Primeiro residencial da Avenida Rio Branco vende 85% das unidades no lançamento

em Diário do Rio / Mercado Imobiliário, 9/outubro

O projeto ocupa o antigo Edifício Unidos, construído em 1937, e reúne estúdios, apartamentos de um quarto e coberturas.

A estreia da WPX no mercado imobiliário do Centro do Rio já veio com boa velocidade de vendas, assim como boa parte dos outros projetos incorporados ao Reviver Centro. O ARB 26, primeiro empreendimento residencial da Avenida Rio Branco, teve 85% das 123 unidades vendidas no lançamento. O projeto ocupa o antigo Edifício Unidos, construído em 1937, e reúne estúdios, apartamentos de um quarto e coberturas.

Segundo a incorporadora, a procura veio tanto de investidores quanto de compradores interessados em morar na região, especialmente pela proximidade com o trabalho. O empreendimento tem unidades entre 23 e 94 metros quadrados.

“A qualidade do produto, que tem boca de sala e janelas generosas, além da localização, foram determinantes para o resultado. Isso demonstra a confiança do mercado e, principalmente, o potencial de um retrofit em edifício histórico na Avenida Rio Branco”, afirma Wagner Paz, CEO da WPX.

Projetado pelo arquiteto italiano Luigi Fossati, o edifício foi construído em 1937 e tem 16 andares, com fachada em estilo Art Déco. O projeto, assinado pela Cité Arquitetura, prevê a preservação de elementos originais do prédio e a incorporação de referências de hotéis europeus, como os toldos vermelhos.

São 92 estúdios, 28 apartamentos de um quarto e três coberturas. Algumas unidades terão varanda, terraço e áreas externas privativas. O condomínio terá ainda dois rooftops, com piscina, sauna, academia panorâmica, lounge e mercadinho, além de coworking, lavanderia compartilhada, bicicletário, maleiro, espaço para delivery e portaria automatizada.

“Mais do que um resultado pontual, os dados indicam uma mudança estrutural na percepção do Centro como ativo imobiliário. O investidor começa a considerar não apenas a rentabilidade recorrente proporcionada pela locação, especialmente a de curta temporada, mas também o potencial de valorização patrimonial”, afirma Ernesto Otero, CEO da Lobie, empresa responsável pela administração das unidades destinadas à locação, incluindo a modalidade de curta temporada.


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