Cidade Sete Sóis: modelo de bairro planejado chega a novas cidades

em CNN Brasil, 12/fevereiro

Iniciativa reúne empreendimentos em diferentes regiões do país e prevê soluções de urbanismo, mobilidade e áreas verdes; MRV destaca desafios e aprendizados na gestão de projetos de longo prazo.

Bairros planejados têm ganhado espaço no mercado imobiliário nacional ao combinar moradia, infraestrutura e serviços com intervenções urbanísticas. Nesse contexto, a MRV criou o conceito “Cidade Sete Sóis” alinhando grandes projetos aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, ao reunir práticas do setor em uma concepção de cidade inteligente.

O conceito incorpora pilares de sustentabilidade e inspirados nas cidades inteligentes – natureza, segurança, urbanismo, mobilidade, comodidades, tecnologia, vizinhança – e prevê projetos como bairros abertos, com espaços de lazer, áreas verdes e equipamentos públicos, integrando novos moradores e a população que já vive no entorno.

“A proposta do Cidade Sete Sóis é organizar os projetos para que deixem um legado para as regiões onde são implantados, com soluções que apoiem a ocupação humana e o desenvolvimento urbano sustentável”, afirma Rafael Albuquerque, diretor executivo de Desenvolvimento Imobiliário do Grupo MRV.

Seis projetos lançados e expansão prevista

Além das seis Cidade Sete Sóis já lançadas em Salvador (BA), São Paulo (SP), Campinas (SP), Rio de Janeiro (RJ), Betim (MG) e São José dos Campos (SP), a empresa prevê o lançamento de um projeto em São Carlos (SP) ainda em 2026. A concepção considera aspectos socioculturais de cada região, com melhorias de infraestrutura local para apoiar um planejamento urbano equilibrado e eficiente.

Inovação, impacto urbano e gestão de longo prazo

A MRV aponta que o desenvolvimento de bairros planejados envolve coordenação entre infraestrutura urbana, mobilidade, áreas verdes e equipamentos públicos, além de ajustes ao longo do tempo, já que os projetos costumam ser entregues por fases e em ciclos de vários anos.

“Gerir empreendimentos de longo prazo traz desafios específicos: manter coerência do planejamento, acompanhar a evolução do entorno e garantir que as etapas entreguem valor ao morador e à cidade. O aprendizado é permanente, porque o bairro se constrói com a obra, com o uso e com a relação com a vizinhança”, diz Rafael Albuquerque.


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