que não pôde ser aplicada em Ipanema e no Leblon, que tiveram muitos imóveis tombados.
Para o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ), Rubem Vasconcelos, o crescimento do setor imobiliário na Barra da Tijuca se deve à escassez de mercado na Zona Sul da cidade.
Para o vice-presidente da Associação dos Dirigentes de. Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), Rodolpho Vasconcellos, o setor vem se recuperando de uma crise "complicada" nos últimos dois anos, com fissuras ainda mais acentuadas no Rio de Janeiro.
Uma área do Recreio dos Bandeirantes está chamando atenção e recebendo cada vez mais investimentos imobiliários. É a Barra Bonita, atrás do Recreio Shopping. A região, que em 2002 ganhou o prêmio de melhor projeto em urbanismo e desenvolvimento da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), vem sendo chamada de sub-bairro.
O HSBC acaba de lançar uma linha que garante o crédito no ato da assinatura da promessa de compra e venda entre o comprador e o construtor. Já outros bancos, como Bradesco, Santander e Caixa Econômica Federal (CEF), estão garantindo a aprovação do crédito, sem burocracia, para quem pagar em dia as prestações à construtora, até a entrega das chaves. Márcio Fortes, presidente da Ademi/RJ, aplaude as novidades: - No passado, antes da Encol, tivemos um cenário como esse. Essas linhas de financiamento dão segurança ao cliente e estimulam a compra na planta e, conseqüentemente, a construção. Por isso, todos os meus aplausos.
Márcio Fortes estará hoje no programa "Jogo do Poder", na CNT, às 20h30m.
"A Avenida Ayrton Senna tem vocação para empreendimentos da classe média. É inaceitável construir um cemitério no coração da Barra", disse o vice-presidente da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcellos.
Uma estatística feita pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), mostra que, entre os anos de 2003 e 2005, foram lançadas mais de duas mil unidades comerciais na Barra.
"Antes um projeto deficiente do que nenhum. Sem regras, Vargem Grande e Pequena estão como terra-de-ninguém. O prefeito não precisava vetar o projeto inteiro, mas sim os pontos dos quais discorda", afirmou Márcio Fortes, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
Marcio Fortes, presidente da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), o Leblon é o bairro mais exclusivo do Rio, pois não é passagem. "Ali acaba o Rio. São Conrado e Barra são outra cidade", brinca.
O vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi/RJ), Rubem Vasconcellos, explica que a falta de espaço para construir na Zona Sul está levando construtoras a negociarem com donos de postos. Segundo ele, a procura por terrenos em áreas nobres como Humaitá, Leblon e Ipanema é maior do que no restante da cidade.
O representante da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi) e membro do Compur, José Conde Caldas, informou que devido à mudança do secretariado, a prefeitura estendeu o prazo para a discussão sobre o Plano Diretor. O prefeito Cesar Maia foi procurado para esclarecimentos, mas não respondeu.
Segundo o consultor jurídico da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi), Maury Rouède Bernardes, o comprador deve ir ao cartório procurar pela Certidão do Registro de Imóveis.
A Brascan Imobiliária Incorporações trabalha seguindo as curvas há um bom tempo e ganhou até o Prêmio de Destaque da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) do ano passado pela fachada do Reserva de Itaúna, na Barra da Tijuca.
O vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi), Rubem Vasconcelos, disse que a demanda para a compra de imóveis na Ilha do Governador está zerada. Segundo ele, um imóvel no Jardim Guanabara, que já foi considerado o melhor lugar da Ilha do Governador, está hoje 40% mais barato do que há três anos.
"Reconheço os avanços do setor no momento atual, apontados por Daniel Citron. Mas entendo também que o momento político é de alta instabilidade e que a estabilidade na economia hoje aqui evocada é apenas macroeconômica: é fato, a inflação está contida, os juros caindo, o dólar e o Risco Brasil também, entre outros indicadores, mas é só."
"É natural que a renovação urbana da Barra comece pela Barrinha, a área mais antiga do bairro. Acho que esse empreendimento vai motivar a renovação de outros lotes da região", avalia o arquiteto e urbanista David Cardeman, consultor da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi).
"Em 35 anos foram construídas aproximadamente 100 mil habïtações, todas por iniciativa do próprio mercado imobiliário", disse Márcio Fortes.
"A rede hoteleira não quer investir e mesmo assim exige reserva de mercado", segundo Rubem Vasconcelos, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi/RJ).
O ex-deputado Márcio Fortes fará uma palestra na sexta-feira a convite da Acibarra.
Hoje Botafogo é a menina dos olhos de construtores: há três anos é um dos cinco bairros do Rio com maior número de imóveis lançados, Botafogo não tem espaços públicos de lazer, como o Jardim Botânico. Fora a praia, não há nenhum grande parque ou praça. Por isso, acho que a área de lazer é importante para esta nova geração de empreendimentos - avalia o arquiteto David Cardeman, que é consultor da Ademi/RJ.
A prefeitura do Rio enviou ao Compur as propostas para o novo Plano Diretor da cidade. Para analisar o projeto e desenvolver sugestões foi criada a Comissão de Relatoria do Plano Diretor do Rio de Janeiro. Entre as entidades participantes, a Ademi analisa os instrumentos de gestão do uso do solo, do IPTU progressivo, do consórcio imobiliário, da outorga onerosa do direito de construir e do relatório de impacto de vizinhança. A entidade está recebendo sugestões pelo e-mail planodiretor@ademi.org.br. Mais informações no site: http://www.ademi.org.br/.
Presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Márcio Fortes atribui os lançamentos para a classe média a um esforço próprio das construtoras. Para manter o setor ativo quando falta capital à população, diz ele, as empresas reduzem as margens de lucros e oferecem condições de pagamento mais acessíveis.
O Compur é formado por quatro entidades do setor empresarial (Firjan, Sinduscon, Ademi e Sebrae), quatro da sociedade civil (Federação das Associações de Moradores do Rio, Federação das Associações das Favelas do Rio, Comissão dos Moradores de Loteamento e Apedema) e quatro entidades técnicas (IAB, Clube de engenharia, Sindicato dos Engenheiros e Associação dos Arquitetos e Engenheiros da Zona Oeste).
A redução da taxa básica de juros e a perspectiva de aumento dos recursos para o financiamento habitacional ao longo do ano têm sido os pilares de sustentação das projeções otimistas mantidas pelo setor de construção civil.
A prefeitura planeja criar áreas destinadas exclusivamente à construção de casas populares em quase toda a cidade. A proposta, que tem como objetivo tentar conter o crescimento das favelas, com a maior oferta de moradia em lotes urbanizados, consta do anteprojeto do novo Plano Diretor da cidade, que está sob análise do Compur. O projeto será um dos temas em discussão na primeira reunião geral da entidade, hoje, na sede da Ademi, na Urca, após o documento ter sido entregue ao Compur, no fim de março.
A negociação de imóveis pela internet ainda está engatinhando entre os brasileiros, mas, de acordo com o presidente da Ademi, Márcio Fortes, as grandes empresas já incorporaram o acesso e a disponibilidade de imóveis pela internet às suas práticas de mercado. - A internet ainda é uma ferramenta muito nova. A figura do corretor impera no mercado imobiliário, mas hoje é crescente o número de empresas que investem na divulgação e comercialização de seus imóveis pela rede - explica Fortes.
Para o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcelos, a proposta da outorga onerosa (em que o proprietário pagaria uma taxa à prefeitura para ocupar até o limite máximo do terreno) provocará uma explosão nos preços dos imóveis no Leblon.
Os empresários da construção civil, por exemplo, são contrários à sobretaxa. Numa das últimas reuniões do Compur, o representante da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi), José Conde Caldas, criticou o projeto. O entendimento do setor, explicou na reunião, é que a outorga onerosa até caberia em situações excepcionais.
Para o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), a cobrança de juros mais baixos para o financiamento de imóveis com valor até R$150 mil está direcionando a construção:
- Empreendimentos como Vila do Pan, Cores da Lapa e Quartier Carioca, no Catete, são resultado desta política. Havendo facilidades para o tomador de classe média baixa, a tendência é haver lançamentos para essa renda.
Quatro meses depois de o Ministério Público estadual firmar um acordo com construtoras que resultou no fim da cobrança de juros durante a obra, o mercado imobiliário do Rio começa a testar o impacto da medida nas vendas. Na última quarta-feira, a RJZ e a Cyrela apresentaram, em parceria com o banco Pactual, o primeiro empreendimento do Brasil que segue a nova regra. Para Márcio Fortes, deputado federal e presidente da Ademi do Rio de Janeiro, o fim da cobrança de juros durante a obra mudará o comportamento dos interessados na compra de imóveis.
De acordo com o consultor de desenvolvimento urbano da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Davi Cardeman, a Apac desvaloriza os imóveis em até um terço do valor original: "Os proprietários são prejudicados, porque não podem construir anexos ou fazer obras de melhoria. A desvalorização pode ser desastrosa, o que nós lamentamos, porque o mercado imobiliário tem interesse no bairro."
Entre os participantes estarão Pedro Wähmann, presidente do Secovi-RJ, o advogado Hamilton Quirino e o vice-presidente da Ademi, César Thomé Júnior. Informações pelos telefones (21) 2272-8009 e 2266-9150 ou no site http://www.secovi-rj.com.br
Na casa que vendeu seu espaço aéreo e que fica do lado direito do prédio funciona uma clínica médica. O acordo entre as envolvidas foi fechado um mês depois da promulgação da lei. De acordo com a Ademi a prática era inédita no país antes da iniciativa da Marcus Cavalcanti e do autor do projeto do Residencial Joana Angélica, o arquiteto Bertoldo Pogrebinschi.
A lei que permite a compra do espaço aéreo, segundo o consultor jurídico da Associação Brasileira de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Maury Rouède Bernardes, está no Estatuto da Cidade e atende pelo número 10.257/01.
O investimento no empreendimento da RJZ Cyrela, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, foi um dos maiores feitos pelo fundo e traz uma novidade dentro do mercado carioca no formato de financiamento. Segundo o presidente da RJZ, Rogério Zylbersztajn, o Barra Family Resort será o primeiro que isento de cobrança de juro e correção monetária durante as obras. As empresas do setor tinham feito um acordo nesse sentido, no âmbito da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), mas o projeto Barra Family é o primeiro a colocar em prática a novidade, segundo o executivo.
Em 2004, de acordo com a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), a região respondeu por 69,3% das unidades lançadas nos empreendimentos imobiliários da cidade. A AP-4 é a área do município com o maior número de licenças de construção.
Será inaugurado oficialmente hoje o Recreio Medical Center, ampliando a oferta de serviços de saúde na região.O projeto arquitetônico do Recreio Medical Center foi vencedor do Prêmio Master Imobiliário - ADEMI 2005.
Antes de comprar um terreno é necessário estar atento para uma série de procedimentos burocráticos. Um sonho, muitas vezes, transforma-se em pesadelo. Consultor jurídico da Associação de Dirigentes de Empresas de Mercado Imobiliário (Ademi), Maury Rouède Bernardes dá dicas de como não cair numa cilada.
"A diminuição da tributação só vai ser sentida nos lançamentos. Mas temos que levar em conta que o valor final do imóvel depende também do terreno, da construção e da margem de lucro da incorporadora", Rodolpho Vasconcellos, Vice-presidente da Ademi.
Levantamento realizado pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi/RJ) com as empresas que atuam na cidade, confirma aquecimento no último trimestre de 2005.
A Justiça decidiu recentemente alterar a regra de financiamento imobiliário que, a partir de agora, obriga construtores e agentes financeiros a não cobrarem mais juros nas prestações dos imóveis até o momento da entrega das chaves. Maia ressalta que a medida, na verdade, foi um Termo de Ajustamento de Conduta firmado entre Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) e o Ministério Público, para favorecer o comprador.
A troca de casas por apartamentos, está aquém do que se imaginava -avalia David Cardeman, arquiteto e urbanista, consultor da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi/RJ).
Para o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário, José Conde Caldas, a queda de 15% a 20% nos preços dos insumos reduz em 10% o custo do imóvel.
O vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), José Conde Caldas, lembra que, no passado, o BNH (Banco Nacional de Habitação) e a Caixa Econômica Federal financiaram imóveis para seus funcionários com desconto em folha.
A Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi/RJ) comemora 35 anos com uma série de debates que serão realizados ao longo de 2006.
Márcio Fortes, deputado federal e presidente da Ademi: "O comprador não tem medo de comprar imóvel na planta, mais barato do que um já pronto. O que falta para o mercado imobiliário deslanchar é a redução da taxa de juros. O governo federal deveria fazer isso logo."
A Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ) comemora 35 anos de existência. Para comemorar a Ademi-RJ receberá os associados para um coquetel de confraternização, em sua sede, na Urca.
Pesquisa da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Rj) apontou a construtora paulista Klabin Segall como primeira no ranking das que mais passaram escrituras de janeiro a novembro de 2005.
Criada num momento de ebulição do mercado imobiliário do Rio de Janeiro, a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi/RJ) comemora 35 anos, discutindo os rumos do setor.
Diante do cenário de grande procura de moradores de fora do país, apresentado pelas construtoras e imobiliárias do Rio de Janeiro, a Ademi-RJ criou o "Guia Ademi: Viver e investir no Rio - Manual do comprador de imóveis", lançado em outubro de 2005, na Feira de Imóveis.
Para o presidente da Câmara Comunitária da Barra, Delair Dumbrosck, deixar a área sem um projeto de urbanismo é pior do que aprovar a proposta com as 19 emendas. A Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) ficou decepcionada com as mudanças no projeto.
Quem planeja comprar o imóvel à vista deve pedir desconto. A recomendação é do presidente da Ademi, Márcio Fortes. "O mercado chegou a um consenso e todos estão trabalhando da mesma forma", explica.
O movimento é mais intenso na Tijuca, onde imóveis com menos serviços de segurança estão até 50% mais baratos, segundo Márcio Fortes, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
Construtoras preocupadas com o entorno de suas obras promovem mudanças para garantir o próprio negócio. Algumas empresas apostam em ação de Responsabilidade Social. A construtora Agenco mereceu até uma estatueta na última edição do Prêmio Master Imobiliário, realizado pela ADEMI-RJ, pelo retrofit da Escola Municipal Senador Corrêa, em Laranjeiras.
O presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ), Márcio Fortes, diz que a MP 255 deve incentivar o uso da figura do patrimônio de afetação, modalidade que separa a contabilidade do empreendimento da contabilidade da empresa construtora, de forma que, em caso de falência, os compradores possam concluir a obra contratando terceiros.
Daniela Maia e Luiz Felipe Maciel na entrega dos prêmios Ademi 2005, no teatro Sesc-Ginástico
O deputado Márcio Fortes, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio de Janeiro (ADEMI/RJ) avalia o primeiro trimestre como uma época ruim para o setor. Se trata de aumento real de preço, ou seja, que se está apenas passando para o valor de tabela o que seria pago em juros.
Queremos que o governo federal coloque a disposição, de forma plena, todo o instrumental do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para a produção no setor. Isso seria um verdadeiro incentivo - diz Márcio Fortes, presidente da Ademi e deputado federal.
As empresas que se destacaram no mercado imobiliário em 2005 foram premiadas este mês pelo Destaque Ademi 2005. Ao todo, 22 trabalhos foram escolhidos pelo júri. O destaque foi a RJZ Engenharia, com maior número de prêmios, seis no total.
A caderneta de poupança e o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço têm correção inferior a 1% ao mês. Assim, não há motivo de o setor trabalhar com financiamentos de 12% ou mais. É preciso crédito e incentivos específicos para a construção civil - diz Márcio Fortes, deputado federal e presidente da Ademi.
Ganhadoras em diversas categorias do prêmio Master Imobiliário realizado pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), além do Top de Marketing com o empreendimento Lanai Condomínio SPA - e o Supertop de Marketing, pelo comercial Le Monde Office, a RJZ e a Cyrela finalizam 2005 com mais um lançamento.
Fenômeno de vendas, a Vila, empreendimento da construtora Agenco teve 1,4 mil unidades das 1480 disponíveis vendidas em uma noite. O lançamento foi responsável pelo aumento de 100% do faturamento anual da Agenco, que ainda levou o título de Empresa do Ano, concedido pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ).
O aumento da criminalidade vem transformando as funções de síndicos e porteiros: hoje, conhecer regras de segurança predial virou algo tão importante quanto entender de gastos ou cuidados com a infra-estrutura do edifício.
Hoje, a Gafisa, a Redevco e a Disa Catisa promovem um evento em comemoração aos dois prêmios que o Empreendimento Blue Condomínio das Américas ganhou na 68 edição do Destaque ADEMI - Prêmio Master Imobiliário, o mais importante do mercado imobiliário carioca.
A Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ) realizará dia 13, terça-feira, em parceria com a Associação dos Notários Registradores (Anoreg), um seminário sobre alienação fiduciária.
Manter um condomínio em ordem não depende só dos síndicos. Moradores também podem e devem colaborar, principalmente quando o assunto é manutenção predial e prevenção contra acidentes.
Francisco Pedroso, ao lado do arquiteto Sérgio Gattás e namorada, Patrícia Moreira, saíram da Barra na direção do Centro para buscar os prêmios recebidos pela Ademi.
Os sócios da Novamarca 500, Francisco Couto, Maurício Goldbach e Alberto Bottino comemoraram o Prêmio Revelação do Ano, concedido pela Ademi-RJ, em cerimônia no Teatro Sesc Ginástico, realizada na noite de ontem.
Entre os agraciados com o Prêmio Master Imobiliário 2005, da Ademi, ontem, estava Natalino Rabinovitch, in memoriam.
A Gafisa, que ganha hoje o Destaque Ademi - Prêmio Master Imobiliário, tem motivos para festejar neste fim de ano.
Ricardo Macieira recebe hoje, às 19h, no Sesc da Graça Aranha, o Destaque Ademi pela projeto de obra pública das Casas Casadas.
No mercado há apenas oito meses, imobiliária conquista prêmio da Ademi-RJ e se prepara para lançamentos voltados à baixa renda
A Santa Isabel recebeu o prêmio Ademi por desmonte de rocha em áreas urbanas sem explosivos.
A edição do Prêmio Master Imobiliário 2005, promovido pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi/RJ), teve dois grandes destaques. A RJZ Engenharia, com o maior número de prêmios - seis no total.
São orientações que vão do horário de chegada de bufê a cuidados com a instalação de equipamentos elétricos para evitar sobrecarga. Além de indicações como a de manter extintores extras em casa - destaca Thomé, que é vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi/RJ).
Os "tops" do mercado imobiliário estarão reunidos nesta terça-feira, dia 6, na entrega do 6° prêmio Destaque Ademi - Prêmio Master Imobiliário 2005, Rio de Janeiro. Serão contemplados 22 trabalhos.
A Ademi realiza no próximo dia 13, em parceria com a Associação dos Notários Registradores (Anoreg), um seminário sobre alienação fiduciária.
A cerimônia de entrega do Prêmio Master Imobiliário 2005, considerado o Oscar do setor, será na terça-feira no Teatro Sesc Ginástico, no Centro. Serão premiados 22 trabalhos.
Carlos Eduardo Calmon, melhor projeto para edificação comercial da Ademi, recebe o prêmio terça-feira.
A Construtora Santa Isabel, responsável pela construção do Shopping Leblon, recebe na próxima terça-feira o Prêmio Ademi de Inovação Tecnológica, por ter alcançado, nesta obra, o recorde mundial em desmonte de rocha, em áreas urbanas, sem explosivos.
Pelo segundo ano consecutivo, Rogerinho Zylbersztajn está na pole position dos prêmios da Ademi. Sua RJZ foi a mais premiada do setor imobiliário: sete prêmios! Além disso, Rogerinho recebeu da ADVB o top e o super top de marketing.
Sergio Gatáss foi escolhido o Arquiteto do Ano no Destaque Ademi 2005, o mais importante prêmio do mercado imobiliário carioca.
Além do prêmio da ABMN, a Vila garantiu à Agenco o título de Empresa do Ano, concedido pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ).
A construtora Agenco foi a grande vencedora do Prêmio Master Imobiliário 2005 da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) e ainda recebeu o título de Empresa do Ano, pela construção da Vila Pan-Americana.
A Agenco ganhou cinco categorias no Prêmio Máster Imobiliário da Ademi.
A Construção Civil carioca tem um Conde, que não é o arquiteto Luiz Paulo. É o José Conde Caldas, da Concal, que acaba de ser coroado com o prêmio Ademi de Empresário do Ano.
Para o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Márcio Fortes, o grande número de imóveis à venda é uma das conseqüências do esvaziamento econômico do Rio.
Na opinião do deputado estadual Márcio Fortes, presidente da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), a solução está na construção de conjuntos habitacionais para a população de baixa renda.
Com o empreendimento Bernini, na Barra, a Carmo e Calçada conquistou o Prêmio Master Imobiliário da Ademi na categoria "Projeto de prédio residencial de grande porte".
"A iniciativa da Caixa é válida para a classe média. Quem utilizar a linha fará um bom negócio, os imóveis sempre se valorizam nem que seja a médio prazo, três ou quatro anos após a assinatura do contrato. Mas os juros poderiam ser menores", diz Márcio Fortes, presidente da Ademi.
Segundo pesquisa realizada pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), só nos primeiros cinco meses de 2005 a Zona Oeste já contava com 594 novos empreendimentos.
De acordo com o consultor em desenvolvimento urbano da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), David Cardeman, a expectativa é que haja uma reativação do mercado na região, com a expansão imobiliária retornando ao Centro.
O consultor de desenvolvimento urbano da Ademi, David Cardeman, garante que os terrenos na região estão baratos e que há grande possibilidade de valorização. Caso o Cores da Lapa tenha boa aceitação, poderá haver uma procura por construtoras na área e vizinhança.
E quando se fala em déficit, afirma o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi), Márcio Fortes, não adianta trabalhar exclusivamente para uma ou outra faixa de renda.
O projeto vem sendo elaborado desde maio do ano passado, por iniciativa da Associação de Moradores de São Conrado. Em vez de só cobrar soluções das autoridades para a violência, resolveu-se buscar melhores condições de vida. Houve participação de quatro associações de moradores e de entidades como o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), Sinduscom. Ademi, PUC-Rio, OAB-RJ, FirJan e Câmara Comunitária da Barra.
Foram prorrogadas até o dia 28 as inscrições para a sexta edição do Destaque da Ademi - Prêmio Master Imobiliário 2005, promovido pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário.
O que motivou o Ministério Público a fazer a convocação foi a vitória que obteve em primeira instância numa ação civil pública contra a Brascan Imobiliária. Além da liminar que proíbe a empresa de cobrar os juros antes da sentença final. Luiz Antônio Campos Mello, advogado da Brascan e da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi/RJ), recorreu.
Foram prorrogadas as inscrições para o Destaque Ademi - Prêmio Master Imobiliário 2005. Devido à grande procura, o prazo acabou sendo estendido até sexta-feira.
A Cbic encaminhou ao ministro Palocci ofício pedindo a dedução no Imposto de Renda dos juros pagos na casa própria. "O Governo vai arrecadar mais imposto com a cadeia produtiva da construção já que as construtoras vão produzir bastante. Esse é o incentivo que faltava para alavancar o setor e gerar empregos", explica José Conde Caldas, vice-presidente da Ademi.
As inscrições para o Destaque Ademi-RJ - Premio Máster Imobiliário 2005 foram prorrogadas até sexta-feira, dia 28 de outubro. Realizado pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário, o evento chega a sua 6a edição com o objetivo de reconhecer e estimular a excelência profissional do setor no Rio de Janeiro.
Para o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), Márcio Fortes, os bancos estão, na verdade, seguindo as respostas dadas pelo mercado, que se mantém otimista.
O mercado imobiliário da Barra da Tijuca, que andava meio jururu, voltou a comemorar. Depois da realização do Salão imobiliário da Ademi, mês passado no CasaShopping, os estandes de venda das principais incorporadoras registraram um substancial aumento de visitas e de compras - qualquer coisa em torno de 30%.
Com o metro quadrado chegando a R$ 19 mil na Delfim Moreira, os imóveis do Leblon, bairro mais cobiçado do Rio, têm hoje uma velocidade de vendas bem abaixo dos lançamentos de Botafogo - das unidades oferecidas entre janeiro e agosto deste ano, a média de vendas no Leblon ficou em 3,9%, contra os 11,7% de Botafogo, informa a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi/RJ).
Construtoras de alto padrão estão investindo mais em empreendimentos para famílias com renda de até R$ 4.900. Outra novidade é a integração da estação de trem com o Metrô. Segundo a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário, a ligação será feita por escada rolante. O bairro fica a 10 minutos do Centro.
Para o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Afonso Kuenerz, é fundamental a aprovação do Plano de Estruturação Urbana (PEU) de Vargem Grande, Vargem Pequena, Camorim e parte do Recreio para que o desenvolvimento da região não ocorra de forma desordenada.
Estiveram presentes o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio (Sinduscon-Río), Roberto Kauffman; o primeiro secretário da Fecomércio, Natan Schipper; o presidente da AD-Rio, Francisco Pinto; o superintendente-geral da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Murillo Allevato Filho; o presidente da Sociedade de Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio (Seaerj), Eduardo Konig; Milton Tito, da Associação Comercial do Rio de Janeiro; e Bernardo Griner, do Clube de Engenharia do Estado do Rio de Janeiro.
O 1º Salão Imobiliário da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do estado do Rio (Ademi-RJ) termina hoje no CasaShopping. E os resultados já são comemorados pelos organizadores.
Um grupo de entidades representativas de vários setores de produção, municiado com dados escandalosos que provam o desinteresse do Governo da União em relação ao Rio, organizou-se na frente Pró-Rio… Eles são a Ademi, de dirigentes do mercado imobiliário, a Fecomércio, a Aeerj, de empresas de engenharia, a Seaerj, de arquitetos e engenheiros, a Aderio, Agência de Desenvolvimento do Rio, o Clube de Engenharia, a Associação Comercial, o Sinduscom, da Indústria da Construção, a OAB-RJ, o Crea-RJ, a Firjan e o Tribunal Contas do Município…
Para o empresário Roberto Kauffmann, presidente do Sindicato das Empresas de Construção Civil (Sinduscon-RJ) e membro da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), a solução para o problema está longe dessa discussão.
Termina hoje o Salão Imobiliário da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), no Casa Shopping. Todos os imóveis ofertados contam com financiamento da Caixa Econômica Federal. Os juros máximos são de 12,5% ao ano mais TR (Taxa Referencial). O prazo de pagamento é de até 20 anos.
Segundo o vice-presidente da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), José Conde Caldas, está havendo competição muito grande entre os bancos privados, graças a determinação do Banco Central. "Os agentes financeiros são obrigados a investir parte do recurso da poupança em financiamento habitacional. A medida também beneficia quem está à procura da casa própria, que terá taxas menores no crédito imobiliário e preços mais em conta devido ao número de ofertas no mercado", explica Caldas.
A temporada de negócios do Salão Imobiliário da Ademi/RJ termina depois de amanhã no Riocentro. Construtoras, imobiliárias e incorporadores puseram à disposição do público 24 mil imóveis de diferentes bairros da cidade.
Hoje às 19h30m, será lançado no Casashoping o "Guia Ademi - Viver e investir no Rio - Manual do comprador de imóveis".
Em apenas cinco dias, o 1º Salão Imobiliário Ademi já recebeu quase 7 mil visitantes.
O aumento da procura de estrangeiros e brasileiros residentes no exterior por informações sobre como investir na compra de imóveis na cidade do Rio levou a Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi/RJ) a elaborar o "Guia Ademi: Viver e investir no Rio - Manual do comprador de imóveis".
A maioria das construtoras participantes do Salão Imobiliário da Ademi preparou ofertas especiais para o evento. Leia a seguir as vantagens que 16 empresas estão dando para seus clientes.
Na próxima sexta-feira, Laudimiro Cavalcanti, delegado do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-RJ) na Barra da Tijuca, apresentará o tema "Com ou sem crise, faça parceria - Bolsa de Imóveis", no fórum de palestras do Salão Imobiliário da Ademi, no Casa Shopping.
José Conde Caldas, presidente da construtora Concal e vice-presidente da Ademi, também afirma que é hora de negociar e checar bons descontos no Salão Imobiliário, que tem muitas ofertas para a classe média.
Nova Ipanema e Novo Leblon fazem parte da lista de projetos de Edmundo Musa. Apesar de não ter áreas tão amplas para construção, a Zona Sul também aderiu ao formato dos condomínios da Barra. De acordo com pesquisa mensal realizada pela Ademi, no Rio, até maio deste ano, foram lançadas 932 unidades em Botafogo.
O Salão Imobiliário Ademi, com o patrocínio e as linhas de crédito da Caixa, continuará funcionando até o dia 2 de outubro, no Casa Shopping, das 14h às 22h, nos dias úteis, e das 10h às 22h no final de semana.
Uma pesquisa da Ademi-Rio indica que foram lançadas 104 novas unidades no bairro este ano. A expansão continua com outras 800 unidades, a serem lançadas pela Patrimóvel e CHL em novembro.
O Salão Imobiliário da Ademi-RJ (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) funciona no Casa Shopping, na Barra da Tijuca até o dia 2. O evento reúne as melhores construtoras em um só lugar.
O Salão Imobiliário da Ademi-RJ funciona no Casa Shopping, na Barra da Tijuca até o dia 2.
A Sociedade Civil Amigos da Península (SCAP) estará organizando transfers para o primeiro bairro ecológico da cidade, com saídas de hora em hora do 1º Salão Imobiliário da Ademi, que vai até 2 de outubro, no CasaShopping.
Terminou ontem o Feirão da Casa Própria da Caixa, que levou 58 mil pessoas interessadas em adquirir um imóvel ao Salão Imobiliário Ademi, que continua até o dia 2 de outubro.
Quem está comprando imóvel no Feirão da Casa Própria, da Caixa Econômica Federal, em parceria com o Salão Imobiliário da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) vai economizar R$ 1.050 na escritura pública e no registro do imóvel.
O feirão da Caixa acontece junto com o Salão Imobiliário Ademi, voltado para as classes média e alta. Para a compra do imóvel financiado, é preciso levar identidade, CPF e comprovantes de renda e residência. Para os trabalhadores com renda informal, é necessário apresentar cópia de três meses de comprovante de aluguel mais extratos de pagamento de cartão de crédito.
Foi aberto ontem, na Barra da Tijuca, o Feirão da Caixa Econômica Federal e o Salão Imobiliário da Ademi/RJ, com a oferta de 24 mil imóveis entre novos, na planta e usados.
Na abertura do Feirão de Imóveis, Jorge Herede, vice-presidente da Caixa, Jorge Mattoso, José Conde Caldas, vice-presidente da Ademi, e José Domingos Vargas, superintendente da Caixa.
O Feirão Nacional da Casa Própria, da Caixa Econômica Federal, em parceria com o Salão Imobiliário da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), começa hoje às 14h e vai até o dia 2 de outubro, no Casa Shopping, na Barra da Tijuca. São quase 24 mil imóveis para todas as faixas de renda. Os interessados poderão comprar unidades na planta, novas e usadas.
Começa amanhã o Feirão Nacional da Casa Própria, da Caixa Econômica Federal em parceria com o Salão Imobiliário da Ademi (Associação de Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário). A partir das 14h, no Casa Shopping, estarão á venda 23.754 imóveis.
O Shopping Leblon, o maior empreendimento comercial da Zona Sul nos últimos 25 anos e com inauguração prevista para novembro de 2006, vai apresentar sua maquete na feira da Ademi.
Os organizadores já chamam o evento de Casa Cor da Construção. Trata-se, na verdade, de um evento duplo, o primeiro é promovido pela Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi) e tem patrocínio da Caixa Econômica Federal.
Pela primeira vez no Rio de Janeiro, construtoras, incorporadoras e imobiliárias apresentarão os seus imóveis à venda - cerca de 24 mil, de diferentes bairros da cidade e principais municípios do Estado - em um só lugar. É o Salão Imobiliário da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi-RJ) - Todos os imóveis em um só lugar, que abre na próxima quarta-feira, no CasaShopping, na Barra da Tijuca. Simultaneamente, será realizado o Feirão Nacional da Casa Própria, da Caixa Econômica.
O evento, que ocorrerá no Casa Shopping, na Barra da Tijuca, será realizado em parceria com a Ademi (Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário). A expectativa é que sejam colocados em oferta 24 mil imóveis, entre novos, na planta e usados.
Quem comprar uma das 23.754 unidades habitacionais no Feirão Nacional da Casa Própria da Caixa Econômica Federal e do Salão Imobiliário da Ademi (Associação de Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário) terá descontos de 42% nos documentos necessários para o fechamento do negócio.
Todos os imóveis do Rio num só lugar. Com este conceito, a Caixa Econômica Federal promove, em parceria com a Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi/RJ), o Feirão Nacional da Casa Própria e o Salão Imobiliário da Ademi. Cerca de 24 mil imóveis, entre novos, na planta e usados, localizados em diversos bairros e municípios vizinhos, estarão disponíveis no evento, que será realizado no CasaShopping, na Barra da TIjuca, para os interessados na compra da casa própria.
Milhares de imóveis à venda, tecnologia arrojada para expor os apartamentos aos compradores, profissionais auxiliando em dúvidas e serviços, além de palestras e restaurante. A infra-estrutura do Feirão Nacional da Casa Própria, da Caixa Econômica Federal, em conjunto com o Salão Imobiliário da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi-RJ), vai oferecer uma oportunidade imperdível para encontrar o imóvel dos sonhos.
A Superintendência da Caixa Econômica Federal do Rio anunciou, nesta quinta-feira, que Feirão Nacional da Casa Própria, que acontecerá entre os dias 21 e 25 de setembro, no Casa Shopping, na Barra da Tijuca. O evento ocorrerá simultaneamente como o Salão Imobiliário da Ademi/RJ, que se estenderá até o dia 2 de outubro.
Simultaneamente ao Feirão, será realizado o Salão Imobiliário da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi/RJ).
Pela primeira vez no Rio de Janeiro, construtoras, incorporadoras, imobiliárias e Caixa Econômica Federal vão se unir em um único local, para colocar à venda cerca de 24 mil imóveis de diferentes bairros e principais municípios do Estado. Trata-se do Feirão Nacional da Casa Própria, que será realizado de 21 a 25 de setembro, simultaneamente ao Salão Imobiliário da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi-RJ), que vai até 2 de outubro, no Casa Shopping, na Barra da Tijuca.
O Feirão da Casa Própria, da Caixa Econômica Federal em parceria com o Salão Ademi (Associação de Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário), vai gerar 18 mil empregos diretos e indiretos na construção civil no Rio.
Sem se preocupar com a legislação, moradores fazem obras em imóveis e mudam aparência dos prédios. Para David Cardeman, consultor de desenvolvimento urbano da Ademi-RJ, é importante preservar as características dos projetos originais.
Em um só lugar, serão oferecidos cerca de 24 mil imóveis, novos e usados, espalhados pelas zonas Norte, Sul e Oeste do Rio - sendo somente menos de 10% retomados de inadimplentes. Com preços entre R$ 25 mil e R$ 2,6 milhões, todos têm garantia de financiamento da Caixa Econômica Federal. É com esses números e o slogan "Todos os imóveis num só lugar" que serão realizados simultaneamente, de 21 de setembro a 2 de outubro, no CasaShopping, na Barra, o Feirão Nacional da Casa Própria, da Caixa, e o Salão Imobiliário da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi/RJ).
Terceiro maior bairro do Rio, Campo Grande vira sinônimo de expansão imobiliária. - A grande quantidade de ofertas no bairro mantém os preços baixos e aquece o setor da construção civil - diz David Cardeman, consultor de desenvolvimento urbano da Ademi.
Os negócios imobiliários na Barra da Tijuca e entorno continuam aquecidos, apesar do grande número de lançamentos na região. É o que asseguram construtoras e a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
As inscrições para o Destaque Ademi - Prêmio Master Imobiliário 2005 já estão abertas. O objetivo é reconhecer e estimular a excelência profissional no setor imobiliário do Rio de Janeiro, premiando e divulgando o desempenho das empresas e dos profissionais.
Aprovado há mais de um ano, o Projeto de Estruturação Urbana (PEU) de São Cristóvão ainda não foi posto em prática. Mas segundo o consultor de desenvolvimento urbano da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), David Cardeman, há uma explicação para a demora no surgimento de novos empreendimentos no bairro.
Vem aí o Destaque Ademi - Prêmio Master Imobiliário 2005. As inscrições estarão abertas a partir de quinta-feira. O objetivo é reconhecer e estimular a excelência profissional no setor imobiliário do Rio de Janeiro, premiando e divulgando o desempenho de empresas e profissionais. Serão 32 categorias de premiação.
A Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Rio) realiza, no dia 1° de setembro, a palestra O Vetor Ambiental e os Empreendimentos Imobiliários, das 16h às 18h, na sede da entidade. A palestra contará com os advogados Antonio Fernando Pinheiro Pedro e Maria Aline Ladeira Rodrigues.
A partir de janeiro de 2006, finalmente, valerá o que está escrito na Resolução 3.177 do Conselho Monetário Nacional (CMN). Ou seja, não haverá acordo com o governo, e os bancos privados terão de aplicar, em sua totalidade, 65% da poupança em crédito imobiliário, o que significará R$ 10 bilhões em recursos. José Conde Caldas, vice-presidente da Ademi/RJ, diz que o empresariado já tem projetos na manga.
"O vetor ambiental e os empreendimentos imobiliários" é o tema da palestra que será realizada na próxima quinta-feira, das 16h às 18h, na Ademi/RJ , Avenida Portugal 466, Urca.
Num terreno de 11.700 metros quadrados, onde funcionava a antiga fábrica da Antarctica, será construído o condomínio. Para o urbanista David Cardeman, consultor da Ademi/RJ, há outros espaços no Centro adequados à classe média: - Além disso, os preços da Zona Sul são proibitivos para a classe média. E nem todo mundo está disposto a mudar para a Barra, longe do trabalho.
O Recreio dos Bandeirantes vai ganhar mais mil unidades residenciais até o fim do ano. Além disso, o bairro tem despertado o interesse de imóveis comerciais. Dados da Ademi revelam que foram lançadas 190 unidades comerciais, de janeiro a junho na região. Esse tipo de construção ganhou fôlego a partir de 2003.
A Ademi realiza, no próximo dia lº, a palestra "O Vetor ambiental e os empreendimentos imobiliários", às 16h, na sede da entidade (Avenida Portugal 466, Urca), A palestra será ministrada pelos advogados Antonio Fernando Pinheiro Pedro e Maria Alice Ladeira Rodrigues, dos escritórios Pinheiro Pedro Advogados Associados e Fraga Bekierman, Pacheco Neto Advogados Associados.
Afonso Kuenerz, vice-presidente da Ademi, chama a atenção para outros problemas: - Alguns lotes estão sendo vendidos com tamanho inferior ao permitido pela legislação. Além disso, vale lembrar que nem todos os donos de loteamentos cumprem as exigências de infra-estrutura feitas pela prefeitura. São coisas que podem comprometer a legalidade do negócio. O vice-presidente da Ademi também lembra que, por lei, o dono de um loteamento deve doar 8% da área para a prefeitura, que utiliza o espaço para a criação de ruas, praças ou escolas.
Segundo o presidente da Abadi, George Masset, a degradação provoca desvalorização de 30% nos aluguéis de imóveis. A queda de preço pode chegar a 50%, caso o imóvel esteja na linha de tiro. O mercado acompanha a falta de demanda. O presidente da Ademi, Márcio Fortes, diz que não estão sendo lançados novos prédios nessas regiões. Sirkis defende a criação de mecanismos que permitam dar maior agilidade na mudança de uso dos terrenos, assim como na conversão desses locais [Joá e Alto da Boa Vista] de ZR-1 (Zona Residencial 1) para ZR-3 (Zona Residencial 3).
A Ademi promove de 10 a 18 de setembro, no CasaShopping, o I Salão Imobiliário. O evento reunirá as mais importantes incorporadoras, construtoras e imobiliárias da cidade, oferecendo todos os serviços para a compra de um imóvel, seja em lançamento ou usado, residencial ou comercial. Serão 40 estandes, incluindo bancos, financeiras e cartórios, para permitir a escritura dos imóveis na hora. O comprador poderá utilizar o imóvel usado como entrada em um novo. O CasaShopping fica na Avenida Ayrton Senna 2.150, na Barra da Tijuca.
Segundo uma pesquisa da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), a região ganhou 2.098 unidades residenciais em 2004 e, nos primeiros cinco meses deste ano, teve 594 lançamentos.
O Pan-Americano acelerou ainda mais o crescimento imobiliário na Barra da Tijuca. A Associação de Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) explica que a expansão é natural porque só há terreno na área e o Pan está antecipando os lançamentos, principalmente, na Avenida Abelardo Bueno que já ganhou o apelido de "Avenida do Pan".
A Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) está organizando o Salão Imobiliário, que vai reunir construtoras, incorporadoras e imobiliárias da cidade, oferecendo todos os serviços para a compra de um imóvel, seja em lançamento ou usado. Serão cerca de sete mil unidades. O evento será realizado entre 10 e 18 de setembro, no CasaShopping, das 10h às 22h.
Se o poder público reduzir impostos e continuar planejando incentivos, poderemos ter uma bela expansão residencial no Centro do Rio - afirma David Cardeman, consultor de desenvolvimento urbano da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
Pelo menos sete mil imóveis para todos os gostos e bolsos, à venda num único lugar e com oferta de financiamentos bancários. Estes são alguns dos atrativos do 1º Salão Imobiliário que a Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) vai promover, de 10 a 18 de setembro. O evento, que será realizado no CasaShopping, na Barra.
A CHL Incorporações iniciou, há dois meses, obras num antigo prédio comercial que será transformado num edifício de apartamentos. A empresa já havia se aventurado nesse ramo em 2004 - pelo projeto, ganhou prêmio da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário no Rio de Janeiro (Ademi- RJ) na categoria retrofit.
Para o mercado imobiliário funcionar, é preciso ter a ponta principal, que é o comprador, e que espera crédito com condições atraentes: juro mais baixo, prazo maior, percentual de entrada menor - diz o vice-presidente da Ademi/RJ, Rodolpho Vasconcellos.
O mercado de imóveis na Grande Tijuca vai de vento em popa. Novos empreendimentos estão sendo lançados e os prédios construídos mais recentemente estão em constante valorização. Segundo José Conde Caldas, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário, os investimentos no bairro só tendem a crescer nos próximos meses.
Apenas um empreendimento, em construção, lançará, de uma só vez, mais da metade das unidades postas à venda na Barra (2.758) durante todo o ano passado, segundo informações da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário).
Uma pesquisa da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) revela que, nos últimos cinco anos, o número de unidades residenciais criadas na região que engloba Vargem Grande e Guaratiba chegou a 1.123 - em toda a década de 90, a quantidade de empreendimentos nestes bairros não passou de mil.
Os dados, da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), demonstram um aumento na variação de lançamentos entre a Zona Oeste e o restante da cidade em relação ao ano passado.
Vemos muita gente tendo dificuldade de conseguir empréstimo. Mas, se de fato o programa do governo deslanchar, em dois anos os inquilinos ganham mais força - diz o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), César Thomé.
David Cardeman, consultor de desenvolvimento urbano da Ademi-Rio, explica que as Apacs tiveram impacto imediato sobre os valores dos imóveis de cada bairro. A escassez de terrenos disponíveis para aproveitamento das construtoras fez com que os preços de novos prédios fossem às alturas. Esse valor, repassado ao comprador final, causou o encarecimento de todos os imóveis da área.
David Cardeman, consultor de desenvolvimento urbano da Ademi-Rio, explica que a expansão de transportes é indutor fundamental da transformação urbana. Não é à toa que bairros como Botafogo e FIamengo foram criados seguindo as antigas linhas de bonde.
De janeiro a junho deste ano, foram 600 unidades lançadas na Barra, segundo a Associação de Diretores de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi). - A Baixada de Jacarepaguá tornou-se a menina-dos-olhos da construção civil. Principalmente a Barra, graças à proximidade com a praia - explica David Cardeman, consultor de desenvolvimento urbano da Ademi.
De janeiro a junho, de acordo com a Ademi, foram lançadas 2.142 unidades no Rio de Janeiro, contra 2.794 no mesmo período do ano passado - quando o mercado já estava retraído e chegaram a sobrar R$ 2 bilhões do orçamento de habitação.
A exigibilidade de aplicação de recursos da poupança para fomento da construção civil parecia ter trazido um novo alento ao setor. Mas a realidade dos fatos demonstra que as pequenas e médias construtoras - algo em torno de 95% do total em atividade - têm dificuldades de acesso aos bancos. Para que o sistema possa funcionar com a desenvoltura de antes, hoje perdida, é preciso que haja uma verdadeira transformação cultural do setor. No eixo central dessa transformação, um conceito parece se impor: securitização.
Para David Cardeman, consultor de desenvolvimento urbano da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), São Cristóvão já mostra que é o bairro do Rio que melhor alia tradição com modernidade.
Em entrevista ao programa CBN Rio, o presidente da ADEMI, Márcio Fortes, falou sobre as peculiaridades do mercado imobiliário da Barra da Tijuca.
Pesquisa realizada pela Associação de Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) no ano passado revela que foram lançadas 6.687 unidades no município do Rio. Do total, 3.345 estão localizadas na área da Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes e Jacarepaguá, sendo 2.948 (1.552 residenciais) na Barra.
O valor médio, por bairro, do metro quadrado de imóveis lançados no Rio será uma informação à qual todos terão acesso a partir deste mês. É que a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi/RJ) passará a divulgar os preços ao público em geral. A pesquisa, criada há pouco mais de um ano, era acessível apenas aos associados.
Pesquisa da Ademi revela que, no ano passado, foram lançadas 6.687 unidades no Município do Rio. Do total, 3.345 estão localizadas na área da Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes e Jacarepaguá. Somente na Barra, foram lançadas 2.948 unidades, sendo que 1.552 são residenciais.
Bairros como o Engenho de Dentro (onde vem sendo construído o Estádio Olímpico João Havelange) já dão sinais de fortalecimento: o metro quadrado de área construída teve uma valorização média de 20% em relação ao ano passado, de acordo com a Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi).
Uma pesquisa da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi-RJ) mostrou que, apenas em dezembro de 2004, o bairro teve 87 unidades residenciais vendidas, contra 50 no Recreio e 34 na Barra da Tijuca - tradicionais locais de expansão.
De um lado, moradores da região, sobretudo do Leblon, preocupados com a saturação da região, por conta do surgimento de grandes empreendimentos comerciais e residenciais. De outro, construtores e incorporadores, insatisfeitos com as restrições à expansão da construção civil na Zona Sul.
O preço médio, por bairro, do metro quadrado dos imóveis lançados no Rio será uma informação a que todos terão acesso a partir de julho. É que a Ademi passará a divulgar esses valores ao público em geral: a entidade está abrindo alguns dados da pesquisa, criada há pouco mais de um ano, que eram acessíveis apenas aos associados.
A pesquisa da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Estado do Rio (Ademi) está de cara nova.
Mercado habitacional oferece mais de 400 unidades novas, na planta ou em construção, em vários bairros da cidade. A Ademi informou que não há lançamento imobiliário na faixa de R$ 50 mil desde o ano passado.
Quem não tem condições de morar no Leblon escolhe o Flamengo, onde se paga a metade do preço pelo metro quadrado e encontra-se apartamentos antigos, com cômodos mais amplos - explica David Cardeman, consultor de Desenvolvimento Urbano da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), confirmando o rejuvenescimento do bairro.
Preços menores, apartamentos maiores, condomínios mais baratos, boa infra-estrutura de transporte e lazer estão levando as classes média e média alta do Rio a se interessarem por uma parte da orla carioca que andava meio esquecida: o trecho que vai da Praia de Botafogo à Avenida Beira-Mar, no Centro.
Os contratos de compra de imóvel na planta costumam indicar o mês e o ano em que o empreendimento será entregue, mas já prevêem um período de tolerância, geralmente de seis meses. Mas a espera pode ser maior "por motivos de força maior ou caso fortuito", conforme é especificado nos contratos, pontua Maury Rouede Bernardes, 65, consultor jurídico da Ademi-RJ (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário).
Nem os construtores se entendem quando o assunto são as novas metas estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para o SFH. Principalmente quando o assunto é a aprovação do uso de multiplicador - que permite que os bancos contabilizem, em duplicidade, créditos concedidos aos mutuários - para o financiamento de imóveis usados.
Imóveis isolados e cercados pelo verde atraem quem busca sossego, mas apresentam baixa liquidez para venda e locação.
Os poucos terrenos disponíveis em morros livres da favelização, como no Alto Leblon, Lagoa e Jardim Botânico, são disputados por empreendedores e cariocas. Além da bela vista e da tranqüilidade, outro atrativo: lá os apartamentos são em média 30% mais baratos, segundo o vice-presidente da Ademi, José Conde Caldas.
No ano passado foram lançados, 1.478 unidades comerciais no mercado imobiliário carioca, de acordo com pesquisa da Ademi, demonstrando aquecimento no setor.
Pela primeira vez, a Associação Brasileira de Administradoras de Imóveis (Abadi) obtém assento na diretoria da Ademi/RJ. César Thomé, ex-presidente da Abadi, acaba de ser eleito um dos vice-presidentes da Ademi, de 2005 a 2007.
Para atrair público da Zona Sul, construtoras apostam em mercado especial, com lançamentos de até 500 m2.
Rio tem mais de 5 mil imóveis disponíveis, espalhados por 23 bairros. Há unidades com mais de 230 metros quadrados. Segundo a coordenadora da pesquisa da Ademi, Gabriella Szklo, há ofertas para todos os tipos de orçamento.
A Rossi acaba de entrar para o time de conselheiros da Ademi. Quem representa a empresa é o diretor do Rio, Marco Adnet. É a primeira vez que uma empresa com sede em São Paulo é chamada para integrar a entidade.
Apesar de ocupar apenas 10% do mercado imobiliário, a classe média alta está se transformando em uma forte aposta das empresas do ramo. No ano passado, foram lançados na Zona Sul e na Barra da Tijuca 235 unidades residenciais voltadas para população de alto poder aquisitivo, 68 a mais que em 2003, segundo pesquisa realizada pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ).
Relatório da prefeitura indica que Humaitá e Laranjeiras crescem enquanto região sofre desaquecimento imobiliário.
Pela primeira vez, o conselho da Ademi abriu as portas para receber uma empresa paulista, a Rossi Incorporação e Construção, em seus quadros.
Nos anos 60, ainda com o BNH, lembra o arquiteto e urbanista David Cardeman, diretor da Ademi, o Brasil importou tecnologia européia e construiu prédios pré-fabricados. As paredes chegavam prontas, até com esquadrias, ao canteiro de obras: - Foi a decadência do SFH que pôs um ponto final nos pré-fabricados. Com crédito e leis favoráveis, esta seria uma ótima solução para o Brasil.
Segundo a Pesquisa Ademi de Mercado Imobiliário, em 2003 foram lançadas 376 unidades comerciais. Já em 2004 foram lançadas 1.478 unidades comerciais na cidade do Rio. A Barra da Tijuca lidera os lançamentos, de acordo com a pesquisa.
Os prédios antigos do Rio receberão incentivo da prefeitura para aderirem à Resolução 001, publicada em janeiro, que obriga as novas construções (de grande porte) a captarem água da chuva e usá-la para fins não potáveis, como em jardins e garagens.
CHL lançou empreendimento em bairro campeão de construções. Botafogo é considerado pela Pesquisa Ademi de Mercado Imobiliário o bairro campeão de lançamentos na Zona Sul.
A Barra da Tijuca liderou os lançamentos imobiliários do ano passado no município do Rio, com 1.552 unidades residenciais. Em segundo lugar ficou Jacarepaguá, com 1.215. Já o Recreio dos Bandeirantes ocupou o terceiro lugar. com 626. Os dados são da pesquisa realizada pela Associação de Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
A economista Gabriella Szklo já trabalhava no mercado imobiliário, mas, há dois anos, foi convidada para atuar na Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (ADEMI). Seu desafio era montar a primeira pesquisa sobre o mercado carioca. Depois de muito empenho, a Pesquisa ADEMI do Mercado Imobiliário foi lançada em junho de 2003 e, hoje, já começa a construir um histórico econômico do setor. Confira a entrevista e saiba mais sobre as últimas tendências do mercado imobiliário na cidade.
Um volume de crédito de R$ 1 bilhão, que está 58% acima do emprestado no ano passado. O presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Márcio Fortes, não está tão otimista: - Não adianta ter receita. O importante é saber quanto desses recursos irão para novas unidades. Carta de crédito ( o empréstimo não vai diretamente para a construção ) é desperdício.
Construtores afirmam que bancos privados estão levando vantagens excessivas para conceder crédito imobiliário A Resolução 3.259 do Banco Central foi fruto de estudo desenvolvido pela CBIC e pela Abecip.
Quem pretende sair do aluguel deve procurar imóveis na planta ou novos com até 180 dias de Habite-se. Essas unidades podem ser adquiridas com taxas de juros mais competitivas, já que a Resolução 3.259 do Banco Central (BC) prevê incentivos para os bancos privados que mais liberarem recursos para financiar imóveis de menor valor.
Os entraves da legislação municipal e a lentidão da recuperação da renda do consumidor freiam o otimismo de Márcio Fortes, presidente da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi/RJ). "Um possível aumento na oferta de crédito esbarra na dificuldade de aprovar projetos e no agravamento da renda", analisa Fortes.
Com investimento de R$ 27 milhões, foi lançado um condomínio na Vila da Penha com arquitetura de estilo neoclássico e clube de 1.500 m2. O empreendimento é um exemplo da aposta das construtoras em um novo perfil de imóveis na Zona Norte.
Apesar da melhora da economia e da previsão de aumento de crédito para o setor, diz o presidente da Associação de Dirigentes Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi/RJ), Márcio Fortes, ainda não é tarefa fácil para as empresas identificarem seu consumidor.
Representantes do mercado imobiliário, Márcio Fortes à frente, têm encontro hoje com a secretária executiva do Ministério das Cidades, Ermínia Maricato.
A Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (Emerj) iniciará o ano letivo de 2005 com o seminário "O Arcabouço Sociojurídico da Questão Habitacional no Brasil". O encontro acontecerá no dia 14 de janeiro, às 10h, quando o presidente da Ademi/RJ, Márcio Fortes, irá falar sobre "O Mercado Imobiliário em Face da Realidade Socioeconômica Brasileira".
O presidente da Associação de Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Márcio Fortes, anunciou que o consumo de cimento no ano passado foi igual a 2003. Isso significa o mesmo volume de construções no período.
Para Márcio Fortes, as regras do financiamento habitacional aprovadas no ano passado estão corretas. As medidas oferecem segurança tanto para os construtores como para os mutuários.
As construtoras continuam financiando quem pretende comprar um imóvel. "Esse papel é dos bancos, mas há ainda essa lacuna no mercado", explica Márcio Fortes.
Há cerca de 30 dias, num congresso da Associação do Mercado Imobiliário (Ademi), do Rio, Palocci garantira à cúpula tucana que ajudaria Serra.
Os números da pesquisa realizada pela Ademi/RJ refletem principalmente os juros altos e a falta de renda da população, na avaliação do presidente da entidade, Márcio Fortes: - Em 2004, chegamos ao fundo do poço em todos os aspectos da cadeia produtiva do mercado imobiliário. Em 2005, pior não pode ficar.
O ministro da Fazenda, Antonio Palocci, o prefeito do Rio, César Maia, o presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio, desembargador Miguel Pachá, deputados, secretários municipais e representantes do mercado imobiliário participaram do evento que homenageou as empresas que se destacaram no mercado imobiliário em 2004

Os acontecimentos da última Semana Santa na Rocinha estimularam a Associação de Moradores e Amigos de São Conrado (Amasco) a criar um Fórum Técnico de Urbanização na comunidade. O fórum tem a participação de entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil no Rio de Janeiro, OAB/RJ, o Sindicato das Indústrias da Construção Civil, Sinduscon, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, Firjan, e a Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro, Ademi, entre outras.
Rogério Zylberzstajn e Tanit Galdeano na festa dos destaques da Ademi 2004
O vice-presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ), Rodolpho Vasconcellos, ressaltou que a divulgação do índice de reajuste do IPTU para 2005 não provoca impactos nos investimentos do mercado imobiliário.
Rogério Chor ainda comemora o recorde que bateu na recente eleição da Ademi. Saiu da festa no Hotel Sofitel com cinco prêmios. Entre eles, o de empresa do ano.
O crescimento do bairro impressiona, comparado aos dados estatísticos. De acordo com uma pesquisa da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), no mês de setembro, a Barra foi responsável por 83% do imóveis comercializados na planta na cidade.
E esse futuro de caos pode chegar antes de 2014. Dados da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi) mostram que, entre o ano que vem e o fim de 2007, devem ser concluídas pelo menos 6.808 unidades residenciais e comerciais na Barra, em Vargem Grande, Vargem Pequena e no Recreio. Do total, quase a metade (3.281) ficará às margens da Avenida das Américas, que também já não escapa dos engarrafamentos.
Uma pista do que o mercado planeja para o curto prazo é o que os associados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi/RJ) terão ao ingressar no link de licenciamento de obras do site da entidade (www.ademi.org.br) que acaba de entrar no ar.
Rogério Chor e Leilaine Neubarth, os olhos azuis da TV brasileira, na festa de entrega dos prêmios Ademi, no Sofitel.
O número de lançamentos de unidades imobiliárias no Rio de Janeiro em setembro superou em muito o número de unidades comercializadas. Segundo dados de pesquisa da Ademi-RJ, foram lançadas 1.143 unidades e comercializadas 295, ou seja, cerca de 25%. No Rio em agosto os números foram respectivamente 854 e 259.
Em reconhecimento pela iniciativa da Prefeitura do Rio de transformar o prédio de um hotel abandonado em São Conrado no Centro de Cidadania Rinaldo De Lamare, a Ademi-RJ premiou a Obra Social da Cidade com o Prêmio Master Imobiliário - Destaque Ademi 2004.
O ministro Antonio Palocci entre o deputado Eduardo Paes e Tanit Galdiano, na premiação da ADEMI, no Sofitel.
Carlos Carvalho (à direita), presidente da Carvalho Hosken, recebeu do vice-presidente da Ademi, José Conde Caldas, o prêmio Hors Concours Desenvolvimento Urbano, conferido pela entidade ao empreendimento Península, na Barra.
Mariangeles Maia abalou na festa de entrega do Prêmio Ademi, segunda-feira, conquistado por ela na categoria de melhor obra pública.
Palocci participou ontem à noite de solenidade no Rio, onde recebeu prêmio de personalidade do ano.
O ministro da Fazenda, Antônio Palocci, foi homenageado ontem à noite pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), com o título "Personalidade do Ano".
A nova lei do setor imobiliário e os avanços recentes no mercado de construção mostram que há uma recuperação em marcha nessa área, disse ontem o ministro da Fazenda, Antonio Palocci, que recebeu o prêmio de "Personalidade do Ano" da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi/RJ). A solenidade, realizada ontem à noite no Hotel Sofitel, no Rio, reuniu cerca de 500 pessoas.
A Construtora Carvalho Hosken recebeu ontem da Ademi-RJ o Prêmio HorsConcours Desenvolvimento Urbano pelo projeto da Península, o primeiro bairro ecológico carioca, localizado na Barra da Tijuca.
Ferdinando Magalhães, presidente da Construtora Santa Isabel, será ganhador do Prêmio Ademi de Empresário do Ano.
Quatro empreendimentos da Barra e um do Recreio ganharam em diferentes categorias o Destaque Ademi 2004, prêmio concedido pela Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário. Foram eles: Condomínio Quintas do Rio, Le Parc Residential Resort, Le Monde Office e Residencial Monet, na Barra, e Villagio Acquafina, no Recreio.
Marcos Levy, da Brascan Imobiliária, foi eleito o executivo do ano pela Ademi.
O Destaque Ademi 2004 - Prêmio Master Imobiliário será realizado no dia 6, no Hotel Sofitel, em Copacabana.
O ministro Antonio Palocci recebe hoje o Prêmio Ademi, às 19h, no Sofitel.
O consultor de Desenvolvimento Urbano da Ademi David Cardeman diz que a tendência do mercado imobiliário é buscar lugares com preços mais acessíveis de terrenos, já que as áreas disponíveis na Barra da Tijuca e no Recreio dos Bandeirantes estão altamente valorizadas. Por conta disso, a saída são as vargens Pequena e Grande.
As empresas que se destacaram no mercado imobiliário em 2004 serão premiadas pelo Destaque Ademi 2004, o Prêmio Master Imobiliário, amanhã, às 19h, no Hotel Sofitel (Av. Atlântica, 4.240). De acordo com o presidente da Ademi, Márcio Fortes, o prêmio demonstra a responsabilidade dos incorporadores e construtores com o desenvolvimento e a expansão das cidades. Este ano, foram avaliados desde a qualidade do projeto arquitetônico até a preocupação ecológica e a forma de integração da edificação à região.
O ministro Antônio Palocci foi escolhido duas vezes Personalidade do Ano e vem receber os prêmios no Rio. Primeiro, pela ABMN, Associação Brasileira de Marketing & Negócios, que faz a entrega do seu prêmio nesta sexta, numa megafesta no InterContinental. Segunda-feira, ele recebe a mesma homenagem na entrega do Prêmio Master Imobiliário 2004, concedido pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
A personalidade do ano é o ministro da Fazenda, Antonio Palocci. A construtora, a CHL. E o empresário de 2004 é Ferdinando Valle Magalhães, da Santa Isabel. Esses são alguns dos resultados do Destaque Ademi - Prêmio Master Imobiliário 2004, concedido pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) a profissionais e empresas do setor pelo quinto ano consecutivo. São 15 vencedores, além de nove destaques.
De acordo com Murilo Allevato, superintendente da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), imobiliárias e construtoras têm por costume permitir as visitas, mas sem obrigação legal.
Criado em 2000, o "Destaque Ademi-Prêmio Master Rio" a maior premiação do setor imobiliário do Rio de Janeiro e que este ano chega a sua quinta edição será entregue em noite de gala no dia 6 de dezembro no Hotel Sofitel.
Como a nova lei não estabelece nenhuma alteração quanto às normas de uso e ocupação do solo, o consultor de desenvolvimento urbano da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), David Cardeman, acredita que ela não vai causar grandes impactos no que diz respeito ao mercado imobiliário na região.
Preparado pela Secretaria municipal de Urbanismo, um projeto de lei complementar que está na mesa do prefeito Cesar Maia reacende a discussão sobre apart-hotéis. A proposta, à qual O GLOBO teve acesso, cria regras que facilitam o licenciamento de hotéis e de prédios residenciais na região do Plano Piloto (Barra, Recreio, Vargem Grande, Vargem Pequena, Camorim e sul de Jacarepaguá), na Zona Portuária e nas zonas industriais. Para Afonso Kuenerz, vice-presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), a lei sugerida estimularia a construção de hotéis: - É preciso mais flexibilidade. Ninguém tem capital para investir sozinho em hotel.
Pela enésima vez volta a discussão em torno da desfusão do Rio de Janeiro do Estado do Rio, retornando à condição original de cidade-estado. O tema, desta vez, será debatido a fundo na Ademi, com a participação do secretário municipal de Urbanismo, Alfredo Sirkis, da vereadora Aspásia Camargo e do presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário, Marcio Fortes.
Segundo pesquisa da Associação de Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), a Península já conta com sete empreendimentos, totalizando 1.038 unidades, divididos em prédios como lofts, dois, três e quatro quartos, além de coberturas e dúplex. Os preços variam de R$ 220 mil a R$ 1 milhão.
Hoje, às 15h, a Ademi Rio faz um debate na Av. Portugal 466 sobre "fusão" ou "desfusão".
Para o vice-presidente da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcelos, houve imprudência dos compradores ao adquirir imóveis no Barra Bali 1.
Ainda este mês, os bancos privados, em parceria com representantes do setor da construção civil, devem encaminhar ao governo proposta conjunta de novas regras para o Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que conta com recursos da caderneta de poupança.
Segundo o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário, Rubem Vasconcelos, nos últimos três anos foi acentuada a desvalorização dos imóveis próximos às comunidades que convivem com confrontos.
Sai amanhã o resultado do concurso - promovido pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), em parceria com a Escola Superior de Desenho Industrial da Uerj - para escolher o design do novo troféu do "Destaque Ademi - Prêmio Master Imobiliário 2004". Quem quiser conferir os 17 protótipos que estão na disputa pode entrar no site www.ademi.org.br.
Acontece no próximo dia 8 de novembro a premiação do concurso promovido pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) para escolher o design do novo troféu do "Destaque Ademi - Prêmio Master Imobiliário 2004".
Dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) reiteram os números da APSA. Segundo pesquisas recém-concluídas, a Tijuca está em quinto lugar no ranking de unidades disponíveis entre os imóveis lançados no primeiro semestre de 2004, ficando atrás apenas da Barra, Recreio, Jacarepaguá e Botafogo, bairros em que a expansão imobiliária está muito à frente do resto da cidade.
O vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi/RJ), Rodolpho Vasconcellos, concorda que 2005 deve ser um ano melhor para a construção civil. Segundo ele, as medidas tomadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), em março passado, para estimular os bancos a concederem crédito podem surtir efeitos no ano que vem. "A flexibilização das condições de crédito anunciadas pela Caixa Econômica, no entanto, têm efeito de sinalização para o mercado", avaliou Vasconcellos.
Apesar de estar no mesmo endereço desde 1980, só este ano a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi/RJ) lavrou a escritura definitiva da casa que ocupa no encontro da Avenida Portugal com a Rua Marechal Cantuária, na Urca. Casa de ferreiro, espeto de pau?
O projeto urbanístico - que cogitava a desapropiação de terrenos do Exército - criou polêmica logo ao ser anunciado. Enquanto a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) elogiou a iniciativa, alguns arquitetos criticaram a proposta.
O consultor de Desenvolvimento Urbano da Ademi, David Cardeman, diz que a falta de revisão da lei dificulta a construção, já que só podem ser erguidos prédios com poucas unidades.
No primeiro semestre foram lançadas 4.856 unidades no município do Rio. Do total, 3.207 estão localizadas na área que engloba Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes e Jacarepaguá. Só na Barra, são 1.670 imóveis. Segundo a última pesquisa da Associação de Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), o bairro também ganha no número de unidades vendidas (80, em julho).
- O número de financiamentos diretos ao mutuário caiu muito. Se fosse em outra época, o prejuízo para o setor seria bem maior. No caso dos negócios entre empresas, foi mais fácil resolver - diz Antônio Carlos Moraes Rego, diretor da Basimóvel e membro do Conselho da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi/RJ).
O vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcelos, afirma que o preço dos imóveis situados nos acessos de favelas chegam a cair até 70% em relação a outras áreas de um mesmo bairro.
De acordo com pesquisa realizada pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), em julho foram lançados seis empreendimentos na cidade do Rio de Janeiro, todos residenciais, perfazendo um total de 202 unidades (40 na Barra da Tijuca, 104 em Jacarepaguá, 16 no Recreio dos Bandeirantes, 36 em Botafogo e seis no Leblon).
O movimento é cada vez mais inexpressivo. Na verdade, não há efetivamente um mercado imobiliário no Rio de Janeiro, já que mais da metade da oferta tem preço superior a R$ 350 mil e isso atinge, no máximo, 5% da população - afirma o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Márcio Fortes.
- Com isso a obra não fica parada tantos anos. Esse documento diz que a obra está regularizada, evitando vergonhas como esta torre, que está há 30 anos parada. Essa construtora não tem registro na Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi), no Sindicato da Construção Civil, em órgão nenhum. É uma empresa clandestina.
Nos últimos 12 meses, o bairro ganhou 2,5 mil novas unidades (apartamentos, casas, escritórios e lojas), contra 64 do Leblon, por exemplo, segundo dados da Associação dos Dirigentes Empresariais do Mercado Imobiliário (Ademi/RJ). Amil, Shell e Esso são exemplos de escritórios que passaram a funcionar na Barra nos últimos anos. A Unimed levou 400 funcionários para o bairro no mês passado.
Com a aprovação do PEU, outras construtoras também estão interessadas em São Cristóvão. Por isso, a Associação de Dirigentes de empresas do Mercado Imobiliário levou a Cesar Maia o projeto de uma passarela da estação até a Rua Francisco Eugênio, ligando o metrô à área residencial do bairro.
O investidor que optar pela mesma decisão de Marisa poderá obter melhores ofertas de financiamento se protelar a decisão por mais alguns meses. Segundo o vice-presidente da Associação dos Diretores de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rodolpho Vasconcellos, o mercado imobiliário está retraído, com poucas ofertas de lançamentos e de financiamentos. O s lançamentos imobiliários concentram-se na Barra da Tijuca e em Botafogo, e os volumes de crédito ainda são limitados.
A Ademi promove, entre os dias 27 e 30 de setembro, o workshop Excelência em Atendimento, com instrução do especialista em treinamento de equipes de vendas de serviços e produtos, José Roberto Ferreira de Almeida.
Para Márcio Fortes, a diferença reside justamente na localização, já que os lançamentos no Recreio têm um padrão de qualidade semelhante aos da Barra.
Ao completar 60 anos de Rio de Janeiro o empresário e engenheiro Marcio Fortes receberá da Câmara Municipal do Rio o título de Cidadão Honorário.
"Hoje, governar já não é somente abrir estradas, mas promover a inclusão e ascensão social". A afirmação foi feita ontem pelo presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Márcio Fortes, ao apresentar o tema Infra-estrutura e Serviços Públicos, no primeiro painel do seminário O Rio que Nós Queremos. .
Questões como Segurança, Infra-estrutura, Serviços Públicos, Transporte, Saúde, Educação, Cultura, Meio Ambiente e Saneamento serão discutidas a partir das 9h, na sede do instituto, no Flamengo.
Donos de apartamentos estiveram na sede da empresa, no Centro, mas não obtiveram informações. A construtora não é registrada na Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) nem no Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscom).
Para o presidente da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Márcio Fortes, porém, o cenário não é tão auspicioso, apesar de subsistirem diversas vantagens.
Está acabando o prazo de inscrições para concorrer ao Destaque Ademi - Prêmio Master Imobiliário - Rio de Janeiro. Empresas e profissionais do mercado imobiliário podem se inscrever até dia 30. As inscrições deverão ser feitas através do site www.ademi.org.br.
Na lista de promessas dos prefeitáveis cariocas estão programas de construção de moradias para quem ganha até três salários-mínimos; projetos de incentivo de ocupação residencial do Centro da cidade; parcerias com a iniciativa privada; e estudo de novas áreas de proteção da especulação imobiliária (...) A Ademi montou um grupo de trabalho que está elaborando um documento a ser entregue ao eleito.
É justo uma cobertura e um apartamento térreo com quintal, de tamanhos iguais, pagarem o mesmo valor de condomínio? Maury Rouède, consultor jurídico da Associação de Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), analisa a criação de fórmulas de rateio por faixas de metragem.
A Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) divulgou pesquisa que revela que, no primeiro semestre de 2004, houve queda de 55% na quantidade de unidades imobiliárias lançadas em relação ao segundo semestre do ano passado.
Com a experiência de quem conhece os dois lados, o ex-deputado federal e atual presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi/RJ) Márcio Fortes atesta que a campanha nunca foi tão pobre.
O vice-presidente da Associação dos dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcellos, admite que a preservação colaborou para a retração do mercado na Zona Sul. Mas acredita que o fenômeno ocorreria mesmo sem as restrições às demolições.
O Aeroporto Santos Dumont é uma jóia arquitetônica premiada e tombada, projetada na década de 40 e ainda hoje uma obra atualíssima na sua concepção de terminal aeroportuário funcional. Uma jóia também por sua localização, no Centro do Rio, permitindo até o acesso a pé de passageiros que demandam atividades de negócios.
A Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado (Ademi) promoverá palestras, seguidas de debates, sobre "O Condomínio Edilício no Código Civil de 2002 - Desestimulando a Inadimplência - Aspectos Gerais", no dia 10 de setembro, no Rio de Janeiro.
Segundo a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi/RJ), das 299 unidades vendidas em junho em 178 novos empreendimentos para a classe média pesquisados, só 4% foram financiadas por bancos privados. Nenhuma pela CEF. A maior parte foi garantida pelo incorporador.
A Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ) promoverá palestras, seguidas de debates, sobre O Condomínio Edilício no Código Civil de 2002 - Desestimulando a Inadimplência - Aspectos Gerais, no próximo dia 10 de setembro, das 14h às 17h, em sua sede, na Av. Portugal 466, Urca.
Presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Márcio Fortes reforça a percepção de que a tendência é de que a atividade comercial do Centro da cidade migre para a Barra da Tijuca.
Enquanto muitos profissionais têm uma visão positiva do mercado imobiliário, o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Márcio Fortes, é mais cauteloso. Embora novidades como a criação da linha de crédito da Caixa encham de esperanças o setor, que desde 1993 não recebia financiamento direto, ele lembra que a renda da população caiu demais e que é preciso adequar os lançamentos a esta redução do poder aquisitivo.
A Associação de Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ) promove o seminário O Condomínio Edilício no Código Civil de 2002 - Desestimulando a Inadimplência - Aspectos Gerais. As palestras serão ministradas pelos juízes Werson Franco Pereira Rego e Marcos Alcino de Azevedo Torres. O evento será no dia 10, na sede da entidade, na Avenida Portugal 466, Urca.
O Destaque Ademi - Prêmio Master Imobiliário - Rio de Janeiro é uma premiação que tem como objetivo reconhecer e estimular a excelência profissional no setor imobiliário carioca. Até dia 30 de setembro, empresas e profissionais do mercado imobiliário podem se inscrever para concorrer ao Destaque Ademi.
- A atividade comercial do Centro tende a se mudar para a Barra. A região se comporta com uma sociologia diferente do restante a cidade - acredita Márcio Fortes, presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
O presidente da Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi), Márcio Fortes, afirma que o imposto, no formato atual, é um imposto perverso e ilegítimo. "Porque é um imposto que incide, na maioria das vezes, simplesmente sobre a correção monetária", esclarece Fortes.
DIRETO COM AS CONSTRUTORAS. Nesse caso, a unidade é na planta. A correção é pelo IGP-M, mais 12% ao ano. Para o vice-presidente da Associação de Dirigentes das Empresas do Mercado Imobliário (Ademi), Rodolpho Vasconcelos, o acesso ao crédito é mais fácil através dos construtores. "Os bancos são mais seletivos e só financiam uma parte do crédito.
DIRETO COM AS CONSTRUTORAS. Nesse caso, a unidade é na planta. A correção é pelo IGP-M, mais 12% ao ano. Para o vice-presidente da Associação de Dirigentes das Empresas do Mercado Imobliário (Ademi), Rodolpho Vasconcelos, o acesso ao crédito é mais fácil através dos construtores.
O presidente da Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi), Márcio Fortes, afirma que o imposto, no formato atual, é um imposto perverso e ilegítimo. "Porque é um imposto que incide, na maioria das vezes, simplesmente sobre a correção monetária", esclarece Fortes. "Além disso, ele é indutor da sonegação.
Segundo a Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário, o estádio vai valorizar o Engenho de Dentro e os bairros vizinhos.
Para o bom pagador, a situação tende a melhorar em 2005, porque as previsões são de que os juros caiam em função das novas regras. Para quem tiver dificuldades financeiras e atrasar a prestação, entretanto, o sistema passa a ser mais duro. Estes são alguns dos reflexos para os mutuários da Lei de Incorporação Imobiliária, a 10.931, sancionada há duas semanas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Começa amanhã e vai até quinta-feira o curso "Legislação e responsabilidades ambientais", promovido pela Associação das Empresas Dirigentes do Mercado Imobiliário no Rio (Ademi/RJ). As aulas serão na sede da entidade, das 13h30m às 17h30m. Outras informações: 2543-1110 e www.ademi.org.br.
A fração ideal da unidade imobiliária, em condomínios edilícios, deixou de ser obrigatoriamente fixada levando em conta o valor da unidade em relação ao conjunto da edificação, como estatuía, em sua primitiva redação, o § 3º do artigo 1.331 do Código Civil de 2.002.
A Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi- RJ) vai realizar o curso de Legislação e Responsabilidades Ambientais, de 16 a 19 de agosto, das 13:30 às 17:30.
Apesar da adoção do patrimônio de afetação ser facultativa, a aposta é de que seja adotado pela maioria das empresas. O vice-presidente da Associação Brasileira de Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi), Rodolpho Vasconcellos, acredita que a mudança também trará efeitos positivos sobre os juros.
Para Afonso Kuenerz, vice-presidente da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), o Centro Metropolitano, já é quase uma realidade.
Segundo o presidente da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Márcio Fortes, a alegação de Lula para o veto não se sustenta. O presidente teria argumentado que é preciso unificar as multas nas relações privadas de consumo. Fortes diz que não há compra e venda de produtos e serviços, mas rateio de despesas entre condôminos.
A preservação de imóveis na Glória terá pouco impacto para a construção civil, mas a inclusão do Catete pode afetar a recente onda de construções no bairro. Segundo a Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), este ano houve quatro lançamentos no lugar e mais dois estão previstos.
Segundo David Caderman, consultor de urbanismo da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), toda vez que as demolições são suspensas há uma retração no mercado.
As pesquisas da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) indicam que a imensa maioria dos imóveis novos colocados à venda na cidade do Rio de Janeiro tem o valor acima de R$ 350 mil, exigindo rendas familiares próximas de R$ 10 mil mensais. Isso não pode ser considerado um mercado que só é formado quando qualquer cidadão, de qualquer faixa de renda, em qualquer padrão de aspiração socioeducacional encontra um produto habitacional à sua disposição.
Sinal verde para a compra de imóveis. Preços mais em conta, taxas de juros competitivas, prazo maior, crédito ampliado e garantia de que a unidade na planta será entregue são alguns dos benefícios do Projeto de Lei 3.065/04, que será assinado no mês que vem pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
"Quando há questionamento jurídico num financiamento imobiliário, os juizes protegem a parte mais fraca, independente de onde está a razão. Isso torna o ambiente para novos investimentos desfavorável" resume Rodolfo Vasconcellos, vice-presidente executivo da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ).
Durante o seminário, representantes do setor voltaram a exigir do governo incentivos ficais para incentivar a recuperação da construção civil no País. "Por que não isentar esta indústria do ICMS?", questionou Márcio Fortes, presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ).
O ex-deputado federal, Márcio Fortes, presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário fez discurso típico de plenário ontem, no II Seminário Rumos do Mercado Imobiliário, na FGV do Rio.
O Judiciário é, hoje, o maior inimigo do mercado imobiliário. Esta foi a opinião unânime dos participantes do painel sobre Financiamento à Produção Imobiliária, do seminário Rumos do Mercado Imobiliário.
A prefeitura alterou ontem as regras urbanísticas para a construção de rampas de acesso a garagens de novos prédios - residenciais e comerciais - a ser construídos na cidade e na implantação de novas entradas para imóveis já existentes.
O crescimento das vendas de imóveis financiados diretamente pelo incorporador também exige mais cuidado por parte dos compradores, já que boa parte do pagamento é feita antes de o imóvel estar concluído.
Pesquisa mostra que 91% dos imóveis novos vendidos no Rio em abril foram pagos à vista ou com crédito da incorporadora
O Programa de Estruturação Urbana (PEU) da Taquara, da Freguesia e do Tanque foi aprovado na Câmara dos Vereadores por unanimidade: 27 votos a zero. Mas a mesma unanimidade não é tão evidente na área onde será implementado.
INTERESSE: A Ademi estima que 20% dos imóveis lançados em Niterói sejam comprados por moradores de outras cidade.
A qualidade de vida e os preços mais acessíveis oferecidos pelos lançamentos imobiliários de Niterói não despertam o interesse apenas de quem já mora na cidade.
Dos 4.995 imóveis à venda no Rio, em abril, 385 foram escriturados: 91% deles pagos à vista ou financiados pelo incorporador e apenas 9% pela Caixa Econômica e por bancos privados.
A Zona Sul é o lugar mais cobiçado pelos compradores de imóveis na cidade. A conclusão da Associação dos Dirigentes e Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) é baseada no Índice de Velocidade de Vendas (IVV).
Para o vice-presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários, Gutemberg de Oliveira, a qualquer momento pode estourar uma rebelião no presídio Ary Franco.
O estigma de "bairro dos presídios" tem reflexos no mercado imobiliário. Comprar ou vender imóveis, mesmo que seja a três ou quatro ruas do complexo, é uma possibilidade remota.
Bairro da Zona Norte recebe o primeiro complexo residencial com superestrutura de lazer e segurança, nova tendência do mercado
A sensação de insegurança na Barra e em São Conrado, em razão dos recentes episódios de violência relacionados à guerra do tráfico na Rocinha e aos sucessivos assaltos em condomínios de luxo, encontra reflexos entre moradores e comerciantes, que cobram providências urgentes do poder público.
A maior parte das unidades novas à venda hoje no Rio estão na faixa de preço acima de R$ 250 mil. Apenas a minoria está na faixa até R$ 100 mil. É o que mostra um levantamento feito pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) com base no mês de março.
Amanhã, às 15h, haverá palestra na sede da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário no Rio (Ademi/RJ) sobre o Plano de Estruturação Urbanística (PEU) de Vargem Grande.
A Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) vai ministrar segunda-feira palestra sobre o Plano de Estruturação Urbana (PEU) de Vargem Grande.
Não são apenas os números de empreendimentos que se multiplicam na Barra. As novas idéias e conceitos, importantes num cenário de grande concorrência, também.
O estabelecimento de um intercâmbio de dados sobre o mercado imobiliário do Rio de Janeiro, a fim de aumentar a precisão das estatísticas do setor, foi formalizado, ontem, entre a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) e a Secretaria Municipal de Urbanismo (SMU).
A Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário no Rio (Ademi/RJ) e a Secretaria municipal de Urbanismo do Rio (SMU) assinaram convênio, na última semana, para estabelecer um intercâmbio de dados sobre o mercado imobiliário, com o número de licenciamentos e lançamentos.
A Associação de Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) e a Secretaria Municipal de Urbanismo (SMU) assinam convênio, sexta-feira, para unificar os dados sobre os licenciamentos concedidos na cidade e o número de lançamentos.
A partir de amanhã estarão disponíveis, nas agências da Caixa Econômica Federal (CEF), as cinco novas linhas de crédito que a instituição oferecerá com recursos próprios.
Ele é considerado uma sumidade no direito imobiliário. Tem, em seu currículo, 33 anos de advocacia dedicados ao setor e hoje preside a 10 Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Em sua defesa por um direito mais igualitário, o desembargador Sylvio Capanema, professor da Escola de Magistratura do Estado do Rio (Emerj), cativa seus ouvintes.
De 1991 a 2000, o crescimento da população de favelas e áreas similares no Brasil foi 2,6 vezes o crescimento da população total do país. É o que mostra inédito cruzamento de dados do Censo 2000 feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a pedido do GLOBO.
O instrumento legal já existe. Difícil é saber como será aplicado. A alienação fiduciária - que, em caso de inadimplência, permite a rápida retomada do imóvel - está no centro das atenções dos diferentes atores do mercado imobiliário.
A ADEMI e a Secretaria Municipal de Urbanismo (SMU) assinam convênio, no próximo dia 14 de maio, para unificar e acompanhar os números de licenciamentos e lançamentos do município do Rio.
Os recentes confrontos entre policiais e traficantes da Favela da Rocinha, em São Conrado, e os vários outros que acontecem regularmente na cidade, trazem à tona, novamente, a questão das sub-habitações e das ocupações irregulares no Rio de Janeiro.
O escritor e roteirista Alcione Araújo mora há 30 anos em um prédio de quatro andares e 12 apartamentos na Rua Aristides Spínola, no Leblon. Mas terá de se mudar: o imóvel será demolido e em breve começa a ser construído no local um prédio de luxo, provavelmente com seis pavimentos e um apartamento por andar.
Das 1.600 novas unidades residenciais vendidas para a classe média na cidade do Rio de Janeiro no último semestre de 2003, apenas 16% foram negociadas por meio de financiamento bancário.
A pesquisa da Associação de Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) desta semana revelou que há 263 imóveis à venda na cidade do Rio com o preço do metro quadrado até R$ 1 mil.
Tomou posse ontem, oficialmente, o novo presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) de Niterói, Álvaro Costa de Paula Antunes, da Anfra Construções.
A ADEMI-RJ conta agora com mais um importante canal de comunicação. Além do site e do informativo diário, a entidade tem uma coluna quinzenal no caderno Morar Bem, do jornal O Globo. Não perca a próxima publicação, que será no dia 25 de abril.
O Rio de Janeiro tem sofrido, durante as últimas décadas, com inundações provocadas pelo excesso de chuvas, lixo armazenado em locais impróprios e ainda problemas no sistema de escoamento de águas pluviais. Desta forma, algumas ações têm sido adotadas para resolver ou pelo menos amenizar o problema, responsável por inúmeros prejuízos.
Mercado imobiliário não mede esforços para atrair compradores e aumentar vendas, que dão sinais de melhora em vários bairros. Novos financiamentos, lançamentos e prazos para a casa própria estão animando o mercado e conseguindo atrair a classe média - do Méier ao Recreio dos Bandeirantes.
Os acompanhantes dos participantes do Encontro ADEMI-EMERJ e CEDES, em Angra dos Reis, terão uma programação especial composta de quatro palestras: a sommelier Helène Wevers falará sobre vinhos, a embaixatriz Lenir Lampreia dará dicas de etiqueta, a psicóloga Berenice Kuenerz abordará a filosofia oriental e a prática da meditação e a gastrônoma Maria Helena Calazans ensinará tudo sobre antepastos, aula esta seguida de degustação.
A Ademi reúne empresários e magistrados em seminário no Blue Tree Park, dia 30.
A proliferação de loteamentos clandestinos e construções irregulares em Vargem Grande, Vargem Pequena, Recreio e Jacarepaguá está despertando preocupação nos moradores. Os quatro bairros já somam 320 loteamentos irregulares embargados pela prefeitura, ficando atrás apenas de Campo Grande, que tem cerca de 700. As conseqüências da ocupação fora da lei atingem, diretamente, o meio ambiente, a qualidade de vida e a construção civil.
De 30 abril a 2 de maio, a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), em parceria com a Escola de Magistrados do Estado do Rio de Janeiro e outras entidades, promoverá, em Angra dos Reis, um evento que objetiva expor e debater as questões urbanas e imobiliárias e suas repercussões no ordenamento legal.
De 30 abril a 2 de maio, a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), em parceria com a Escola de Magistrados do Estado do Rio de Janeiro e outras entidades, promoverá, em Angra dos Reis, um evento que objetiva expor e debater as questões urbanas e imobiliárias e suas repercussões no ordenamento legal.
Dos 152 empreendimentos imobiliários à venda no Rio, 141 têm finalidade residencial, nove são comerciais e outros dois, mistos.
Mercado imobiliário e Poder Judiciário juntos. Esta é a proposta do seminário Segurança Jurídica em Contratos Imobiliários que a Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário, em parceria com a EMERJ (Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro) e o Cedes (Centro de Estudos e Debates do Tribunal de Justiça), promovem de 30 de abril a 2 de maio no Hotel Blue Tree Park, em Angra dos Reis.
Há 152 empreendimentos com unidades à venda no município do Rio. A Barra da Tijuca é o bairro que lidera a lista, com 43 empreendimentos, somando 5.330 unidades disponíveis.
Trinta por cento dos imóveis vendidos no último semestre de 2003 no mercado do Rio de Janeiro custavam mais de R$ 250 mil. E cerca de 86% das unidades foram negociadas à vista ou com financiamento feito diretamente com a construtora.
Desta vez o Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) parece ter chances reais. A visão otimista é de toda a cadeia produtiva do setor, que acredita que o sistema se tornará bem mais viável quando for aprovado o projeto de lei número 3.065 - fruto do pacote de medidas para a construção civil, anunciado pelo governo no início do mês, e já enviado ao Congresso.
O consultor de Desenvolvimento Urbano da Ademi, David Cardeman, esteve presente no Fórum de Debate realizado pela Secretaria de Estado de Defesa Civil para discutir um novo decreto que irá dispor sobre a segurança contra incêndio e pânico nas edificações construídas.
Os lofts, imóveis com pé-direito duplo e sem divisão de cômodos, seguem ganhando força no Rio.
Tem gente que nasceu e cresceu em Ipanema, depois casou e se mudou para Vila Isabel, onde foi feliz para sempre. Mas tem gente que fez o mesmo movimento e não consegue se curar da saudade do bairro natal.
Quem é rei do mercado - imobiliário - não perde a majestade. Depois de ter cedido temporariamente para o Recreio dos Bandeirantes a liderança no setor de construção civil no Rio, a Barra da Tijuca recuperou o posto e voltou a ser o bairro que teve o maior número de licenças de obras concedidas pelo município no ano passado.
O aumento da prostituição começa a afetar o mercado imobiliário da área. De acordo com o vice-presidente da Ademi, compradores de imóveis estão desistindo dos negócios por temer a vizinhança:
Ocrescimento da prostituição em ruas da Barra está causando impacto negativo na economia.
Empresários do setor de imóveis apostam que, em breve, o eixo empresarial e de negócios do Rio será deslocado do Centro para a Barra da Tijuca.
O presidente da Associação de Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Márcio Fortes, afirma que a questão de habitação no Rio é crítica e atinge toda a população, com exceção das faixas de renda mais altas.
O estímulo aos investimentos em caderneta de poupança e o desconto no Imposto de Renda dos juros pagos no financiamento da casa própria são algumas das medidas complementares sugeridas pelos empresários da construção civil para alavancar o setor. O superintendente da ADEMI, Rodolpho Vasconcellos falou sobre o assunto.
As medidas anunciadas na última semana pelo Governo para estimular a construção civil vão ajudar o setor, mas ainda não serão suficientes para recuperar a perda de 8,6% registrada em 2003.
As medidas de incentivo ao setor da construção civil, anunciadas pelo Governo federal na semana passada, não devem trazer mudanças imediatas e significativas para os consumidores.
Participação feminina no setor imobiliário cresce cada vez mais, seja atuando como síndicas ou em cargos de diretoria. Gabriella Szklo (na foto), coordenadora da Pesquisa ADEMI de Mercado Imobiliário, deu entrevista ao Jornal do Brasil sobre o assunto.
Dois dias depois de o Governo haver anunciado medidas para incentivar a construção civil, o Bradesco lançou, ontem, no Rio, a sétima agência especializada em crédito imobiliário no País e a primeira no Estado, localizada na Rua do Ouvidor, 71, Centro.
Os lofts, aqueles amplos apartamentos sem paredes divisórias e com pé-direito alto, estão chegando com força ao Rio. Quem segue para a Barra da Tijuca, passando por Gávea e São Conrado, ou dá uma olhadinha nos cadernos de classificados do fim de semana provavelmente notou a nova tendência. "É uma moda, um nicho de mercado que está crescendo", diz Márcio Fortes, presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas de Mercado Imobiliário (Ademi).
O governo anunciou ontem uma série de medidas para ajudar o setor de construção civil, considerado o mais problemático da economia e um dos principais responsáveis pela queda de 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2003.
De acordo com o decreto 23490/04, os novos imóveis com mais de 500 m2 de área não impermeabilizada só receberão o habite-se se apresentarem reservatórios de água de chuva. Para o consultor de Desenvolvimento Urbano da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (ADEMI-RJ), Davi Cardeman, a nova lei deve, em princípio, onerar o custo das unidades.
Diretor da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), José Schipper, empresário e engenheiro, sócio da Schipper Engenharia, assessor de perícias da procuradoria Geral do Estado e conselheiro representante do Clube de Engenharia, foi eleito segundo vice-presidente da seção RJ do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura.
O fato é que o número de placas nos tapumes das construções vem se multiplicando. Chega a uma dezena - algumas vezes devido à segmentação da obra, outras, por simples questão de marketing. Mas, se de um lado as placas poluem, de outro podem se transformar numa boa fonte de informação para o comprador que tenta traduzir o que elas representam.
Diretor da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), José Schipper, empresário e engenheiro, sócio da Schipper Engenharia, assessor de perícias da procuradoria Geral do Estado e conselheiro representante do Clube de Engenharia, foi eleito segundo vice-presidente da seção RJ do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura.
A decisão do prefeito Cesar Maia de obrigar os novos imóveis grandes a construírem um reservatório para o armazenamento de águas pluviais colocou de um lado ecologistas e de outro as construtoras que atuam na cidade.
De acordo com o vice-presidente da Ademi, Rogério Chor, Botafogo é hoje uma das poucas opções mais acessíveis à classe média na Zona Sul.
"É revoltante o limite de endividamento imposto à nossa cidade, que nos impede de tomar os empréstimos do BID para o projeto da terceira etapa da Favela Bairro, o empréstimo do JBIC para sanear as lagoas da Barra e o empréstimo do BNDES para a infra-estrutura na área portuária. Enquanto isso, São Paulo - que tem uma situação financeira bem mais difícil - recebe luz verde da Secretaria do Tesouro Nacional para pegar empréstimos". Essa declaração foi dada pelo Secretário Municipal de Urbanismo, Alfredo Sirkis, em entrevista exclusiva ao site da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (ADEMI).
Prédios novos precisarão ter reservatório para reter água da chuva. Um decreto do prefeito Cesar Maia, publicado no Diário Oficial esta semana, torna obrigatória a construção, em edifícios ainda na planta, de reservatórios para reter temporariamente e armazenar águas pluviais.
As exigências para novos prédios, com objetivo de prevenir inundações, não se limitarão ao decreto do prefeito Cesar Maia que obriga a instalação de reservatórios para reter e armazenar água de chuva, publicado ontem no Diário Oficial.
Aproveitando o reaquecimento do mercado, a Rossi Residencial lança seu sétimo empreendimento na cidade. A aposta no mercado carioca tem trazido bons resultados para a empresa, que já entregou 1.000 unidades na cidade desde 2001.
Com o anúncio feito pela Caixa de que o estado do Rio terá uma participação da ordem de R$ 790 milhões nos investimentos habitacionais previstos pelo governo federal para 2004, o setor da construção começou a se movimentar.
Agora já é possível acompanhar via internet os lançamentos imobiliários do Rio de Janeiro. A Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi-RJ) acaba de lançar seu novo site. Visando ser referência do setor, o destaque do website é a Pesquisa ADEMI do Mercado Imobiliário.
Quantos imóveis estão à venda no Rio, quanto custam e como são. Esses são alguns dados que o internauta encontrará no novo site da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliários do Rio (Ademi/RJ) - www.ademi.org.br - que agora divulga a pesquisa da associação online.
Segundo a "Pesquisa Ademi de Mercado Imobiliário", realizada pela Associação de Dirigentes de Mercado Imobiliário do Rio (Ademi-RJ), o município do Rio de Janeiro teve 7.224 novas unidades lançadas em 2003, sendo 6.925 residenciais e 299 comerciais.
Política se faz com a cabeça, não com o fígado. E política externa, então, só pode ser feita pela cabeça certa. Por isso, a nossa Constituição determina com clareza a cabeça certa para comandar nossa política externa: o Poder Executivo. É inaceitável, inadequado e ilegal que o Judiciário usurpe uma função que é do presidente da República e do Itamaraty.
Se depender da expectativa do governo federal e do setor imobiliário, a construção civil será a grande geradora de empregos este ano.
No ano passado, foram lançadas 7.224 unidades residenciais e comerciais na cidade. Os números são da Pesquisa Ademi de Mercado Imobiliário, realizada pela Associação de Dirigentes de Mercado Imobiliário do Rio. A maior parte, 6.925, são residenciais, e 299 são comerciais. No mês passado, foram lançados 12 empreendimentos, com total de 643 unidades.
A Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) registrou 12 lançamentos imobiliários na cidade na primeira quinzena do mês passado, num total de 643 unidades. O resultado surpreende, pois o mês de dezembro é tradicionalmente de poucos lançamentos, devido às festas de fim de ano. O aquecimento foi uma seqüência da aceleração de novembro, que registrou 1.273 novas unidades, contra 343 de outubro, 526 de setembro e 431 de agosto.
"Um setor que representa 19,26% do PIB nacional precisa receber mais atenção". Essa frase, dita pelo presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (ADEMI), Márcio Fortes, resume o pensamento de todo o setor da construção civil. Depois de um começo de muitas esperanças de que o governo Lula desse estímulos à área, o final do ano chega com muitas reclamações e decepções.
A pesquisa sobre o mercado de imóveis do Rio de Janeiro, realizada pela Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), indicou que a primeira quinzena de dezembro teve 12 lançamentos na cidade, com um total de 643 unidades. O resultado surpreende pois o mês de dezembro é tradicionalmente de poucos lançamentos, devido às festas de fim de ano.
O ano que passou foi ruim para o setor imobiliário no Brasil - a retração foi de cerca de 20% - mas Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes e Jacarepaguá se mostraram verdadeiros oásis para os construtores.
O ano de 2003 terminou da mesma forma que começou: cheio de expectativas. Mas, agora, as expectativas são boas. Pelo menos, na visão da maioria dos especialistas do mercado imobiliário, que chegam a prever, para este ano, um crescimento de até 30% para a construção civil.
Em novembro foram lançadas 1.273 unidades residenciais na cidade. O número foi o maior dos últimos sete meses. Os dados são da pesquisa realizada pela Associação de Dirigentes de Mercado Imobiliário do Rio (Ademi-RJ). Para se ter idéia, foram lançadas 343 novas unidades em outubro, 526 em setembro e 431 em agosto.
Superintendente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), Rodolpho Vasconcellos explica que o Estudo de Viabilidade é fundamental para o sucesso de um empreendimento.
O número de unidades residenciais lançadas na cidade do Rio, em novembro, foi o maior dos últimos sete meses: 1.273. Os bairros de maior alta são Barra e Recreio, com mais de 80% dos novos imóveis. A origem dos dados é um levantamento recente feito pela Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi-RJ).
Para Rubem Vasconcellos, conselheiro da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), o progressivo esvaziamento do Centro se dá também pela inexistência de empreendimentos que sirvam de referência econômica.
Segundo a "Pesquisa Ademi de Mercado Imobiliário", realizada pela Associação de Dirigentes de Mercado Imobiliário do Rio (Ademi-RJ), o número de unidades residenciais lançadas no município do Rio em novembro foi o maior dos últimos sete meses: 1.273.
Depois de três anos de queda no Produto Interno Bruto (PIB) do setor, os empresários da construção civil dizem estar surpreendidos com "desinteresse e inércia" do novo governo em relação a um segmento apontado como uma das prioridades.
No mês passado, 1.273 novas unidades residenciais entraram em processo de comercialização no Rio, o maior número dos últimos sete meses.
O empresário Márcio Fortes comandou, anteontem, no Sheraton, a entrega dos prêmios Destaque, da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário, como presidente da instituição.
É espantoso, mais que frustrante, que o Ministério da Fazenda tenha se contraposto, nessa questão da mudança dos critérios de cobrança da Cofins, a tudo que a sociedade brasileira, incluído o próprio presidente da República, tem reivindicado desde a campanha eleitoral do ano passado.
A Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (ADEMI-RJ) e a Delegacia Regional da Fiabci Brasil (que reúne os profissionais do setor), com apoio do GLOBO, premiaram ontem, no Rio, as empresas que se destacaram no mercado imobiliário em 2003.
Segunda- feira, às 19h, no Hotel Sheraton, a Ademi premia os destaques da indústria imobiliária.
Há uma contradição entre o claro propósito do governo federal de reduzir as taxas de desemprego, especialmente nas grandes áreas urbanas, e os números do IBGE, recentemente divulgados, sobre a atividade dos diferentes setores produtivos do país.
As empresas que se destacaram no mercado imobiliário em 2003 serão premiadas pelo Destaque Ademi 2003 - Prêmio Master amanhã, às 19h30min, no Hotel Sheraton, em São Conrado.
Lançado em 2001, o Sistema de Análise de Risco de Crédito (Seric) da CEF - que acaba de receber inovações tecnológicas e ficar mais ágil - é até hoje uma caixa-preta para candidatos a mutuários, corretores e empresários do segmento.
Rogério Chor, vice-presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), tem algumas sugestões para quem procura imóvel em ruas privilegiadas.
Segundo a Associação do Mercado Imobiliário, a Ademi, constroem-se, até agora, no Rio, 24% mais unidades residenciais do que em todo o ano passado - 5.045, contra 4.056. Em São Paulo, segundo a Embraesp o aumento foi de 21%.
O evento - promovido pela prefeitura de Nova Iguaçu, em parceria com a Caixa Econômica Federal (CEF) e o Sebrae/RJ - tem como meta estimular o mercado imobiliário, assim como incentivar a formalidade das construções no município.
Dados do Instituto Pereira Passos (IPP) revelam que a Barra da Tijuca tem hoje mais de 101 mil moradores, o equivalente a duas vezes a população do Leblon, sete a do Leme e 15 a da Urca. O bairro é também o recordista em lançamentos imobiliários: metade dos empreendimentos lançados neste ano foram na Barra, segundo a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).
O setor da construção, através da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), acaba de ganhar assento no Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) com a nomeação do presidente da entidade, Paulo Safady Simão, pelo Presidente da República.
A Ademi-RJ - Associação de Dirigentes de Empresas de Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro vai realizar, entre os dias 24 e 27 de novembro, um curso sobre financiamento imobiliário, com o professor Carlos de Albuquerque Maranhão Jr., especialista na área de Crédito Imobiliário.
O presidente da entidade, Márcio Fortes, irá falar sobre Pan 2007 na III Feira Hotéis & Restaurantes.
A Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (ADEMI) anunciou, na semana passada, os vencedores das 21 categorias da quarta edição do Destaque Ademi - Prêmio Master Imobiliário. E os sete homenageados como Destaque do Ano. Entre estes, a engenheira Clara Steinberg, mentora do Rio Design Center, no Leblon, primeiro shopping de decoração do Brasil, que completa 20 anos em 2003.
A ADEMI vai promover palestra sobre o Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI) e securitização de recebíveis com os advogados Arthur Parkinson e Pedro Klumb. A palestra será no dia 18, das 15h às 18h, na sede da entidade - Avenida Portugal 466, Urca. Os temas abordados serão os principais conceitos da securitização de recebíveis imobiliários e o histórico recente da securitização no Brasil, entre outros. O número de vagas é limitado. Mais informações pelo telefone (21) 2543-1110.
A ADEMI vai promover uma palestra sobre o Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI) e Securitização de Recebíveis com os advogados Arthur Parkinson e Pedro Klumb no próximo dia 18 de novembro, na sede da ADEMI. As vagas são limitadas. Mais informações pelo telefone 2543-1110.
Embora existam demanda e disponibilidade de espaços em localidades adjacentes ao centro financeiro da cidade para construção ou adaptação de novas residências faltam programas de financiamento. É o que afirma o vice-presidente da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (ADEMI), Fernando Wrobel.
Presidida por Marcio Fortes, a ADEMI prestará homenagem dupla a seu ex-Presidente Carlos Firme.
Na última terça-feira, uma Comissão Julgadora independente definiu os vencedores do Destaque ADEMI - Prêmio Master Imobiliário 2003 - Rio de Janeiro.
Continuam abertas as inscrições para as empresas que quiserem participar da Pesquisa ADEMI de Mercado Imobiliário.
O prefeito Cesar Maia abriu, ontem, o I Encontro Expectativas e Oportunidades de Investimentos para os Jogos Pan-Americanos no Rio, no Hotel Sheraton-Barra, a que estiveram presentes 80 empresários da Barra da Tijuca.
Representantes do Mercado Imobiliário e da Construção Civil estarão reunidos na próxima semana, em Goiânia, para o ENIC - Encontro Nacional da Indústria da Construção.
A ADEMI, vai realizar, entre os dias 24 e 27 de novembro, um curso sobre financiamento imobiliário.
A Caixa Econômica Federal foi autorizada ontem pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) a remanejar verba do Fundo ainda não utilizada para a retomada dos financiamentos destinados à compra de imóveis novos e usados.
O mercado imobiliário carioca vive um momento de excitação por causa dos Jogos Pan-Americanos de 2007.
Um evento para estimular e unir os profissionais da corretagem.
Mercado sugere leilão de imóveis ou linha de crédito para construção
A pesquisa desenvolvida pela Organização das Nações Unidas, que apontou um percentual de 32% da população mundial vivem em favelas movimentou o mercado imobiliário. Para o vice-presidente da ADEMI, Afonso Kuenerz, o relatório da ONU nada mais é do que o retrato do que acontece no Brasil inteiro.
A Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (ADEMI-RJ) comemora antecipadamente os resultados do Destaque ADEMI- Prêmio Master Imobiliário 2003. Com apenas um mês de inscrições, a quarta edição do prêmio atingiu o número recorde de 38 trabalhos concorrendo.
Continuam abertas as inscrições para a pesquisa ADEMI de Mercado Imobiliário. Já são 191 novos empreendimentos cadastrados.
A atitude ecologicamente correia valoriza os endereços: dos dez prédios do Mundo Novo, fartam ser entregues dois, mas um deles já está 100% vendido.
Mercado imobiliário volta a ser alvo de investidores, seja para venda posterior ou para locação
Presidente de construtora garante que ainda há espaço para crescimento do bairro.
Temos um aeroporto de nível internacional, no Galeão, cujo projeto original incluía quatro alas. Ele foi pensado e construído para ser um "hub" - um centro de atividade, um ponto focal de tráfego aéreo, adequado para conexões e instalações das empresas.
Matéria impressa a partir do site da Ademi Rio [http://www.ademi.org.br]